1 de outubro de 2025

Coluna Versátil News

Seminário Nacional sobre Neurodiversidade reúne especialistas, famílias e emociona público em Natal

Na noite desta segunda-feira (29), o salão de eventos do Hotel Holiday Inn, em Natal, foi palco de um dos encontros mais relevantes já realizados no Brasil sobre inclusão e saúde: o Seminário Nacional sobre Neurodiversidade. O evento superou expectativas e deixou marcada uma noite de ciência, emoção e reflexão.

O ponto alto da programação foi a aula magna do médico italiano Dr. Rinaldi Salvatore, fundador do Instituto Rinaldi Fontani, em Florença, e idealizador da tecnologia REAC®️ (Radio Electric Asymmetric Conveyer). Reconhecido mundialmente por suas pesquisas em neuromodulação e biomodulação, o especialista apresentou avanços significativos nos tratamentos voltados para Transtorno do Espectro Autista (TEA), TDAH, Síndrome de Down e doenças degenerativas.

Com linguagem acessível e dados atualizados, Rinaldi destacou que o maior desafio da ciência contemporânea é ir além do alívio de sintomas, buscando reorganizar funções comprometidas e restaurar a capacidade natural de autorregulação do corpo. Suas explicações trouxeram esperança para profissionais e famílias, ao mostrar como a ciência vem abrindo novos caminhos para qualidade de vida das pessoas neurodivergentes.

A plateia, formada por profissionais de saúde, pesquisadores, estudantes e pais e mães atípicos, tornou o seminário ainda mais especial. Interativa e engajada, participou ativamente com perguntas e relatos pessoais, promovendo trocas riquíssimas e reflexões sobre os desafios da inclusão, do acesso a tratamentos e da construção de políticas públicas mais efetivas.

Ao final, o evento foi celebrado como um marco por unir ciência, humanidade e vivências familiares em torno de um mesmo propósito: ampliar o debate sobre a neurodiversidade e fortalecer o compromisso com a inclusão.

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Marcella Freire é coroada Miss RN 2025 em noite histórica em São Miguel do Gostoso

O litoral potiguar viveu uma noite inesquecível na última sexta-feira (19), quando a praia da Xêpa, em São Miguel do Gostoso, se transformou em passarela para sediar, pela primeira vez, o Miss RN em um cenário paradisíaco e aberto ao público.

Diante de um espetáculo que uniu beleza, cultura e turismo, a jovem Marcella Freire, representante de São José do Campestre, brilhou intensamente e conquistou o título de Miss RN 2025, entre 19 concorrentes que desfilaram graça, elegância e carisma. Agora, Marcella carrega o sonho potiguar rumo ao Miss Brasil Beleza Internacional, que acontecerá no próximo dia 8 de outubro.

O evento — uma realização do Sistema Metropolitano de Comunicação, com apoio da Prefeitura de São Miguel do Gostoso e coordenação do jornalista Rannier Lira — impressionou pela grandiosidade. Uma verdadeira estrutura foi montada sobre a areia da praia, trazendo sofisticação e encantamento a uma das cidades turísticas mais charmosas do Rio Grande do Norte.

Experiências que foram além da passarela

Muito antes do desfile final, as candidatas viveram dias de experiências transformadoras. Elas participaram da ação “Um Sorriso do Tamanho do Brasil”, uma iniciativa da Associação Brasileira de Odontologia (ABO) em parceria com a Colgate, reforçando o compromisso social do concurso.

Também mergulharam nas tradições do nosso estado ao visitar o Reduto das Labirinteiras, espaço que preserva o bordado em labirinto, uma joia artesanal potiguar passada de geração em geração.

Para completar, viveram momentos de glamour em um jantar de gala no restaurante Nanii, que uniu a alta gastronomia ao acolhimento típico de Gostoso.

