Gosto de Pão recebe mais um Top of Mind Natal

Gerente administrativa da loja da Jaguarari, Mariza Otília, recebendo o Top of Mind para Gosto de Pão.

Com apresentação cultural da Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte, a rede de padarias Gosto de Pão recebeu pela sétima vez a premiação de melhor padaria, no Top Of Mind Natal, uma iniciativa da revista Foco Nordeste.

O empresário Tennyson Brito comemora mais este feito lembrando que o sucesso da Gosto de Pão está nesta parceria permanente com o consumidor, disponibilizando em suas quatro unidades, produtos e serviços que podem ser consumidos ali mesmo – através de alimentação no peso, e os que são levados para casa, lembrando sempre da variedade dos itens expostos.

Stone amplia atuação e abre novas vagas em todo o país

Em processo de expansão, a Stone, maior adquirente independente do mercado de pagamentos do Brasil, está com novas vagas abertas em todo o país. Em Natal, serão pelo menos 15 oportunidades de emprego já para os próximos meses, para atuação na área comercial da empresa (bit.ly/ComercialRN). Atualmente, o time da Stone conta com cerca de três mil funcionários em mais de 300 cidades brasileiras. O objetivo da companhia é que, até o fim do ano, mais 1.500 pessoas sejam contratadas.

“Somos uma empresa de empreendedores feita para empreendedores. Por isso, procuramos pessoas apaixonadas por vendas, cheias de energia e que queiram investir em um modelo inovador de fazer negócio. Oferecemos treinamento e todo o suporte para o desenvolvimento contínuo dos profissionais do nosso time”, diz Fernanda Teich, diretora de Pessoas & Performance da Stone.

A empresa desenvolve soluções para pagamentos em todas as plataformas, adequando-se a diferentes tipos de negócio. Uma das principais operações da Stone funciona por meio das “maquininhas”, que fazem o processamento de pagamentos de cartões de débito e crédito.

Na área comercial, o colaborador fica responsável por apresentar e vender os produtos Stone para o comércio local, além de prestar o atendimento aos demais clientes. A empresa não exige formação na área, mas é preciso ter mais de 18 anos e ensino médio completo. Importante também que os candidatos tenham afinidade com o setor de negócios, perfil de empreendedor e se identifiquem com os valores da empresa. Além disso, a experiência na área de vendas será um diferencial para a seleção.

“Estar próximo do seu cliente final traz muito aprendizado para dentro de casa. Nossos vendedores se tornam verdadeiros embaixadores dos clientes nas cidades, gerando inteligência para que possamos criar produtos e serviços cada vez melhores”, afirma Mateus Biselli, diretor comercial da Stone.

Para participar do processo seletivo da Stone na região, os interessados devem realizar a inscrição pelo linkbit.ly/ComercialRN. Nas etapas seguintes, após a inscrição, são realizados testes online e entrevistas até a contratação. Os candidatos que quiserem encontrar mais detalhes sobre as vagas disponíveis na empresa podem acessar o site jobs.kenoby.com/Stone.

Mais informações sobre a Stone e as novas oportunidades também podem ser acessadas pelo perfil “Carreiras Stone” nas redes sociais (Facebook, Instagram e Linkedin) ou pelo e-mail querotrabalhar@stone.com.br.

Sobre a Stone:

Criada em 2012, em menos de cinco anos, a Stone se tornou a maior adquirente independente do mercado de pagamentos no Brasil. Além do destaque alcançado no segmento das “maquininhas de cartões”, a empresa desenvolve soluções para pagamentos em todas as plataformas digitais. A tecnologia da Stone para o processamento de compras se adequa a diferentes tipos de negócio, potencializando empresas que querem criar novas experiências de pagamento.

Semut dá novo prazo para regularizar parcelas dos tributos municipais

A Secretaria Municipal de Tributação alerta os contribuintes que negociaram suas dívidas de tributos e que não deram continuidade ao pagamento das parcelas negociadas que foi estendido o prazo de regularização para o dia 22 próximo. São cerca de 4,6 mil contribuintes que deixaram de pagar as parcelas por três meses e correm risco de terem a negociação cancelada.

