9 de junho de 2026

Coluna Versátil News

O fim da escala 6×1 e a inclusão de pessoas com deficiência e pessoas idosas

André Naves – divulgação

Frequentemente, como Defensor Público Federal, testemunho os efeitos da exaustão. Sabe o rosto de quem chega ao atendimento depois de jornadas estafantes de trabalho? Aquela população, honesta, decente e trabalhadora, mas sem energia para entender seus próprios direitos, sem tempo para cuidar dos filhos, sem tempo para ser? A escala 6×1 não é apenas uma questão trabalhista. É uma questão de Dignidade.
 

O debate sobre a redução da jornada de trabalho no Brasil, no entanto, ainda cai em diversos lugares comuns e terrorismos argumentativos. Desde a quebradeira econômica até a redução dos salários. Entretanto, tempo livre não é desperdício. Não é. É insumo econômico. É o que separa um trabalhador produtivo de um trabalhador esgotado. É o ingrediente que difere o simples crescimento econômico do verdadeiro Desenvolvimento da Nação.
 

Os dados não deixam dúvidas. A OMS classifica o Brasil entre os países com maiores índices de esgotamento laboral da América Latina. O IPEA estima que o adoecimento relacionado ao trabalho – burnout, depressão, ansiedade ocupacional – gera perdas superiores a R$ 100 bilhões anuais em absenteísmo, queda de produtividade e custos previdenciários.
 

Do outro lado da equação, o maior experimento global de semana reduzida, conduzido pela 4 Day Week Global no Reino Unido entre 2022 e 2023, com 61 empresas e mais de 2.900 trabalhadores, mostrou: 92% das empresas mantiveram ou aumentaram a produtividade, 57% dos trabalhadores relataram melhora significativa na saúde mental e as licenças médicas caíram expressivamente. Nenhuma empresa voltou ao modelo anterior. Trabalhar menos não significa produzir menos. Significa produzir melhor, com Dignidade.
 

Mas há um efeito que o debate público sobre o 6×1 continua ignorando. E é justamente o que mais me interessa como Defensor de Direitos Humanos e ativista pela Inclusão Social: a redução da escala é a chave para a inclusão real e estrutural de pessoas com deficiência e de profissionais idosos no mercado de trabalho brasileiro.
 

A lógica é direta e cristalina. Mais tempo livre eleva o consumo de serviços, produtos, cultura e lazer. O aquecimento do consumo aumenta a demanda por produção. E produção aquecida, combinada com a reorganização de turnos que a nova jornada exige, cria uma necessidade matemática e estrutural por mais trabalhadores. O IPEA demonstra, ainda, que cada R$ 1 investido em políticas que ampliam bem-estar e tempo livre dos trabalhadores retorna R$ 1,34 para a economia. A experiência francesa após a consolidação das 35 horas semanais confirmou esse mecanismo na prática: consumo interno cresceu, mercado de trabalho se expandiu, produtividade por hora trabalhada aumentou.
 

É com essa mudança econômica que as portas, historicamente fechadas pelo preconceito, serão abertas pela necessidade. E os números revelam o tamanho dessa oportunidade. O Brasil tem 18,6 milhões de pessoas com deficiência, segundo o IBGE (2023) – quase um quinto da população. Desse contingente, a taxa de desocupação é de 8,5%, contra 6,2% das pessoas sem deficiência (PNAD Contínua, 2023). Mais grave: 50,6% das pessoas com deficiência que trabalham estão na informalidade – sem proteção previdenciária, sem direitos trabalhistas, sem estabilidade (IBGE, 2023). E há uma intersecção que o debate público insiste em ignorar: 47,2% das pessoas com deficiência no Brasil têm 60 anos ou mais. Falar de inclusão de PcD é, em grande medida, falar sobre o envelhecimento da nossa força de trabalho.
 

A Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015), o Estatuto da Pessoa Idosa (Lei 10.741/2003) e o art. 7º da Constituição Federal garantem o direito ao trabalho digno e à não discriminação. Mas a realidade é outra. O descumprimento da Lei de Cotas é regra – como documentam sucessivos levantamentos do Instituto Ethos e de organizações de Direitos Humanos. Pessoas com deficiência e profissionais idosos são contratados para cumprir obrigação legal – isolados, infantilizados, sem perspectiva real de ascensão. A inclusão corporativa é, para a maioria, apenas outra forma de precariedade com verniz de responsabilidade social.
 

