8 de maio de 2026

Coluna Versátil News

Renato Albani confirma Natal na turnê do espetáculo “Novo Show”

Um dos maiores nomes do stand-up comedy no Brasil, Renato Albani desembarca em Natal com seu mais novo espetáculo, “Novo Show”. A apresentação acontece no dia 30 de outubro, no Teatro Riachuelo Natal, marcando a nova fase da carreira do humorista dentro de uma turnê nacional que percorrerá todas as regiões do país.

Os ingressos começam a ser vendidos a partir das 14h do dia 12 de maio, por meio do site Uhuu e também na bilheteria do teatro. Antes disso, fãs cadastrados nos grupos oficiais do artista terão acesso a uma pré-venda exclusiva a partir do dia 11 de maio.

Mais do que um novo repertório, “Novo Show” nasce de um processo criativo construído em parceria com o público. O espetáculo é resultado das sessões do projeto “Testando”, formato em que Albani experimenta piadas inéditas ao vivo e utiliza a reação da plateia como termômetro. O material, lapidado ao longo dessas apresentações, ganha agora sua versão definitiva nos palcos, trazendo um humor atual, direto e conectado com o cotidiano dos brasileiros.

A nova turnê chega na sequência de um dos momentos mais marcantes da carreira do comediante: a gravação do especial “A Ignorância é uma Dádiva”, no dia 6 de junho, no Estádio Estadual Kleber José de Andrade, no Espírito Santo. A produção promete se destacar pela grandiosidade e reforça o alcance nacional de Albani.

Além do sucesso nos palcos, Renato Albani também acumula números expressivos no ambiente digital, com centenas de milhões de visualizações no YouTube e milhões de seguidores nas redes sociais, consolidando sua forte conexão com o público.

Com “Novo Show”, o humorista promete mais uma vez surpreender, levando aos palcos um repertório inédito, afiado e ainda mais próximo da realidade dos brasileiros.

Serviço
Show: Renato Albani – “Novo Show”
Data: 30 de outubro de 2026
Local: Teatro Riachuelo Natal
Ingressos: A partir de 12 de maio, às 14h, no site Uhuu e na bilheteria do teatro

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“A Música que Nasceu da Terra” circula pelo RN com sessões gratuitas neste fim de semana

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó.

Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari.

Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA.

A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano.

“Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade. 

Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá.

“A Música que Nasceu da Terra” foi realizado com patrocínio do Edital de Penas Pecuniárias da Comarca de Acari, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJ/RN) e Ministério Público do RN (MP/RN). A realização é da Trapiá Filmes, com produção da Mapa Realizações Culturais. 

SERVIÇO
Exibições do filme “A Música que Nasceu da Terra”
Sexta-feira (8): Carnaúba dos Dantas – Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), às 19h
Sábado (9): Natal – Margem Hub, às 18h (Ocupação Artística)
Segunda-feira (11): Acari – Largo da Praça Otávio Lamartine, às 19h
Entrada gratuita – acesso a partir de 1 hora antes da exibição

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Sala de Gestores da ExpoEduc 2026 aposta em experiência premium e conteúdo estratégico para líderes escolares

Em um cenário em que a educação pede gestão com um olhar voltado cada vez mais para o futuro, a ExpoEduc 2026 reforça um dos seus espaços mais estratégicos: a Sala de Gestores. Pensada como um ambiente exclusivo para diretores e mantenedores, a proposta combina conteúdo direcionado e uma experiência diferenciada para quem está à frente das decisões que movem as instituições de ensino, sejam elas públicas ou privadas.

Com acesso por meio de um passaporte específico, o espaço traz uma programação voltada para temas essenciais da gestão educacional. É um convite para olhar a escola além da sala de aula — entendendo que resultados consistentes também nascem da eficiência de quem atua nos bastidores.

“Na edição 2026, a Sala de Gestores promete surpreender ainda mais. É um espaço direcionado ao diretor escolar, com conteúdos fundamentais para a gestão educacional, passando por áreas como financeiro, liderança, matrículas, comercial, vendas e processos. A ideia é oferecer uma experiência completa, que vá além do conteúdo”, destaca Bruno Félix, diretor da ExpoEduc.

Além da programação, o ambiente aposta no conforto como aliado da produtividade. Serviços como água, café, estações de recarga para dispositivos móveis e espaços de relaxamento — incluindo opções de massagem — integram a estrutura. Posicionada em um ponto estratégico do evento, a sala permite fácil circulação entre as demais atrações, sem perder o caráter reservado.

