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Espetáculo ‘Namíbia, Não!’ celebra quinze anos de reflexão sobre racismo e autoritarismo diante da deportação para repúblicas afrodiaspóricas

Espetáculo ‘Namíbia, Não!’ celebra quinze anos de reflexão sobre racismo e autoritarismo diante da deportação para repúblicas afrodiaspóricas
Com direção de Lázaro Ramos, participação gravada de Wagner Moura e texto de Aldri Anunciação, ‘Namíbia, Não!’ comemora os quinze anos do espetáculo no Brasil, Alemanha, Londres e Portugal; além de celebrar a adaptação da peça ao cinema (Medida Provisória, 2020) e à literatura. 

Levar o debate racial para além dos palcos é um dos méritos que a peça ‘Namíbia, Não!’ conquistou ao longo dos quinze anos em cartaz. Quando a peça de Aldri Anunciação estreou no Teatro Castro Alves, em Salvador (BA), no ano de 2011, as ‘águas de março’ anunciavam um alerta preocupante: pelos próximos sete anos, o Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA) julgaria apenas sete dos 222 processos instaurados por crime de racismo dentro do estado mais negro do Brasil, mesmo com 80,8% da população autodeclarada preta ou parda, segundo o IBGE

Dialogando diretamente com o ‘contexto sociopolítico’ da época – e incomodamente atual em 2026, Aldri teve uma ideia que revolucionaria o universo dramatúrgico da Bahia, e que o colocaria, tempos mais tarde, no eixo Rio–São Paulo: trazer uma Medida Provisória que deportasse os cidadãos de ‘Melanina Acentuada’ para a África e repúblicas afrodiaspóricas, colocando a provocação no centro de uma peça de ficção futurística, mas que ainda assim, assinasse uma mensagem ‘escancarada’ sobre o racismo na sociedade e o método hediondo para sanar a dívida histórica escravocrata do país. 

A montagem foi um sucesso. Com direito à crítica especializada da ensaísta, tradutora e crítica de teatro brasileiraBárbara Heliodora (1923 – 2015), abrindo às portas da receptividade da peça no território do Corcovado, no Rio de Janeiro, o rebuliço  causado por Aldri ganhou o Sudeste e o Nordeste do Brasil, passando pelas regiões Sul, Norte e Centro-Oeste do país, até ganhar projeção internacional. As versões que o autor escreveu cruzaram o Atlântico Norte e as proximidades do Mar da Noruega, com receptividade em Portugal, Alemanha e na capital do Reino Unido, em Londres. 

Do alemão, ‘Namíbia, Nein!’, mas registrado pela Fischer como Niemals Namíbia’, a montagem também integrou o ‘Ano do Brasil em Portugal’ e abriu a programação do FITEI, em Porto (2013), posteriormente traduzida para o inglês na leitura/ensaio aberto do Soho Theatre (2016), em Londres. Colocando os primos André e Antônio nos destaques ‘em cartaz’ da terra de Sir. Arthur Conan Doyle, a montagem traz os familiares no centro das discussões, em um jogo de xadrez velado que prevê a volta dos cidadãos de ascendência africana para as terras de seus “supostos familiares”. 

Dentro de cena, o convite à reflexão é feito desde os primeiros minutos encenados. Ao ser apresentado a um “catálogo de países africanos” pela atriz e bailarina Ana Paula Bouzas (a ‘Socióloga’) para ser deportado, o personagem André, figura contracenada atualmente por Jhonny Salaberg (Parto Pavilhão, 2021), reverbera a icônica fala que dá nome à peça: “Não! Não! Namíbia, Não! Esse país foi colonizado por alemães. Nada contra os alemães, mas eu não falo alemão!”, exclama