Um concurso que é identidade potiguar

Para o coordenador Rannier Lira, a edição 2025 marca um novo capítulo na história do Miss RN: “O Miss RN é mais do que um concurso. É uma plataforma que valoriza a cultura potiguar, dá voz às mulheres e projeta o Rio Grande do Norte no cenário nacional. Realizar essa edição em São Miguel do Gostoso é unir beleza, turismo e identidade em um só espetáculo.”

A vitória de Marcella Freire não é apenas a realização de um sonho individual, mas também a celebração da força e do encanto da mulher potiguar — que, de São José do Campestre ao mundo, agora se prepara para brilhar em mais um palco de dimensões nacionais.

MARCELA FREIRE

 

Marcella Freire, tem anos, 1,75m de altura, e é natural de São José do Campestre.

Formada em Serviço Social pela UFRN, Marcella foi premiada em 2023 com a melhor monografia do Centro de Ciências Sociais Aplicadas, com o tema “As determinações sociais do adoecimento mental das mulheres”.

Também possui diploma Latino-Americano em Alienação Parental e Trabalho Social pela Universidade Simón Bolívar e é pós-graduanda em Psicanálise e Análise do Contemporâneo pela PUC-RS.

Além de miss, Marcella é vegana e atua na defesa do veganismo ético, dos direitos dos animais e da sociedade. Aprovada em concurso público, é analista judiciária do TJ/RN e agora se prepara para levar o nome do Rio Grande do Norte ao cenário nacional da beleza.

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Operação Abastecimento Seguro: IPEM/RN participa de operação nacional em postos de combustíveis

Fiscalização coordenada pelo Inmetro foi realizada de 15 a 19 de setembro em todo o país, e verificou além das bombas medidoras, sistema de medição de GNV e ARLA 32

O Instituto de Pesos e Medidas do Rio Grande do Norte, órgão delegado do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), fez parte, entre os dias 15 e 19 de setembro, da Operação Especial `Abastecimento Seguro´, coordenada em âmbito nacional, pelo Inmetro. O objetivo da ação foi assegurar a conformidade das bombas medidoras e a segurança dos produtos e instrumentos utilizados no abastecimento de combustíveis e no setor automotivo.

O Inmetro planeja as operações nacionais e distribui as ações com os órgãos delegados de acordo com as características de cada estado. No Rio Grande do Norte foram 74 itens fiscalizados entre bombas de combustíveis, medidas materializadas de volume, sistemas de medição para GNV e o componente automotivo Arla 32.

No Brasil foram verificados 17.987 produtos e instrumentos, dentre eles 2.398 bombas medidoras de combustíveis em postos. Também foram registradas 503 irregularidades, o que corresponde a um índice nacional de 20,98%. Nos sistemas de medição de GNV, foram fiscalizados 120 instrumentos. As regiões Nordeste e Sudeste apresentaram um índice de 6,84% de irregularidades. No caso do ARLA 32, agente redutor de poluentes veiculares, foram analisadas 8.706 amostras, com apenas 0,08 % de não conformidade, índice considerado baixo.

O Nordeste registrou o maior percentual de inconformidades (34,47%), seguido pela região Sul (27,25%). No Rio Grande do Norte foi encontrada apenas uma irregularidade, no sistema de desligamento automático de um “bico” de combustível. O estabelecimento foi notificado e tem prazo de 30 dias para regularização.

O presidente do Inmetro, Márcio André Oliveira Brito, destacou a relevância da ação. “A Operação Abastecimento Seguro evidencia a importância do trabalho do Inmetro. Diversos produtos e instrumentos foram verificados com foco na proteção do consumidor e na segurança da sociedade. O Inmetro seguirá atuando para assegurar a conformidade dos produtos por meio de fiscalizações”.

Ao suspeitar de possíveis irregularidades, o consumidor pode entrar em contato com a Ouvidoria do Inmetro pelo site ou por meio do telefone 0800 285 1818 (ligação gratuita de telefone fixo), de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h30. Em caso de acidentes ou incidentes de consumo, é necessário registrar a ocorrência no Sinmac – Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidentes de Consumo.