A redução da jornada tem potencial para mudar essa equação. Quando o mercado precisa de mais trabalhadores, grupos historicamente subutilizados deixam de ser apenas tolerados e passam a ser demandados. A inclusão deixa de ser discurso de caridade para se tornar necessidade econômica. Estudos da Accenture (Disability Inclusion Advantage, 2018) mostram que empresas verdadeiramente inclusivas têm 28% mais receita, 30% maior lucratividade e o dobro de capacidade inovadora. A Deloitte Insights (2020) demonstra que equipes neurodiversas são até 30% mais produtivas em tarefas de alta complexidade. Diversidade não é métrica moral – é vantagem competitiva.
 

E há algo que aprendi na prática da Defensoria que nenhum dado consegue capturar completamente: quem passa a vida inteira precisando se adaptar a um mundo que não foi desenhado para si desenvolve uma capacidade de inovação e resiliência que nenhuma universidade é capaz de ensinar. A neurodiversidade, a experiência acumulada e a perspectiva de quem sempre precisou encontrar caminhos alternativos são ativos econômicos que o Brasil desperdiça sistematicamente – e que a redução da jornada pode, finalmente, liberar.

O capacitismo estrutural e o etarismo se alimentam da segregação. Quando o mercado exclui esses corpos e mentes, cria bolhas de homogeneidade que são o túmulo da inovação. Trazer a pessoa com deficiência e o profissional idoso para o centro da engrenagem produtiva é decisão de inteligência coletiva.
 

Mudar a escala 6×1 é, portanto, muito mais do que aliviar o cansaço de quem já está empregado. É redistribuir oportunidades. É transformar a inclusão social em prática econômica. É reconhecer que a dignidade humana não é obstáculo para o desenvolvimento nacional – é seu único alicerce possível.
 

A Constituição Federal, no art. 193, estabelece que a ordem social tem como base o primado do trabalho e como objetivo o bem-estar e a Justiça sociais. Aprovar a PEC contra a escala 6×1 é honrar esse mandamento. É um ato simultâneo de inteligência econômica e de Justiça social.
 

Um Brasil que descansa é um Brasil que consome, que inova e que, acima de tudo, finalmente abre espaço para que todos os seus cidadãos – sem exceção – possam sentar à mesa e ajudar a construir o futuro do país.

(*) André Naves é Defensor Público Federal especialista em Direitos Humanos e Inclusão Social, Mestre em Economia Política, Comendador Cultural, escritor e professor. Saiba mais em www.andrenaves.com ou em suas redes sociais @andrenaves.def.

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Polipose nasal: o “nariz entupido crônico” que muita gente ignora

Respirar mal pelo nariz de forma constante é algo que muitas pessoas acabam normalizando. Mas o que parece apenas um “nariz entupido crônico” pode, na verdade, ser um sinal de polipose nasal — uma condição inflamatória ainda pouco conhecida, mas relativamente comum.

Caracterizada pelo crescimento de pólipos — pequenas formações benignas na mucosa do nariz e dos seios da face —, a doença pode obstruir as vias aéreas e afetar significativamente a qualidade de vida.

Segundo o médico otorrinolaringologista Dr. Luiz Castanheira, do Hospital Paulista, o problema costuma evoluir de forma silenciosa. “Muitos pacientes passam anos respirando mal, usando descongestionantes por conta própria, sem saber que existe uma causa específica por trás desse sintoma persistente”, explica.

O que é a polipose nasal e por que ela surge

A polipose nasal está geralmente associada a um processo inflamatório crônico da mucosa nasal e dos seios paranasais, estando frequentemente associada a quadros de rinite alérgica, asma e alergias a determinados tipos de medicamentos.

De acordo com o documento europeu European Position Paper on Rhinosinusitis and Nasal Polyps (EPOS), referência internacional no tema, a condição afeta cerca de 2% a 4% da população adulta, com maior incidência em pessoas acima dos 40 anos.

“A inflamação contínua faz com que a mucosa do nariz e dos seios da face se degenere, formando estruturas gelatinosas, que acabam ocupando espaço dentro do nariz e dificultando a passagem do ar”, detalha o especialista.

Sintomas vão além do nariz entupido

Embora a obstrução nasal seja o sintoma mais marcante, a polipose pode se manifestar de outras formas — muitas vezes ignoradas no dia a dia. Entre os sinais mais comuns estão:

  • Dificuldade persistente para respirar pelo nariz
  • Redução ou perda do olfato (anosmia)
  • Secreção nasal constante
  • Sensação de pressão na face
  • Ronco e piora da qualidade do sono

Dados da Organização Mundial da Saúde indicam que condições respiratórias crônicas têm impacto direto na qualidade de vida, afetando sono, concentração e produtividade — um reflexo que também se aplica à polipose nasal quando não tratada adequadamente.