“Não esqueço do quão impressionada fiquei ao conhecer o argumento do ‘Namíbia, Não!’ e, da mesma forma, instigada com a possibilidade de entrar em sala de ensaio para trabalhar essa ideia que já me parecia ali, apontar para um horizonte de muitas dimensões. A montagem foram dias de uma espécie de usina criativa regada a perspicácia, humor, inteligência, sensibilidade, leveza e afeto. Estar com ‘Lazinho’, Aldri e Flavinho na geração desse projeto, produziu em mim memórias divertidas e bem especiais. E como é bom saber que a criação segue viva e reverberando tanto tempo!”, relembra a atriz brasileira Ana Paula Bouzas

Arrancar risadas do público, ao passo que um incômodo surge dentro do “e se isso realmente acontecesse”, é uma das propostas do autor, ator, diretor e produtor Aldri Anunciação. O dramaturgo, que também esteve em Berlim para referências ao seu bacharelado, é um dos talentos baianos nascidos em 1973, sucessor de artistas que também impactaram sua época, como Osman Lins (1924-1978), autor de Lisbela e o Prisioneiro; e Ariano Suassuna (1927-2014), autor de O Auto da Compadecida. Carregando esse legado para as novas gerações, Aldri é um dos poucos cineastas e dramaturgos a ter uma peça adaptada do teatro para o audiovisual  e para a literatura.

Do texto original de ‘Namíbia, Não!’, o livro homônimo lançado em 2012 pela Editora Edufba trouxe um novo formato e apresentação da peça, a partir das inquietações do autor sobre recortes no roteiro original. O sucesso foi tamanho que, um ano após a publicação, o roteirista foi laureado com o ‘Prêmio Jabuti’ na categoria Juvenil, além de emplacar as discussões do debate sobre o racismo, políticas imigratórias e o contexto sociopolítico do país nas salas de aula, através do Programa Nacional de Distribuição de Livros do MEC – que distribuiu exemplares de ‘Namíbia, Não!’ nas escolas públicas, em edição produzida pela Editora Perspectiva.

Quem faz teatro vive muito a dimensão operária da coisa: cenário, passagem, som, ritmo, manutenção do espetáculo em cada palco. Essa consciência de ‘marco’ vem sempre depois, quando a obra começa a ultrapassar o próprio território do teatro. Para mim, esse ponto de virada foi quando o texto ganhou o ‘Prêmio Jabuti’ (2013, categoria Juvenil). Ali eu entendi que não era ‘só’ um espetáculo bem-sucedido, era uma narrativa capaz de atravessar linguagens, entrar em bibliotecas, escolas, universidades e mesas de debate”, recorda Anunciação.  

O sucesso não se restringiu às salas de aula. A montagem, ainda em 2012, inovaria mais uma vez no território nacional, desta vez, sob a ótica do cinema. Contemplada um ano após a peça, mas filmada somente em 2019, “Medida Provisória” (2020) é mais um clássico originado da peça ‘Namíbia, Não!’. Lotando mais de 265 salas e 194 cinemas, o longa-metragem conquistou o título de segunda maior bilheteria nacional de 2022, permanecendo em cartaz por 18 semanas, com uma audiência média de 470 mil espectadores

Para além do roteiro já conhecido nas casas de espetáculos e teatros do Brasil, os nomes apresentados pelo longa também dão um toque especial à produção. Dando uma de Stan LeeAldri Anunciação é um dos escalados da peça no papel de Ivan, e figura junto à Taís Araújo (Capitú), Seu Jorge (André), Alfred Enoch (Antônio), Adriana Esteves (Isabel Garcéz), Renata Sorrah (Dona Izildinha) e Emicida no papel de ‘Berto’

“Quando o Lázaro me procurou, em 2016, já existia um processo muito sólido de desenvolvimento da peça para virar roteiro de cinema. Então eu entrei com o barco já andando. E, evidentemente sou branco, portanto, a minha principal contribuição no processo foi ouvir muito mais do que falar e em termos técnicos, encaixar algumas coisinhas ali para ficar um roteiro mais de cinema e menos de teatro. Mas o principal em minha relação com o ‘Medida Provisória’ não foi o que eu fiz pelo filme e sim o que o filme fez por mim. Abriu um monte de portas, um monte de entendimentos. Lembro dos meus cafés da manhã em hotéis, quando a gente estava lançando o filme, com o Aldri, onde eu aprendi muito sobre racismo, sobre pretitude, negritude, várias coisinhas que eu nunca tinha ouvido falar, e que através do Aldri eu me tornei um ser humano melhor”, relembra Lusa Silvestrecoautor da adaptação de ‘Namíbia, Não!’ para o cinema no longa ‘Medida Provisória’.

