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Interpraias: a Balneário Camboriú sem arranha-céus onde regras ambientais limitam o adensamento e aceleram a valorização

Em uma cidade marcada por verticalização, a Interpraias virou exceção ao combinar ocupação controlada e previsibilidade de entorno, com regras que reduzem o risco de mudanças bruscas. No mesmo ciclo em que Balneário Camboriú acumulou alta superior a 90% em cinco anos (FipeZAP), a região teve valorização próxima de 200%, segundo levantamento da J. Maurício, empresa especializada em transações imobiliárias na Interpraias há mais de 25 anos, e passou a atrair empreendimentos com arquitetura autoral assinados por nomes como Marcio Kogan (MK27), Isay Weinfeld, FGMF, Greg Bousquet (Architects Office) e outros grandes nomes que ainda não podem ser revelados.

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Março, 2026 – A cidade que virou símbolo nacional de verticalização tem, no próprio território, uma região que se desenvolve na lógica oposta. A Interpraias, que reúne Laranjeiras, Taquarinhas, Taquaras, Pinho, Estaleiro e Estaleirinho dentro da APA Costa Brava, concentra cerca de 21% da área do município e passou a ser chamada no mercado de “Riviera Catarinense” por combinar baixa densidade, natureza e regras claras de ocupação. Nos últimos cinco anos, Balneário Camboriú acumulou valorização média acima de 90% pela FipeZAP. Na Interpraias, levantamento da J. Maurício, empresa especializada em transações imobiliárias na Interpraias há mais de 25 anos, aponta alta próxima de 200% no mesmo período, com terrenos que em média passaram de R$ 1.000,00/m² para R$ 3.000,00/m² e casas que saíram de R$ 2,5 milhões para R$ 7,5 milhões.

“Interpraias não virou desejada por acaso. A diferença é que aqui o comprador enxerga previsibilidade. A regra limita o adensamento e reduz o risco de o entorno mudar de forma brusca, que é uma das maiores preocupações de quem investe ou mora em destinos turísticos. E existe uma percepção comum de que, com o tempo, tudo pode virar ‘mais um pedaço vertical’ de Balneário Camboriú. Na Interpraias, isso não é simples, porque as diretrizes de ocupação estão amarradas ao plano de manejo da APA e ao conselho gestor, com participação de diferentes entidades. Ou seja, não depende só de vontade política momentânea ou de uma alteração pontual no plano diretor”, afirma Maurício Girolamo, que atua há mais de 25 anos no mercado imobiliário da região e é vice-presidente do conselho gestor da APA Costa Brava, instância ligada às diretrizes e ao acompanhamento das regras ambientais que definem a ocupação do território.

O regramento da APA Costa Brava se apoia no plano de manejo, que define parâmetros urbanísticos por zoneamento. Nas áreas planas, o limite é de até 3 pavimentos e a taxa de ocupação máxima é de 40% do lote. Em terrenos de morraria, as restrições são mais rígidas, em sua maior parte são apenas 2 pavimentos e 10% de ocupação do terreno. Com terrenos mais caros e menos área “vendável” por projeto, incorporadoras passaram a buscar diferenciação no que é controlável. O foco tem sido empreendimentos com projetos atemporais e arquitetura autoral assinada por escritórios de renome, como MK27, Isay Weinfeld, FGMF, L. Maia Arquitetura, Architects Office, Jayme Bernardo Arquitetos, Luciano Kruk e OSA (Osvaldo Segundo), além de paisagismo com Benedito Abbud, Rodrigo Oliveira e o escritório Burle Marx.

Para Lucas Pasquali, especialista na Interpraias e associado da J. Maurício, a região entrou em um ponto de virada para quem busca morar ou investir. “A valorização imobiliária segue a lei da oferta e demanda. Na Interpraias, a oferta é naturalmente limitada por regras ambientais que restringem o adensamento. Mesmo quando a região estiver consolidada, ainda haverá poucas unidades e muita natureza, enquanto a demanda por qualidade de vida e pelo mercado wellness só cresce. Essa combinação, com o tempo, vai transformar o metro quadrado da Interpraias no mais valorizado de toda a região.”

Sobre a J. Maurício Imobiliária

Com mais de 25 anos de atuação, a J. Maurício Imobiliária é especializada na região da Interpraias, em Balneário Camboriú/SC (Estaleiro, Estaleirinho e Taquaras), com foco na intermediação de imóveis. A empresa tem sede no Estaleirinho e atua com curadoria de oportunidades e condução completa das negociações, com atenção a aspectos documentais e às regras ambientais e urbanísticas que regem a APA Costa Brava. 