Segundo o secretário Municipal de Tributação, Ludenilson Lopes, o prazo para cancelar o parcelamento devido ao não cumprimento por parte dos contribuintes, venceu no fim de abril. No início do mês de maio foram enviadas correspondências a todos os 4.688 contribuintes passíveis de cancelamento do parcelamento, dando prazo até o fim de maio. Devido à paralisação dos caminhoneiros e suas conseqüências para a população, a Semut estendeu o prazo para a regularização, ficando a nova data para o dia 22 de junho.

“Nossa intenção não é que ninguém perca o parcelamento, mas que mantenha, pois a perda dificulta muito a regularização posteriormente”, afirma o secretário de Tributação. No caso do contribuinte perder a negociação ele não terá mais direito aos descontos oferecidos quando foi negociada a dívida tributária e realizado o parcelamento.

Durante o mês de maio, depois de alertados, cerca de 17% apenas, 528 contribuintes prestes a perder a negociação, regularizaram sua condição junto à Secretaria Municipal de Tributação. Do total de parcelas que deixaram de ser pagas pelo contribuinte em negociação, o Município deixou de arrecadar em torno de R$ 9 milhões, referentes aos três meses em atraso, e recuperados cerca de R$ 700 mil com a regularização em maio.

Comércio deve ter movimento tímido na Copa do Mundo

A menos de um mês para o início da Copa do Mundo na Rússia, ainda é pequeno o movimento do comércio lojista especializado em produtos verde e amarelo. A expectativa dos lojistas é de que as vendas cresçam 1% durante a competição, expectativa que pode aumentar à medida que o Brasil avance.

É o que revela pesquisa do Centro de Estudos do Clube dos Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDL-Rio), que ouviu 500 lojistas do município do Rio de Janeiro, dos ramos de eletroeletrônicos, artigos esportivos, decoração, roupas, calçados, papelaria e brinquedos para conhecer a expectativa dos empresários com a Copa do Mundo.

De acordo com a pesquisa 92% dos empresários ouvidos disseram que televisores, artigos esportivos (camisas da seleção, meias, calções, bermudas, bonés, bolas), calçados (especialmente tenis), brinquedos (bonecos alusivos à Copa e miniaturas dos jogadores da seleção) e artigos de decoração devem ser os produtos mais vendidos. Dos entrevistados 97% acham que o movimento de vendas nos dias de jogos do Brasil será reduzido.

O presidente do Clube de Diretores Lojistas do Rio, Aldo Gonçalves, disse que os lojistas estão preocupados com as vendas, principalmente nos dias de jogos do Brasil. “Na última Copa, em 2014, o fraco desempenho da equipe brasileira refletiu negativamente no comércio de produtos verde-amarelo. Isso resultou em um estoque encalhado da ordem de R$ 12,8 milhões no estado do Rio e de R$ 5,7 milhões na cidade, entre camisetas, cornetas, canetas, chinelos, boné, bandeira para carro, bola e outros itens temáticos”.

Gonçalves lembra também que nas Olimpíadas realizadas no Rio, em 2016, o comércio esperava um aumento de 5% e vendeu menos de 2%. “Isso mostra que eventos dessa grandiosidade acabam tirando o foco das pessoas para o consumo. As vendas acabam ficando concentradas nos setores de alimentação e entretenimento. Além disso, o nosso principal adversário no campo das vendas é a informalidade que tomou conta da cidade e que sempre aumenta muito em épocas com essa. É uma concorrência desleal, que prejudica bastante o comércio formal, que emprega, paga aluguel e impostos”, acrescentou.