“O prejuízo vai além do desconforto físico. A perda do olfato, por exemplo, pode impactar o paladar e até a segurança do paciente, como na percepção de odores de fumaça ou gás”, alerta o Dr. Castanheira.

Automedicação pode mascarar o problema

Um dos principais desafios no diagnóstico da polipose nasal é o hábito da automedicação, especialmente com descongestionantes nasais. O uso frequente desses produtos pode aliviar temporariamente a obstrução, mas não trata a causa — e, em alguns casos, pode até piorar o quadro ao longo do tempo.

Levantamento do Conselho Federal de Farmácia (CFF) mostra que a automedicação é uma prática comum no Brasil, especialmente em sintomas respiratórios, o que contribui para o atraso no diagnóstico de condições crônicas.

Diagnóstico é simples, mas exige avaliação especializada

O diagnóstico da polipose nasal é feito por meio de avaliação clínica com otorrinolaringologista, podendo incluir exames como a nasofibroscopia — que permite visualizar diretamente o interior das vias nasais — e, em alguns casos, tomografia dos seios da face. “A partir do diagnóstico correto, conseguimos definir o melhor tratamento, que pode variar conforme a gravidade do caso”, explica o médico.

Tratamento: controle da inflamação e, em alguns casos, cirurgia

O tratamento da polipose nasal tem como base o controle da inflamação. Em muitos casos, são indicados corticosteroides tópicos (em spray nasal) ou orais, além do acompanhamento contínuo.
 

Quando há obstrução significativa ou falha no tratamento clínico, pode ser indicada cirurgia para remoção dos pólipos e desobstrução das vias aéreas.

“O mais importante é entender que existe tratamento e que o paciente não precisa conviver com esse desconforto de forma permanente”, reforça o Dr. Castanheira.

Sobre o Hospital Paulista de Otorrinolaringologia 
 
Fundado em 1974, o Hospital Paulista de Otorrinolaringologia possui cinco décadas de tradição no atendimento especializado em ouvido, nariz e garganta e durante sua trajetória, ampliou sua competência para outros segmentos, com destaque para Fonoaudiologia, Alergia Respiratória e Imunologia, Distúrbios do Sono, procedimentos para Cirurgia Cérvico-Facial, bem como Buco Maxilo Facial.  Referência em seu segmento e com alta resolutividade, conta com um completo Centro de Medicina Diagnóstica em Otorrinolaringologia. Dispõe de profissionais de alta capacidade oferecendo excelentes condições de suporte especializado 24 horas por dia.
 

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Eles percorrem castelos na Europa para transformar arquitetura da monarquia em prédios de luxo no Brasil

Com o sucesso recente de séries como Bridgerton, que trouxeram à tona o interesse global por cenários encantadores como castelos e mansões do Reino Unido, a arquitetura clássica e neoclássica tem ganhado valorização e visibilidade no Brasil. Esse repertório já é incorporado em Itapema (SC), cidade entre as líderes nacionais em valorização do metro quadrado. A Gessele Empreendimentos, com 13 anos de atuação, adota elementos e inspirações da monarquia de forma estruturada: antes de cada lançamento, os fundadores Paula Gessele e João Conhaqui ao lado de uma equipe multidisciplinar fazem levantamentos históricos de monumentos e de monarcas. Além disso, Paula e João visitam as localidades mapeadas  para avaliar elementos e aspectos do design e da arquitetura que possam ser adaptados aos seus empreendimentos e aos gostos de uma clientela seleta. Dessa forma as referências da monarquia são traduzidas para projetos residenciais no litoral catarinense.

Batizados com nomes de monarcas como Louis XV, Joseph II, Marie Antoinette, Francisco I, George VI, Elizabeth II e Charles II, os empreendimentos da Gessele partem de personalidades que marcaram épocas em países da Europa ou do Reino Unido. O processo criativo e detalhado inclui visitas a lugares emblemáticos que, por vezes, são feitas mais de uma vez em razão do volume significativo que cada monumento carrega, entre eles,  o Castelo de Windsor, o Palácio de Buckingham, a Sandringham House, e o Palácio de Hampton Court.

Em termos de valorização, com base nos empreendimentos em construção e os já entregues, há casos de que imóveis chegaram a valorizar mais de 300% em cinco anos como o do edifício George VI.  