Mais informações: www.jmauricioimobiliaria.com.br.

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O Brasil ainda pode mudar?

“A maldição da mandioca”, ficção econômica escrita por Thaís Vieira de Souza, propõe um plano de transformação do país a partir de uma narrativa envolvente

Protagonista de A maldição da mandioca, escrito por Thaís Vieira de Souza, Max é um jovem assombrado por crises existenciais. Ele vive no ano de 3050, em uma São Paulo perfeita à primeira vista, porque a cidade se tornou um polo de tecnologia e desenvolvimento sustentável. Neste futuro, todos têm moradia digna, segurança, educação e acesso à saúde, mas o herói da trama ainda sente um vazio e, na busca de um propósito, aceita embarcar em uma aventura que transformará todo o país.

Perdido durante a escrita da sua tese de doutorado, Max recebe uma proposta irrecusável do orientador de retornar ao passado para presenciar de perto a formação do Brasil e encontrar um projeto de pesquisa valioso. É a partir disso que a obra conduz os leitores por alguns dos principais capítulos do passado, como a chegada dos portugueses no século XVI; a corrida do ouro de Minas Gerais; a Proclamação da Independência; a era Vargas; o plano de metas do governo de Juscelino Kubitschek; e o regime militar.

Atravessando todos esses momentos, Max chega à conclusão: desde o período colonial, a população sempre alimentou uma cultura imediatista que atravessa as principais decisões econômicas e políticas, provocada pela falta de planejamento para o futuro. Indignado com a hipótese de que o Brasil enfrentou três ciclos econômicos distintos de crescimento e estagnação, sendo eles Império, República e Redemocratização, decide propor um plano inovador e estável a longo prazo.

Eu realmente vejo que a sociedade brasileira, com o tempo, pareceu ter sido treinada para ter uma baixa autoestima, com aquela velha crença de que ‘aqui nada dá certo’, de que aqui nada muda e nada funciona. A cada solução imediatista e a cada promessa que não se realiza, reforçamos esse padrão. É uma espécie de complexo de vira-latas coletivo, onde nos acostumamos com esse ciclo sem fim. Nos tornamos passivos e agimos somente se a crise ficar insuportável. E, o pior é que agindo desse jeito, a crise invariavelmente chega. (A maldição da mandioca, p. 143)

Baseado em uma pesquisa documental e estatística, o livro A maldição da mandioca é definido como uma “ficção econômica” por apresentar alguns dos principais elementos da literatura e trazer uma análise ampla sobre a economia do país. À medida que narra a jornada de amor, descoberta e aventura de um jovem em busca de compreender seu espaço no mundo, também se baseia em fatos para explicar como o Brasil pode explorar seu verdadeiro poder para se tornar uma potência.

“Quero que, ao virar cada página, o leitor se reconheça, se questione e encontre a clareza sobre o que, de fato, o trava e o impede de crescer individualmente e como nação. A obra é um convite urgente para uma jornada de descoberta sobre o futuro que podemos construir. Acredito que quando finalmente entendemos nossas próprias raízes e as do nosso país, ganhamos o poder de reescrever a história”, explica a autora.

FICHA TÉCNICA

Título: A maldição da mandioca
Subtítulo: como um viajante do futuro veio despertar o Brasil
Autora: Thaís Vieira de Souza
ISBN: 978-65-280-3339-3
Páginas: 248
Preço: R$ 69,90 (físico) e R$ 34,95 (e-book)
Onde comprarAmazon 

Sobre a autora: Em A maldição da mandioca, a paulistana Thaís Vieira de Souza apresenta uma ficção que articula romance, autodescoberta, história e economia para discutir questões contemporâneas e comportamentais. A obra propõe, por meio da narrativa, refletir sobre diferentes dimensões da experiência humana e das relações sociais. Também é autora de “Guia para alta performance e autonomia em saúde: método 4BASICS” (2020) e de duas biografias familiares.

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Hospital Metropolitano em obras há quase dois meses

Hospital terá 350 leitos e atenderá demandas da capital e região metropolitana

As obras do novo Hospital Metropolitano de Natal estão em pleno andamento desde o dia 19 de fevereiro deste ano, e foram iniciadas uma semana após a assinatura da ordem de serviço. Orçado em R$ 200 milhões — capacidade para 350 leitos em diversas especialidades, com foco na alta complexidade — o hospital é um dos investimentos assegurados pelo Governo do Estado junto ao Governo Federal através do Novo PAC.

