Parque da Cidade dá início à segunda etapa da reabertura

O Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte deu início à segunda etapa do plano de reabertura. A novidade é a liberação da entrada por Cidade Nova e também da Academia da Terceira Idade (ATI), com alguns usos restritos. A entrada do equipamento permanecerá sendo controlada, tendo as vagas de veículos do estacionamento limitada em 50%. Vale lembrar que o horário de funcionamento continua das 14h30 às 17h30, de segunda a sexta-feira.

Segundo a gestora do Parque da Cidade, Kalina Masset, a unidade de conservação ainda permanecerá funcionando de maneira limitada e continuará seguindo rigorosamente as medidas de prevenção contra o Coronavírus, como o uso obrigatório de máscara por todos os frequentadores, sejam visitantes ou funcionários e outros protocolos sanitários. “As regras para prevenir a Covid-19 continuam valendo aqui. A população pode vir com sua família para realizar a prática de atividades físicas, mas continuam proibidos grupos que gerem aglomerações nas dependências do Parque”, disse.

Será permitida, ainda, a realização de eventos no auditório com 30% da sua capacidade, ou seja 60 pessoas, mediante agendamento prévio pelo telefone 3232-3207, das 8h às 14h, além da retomada das atividades no Centro de Pesquisas da Mata Atlântica (Cepema). Os usuários devem estar atentos ao distanciamento social de pelo menos 1,5m nas trilhas. Essa regra vale também no caso da formação de filas. Não será permitido o acesso de grupos e o descarte de máscaras não deverá ser feito em nenhum local dentro do parque.

Entre os protocolos sanitários adotados, estão a instalação de lavatórios nas entradas do parque para que a população higienize as mãos, o uso dos bebedouros de maneira individual e exclusivamente para encher copos ou garrafas de água, ficando proibido tomar água diretamente no equipamento e os banheiros utilizados individualmente com a desinfecção do espaço a cada utilização.

Já os pontos de descanso espalhados pelo parque irão funcionar normalmente, porém não podendo haver aglomerações. A escada e rampa de acesso à torre será interditada, estando proibida a circulação de pessoas na academia e em seu entorno. Outras atividades serão liberadas de maneira gradual e sucessiva mediante o cronograma de reabertura, e que tudo irá depender dos dados epidemiológicos. Será preciso que a população compreenda e colabore com algumas restrições impostas para segurança e saúde de todos. Mais informações sobre a reabertura pelo telefone (84) 3232-3207.

Semtas conclui relatório sobre ocupação no Baldo e encaminha Aluguel Social

A Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social (Semtas) concluiu o levantamento feito pelo Serviço Especializado em Abordagem Social (SEAS) dos moradores de rua da área do Viaduto do Baldo, que se encontram em processo de desocupação.

“O objetivo do relatório é planejar medidas de acolhida e proteção social, buscando conhecer e identificar as famílias e indivíduos com direitos violados, as condições em que vivem e informar aos usuários os serviços socioassistenciais e da rede intersetorial disponíveis para a população em situação de rua, além de promover os encaminhamentos e possibilitar condições de acesso à rede de serviços e a benefícios assistenciais”, afirma Andréa Dias, secretária da Semtas.

Os dados coletados contemplam informações sobre demografia, vivência de rua ou institucional, trabalho e renda, acesso à rede de saúde e acesso à rede socioassistencial. Foram abordadas 27 pessoas, das quais 16 famílias, que se encontram dentro de um cenário de extrema pobreza e vulnerabilidade social, sem nenhum acesso aos serviços públicos, em que há rompimento de vínculos familiares, moram em barracos improvisados, construídos com materiais reaproveitáveis (tábuas, lonas e papelão), não possui banheiro, não dispõe de acesso à energia elétrica e água.

“Apesar de muitos apresentarem problemas familiares, com uma história de sucessivas perdas, percebemos que existe vínculos comunitários na região que frequentam, tendo em vista, sobretudo, que muitos estão em situação de rua naquela região há anos, possuindo uma dinâmica de sobrevivência e pertencimento ao território”, destaca Adayane Rodrigues, coordenadora do SEAS.

O SEAS não tem a competência para realizar a remoção de pessoas em situação de rua e/ou participar de ações que visem a desocupação dos espaços públicos necessitando de uma ação integrada com atendimento intersetorial das demais políticas públicas. “Solicitamos à Secretaria de Estado do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social (Sethas) o enquadramento os usuários no programa ‘Aluguel Social’ por cinco meses, em virtude do Estado ter recebido recurso federal para esta demanda”, finaliza Ângela Maria Lopes, diretora do Departamento de Proteção Social Especial. Patrulha Maria da Penha completa três meses protegendo mulheres vítimas de violência em Natal

A Patrulha Maria da Penha, operada pela Guarda Municipal do Natal (GMN), completa três meses de atuação na capital. A medida de proteção às mulheres vítimas de violência doméstica, coordenada pela Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social de Natal (Semdes), já é responsável por patrulhamentos diários atendendo mulheres por meio de visitas domiciliares, no trabalho e monitoramento via celular.

A ação conta com equipes próprias para proteção das mulheres com viatura específica e guardas municipais treinados para atender ocorrências, dialogar e orientar as vítimas, como também agir em situações onde seja preciso o uso da força legal para proteger mulheres ameaçadas ou agredidas por companheiros.

A secretária da Semdes, Mônica Santos, ressaltou que o trabalho continuado nesses três meses já contabiliza bons resultados, reforçando a parceria da Justiça com a Prefeitura do Natal no sentido de trabalhar para diminuir os índices de vítimas de violência. “É um trabalho importante, pois cada mulher protegida da ação danoso do agressor é um ganho para a sociedade, principalmente para as mulheres que devem ter os seus direitos preservados contra qualquer tipo de violência”, comentou.

A coordenadora da Patrulha Maria da Penha, guarda municipal M. Oliveira, explicou que o procedimento de funcionamento da Patrulha ocorre com a primeira comunicação com a mulher vítima, onde é marcada a primeira visita em que ela escolhe o lugar, a partir da sugestão da Patrulha, seja em casa ou ainda num órgão do município, como escola ou unidade de saúde próximas a sua residência. “Na primeira visita, a mulher assina uma Ficha de Adesão à Patrulha e recebe as informações sobre o serviço de assistência psicológica, social e jurídica oferecidos, bem como, a comunicação da Patrulha com ela e dela com a Patrulha, devendo a mesma em caso de eminente perigo, por aproximação do violador, ligar para o número da Patrulha, que vai agir na sua proteção”, relatou a coordenadora.

A Patrulha Maria da Penha em Natal é operada por guardas municipais que passaram por capacitação específica para atuar junto a mulheres vítimas de violência doméstica. Foram cerca de 90 agentes capacitados em curso de 40h construído levando em consideração as disciplinas e instruções que forneçam ao agente de segurança a capacidade de atender as vítimas, zelando pela sua segurança física e emocional, principalmente no ato do atendimento da ocorrência em que a mulher for o alvo, como também no processo técnico efetivo de execução das medidas protetivas.