No Rio Grande do Norte, as denúncias podem ser feitas junto a ouvidoria do órgão pelo e-mail ouvidoria@ipem.rn.gov.br ou pelo whatsapp (84) 84 99802-0364.

O IPEM/RN é um órgão delegado do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) e também uma autarquia do Governo do Rio Grande do Norte, vinculada administrativamente à Secretaria do Desenvolvimento Econômico, da Ciência, da Tecnologia e da Inovação (Sedec/RN).

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Noites mal dormidas podem sabotar seus resultados na academia

Especialistas alertam que a falta de sono adequado reduz em até 40% a recuperação muscular, compromete a performance e aumenta o risco de lesões, mesmo para quem mantém rotina de exercícios e alimentação equilibrada

Treinar pesado, manter a disciplina e ajustar a dieta são considerados os pilares do bom desempenho físico, mas há um fator muitas vezes esquecido que pode comprometer todo o esforço: o sono. Dormir bem não é apenas descansar, é garantir que o corpo esteja preparado para responder ao treino e se recuperar adequadamente. A qualidade do sono interfere diretamente na energia, na disposição e na capacidade de enfrentar atividades físicas, enquanto o exercício regular, se bem programado, contribui para noites de descanso mais eficientes.

Durante o sono profundo acontecem processos fundamentais para o corpo, como a regulação hormonal e a liberação do GH, hormônio responsável pela reparação muscular e pelo estoque de energia. Também ocorre o equilíbrio da glicose, que aumenta a sensibilidade à insulina e otimiza o glicogênio muscular, prevenindo quedas de energia durante os treinos. Segundo o médico Cleydson Lucena, especialista em Medicina do Sono, “o sono e a prática de exercícios funcionam como uma via de mão dupla. Uma boa qualidade de sono influencia diretamente no desempenho físico, e a atividade física, principalmente quando realizada longe do horário de dormir, ajuda a garantir noites de descanso mais eficientes”.

O sono exerce ainda um papel decisivo na recuperação, sendo tão importante quanto treino e alimentação, pois cria condições ideais para reparação tecidual, síntese proteica e produção de testosterona, hormônio com função anabólica essencial. Pesquisas indicam que dormir menos de seis horas por noite pode reduzir em até 40% a síntese proteica pós-exercício, retardar o processo de recuperação e elevar significativamente o risco de lesões. “Sem o descanso adequado, o corpo não consegue atingir o ambiente hormonal necessário para a reparação muscular e o fortalecimento físico”, explica Lucena.

Outra crença bastante comum é a de que um treino mais intenso pode compensar uma noite mal dormida, o que não passa de um mito. Um treino realizado em condição de privação de sono amplifica o estresse físico e metabólico já presente no corpo, aumentando a fadiga, a percepção de esforço e reduzindo o desempenho. A longo prazo, isso pode levar a overtraining, lesões por sobrecarga, desequilíbrio hormonal e enfraquecimento do sistema imunológico. “O tempo ideal de sono varia de acordo com fatores individuais, mas, de forma geral, adultos ativos precisam dormir entre 7 e 9 horas por noite, enquanto atletas de alta performance devem buscar entre 8 e 10 horas”, orienta o médico.

O impacto do sono é evidente também na prática diária em academias. Jorge Junior, educador físico da Selfit, observa que o horário e a intensidade do treino influenciam diretamente a qualidade do descanso. Exercícios intensos, como HIIT ou musculação pesada, feitos a menos de duas horas do horário de dormir, podem atrasar o início do sono e reduzir sua profundidade devido ao aumento da frequência cardíaca e da liberação de adrenalina. “Para quem enfrenta dificuldades para pegar no sono, treinar pela manhã ou no início da tarde é a melhor estratégia, porque ajuda a regular o relógio biológico e prepara o corpo para descansar melhor à noite”, explica o personal.