O calendário de execução das obras do hospital segue sem alteração, e como toda obra de engenharia, requer o cumprimento de etapas que antecedem a construção de fundações e alvenaria. A preparação da área é uma dessas etapas.

Desde o início dos serviços até essa quinta-feira (9), foram retiradas 735 caçambas de material (11 mil metros cúbicos), além da demolição de estruturas das antigas edificações que existiam no terreno, e retirada da vegetação. O canteiro de obras e a escavação da área onde será executado o pavimento semienterrado estão em execução.

A construção desse hospital é uma necessidade que atende um dos principais pleitos da população da região, e um sonho que começa a tomar forma a partir do empenho da atual gestão estadual em parceria com o governo federal.

O Governo do Estado, por dever de transparência e com base legal, tem publicizado uma série de investimentos em obras e projetos para a Capital e região, sejam equipamentos em construção ou já entregues. A prestação de contas à sociedade, ao que parece, incomodou e motivou quem precisa fiscalizar sair da zona de conforto dos gabinetes. Tem obra, maquinário, alvenaria. É mais emprego e renda, também.

“É estranho que uma publicidade, instrumento legal para prestar contas à sociedade, seja alvo exatamente de quem por ofício tem a prerrogativa da fiscalização. Temos obras entregues, com equipamentos funcionando para a sociedade, e outras bem importantes com obras em andamento. O Hospital Metropolitano de Natal é uma delas. A publicidade funciona, informa e motiva o fiscal eleito pelo povo sair para cumprir a missão para a qual foi eleito”, afirmou o secretário de Comunicação do Governo do Estado, Daniel Cabral.

A obra segue o cronograma e será entregue em pleno funcionamento à população da capital e Região Metropolitana. Qualquer discurso além disso é casuísmo político a cada quatro anos.

O Governo do Estado segue trabalhando, construindo e priorizando o que mais importa às pessoas: a construção e entrega do Hospital Metropolitano. A publicidade é dever do ente público; é uma ação de transparência e prestação de contas à sociedade. Retiramos mais de 700 caçambas de terra e entulho para iniciar a construção — e isso é obra.

Tem trabalhador, empregos, quase R$ 1 bilhão em investimentos na capital e região. E, agora, fiscalização despretensiosa.

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Sinduscon/RN celebra prorrogação do RN+ Moradia e avanço do programa habitacional no estado


O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio Grande do Norte (Sinduscon/RN) celebra a prorrogação do Programa RN+ Moradia pelo Governo do Estado até 31 de dezembro de 2026. A medida reforça o compromisso com a redução do déficit habitacional e com o fortalecimento da construção civil potiguar.
 

Desde sua implementação, o programa já beneficiou mais de 300 famílias, garantindo acesso à moradia digna e estimulando a cadeia produtiva do setor. A prorrogação assegura a continuidade de uma política pública estratégica, que tem apresentado resultados concretos tanto no impacto social quanto econômico.
 

De acordo com o decreto, permanece concedido crédito fiscal presumido de ICMS para compensação nas saídas internas de materiais de construção destinados a beneficiários do programa, desde que o pagamento seja realizado por meio do subsídio estadual.
 

Criado a partir de uma parceria entre o Sinduscon/RN, a FIERN, o Sinduscon Oeste e o Observatório da Indústria Mais RN, o RN+ Moradia nasceu com o objetivo de viabilizar a construção de novas unidades habitacionais para famílias que, mesmo enquadradas nos critérios do programa federal Minha Casa Minha Vida, enfrentam dificuldades para arcar com o valor de entrada do imóvel.
 

Além de ampliar o acesso à moradia, o programa contribui para manter recursos do FGTS no estado, impulsionando investimentos que antes não se concretizavam. Estudos apontam que, para cada R$ 1,00 de ICMS incentivado, há um retorno médio de R$ 5,77 para o Rio Grande do Norte, considerando os efeitos diretos e indiretos da construção civil na economia.
 

Para Sérgio Azevedo, presidente do Sinduscon/RN, a prorrogação representa a consolidação de uma política pública essencial. “O RN+ Moradia já demonstra sua relevância ao transformar a realidade de centenas de famílias e ao reativar o setor habitacional voltado à população de menor renda. A continuidade do programa é fundamental para ampliarmos esse alcance e avançarmos ainda mais na geração de emprego, renda e desenvolvimento para o nosso estado”, destaca.
 