Da peça ao filme, a presença do diretor Lázaro Ramos é também um destaque de ‘Namíbia, Não!’ e de ‘Medida Provisória’. Além do ator e dramaturgo, outros nomes de destaque da cinematografia nacional se juntam aos quinze anos da peça no país, como as ‘participações gravadas’ da atriz Léa Garcia (mãe idosa); Wagner Moura (ministro da Devolução); Ana Paula Bouzas (socióloga); Caio Rodrigo (policial 1); Marcelo Flores (policial 2); Laura Castro (garota assaltada); Francisco Pithon (moleque); Suely Franco (Dona Araci); Lázaro Ramos (Seu Machado); Pedro Paulo Rangel (Seu Nina, vizinho); Filipe Pires (advogado); Evelin Buchegger (aeromoça) e Antônio Fragoso (repórter em Angola); além dos ‘personagens em vídeo’ encenados por Luis Miranda (Nóia Maria), Maria Beltrão (Maria Beltrão), Edmilson Barros (Capitão Ricardo), Cláudia Ventura (Apresentadora de TV) e Antônio Fragoso como repórter. 

“Eu fiquei muito contente quando ‘Namíbia’ tomou uma proporção desse tamanho, uma ideia que a gente vê nascer. A nossa profissão precisa se afirmar na profundidade do olhar do ser humano, abrir o olhar do ser humano, abrir a visão sempre para melhor. Então, ‘Namíbia, Não!’ foi isso. É uma alegria muito grande. E ver a proporção que teve como um filme, com outra equipe de amigos incríveis, entende? Quer dizer, olha os prismas, o prisma que se dá um trabalho e aonde ele vai parar. Isso é incrível, é o crescimento, é a ascensão de uma obra, de uma ideia. E é disso que o ser humano precisa para poder se elevar aqui nesse mundo. Eu só fico extasiada. Esplendoroso tudo isso”, comenta Evelin Buchegger, atriz e participante da montagem original da peça.

Dentro de cena, enquanto os primos Antônio, interpretado por Aldri Anunciação, e André, contracenado hoje por Jhonny Salaberg (Parto Pavilhão, 2021), ganhavam os teatros e o grande público, o endurecimento das políticas imigratórias entrelaçou os caminhos das artes cênicas com a realidade. Um dos destaques em que “a vida imita o vídeo”, segundo Aldri, é a participação sonora de Wagner Moura (O Agente Secreto, 2025), que entrega o peso dramático ao cerco vivido na ‘ficção’, mas que após quinze anos, é ironicamente citado pelo próprio ator. 

“A participação sonora de Wagner é uma presença que não é decorativa: ela encarna a engrenagem autoritária, a força do Estado, e dá peso dramático ao cerco. E isso dialoga muito com a temporada comemorativa porque a comemoração não é nostalgia: é a prova de que a distopia ficou perto. Wagner, inclusive, tem falado publicamente sobre o endurecimento e o clima de medo em torno do ICE nos EUA, ou seja, ele está, hoje, no centro de uma conversa global sobre autoritarismo, imigração e perseguição”, explica Aldri

Após rodar mais de 20 cidades e 11 estados, totalizando mais de mil apresentações ao redor do Brasil e do mundo – alcançando a marca de mais de um milhão de espectadores – Namíbia, Não! retorna ao lar, em Salvador (BA), com a sensação de dever cumprido e com uma bagagem que se atualiza ano após ano. O idealizador da obra destaca ainda o retorno de metade da equipe técnica à peça, que segue acreditando no espetáculo, mesmo após 15 anos de trajetória nos teatros. 