Quando a rotina exige treino noturno, o educador indica pequenas mudanças que podem fazer diferença. “Estabelecer horários fixos para treinar e dormir, evitar cafeína à noite e optar por alongamentos leves ou técnicas de respiração após o treino são medidas simples que ajudam a sinalizar ao corpo que é hora de relaxar. Até um banho morno pode ser aliado nesse processo, porque ajuda a reduzir a temperatura corporal e induzir o sono.” Dormir pouco, segundo Junior, compromete não somente o rendimento, mas também a segurança. “As consequências são diretas, como menor produção de hormônios como testosterona e GH, aumento do cortisol, queda de desempenho físico e cognitivo, além de maior risco de lesões, sendo um ciclo de desgaste que mina todo o esforço feito dentro da academia.”

A boa notícia é que o treino pode se tornar aliado do sono quando planejado corretamente. Atividades como Yoga, Pilates Solo e alongamentos promovem relaxamento e melhoram a qualidade do descanso. Essas modalidades estão disponíveis nas unidades Selfit em diferentes horários, facilitando a integração com a rotina diária e promovendo equilíbrio entre treino, recuperação e saúde.

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No Dia Mundial dos Animais, um alerta: mais de 10 milhões de gatos estão em situação de abandono no Brasil

Apesar do aumento no número de felinos nos lares brasileiros, que chegou a 30 milhões em 2024, grande parte enfrenta os perigos da rua ou aguarda a adoção

Quem nunca pensou em adotar um pet para fazer companhia para si ou para outro animal da casa, cuidar do lar ou até mesmo para trazer alegria? Em 4 de outubro, comemoramos o Dia Mundial dos Animais e, no Brasil, os gatos passaram a dominar os lares e se tornaram preferência quando o assunto é animal de estimação. De acordo com o Instituto Pet Brasil (IPB), houve um aumento de 5,4% no número de felinos nas casas brasileiras entre 2022 e 2024, passando de 29,2 milhões para mais de 30 milhões de gatos acolhidos em lares.

Para Adriana Tschernev, diretora-executiva da ONG Confraria dos Miados e Latidos, diversos fatores explicam o aumento, entre eles o estilo de vida urbano. “As pessoas têm mais dificuldades em manter cães de maior porte em apartamentos, além de demandarem o compromisso de sair de casa. Já com os gatos, o tamanho não importa: se o ambiente for enriquecido para eles, estarão felizes sem demandar nenhum passeio. O fato de ficarem melhor quando sozinhos no período do dia em que as pessoas trabalham fora também pode contribuir, uma vez que os gatos toleram melhor do que os cães a breve ausência dos tutores”.

O enriquecimento ambiental é uma das principais preocupações a que os tutores devem se atentar ao adotar um gato, além das necessidades mais básicas, como ter uma casa telada e não deixar o animal acessar a rua. Segundo Adriana, o ambiente deve oferecer opções para que o gato exerça as ações que mais gosta de fazer: brincar, caçar, arranhar e dormir, uma vez que a falta disso gera gatos obesos, frustrados e até adoecidos pelo estresse.

Adoção de gatos traz benefícios para tutores

Ao adotar um gato, a vida do felino muda completamente e de forma imensurável. Dados indicam que um gato sem acesso à rua vive, em média, 15 anos; já os que dão a famosa “voltinha”, ou até mesmo não possuem lares fixos, têm a expectativa de vida mais baixa e chegam, em média, a apenas cinco anos. Os perigos são os mais diversos, como brigas, atropelamento, envenenamento, machucados e até doenças sérias, como a FIV, a FeLV e a esporotricose.

Estudos recentes apontam que, além dos benefícios que o gatinho ganha com a vida nova, quando o humano abraça e interage com o gato, os níveis de oxitocina, o chamado “hormônio do amor”, aumentam em ambos os cérebros. A substância neuroquímica liberada é a mesma que surge quando uma mãe embala seu bebê ou quando amigos se abraçam. A sensação de confiança e afeto é gerada.