Bancos vão pagar à vista a quem aderir a acordo dos planos econômicos

Compensação deve injetar R$ 12 bilhões na economia e beneficiar 3 milhões de pessoas (Marcello Casal Jr/Arquivo/Agência Brasil)

Os três principais bancos privados do país (Itaú, Bradesco e Santander) anunciaram que vão pagar à vista, independentemente do valor, a compensação financeira das perdas dos poupadores com os planos econômicos Bresser (1987), Verão (1989) e Collor 2 (1991). O acordo foi homologado em março pelo Supremo Tribunal Federal (STF), e a habilitação dos poupadores já pode ser feita por meio de uma plataforma disponibilizada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

Ao todo, a compensação deve injetar R$ 12 bilhões na economia e beneficiar cerca de 3 milhões de pessoas.

Após o cadastro no site, que deve feito pelos próprios poupadores ou seus representantes legais (advogados, defensores públicos ou herdeiros), cada banco terá até 60 dias para analisar e validar a documentação. Em caso de negativa do banco, o interessado pode recorrer.

Pelo acordo firmado, o pagamento será à vista, em até 15 dias, para os poupadores que têm até R$ 5 mil para receber. Entre R$ 5 mil e R$ 10 mil, a indenização pode ser feita em uma parcela à vista e duas semestrais. Já acima dos R$ 10 mil, serão pagos uma parcela à vista e quatro semestrais.

“Apesar dos termos fixados neste acordo, sensível ao atual momento econômico, o Bradesco realizará todos os pagamentos à vista”, informou a instituição, em nota. A mesma decisão foi anunciada pelo Itaú, que estima atender diretamente a 170 mil poupadores. “O montante a ser pago já está provisionado no balanço. O valor total das indenizações dependerá do volume de adesões”, destacou.

Nos dois casos, a exigência é que o valor seja creditado em contas bancárias das próprias instituições. O Santander também adotou a medida, ressaltando que o crédito integral será feito conforme o cronograma oficial dos pagamentos. “Quem quiser receber os recursos antes da data prevista em seu lote poderá ainda contratar uma linha de crédito especialmente criada para a antecipação do valor, ao custo de 1,49% ao mês”, propõe o banco.

Estatais

O Banco do Brasil informou que ainda avalia o pagamento em parcela única aos poupadores que aderirem ao acordo. A estimativa é que o banco deverá pagar a compensação para cerca de 600 mil beneficiados. Uma reserva de R$ 4,53 bilhões já foi feita no balanço da instituição para o cumprimento do acordo. Já a Caixa Econômica Federal decidiu não antecipar pagamentos nem oferecer proposta de parcela única, mantendo os termos do acordo fechado entre Febraban e poupadores, que prevê a compensação em até 24 meses.

Gastos de brasileiros no exterior devem crescer em ritmo menor

Para o BC, os gastos de brasileiros no exterior devem crescer em ritmo menor (Tânia Rêgo/Arquivo/Agência Brasil)

Com a recente alta do dólar, os gastos de brasileiros em viagem ao exterior não devem cair, mas o ritmo de crescimento deve ficar menor, segundo o chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central (BC), Fernando Rocha.

“Uma desvalorização do real torna as despesas no exterior mais caras. Isso é um desestímulo para viagem no exterior”, disse. De acordo com Rocha, o efeito da alta do dólar este mês ainda não é sentido totalmente. Isso porque os consumidores já tinham planejado a viagem, com compra de pacotes ou passagens aéreas, por exemplo. “O efeito vai sendo sentido ao longo do mês”, afirmou, acrescentando que os clientes poderão fazer adaptações para reduzir as despesas das viagens já programadas. “Ao longo do tempo, depende de onde o câmbio vai ficar. Se a desvalorização continuar por tempo maior, [o consumidor] vai decidir se mantém a viagem ao exterior, se faz um roteiro mais barato”, disse.

Neste mês, até o dia 22, as despesas com viagens chegaram a US$ 1,170 bilhão. Em todo o mês de maio do ano passado, os gastos chegaram a US$ 1,496 bilhão. “Se olharmos a média diária, esse valor de maio deve superar o maio de 2017, mas haverá diminuição da taxa de crescimento”, disse.