Retornando em data comemorativa, a próxima parada do espetáculo Namíbia, Não! acontece no Teatro SESC Casa do Comércio, entre os dias 14 e 15 de abril, terça e quarta-feira, para sessões especiais a partir das 20h. Sujeito a lotação, os tickets estão disponíveis através do Sympla.  

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Pacto Global da ONU – Rede Brasil realiza estudo pioneiro sobre Salário Digno

Pacto Global - Rede Brasil

A partir de levantamento, instituição lança guia fundamental para empresas, governos e sociedade civil, na busca por ampliar o debate sobre o tema

São Paulo, março de 2026 – O Pacto Global da ONU – Rede Brasil, representação local da maior iniciativa de sustentabilidade corporativa do mundo, realizou um estudo amplo, em parceria técnica com a Peterson Solutions, com foco em salário digno. A partir desse levantamento, a instituição anuncia, agora, o lançamento de um guia fundamental para empresas, governos e sociedade civil, na busca por ampliar o debate sobre o tema apresentando o salário digno como um orientador para a implementação de ações concretas voltadas a condições de vida mais justas e equitativas para todas as pessoas trabalhadoras.

O documento aprofunda o conceito de salário digno e suas aplicações práticas, emergindo como uma resposta aos desafios persistentes de desigualdade de renda e condições de trabalho precárias, especialmente na América Latina, e, particularmente, no Brasil. 

Reconhecendo que o conceito de salário digno, embora enraizado na Grécia Antiga, e formalizado pela OIT, em 1919, e pela ONU, em 1948, como um direito humano básico, continua sendo um desafio global, o estudo contido no guia oferece um panorama detalhado de sua relevância no cenário contemporâneo como uma ferramenta de justiça social e econômica. 

O levantamento também detalha os conceitos essenciais que sustentam o salário digno, incluindo temas como Dignidade Humana, Necessidades Básicas, Bem-Estar, a relação com o combate à Pobreza e à Desigualdade Social e Trabalho Decente, além de distinguir o tema do salário-mínimo legal, evidenciando a lacuna que muitas vezes existe entre ambos.

O documento traz ainda uma seção dedicada à América Latina e ao Brasil, onde busca explorar as complexas dinâmicas socioeconômicas, as disparidades regionais e os impactos da informalidade. E sublinha como fatores raciais, de gênero, condição de deficiência e contexto de maternidade solo aprofundam as vulnerabilidades e a necessidade urgente de remunerações fundamentadas no conceito de dignidade humana.

No tocante ao Brasil, dados demográficos e econômicos detalhados por região (Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste, Sul) ilustram as profundas diferenças que devem ser consideradas para o cálculo de um salário digno.

“Vale destacar que o Estudo, fundamentado em uma vasta bibliografia e pesquisas, apresenta e compara as metodologias referenciadas internacionalmente para o cálculo do salário digno. Cada uma é detalhada em seus princípios, coleta de dados (alimentação, moradia, transporte, saúde, educação, etc.), cálculo de tamanho de família, número de trabalhadores e impostos, fornecendo ferramentas robustas para estimativas precisas e localizadas”, afirma Flavia Vianna, Gerente de Saúde e Trabalho do Pacto Global da ONU – Rede Brasil.

Ela explica que, em linha com a missão central do Pacto, o guia enfatiza que a adoção do conceito de salário digno transcende um imperativo ético, tornando-se uma estratégia inteligente para as empresas, alinhada aos princípios ESG e à Agenda 2030.

“O pagamento de um salário digno fortalece as economias locais, reduz a rotatividade de funcionários, aumenta a produtividade e a reputação corporativa, mitigando riscos operacionais e regulatórios”, enfatiza Flavia. “Este guia não é apenas um documento teórico; é um convite à ação. Ele oferece as ferramentas e o embasamento necessários para que organizações de todos os setores e tamanhos possam avançar na implementação do salário digno, promovendo uma transformação real na vida de milhões de pessoas trabalhadoras e suas famílias no Brasil,” conclui. 