A iniciativa reflete uma mudança de mentalidade no setor. “Desde as primeiras edições, entendemos que o gestor é o coração da escola. Mas, para que ele funcione bem, é preciso que todos os outros sistemas também estejam alinhados. Hoje existe uma necessidade clara de profissionalização da gestão, especialmente em um cenário com mais concorrência e transformação no setor educacional”, reforça Bruno Félix.

Nesse contexto, a Sala de Gestores se consolida como um espaço de capacitação estratégica, conectando áreas como marketing, relacionamento e posicionamento institucional ao universo pedagógico.
Outro diferencial é que o passaporte garante acesso ampliado à programação da ExpoEduc 2026, incluindo palestras e conteúdos exclusivos. Um circuito completo para quem entende que gerir uma escola, hoje, é equilibrar números, pessoas e propósito.

ExpoEduc 2026
Com o tema “Escola pra quê? Construindo uma escola que supera os desafios da Educação 2030”, a ExpoEduc 2026 — que acontece de 23 a 25 de julho, no Centro de Convenções, em Natal — propõe uma ampla reflexão sobre o papel da escola diante das transformações sociais, tecnológicas, ambientais e culturais da atualidade. A programação convida educadores, gestores, estudantes, famílias e a sociedade a repensarem a educação sob uma perspectiva inclusiva, equitativa, inovadora e comprometida com a formação integral dos estudantes.

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NR-1: porque empresas terão que olhar para a saúde mental e o que isso muda na prática

Cansaço constante, dificuldade de concentração, irritabilidade e sensação de esgotamento mesmo após períodos de descanso deixaram de ser experiências pontuais para se tornarem parte da rotina de muitas pessoas, especialmente no contexto de trabalho. Durante muito tempo, esses sinais foram interpretados como questões individuais, frequentemente associadas à falta de organização, resiliência ou preparo emocional. No entanto, esse entendimento começa a mudar à medida que se reconhece que o adoecimento psíquico não acontece isoladamente dentro do indivíduo, mas pode estar diretamente relacionado ao ambiente em que ele está inserido.

A atualização da NR-1 (Norma Regulamentadora nº 1), ao incluir a saúde mental como parte da gestão de riscos ocupacionais, representa um avanço importante nesse sentido. Ao deslocar o foco exclusivamente individual para uma perspectiva mais ampla, a norma reconhece que determinadas condições de trabalho podem funcionar como agentes de adoecimento. Esse movimento não elimina a responsabilidade pessoal sobre limites e autocuidado, mas amplia a compreensão de que nenhum organismo sustenta, indefinidamente, contextos que operam em desequilíbrio.

Do ponto de vista psicológico, o adoecimento no trabalho não se restringe ao excesso de tarefas. Ele está relacionado, sobretudo, à forma como o trabalho é vivido. Ambientes marcados por pressão constante, baixa previsibilidade, ausência de reconhecimento, conflitos interpessoais e exigências que ultrapassam os limites individuais favorecem a instalação de um estado de estresse crônico. Quando esse estado não é interrompido, tende a evoluir progressivamente, comprometendo não apenas o desempenho, mas a saúde global do indivíduo.

É nesse contexto que o burnout se torna uma referência importante. Diferente do que muitas vezes se imagina, ele não surge de forma abrupta. Trata-se de um processo gradual, que começa com sinais aparentemente discretos, como cansaço frequente, dificuldade para relaxar e sensação de estar constantemente em alerta. Com o tempo, esses sinais se intensificam. A pessoa passa a acordar cansada, perde o interesse pelo trabalho, apresenta irritabilidade constante e dificuldade de concentração. Um dos equívocos mais comuns nesse processo é a confusão entre cansaço e exaustão. O cansaço tende a se resolver com descanso. A exaustão, por sua vez, persiste mesmo após pausas e períodos de recuperação, indicando que o desgaste já ultrapassou o nível físico e se instalou no campo emocional.

Um dos aspectos mais críticos desse tipo de adoecimento é que ele não interrompe imediatamente a funcionalidade. Muitas pessoas continuam desempenhando suas atividades, e frequentemente o fazem com alto nível de entrega, enquanto internamente já se encontram em um estado avançado de desgaste. São profissionais comprometidos, responsáveis e, muitas vezes, com alto padrão de exigência pessoal, que sustentam por longos períodos um funcionamento que o próprio organismo não consegue manter de forma saudável. Esse padrão, quando prolongado, tende a culminar em falhas mais evidentes, seja na forma de queda de produtividade, conflitos interpessoais, afastamentos ou sintomas físicos e emocionais mais intensos.