Em abril deste ano, comparado ao mesmo mês de 2017, o crescimento chegou a 16%. Os gastos de brasileiros no exterior totalizaram US$ 1,538 bilhão, no mês passado. Para este mês, Rocha acredita que taxa de crescimento deve ficar “um pouco menor”.

Neste mês, o dólar registrou uma cotação média de R$ 3,61, enquanto em maio de 2017 o valor ficou em R$ 3,21.

Gastos cresceram 11,6% até abril

De acordo com os dados de relatório divulgado hoje (24) pelo BC, de janeiro a abril deste ano, os gastos de brasileiros no exterior chegaram a US$ 6,470 bilhões, com crescimento de 11,6% em relação ao mesmo período de 2017 (US$ 5,799 bilhões).

Mesmo com o crescimento dos gastos dos brasileiros no exterior, a conta de viagens internacionais ficou negativa em US$ 1,040 bilhão, em abril, e em US$ 4,037 bilhões, nos quatro meses do ano. Isso ocorre porque as receitas de estrangeiros no Brasil (US$ 499 milhões, em abril, e US$ 2,433 bilhões, no quadrimestre), que também compõem essa conta, são menores do que os gastos de brasileiros no exterior.

Plataforma para adesão a acordo da poupança começa a funcionar

A plataforma eletrônica para adesão ao acordo da caderneta de poupança, referente às perdas ocasionadas pelos planos econômicos das décadas de 1980 e 1990, começará a funcionar nesta terça-feira, dia 22. De acordo com a Frente Brasileira pelos Poupadores (Febrapo), que participou das negociações do acordo, a plataforma será oficialmente lançada às 9h30, em evento no Palácio do Planalto.

Fechado em dezembro do ano passado entre bancos e representantes de poupadores, o acordo sobre as perdas na poupança foi homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no início deste ano. Com ele, mais de 1 milhão de ações que tramitam em várias instâncias da Justiça brasileira poderão ser encerradas. Os processos solicitam o pagamento de perdas ocasionadas pelos planos Bresser (1987), Verão (1989) e Collor II (1991).

Desde o fim de abril, a plataforma que será usada pelos poupadores para adesão ao acordo vinha passando por testes. A expectativa era de que, de fato, ela fosse oficialmente apresentada no fim de maio, em cerimônia com a presença do presidente da República, Michel Temer.

A ideia é que o governo Temer possa colher os frutos políticos do acordo, que resolve uma disputa bilionária que se arrastou por décadas. O próprio Temer afirmou, em abril, que o pagamento aos poupadores representará a injeção de R$ 12 bilhões na economia. Esta cifra, no entanto, nunca foi oficialmente confirmada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) ou pelas entidades de defesa do consumidor.

A adesão ao acordo, que foi intermediado pela Advocacia-Geral da União (AGU), é voluntária. Quem aderir vai ter sua ação extinta na Justiça. Terão direito ao pagamento das perdas os poupadores com ações na Justiça e também seus herdeiros. A adesão será feita por meio da plataforma na internet, conforme a idade de cada poupador. Serão 11 lotes de adesão, sendo que o primeiro reúne os poupadores nascidos antes de 1928. O nono lote reúne os poupadores mais jovens, nascidos após 1964. Já o lote décimo será de herdeiros ou inventariantes, enquanto o 11º será formado por pessoas que entraram em juízo entre janeiro e dezembro de 2016.

Os pagamentos a serem feitos vão incluir o valor dos expurgos inflacionários corrigidos monetariamente, os juros remuneratórios e os honorários advocatícios. Para valores acima de R$ 5 mil, vão incidir descontos progressivos de 8% a 19%. Quem tem direito a até R$ 5 mil receberá em uma única parcela à vista. Entre R$ 5 mil e R$ 10 mil, serão pagos uma parcela à vista e duas semestrais. A partir de R$ 10 mil, serão pagos uma parcela à vista e quatro semestrais.

Os pagamentos começam em até 15 dias depois da validação das habilitações pelos bancos. O dinheiro será creditado em conta corrente.