O “Salário Digno: Visão para a América Latina com foco no Brasil” têm o apoio de: Unilever, Natura, Banco do Brasil, Lojas Renner e Sanepar.

Sobre o Pacto Global da ONU 

Como uma iniciativa especial do Secretário-Geral da ONU, o Pacto Global das Nações Unidas é uma convocação para que as empresas de todo o mundo alinhem suas operações e estratégias a dez princípios universais nas áreas de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e anticorrupção. Lançado em 2000, o Pacto Global orienta e apoia a comunidade empresarial global no avanço das metas e valores da ONU por meio de práticas corporativas responsáveis. Tem mais de 20 mil participantes distribuídos em 65 redes que cobrem 85 países, sendo a maior iniciativa de sustentabilidade corporativa do mundo. Há ainda 5 Hubs em diferentes regiões do mundo e mais 9 gerentes regionais responsáveis pelo processo de implementação em mais 16 países. Para mais informações, siga @globalcompact nas mídias sociais e visite nosso website emwww.unglobalcompact.org.

O Pacto Global da ONU – Rede Brasil foi criado em 2003 e, hoje, é a segunda maior rede local do mundo, com mais de 2.000 mil participantes. Os mais de 60 projetos conduzidos no país abrangem, principalmente, os temas: Água, Oceano, Resíduos, Agricultura, Florestas, Clima, Direitos Humanos e Trabalho, Anticorrupção, Engajamento e Comunicação. Para mais informações, siga @pactoglobalonubr nas mídias sociais e visite nosso website em www.pactoglobal.org.br

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Abertura oficial da 12ª FEMPTUR celebra a diversidade potiguar e convida o público para o último dia de evento neste sábado (11)

A abertura oficial da 12ª FEMPTUR – Feira dos Municípios e Produtos Turísticos do RN, na tarde desta sexta-feira (10), reuniu a governadora Fátima Bezerra, a secretária estadual de Turismo, Marina Marinho, além de diversas autoridades e lideranças do setor, marcando o início da maior vitrine do turismo interno do Estado.

O ato simbólico do corte da fita deu início a uma maratona de imersão cultural e econômica que ocupa o pavilhão com 95 estandes de expositores, representando 40 municípios potiguares. Durante a solenidade, os organizadores Antônio Roberto Rocha e Gustavo Porpino (Argus Eventos) realizaram a entrega de troféus aos representantes dos estandes municipais, reconhecendo o empenho na promoção de cada destino.

“A FEMPTUR é o ponto onde a cultura e a economia local se encontram. Nosso propósito é despertar no potiguar e no turista o desejo de conhecer as riquezas que temos ‘dentro de casa'”, destaca Gustavo Porpino.

O Governo do RN marca presença com os estandes da Emprotur/Setur, além dos espaços dedicados ao Artesanato Potiguar e à Economia Solidária (Sethas). A Agência Desenvolve RN também participa, reforçando o fomento ao empreendedorismo local.

Um dos grandes diferenciais desta edição é o foco no turismo regional: uma comitiva de 66 agentes de viagens da Paraíba e de Pernambuco participa do evento. O objetivo é capacitar quem mais vende o destino RN, apresentando roteiros que vão do sol e mar ao turismo religioso, ecológico e de aventura.

Para quem ainda não visitou, este sábado (11) é a última oportunidade de conferir as atrações. Com entrada gratuita, a feira funciona das 14h às 22h. Além da praça de alimentação com sabores regionais, a programação cultural promete encantar crianças e adultos: 16h00: Início das apresentações culturais dos municípios. 18h00: Diversão garantida para as crianças com a dupla Bisteca e Bochechinha. 20h30: Grande show de encerramento com a cantora Khrystal, celebrando a música potiguar em grande estilo.

A expectativa é que, ao final deste sábado, cerca de 15 mil visitantes tenham passado pelo Centro de Convenções, consolidando a FEMPTUR como um evento essencial para o desenvolvimento econômico e a valorização da identidade norte-rio-grandense.

