Suvinil apresenta estudo colaborativo e elege cor Terra Roxa para 2018

A cor escolhida para 2018 pela marca é Terra Roxa

n  Este tom terroso exprime um desejo comum de levar a natureza para dentro de casa, além de estabelecer conexões mais profundas com a essência e origem de cada um

n  Este ano, a marca foi pioneira em um estudo colaborativo com profissionais que trabalham cores sob as mais diferentes perspectivas

A Suvinil, como referência de mercado, se antecipa mais uma vez e inova em seu estudo, com uma visão mais ampla das tendências de cores. Acompanhando o movimento de não ditar, mas cocriar e colaborar, para 2018, a marca investe em um conceito que tem como resultado autonomia e diversidade, ou seja, mais que escolher a cor do ano, a marca propõe caminhos para descoberta do tom de cada pessoa.

A Suvinil observou que na pluralidade do mundo atual não cabe mais apontar uma cor do ano para todos. Além de escolher qual é a sua tonalidade, é necessário oferecer ferramentas para cada pessoa escolher o seu tom, que pode ser diferente da marca. Para colocar esse conceito em prática, participaram e contribuíram com o estudo profissionais referência de diferentes áreas de atuação, como arquitetos, designers, floristas, consultores comportamentais: Andrea Bisker, Jackson Araújo, Michele Okuhara, Lucas Liedke, Carlos Pazetto, Guto Requena, Glauco Diógenes e Tatiana Pascowitch.

Dentro do estudo, a Suvinil identificou um anseio atual por uma vida mais humana e elegeu a cor Terra Roxa como um emblema para 2018, que transmite essa busca pelo natural. Esse tom terroso alaranjado exprime o desejo comum de levar a natureza para dentro de casa e estabelecer conexões mais profundas com a nossa essência e ancestralidade, além de manifestar a valorização das relações pessoais, em detrimento das virtuais.

“Observamos esse movimento de aproximação com as nossas raízes no ano passado, quando adiantamos a tendência de tons terrosos na decoração. Para 2018, trazemos uma evolução desta tendência e na forma como enxergamos o nosso estudo, que foi feito de maneira colaborativa. Afinal, o mundo está mais múltiplo, a diversidade e a cocriação ganham mais força a cada dia. Por isso, nós trouxemos a cor do ano da Suvinil, mas desafiamos as outras pessoas a descobrirem qual é a sua. Afinal, se o universo cromático é tão vasto, por que escolher apenas uma cor do ano?”, comenta Juliana Hosken, diretora de marketing da Suvinil.

As tendências servem como um guia para ajudar a optar em meio a tantas opções e a nos aproximar de determinados grupos ou comportamentos. Por séculos, os poucos corantes disponíveis estiveram em poder da nobreza e do clero. A democratização da oferta, com a Revolução Industrial, trouxe um desafio: como fazer escolhas, em meio ao excesso de informações e opções? A solução foi promover tendências – interpretação de ideias e desejos compartilhados pela sociedade naquele momento.

Hoje, porém, essa dinâmica está mudando. Vivemos um tempo de liberdade e individualidade, de consumidores que valorizam a interação com sua marca preferida, de humanização, ou seja, voltamos a ser pessoas que se comunicam e trocam experiências entre si. Protagonistas de nossas verdades e com acesso mais rápido às informações, nos tornamos senhores de nossas escolhas e cores, pois sabemos o que nos faz bem, o que traduz nosso momento e o que cada cor nos transmite. A Suvinil não só enxerga esse movimento, como o apoia e, por isso, questiona o sentido de apontar uma única cor do ano, afinal, cada um pode ter a sua.

Para 2018, a Suvinil traz suas tendências baseadas em três pilares distintos:Ideológico, Natural e Magnético. Estes três temas, que são diferentes, mas podem se complementar, contemplam as características atuais da nossa sociedade, que busca cada vez mais por pluralidade, colaboração, diversidade e humanização