Do ponto de vista clínico, o burnout é caracterizado por três dimensões principais: a exaustão emocional, que se manifesta como uma sensação persistente de falta de energia; a despersonalização, evidenciada por distanciamento emocional, irritabilidade e perda de conexão com o trabalho e com as pessoas; e a redução da realização profissional, marcada pela percepção de ineficácia e perda de sentido nas atividades realizadas. Esses elementos não aparecem de maneira simultânea ou imediata, mas se constroem ao longo do tempo, reforçando a importância de reconhecer sinais precoces.

Nesse cenário, a proposta da NR-1 ganha relevância ao incorporar a saúde mental como um fator a ser considerado na prevenção de riscos ocupacionais. Isso implica reconhecer que aspectos como sobrecarga contínua, falhas na comunicação, ambientes hostis ou instáveis e ausência de limites claros não são apenas questões organizacionais, mas fatores que impactam diretamente a saúde dos trabalhadores. A mudança, portanto, não é apenas normativa, mas conceitual.

Um dos desafios mais importantes nesse contexto é a tendência de normalizar o sofrimento. Expressões como “é só uma fase”, “todo mundo está cansado” ou “faz parte do trabalho” acabam funcionando como mecanismos de manutenção de um padrão que já não é saudável. Ao longo do tempo, o que era pontual se torna estrutural, e o custo passa a ser percebido não apenas no indivíduo, mas também nos resultados organizacionais, com aumento de afastamentos, queda de desempenho e desgaste nas relações profissionais.

A inclusão da saúde mental na NR-1 reflete, portanto, uma mudança necessária diante de uma realidade que já não pode ser ignorada. Trabalhar não deveria implicar em adoecer. Reconhecer os limites entre exigência e desgaste, entre produtividade e sobrecarga, e entre funcionamento e sofrimento é fundamental para interromper processos que, na maioria das vezes, começam de forma silenciosa, enquanto tudo ainda parece estar sob controle.

Por Ive Camanducci, Psicóloga | Terapia Cognitivo-Comportamental e Sistêmica

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Roda de conversa sobre adoção amplia olhares acerca das diferentes formas de maternar

Nesta quinta-feira (7), em alusão ao Dia das Mães, celebrado no domingo (10), o Natal Shopping recebe a roda de conversa “Maternidades no Plural: Quando o amor redefine o conceito de família”, em parceria e com a mediação de voluntários do grupo Acalanto Natal. A instituição oferece suporte assistencial, jurídico e psicológico para envolvidos no processo legal de adoção há 30 anos, com o objetivo de compartilhar vivências e reflexões sobre as múltiplas formas de maternar.

Na programação, os convidados vão explicar o processo de adoção, como é a relação com a instituição e o judiciário, falar sobre a importância da preparação para a chegada dos filhos e antecipar demandas e questões que podem surgir. “Vamos explicar como é a vida no acolhimento, a expectativa que as crianças e adolescentes têm e falar das diversas famílias que existem – homoafetivas, monoparentais, casais que se separaram após a adoção, famílias inter raciais, entre outras, para esclarecer que a adoção é possível de diversas formas”, diz Larissa Fontes, voluntária da Acalanto.

Ela explica que, apesar do grande volume de interessados em acolher uma criança institucionalizada, os perfis de idade, gênero e raça desejados são muito específicos. “Existe uma disparidade entre a expectativa e o perfil das crianças que estão acolhidas. Isso é resultado da demora dos processos e de um histórico cultural de tentativas frustradas de privilegiar as famílias biológicas, o que fez as crianças perderem a chance de serem inseridas novamente em uma família. Hoje existe um prazo máximo para essas tentativas a fim de evitar essa institucionalização permanente, e é muito importante dar visibilidade ao tema para desmistificar a adoção porque muitas pessoas têm interesse, mas acham que não é possível”, destaca. 

A conversa acontecerá a partir das 19, no piso L2 em frente à loja da Havaianas. Com a iniciativa, o Natal Shopping reforça seu compromisso com a transformação social da comunidade onde está inserido, e busca ampliar vozes e histórias que muitas vezes permanecem invisíveis para que mais famílias se sintam acolhidas e enxerguem uma possibilidade real de amor e pertencimento.

SERVIÇO

O quê: Roda de conversa “Maternidades no Plural: Quando o amor redefine o conceito de família””
Quando: 7 de maio, a partir das 19h
Onde: Natal Shopping, piso L2, em frente à loja da Havaianas
Entrada gratuita

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