“Cada palácio e monumento carrega muita informação e inúmeros detalhes que podem ser aplicados aos nossos empreendimentos. Nosso foco não é reproduzir e sim aprender com milhares de anos de história, com traços inconfundíveis e com histórias que trazem perenidade e que encantam gerações. Traduzimos os elementos para uma linguagem contemporânea e autoral. Fachadas, áreas comuns, jardins, peças de decoração e acabamentos trazem estas referências históricas. Dessa forma, combinamos com a alta exigência de nossos clientes, com  tecnologia, engenharia e às demandas atuais de conforto e funcionalidade. A proposta é transformar a arquitetura clássica em projetos residenciais que mantenham valor ao longo do tempo, em um mercado onde diferenciação e identidade fazem diferença na decisão de compra”, afirma Paula Gessele.

Um exemplo é o Elizabeth II Royal Home, inspirado na Sandringham House, residência de campo da monarca britânica localizada em Norfolk, na Inglaterra. O empreendimento conta com elementos que remetem à história e à personalidade da rainha, com uso de cores, texturas e materiais reinterpretados. O azul royal, tonalidade preferida da monarca, domina a fachada e o solarium de vidro. A base do edifício, onde ficam as garagens, remete aos tijolos ingleses.

A proposta também se estende à experiência do morador. “Quando visitamos esses lugares, buscamos entender além da arquitetura, mas também a atmosfera que eles criam. Trazemos elementos que remetem  essa vivência para dentro dos empreendimentos, para que o morador se sinta inserido nesse mundo. Nas áreas comuns, trabalhamos com os detalhes desde trilhas de música clássica, iluminação, aromas e materiais que reforçam essa identidade “, explica Paula. 

Já o George VI, último edifício entregue pela construtora em Itapema (SC), tem como referência o Castelo de Windsor, considerado o palácio real mais antigo ainda habitado, localizado na cidade de Windsor em Berkshire, no Reino Unido. A inspiração aparece em elementos como o relógio inglês na fachada e o jardim de estilo europeu com chafariz. O projeto também inclui porte-cochère,  entrada coberta para carros, comum em hotéis de luxo. 

Sobre a Gessele Empreendimentos

Com 13 anos de história e projetos exclusivos e inovadores que elevam o padrão de exclusividade e de qualidade na construção civil brasileira, a Gessele Empreendimentos, com matriz na cidade de Itapema, se destaca no mercado de alto luxo. A construtora, que já entregou cinco empreendimentos, tem hoje o Elizabeth II Royal Home em construção e o Charles II Yacht Royal Home by OKEAN em fase de lançamento, além de novos projetos exclusivos em desenvolvimento. Conquistou as certificações ISO 9001 e 14001, o que reforça o compromisso com qualidade e sustentabilidade em seus projetos de alto luxo. Com trajetória e essência da marca inspirados em arte, história e cultura, seus empreendimentos trazem nomes mundiais da realeza que deixaram importantes legados ao planeta e, dessa forma, a empresa une tradição, cultura e inovação, sob o comando de Paula Gessele e João Conhaqui, que desenvolvem lares sofisticados para famílias, com excelência em cada detalhe.

www.gesseleempreendimentos.com.br

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Saúde da vaca no período de transição influencia produtividade, consumo alimentar e desempenho na lactação

Falhas no manejo antes e depois do parto aumentam riscos de doenças metabólicas e comprometem os resultados da fazenda

As semanas anteriores e posteriores ao parto estão entre os momentos que mais exigem atenção nas fazendas leiteiras. Conhecido como período de transição, esse intervalo influencia a saúde da vaca, o seu consumo e o desempenho na lactação seguinte. “A fase é marcada por mudanças nutricionais e metabólicas intensas, o que exige atenção do produtor para evitar problemas em termos de performance das fêmeas”, destaca Alex Scariot, coordenador técnico da MCassab Nutrição e Saúde Animal (NSA) na área de bovinos de leite.

O aumento da produção leiteira nos últimos anos também exigiu mais atenção das propriedades em busca de soluções que ajudem a manter a saúde e o conforto dos animais. Isso porque o bem-estar, comprovadamente, está diretamente ligado à produtividade.

Entre os principais problemas do período de transição estão casos de hipocalcemia (nível baixo de cálcio), cetose (falta de energia no organismo) e deslocamento de abomaso (quarta e última divisão do estômago dos bovinos), condições que podem comprometer a saúde e a produtividade.

Alex Scariot destaca que o ajuste da nutrição faz muita diferença. “Não se trata só de aumentar os níveis de energia ou concentrado na dieta. É preciso preparar a vaca para o pós-parto, ajudando no consumo, no funcionamento do rúmen e em todo o equilíbrio metabólico. O uso de dietas aniônicas, com minerais específicos para ajudar o organismo da vaca a se adaptar às demandas, auxilia o suporte metabólico. Milkmac Pré-Parto Plus, da MCassab, e um núcleo aniônico que conta com aditivos que contribuem para superar os desafios desse importante período.