A 12ª FEMPTUR é uma realização da Argus Eventos, com apoio do Governo do RN, Emprotur, Prefeitura do Natal, Sebrae, Banco do Nordeste, Governo Federal, Fecomércio, El Aram Hotel Imirá, Data Show, Serhs Natal Grand Hotel & Resort e Natal Convention Bureau.

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Com a náutica em alta, Rio Boat Show 2026 abre as portas na Marina da Glória para estimular lazer nas águas e negócio

O turismo na capital carioca atraiu 12,5 milhões de visitantes e arrecadou mais de R$ 315 milhões no ano passado, segundo informações da Prefeitura do Rio. O mercado náutico consolida sua capacidade de atrair capital, promover negócios e turismo qualificado. Rio Boat Show 2026 iniciou as suas operações na tarde de hoje, sábado (11), na Marina da Glória, com a meta de difundir a cultura náutica e promover atrativos, produtos, serviços e negócios. Com mais de 100 barcos em exposição, o Boat Show segue até o dia 19 de abril.

CREDENCIAMENTO DE IMPRENSA
https://sigevent.pro/boatshow/visitantes/?id_edicao=6131&linguagem=portugues  
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FOTOS PARA DOWNLOAD
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Rio de Janeiro, 11 de abril de 2026 – Cerimônia de inauguração da 27ª edição do Rio Boat Show, o maior evento náutico outdoor da América Latina, realizada na tarde deste sábado (11), reuniu lideranças do setor, autoridades políticas e a Marinha do Brasil para celebrar o avanço da indústria náutica e do turismo, além da presença do velejador Aleixo Belov representando a náutica e que, aos seus 83 anos, recentemente concluiu a sexta volta ao mundo. 

O evento transforma a Marina da Glória em um hub de negócios, lazer, inovação e estilo de vida, com programação até o dia 19.

Ernani Paciornik, presidente do Grupo Náutica e figura histórica na defesa do potencial náutico brasileiro há cinco décadas, destacou o momento de maturidade do setor tanto em relação ao potencial turístico quanto em termos de excelência industrial.  

“O Rio nos acolhe em uma das marinas mais lindas do planeta. Aqui é possível fazer um completo circuito pelas águas e conhecer as últimas novidades do setor. Temos certeza que o Brasil vai crescer cada vez mais, assim como a náutica”, destacou Ernani Paciornik. 

Além do avanço em vendas de barcos dentro do país, a indústria brasileira exporta mais de 1,1 mil embarcações ao ano, segundo a Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e seus Implementos (Acobar). “O  Brasil produz atualmente cerca de 4,5 mil barcos ao ano e tem margem para crescimento exponencial”, reforçou Eduardo Colunna, presidente da Acobar.

Já o Capitão de Mar e Guerra Leonardo de Lucena Navaes, comandante da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro (Marinha do Brasil) atestou o compromisso com o fomento e a segurança da navegação nacional.

Os pavilhões do Rio Boat Show internos e as passarelas flutuantes montadas na Marina da Glória exibem desde embarcações de entrada até iates superiores a 30 metros, acompanhados de rodadas de conversas técnicas e palestras do Náutica Talks, além de shopping náutico e experiências imersivas.

Atrações no fim de semana

Além da visita a uma centena de embarcações, equipamentos e novas tecnologias expostas, os visitantes podem realizar experiências náuticas como passeios de vela com saídas hoje (11), amanhã (12) e nos dias 18 e 19, e batismo de mergulho em tanque de 5 metros durante todo o evento. Conversas com atletas e grandes nomes da náutica mundial serão destaques no espaço Nautica Talks nos pavilhões internos. Neste final de semana haverá presença de personalidades como dos velejadores Izabel Pimentel e Aleixo Belov. Neste domingo também está confirmado show musical com Luana Camarah às 19h seguido do grande desfile de barcos na Baía de Guanabara. 