A expectativa do setor é que, com a continuidade do programa, seja possível expandir o número de unidades habitacionais e fortalecer ainda mais a construção civil como vetor de crescimento econômico e inclusão social no Rio Grande do Norte.

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O guia do Rio Boat Show para curtir o fim de semana em família

De mergulho e música ao vivo a show de barcos e passeios de vela na Baía de Guanabara, o maior evento náutico outdoor da América Latina começou neste sábado, 11, às 15h no Rio de Janeiro e transforma a Marina da Glória em um verdadeiro parque de experiências náuticas. Ingressos pelo site: www.rioboatshow.com.br

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RIO DE JANEIRO (RJ) – Com uma programação imersiva, o maior evento náutico outdoor da América Latina, o Rio Boat Show, abre suas portas neste sábado (11), às 15h, com mais de 100 barcos para variados gostos e estilos e atrações para todas as idades. Além de lançamentos nacionais e internacionais nos pavilhões e nas passarelas flutuantes, a estrutura inclui praça gastronômica, shows ao vivo, palestras, atividades práticas como mergulho e passeios em veleiro que colocam o visitante em contato direto com a água. 

“O Rio Boat Show foi pensado para todos: para quem já navega, para quem quer começar, para passear e para quem simplesmente admira barcos”, convida Thalita Vicentini, diretora da Boat Show Eventos, do Grupo Náutica.

Para quem deseja aproveitar o melhor do Rio Boat Show, aqui vai um guia com atrações:

  • Minha Primeira Velejada (aberta aos visitantes do evento): Esqueça a ideia de que a vela é restrita a clubes fechados. Em parceria com a tradicional escola CL Vela (na ativa desde 1990), o evento oferece ao público a chance real de velejar pelas águas da baía da Marina da Glória. A atividade é guiada por instrutores experientes e é a porta de entrada para a modalidade. Nos dias 11 e 17, as saídas ocorrem às 16h e 17h. Já nos dias 12, 18 e 19, as saídas são às 15h, 16h e 17h. Todos os passeios têm duração de 1h.
  • Batismo de mergulho: Para quem tem curiosidade de respirar debaixo d’água, o evento preparou um tanque com 5 metros de profundidade. Sob a supervisão dos instrutores da operadora Mar do Rio, os visitantes poderão colocar os equipamentos completos e realizar um mergulho imersivo de 10 minutos. A atração funcionará durante todo o evento diariamente, das 16h às 21h.
  • Desfile de Barcos e show ao vivo (12/04): Um dos momentos mais aguardados e “instagramáveis” do salão. A Baía de Guanabara vira passarela para um desfile de moda, porém, na passarela os destaques são embarcações imponentes, iluminadas, com trilha sonora e narração. Para aquecer o público, a noite começa às 19h com um show da cantora Luana Camarah (ex-The Voice Brasil e atração de peso do Rock in Rio). A partir das 20h, os barcos desfilam e, em seguida, abrem para visitação.
  • Náutica Talks e Praça Gastronômica: Além de praça gastronômica e dos restaurantes na estrutura da Marina da Glória, o público pode acompanhar os painéis do Náutica Talks. São mais de 40 especialistas ligados às águas, desde a carioca que está prestes a entrar no Guiness Book por enfrentar uma onda de 25 metros até histórias e aventuras de velejadores, grandes travessias, expedições, pesca e de profissionais com dicas importantes para navegação (inclusive para pets). As palestras ocorrem durante todo o evento.

Logística e acessibilidade 

A Marina da Glória fica a poucos minutos do Aeroporto Santos Dumont e a cerca de 30 minutos do RIOGaleão. O complexo é acessível e oferece rampas seguras de acesso tanto para os píeres quanto para o interior do pavilhão, onde funciona o Shopping Náutico. 

SERVIÇO: Rio Boat Show 2026

Horários de Funcionamento:

  • Segunda a Sexta: 15h às 22h
  • Sábados e Domingos: 13h às 22h
  • (Atenção: No primeiro dia, a abertura é às 15h. No último dia, o evento encerra às 21h).

Organização: Boat Show Eventos

Instagram: @boatshoweventos

Cobertura oficial: www.nautica.com.br@revistanautica e youtube.com/@canalnautica 

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