O especialista da MCassab também chama atenção para práticas usadas nos dias próximos ao parto e logo após a parição, como dietas aniônicas e suplementação proteica e energética. “No pós-parto imediato, muitas vacas entram em balanço energético negativo porque não conseguem consumir tudo o que precisam. Algumas alternativas contribuem no suporte aos animais para superarem esse período de forma mais equilibrada. Entre elas estão o uso de precursores energéticos, como Propilac, e práticas de suplementação no pós-parto imediato, como Booster (Drench), desenvolvidos pela MCassab NSA.”

Além da nutrição, fatores ligados ao conforto e ao manejo diário influenciam os resultados da fazenda. A separação correta dos lotes, o espaçamento adequado de cocho, o acesso à água limpa e a atenção ao estresse térmico estão entre os cuidados recomendados. “O período de transição é curto, mas muito importante. Quando o produtor atravessa essa fase com a vaca saudável, as chances de ter performance na lactação aumentam significativamente”, finaliza o coordenador técnico da MCassab.

Sobre a MCassab – O Grupo MCassab é uma organização familiar nacional, fundada em 1928, com administração profissional, que distribui ao mercado brasileiro e latino-americano. Com matriz em São Paulo (SP), a empresa está presente nas grandes capitais do Brasil, além de escritórios na Argentina, Paraguai, Uruguai, México, Colômbia, China e Índia. O negócio de Nutrição e Saúde Animal é um dos maiores do Brasil, atuando com especialidades e ingredientes para avicultura, suinocultura, pecuária de corte e leite, aquacultura e petfood. A Fider Pescados, que se dedica à criação e ao desenvolvimento de produtos a partir da tilápia. O negócio de Distribuição atende à área industrial com o fornecimento de matérias-primas para cosméticos, limpeza doméstica e institucional, farmacêutica, veterinária, química e agrícola. A NUTROR oferece pré-misturas customizadas ao mercado de alimentos, bebidas, suplementos e nutrição clínica. Mais informações: www.mcassab.com.br.

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Férias de julho no Almenat by Hilton unem programação infantil, transmissão da Copa do Mundo e cortesia para crianças

Planejar as férias de julho com a criançada ficou mais fácil. O Almenat Tapestry Collection by Hilton, em Embu das Artes (SP) — a apenas 30 minutos da capital paulista —, preparou uma programação especial para a temporada de inverno com um diferencial altamente atrativo para as famílias: cortesia na hospedagem para duas crianças de até 8 anos.
 

Os pacotes para o período incluem pensão completa (café da manhã, almoço, chá da tarde com temática junina e jantar diariamente), além de um almoço cortesia no dia da chegada para estender o descanso. Enquanto a equipe de monitores garante a diversão diária dos pequenos com brincadeiras, caminhadas ecológicas e o circuito Jump Mania, os pais contam com uma estrutura exclusiva. É possível participar de torneios de futebol, aulas de yoga ou acompanhar as transmissões ao vivo dos jogos da Copa do Mundo de 2026. Aos sábados à noite, a fogueira sob as estrelas reúne todos para assar milho e marshmallows.
 

Inserido em uma área preservada de Mata Atlântica, o Almenat by Hilton oferece um verdadeiro refúgio natural com lago, pomar, redário e trilhas. A infraestrutura de lazer é completa e conta com oito pistas de boliche, karaokê, sinuca, piscinas (aquecida e externa), academia com vista para a mata, quadras esportivas (tênis, areia e futebol) e o renomado Amazonian SPA, com massagens e tratamentos de bem-estar.
 

A gastronomia orgânica é outro pilar da experiência. O hotel possui uma horta própria aberta à visitação, de onde saem as verduras frescas servidas nas refeições e no suco verde do café da manhã. Aos sábados, a tradicional feijoada completa o cardápio.
 

Para o descanso, os 138 apartamentos trazem decoração inspirada no artesanato de Embu das Artes e são equipados com cafeteira, frigobar, TV de 55″, internet de alta velocidade e mesa de trabalho. Para as férias de julho, as diárias estão disponíveis a partir de R$ 1.800 para o casal com duas crianças cortesia.
 

Mais sobre o hotel

Localizado em Embu das Artes, em uma região cercada pela natureza e próxima à capital paulista, o Almenat by Hilton oferece uma proposta de hospedagem que une lazer, conforto e experiências ao ar livre. Com infraestrutura completa e programação voltada ao equilíbrio entre descanso e diversão, o empreendimento proporciona aos hóspedes uma vivência única em meio ao verde, com a assinatura de hospitalidade da rede Hilton.

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