Dizem que ter gato vicia e que “quem tem um, tem dois ou mais”. Isso aconteceu com Ingrid Lima de Melo, que adotou uma gata da ONG Confraria dos Miados e Latidos. “Decidi adotar a Alice sem planejamento prévio. Estávamos já pensando e decididos em pegar mais um gato, pois eu e meu marido moramos em um apartamento com outro gato, e é aquela coisa: ‘preciso dar um gato pro meu gato’, porque na nossa rotina agitada acabamos ficando a maior parte do tempo na rua e ele já estava dando um show quando tínhamos que sair”.

O único planejamento era em relação à adaptação da nova integrante da família. “Só tínhamos pensado em uma coisa, iríamos adotar próximo às férias do meu marido para que pudéssemos iniciar a adaptação gradual e da maneira mais correta possível. Cerca de 15 dias antes de ele entrar em recesso, passamos em uma loja de artigos pet despretensiosamente para comprar areia, mas fomos olhar os gatinhos e nos apaixonamos por Alice Kaya. O perfil dela era todo perfeitinho pra nós”, conta Ingrid.

População de desabrigados chega a 10 milhões

Apesar do crescimento de felinos adotados — e tendência de aumento contínuo —, o número de gatos em situação de abandono é de 10 milhões, com apenas 7.400 abrigados em ONGs ou locais mantidos pelo poder público, de acordo com a pesquisa Índice de Abandono Animal. “Eu vejo um futuro próximo em que as pessoas possam compreender melhor os gatos e lhes oferecer um ambiente previsível e que eles possam controlar, com uma oferta adequada tanto de alimentos quanto de interação e atenção”, afirma a diretora-executiva da ONG Confraria dos Miados e Latidos.

Desde 2007, a organização trabalha promovendo o bem-estar e qualidade de vida dos gatos, mas foi em 2025 que viram a necessidade de expandir a estrutura por conta do aumento de adoções e pedidos de resgate. Para resolver o problema, a solução foi iniciar a construção do Castelo dos Miados, um lugar que unifica abrigo, clínica de atendimento interno e ao público e o setor administrativo.

“A capacidade de acolhimento é de mais de 200 gatos, o que representa três vezes mais vagas de admissão inicial, o dobro de vagas na maternidade e 40% mais vagas de internação para animais com doenças infectocontagiosas. O resultado disso serão ainda mais animais fora das ruas e em seus lares definitivos”, explica Adriana.

Apoie a Confraria ou adote um felino!

Para que o sonho do novo espaço seja concluído, a ONG convida apoiadores a se tornarem parte da Corte do Castelo com a compra de cotas de apoio. O espaço possui visitação guiada aos finais de semana e atividades permanentes como home office com gatos, por R$ 35 o período de 08 horas, sessões de meditação ao lado de felinos FeLV+ e aulas de yoga nos ambientes onde os animais aguardam adoção, experiências que promovem o bem-estar humano e contribuem para a socialização dos gatinhos.

A quem quiser doar e fazer parte da Corte, as cotas, que começam em R$ 50, oferecem diferentes recompensas e contrapartidas simbólicas, como títulos de nobreza para os pets da família, camisetas exclusivas, tours personalizados e até acesso às câmeras de monitoramento da ala dos filhotes. Faça parte da campanha: https://doa.re/hCTt.

Para quem quiser contribuir adotando um felino, acesse https://www.miadoselatidos.org.br/gatos-para-adocao. Todos os animais são castrados, microchipados, vacinados e testados para FIV e FeLV, e, ao adotar, o novo tutor recebe uma pasta contendo todo o histórico médico do gatinho.

Sobre a Confraria dos Miados e Latidos

A ONG atua com excelência e profissionalismo na proteção animal desde 2007, tendo viabilizado nesse período a adoção responsável de mais de 5 mil animais e a castração de mais de 16 mil. Seu trabalho é focado na castração, como um dos pilares fundamentais da Saúde Única (saúde animal-humana-ambiental), no resgate e adoção responsável e na produção de conteúdo educativo para o público em geral.

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