SERVIÇO:O que: Rio Boat Show 2026

Quando: De 11 a 19 de abril

Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, s/n, Glória, Rio de Janeiro)

Ingressos: https://rioboatshow.com.br/

Organização: Boat Show Eventos

Instagram: @boatshoweventos

Cobertura oficial: www.nautica.com.br@revistanautica e youtube.com/@canalnautica 

Confira o calendário dos Boat Shows no Brasil em 2026:

Rio Boat Show: 11/04 a 19/04
Marina Itajaí Boat Show: 02/07 a 05/07
São Paulo Boat Show: 24/09 a 29/09
Salvador Boat Show: 04/11 a 08/1
Salão de Usados Náutica: 19/11 a 22/11

Sobre o Grupo NáuticaCom mais de 40 anos de atuação, o Grupo Náutica é referência em inovação, infraestrutura, sustentabilidade, eventos e comunicação no setor náutico brasileiro. O ecossistema do grupo reúne a Revista Náutica (www.nautica.com.br), pioneira e líder absoluta em conteúdo especializado; o Boat Show, maior organizadora de salão náutico da América Latina, com edições em São Paulo, Itajaí, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador e Angra dos Reis; a Metalu, maior fabricante mundial de píeres e passarelas em alumínio; a SF Marina, líder global em docas flutuantes de concreto e quebra-mares para marinas e portos; e a JAQ Apoio Marítimo, dedicada a projetos inovadores, pesquisas e sustentabilidade. O Grupo Náutica também desenvolve iniciativas de impacto socioambiental que integram educação, cidadania e preservação, como “Só Jogue na Água o que Peixe Pode Comer”, criada por Ziraldo, e “Por Uma Cidade Navegável”, que promove a revalorização das vias aquáticas urbanas. Além disso, é responsável pelos principais Guias de Turismo Náutico do país, referência para navegadores, turistas e gestores públicos.

Mais informações: https://gruponautica.com.br/

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Mês do Mestre de Obras – Construtora celebra efeméride com profissional há quase 15 anos no cargo

História de Rogerio Aparecido Furlan reflete estabilidade e propósito em carreira no setor da construção

São Paulo, março de 2026 – Neste mês de março, o mundo da construção celebrou o Dia do Mestre de Obras (19), profissional essencial para o andamento e a qualidade das construções. Responsável por coordenar equipes, garantir o cumprimento de prazos e assegurar o padrão de execução e entrega das obras, esse trabalhador ocupa uma posição estratégica nos canteiros e tem papel decisivo na entrega de empreendimentos com segurança e excelência.

Na HM Engenharia, referência em soluções imobiliárias acessíveis e de qualidade, o Mês do Mestre de Obras ganha um significado ainda mais especial ao ser representada pela trajetória de colaboradores que ajudaram a construir a história da empresa ao longo dos anos. É o caso de Rogério Aparecido Furlan, 56, que acumula mais de duas décadas de atuação contínua na companhia e, desde 2012, exerce a função de mestre de obras.

A relação de Rogério com a empresa teve início em 1992, em uma obra no município de Gavião Peixoto, no interior paulista. Após um breve período fora, retornou em 1996, consolidando uma trajetória marcada por crescimento profissional e vínculo duradouro. “O que mais me impressionou nesse tempo todo é como a HM Engenharia evoluiu, o que era e o que ela se tornou com o tempo. Para mim, é muito gratificante ter feito parte dessa história”, relembra.

Ao longo da carreira, Rogério participou de obras em diferentes cidades da região, como Jaguariúna, Paulínia, Sumaré, Campinas e Valinhos, somando, no total, 13 empreendimentos entregues até aqui. A experiência acumulada reforça não apenas o conhecimento técnico, mas também o compromisso com a qualidade. “Não tem preço entregar um serviço de qualidade. Ver a pessoa pegar a chave, contente e realizada. As pessoas valorizam um trabalho bem-acabado”, conta. 

A trajetória profissional também reflete oportunidades de crescimento dentro da empresa. Rogério iniciou como carpinteiro, foi promovido a encarregado de obras em 2011 e, no ano seguinte, assumiu o cargo de mestre de obras. O percurso evidencia uma cultura de valorização e desenvolvimento interno, baseada na prática e no reconhecimento do desempenho.

No dia a dia, a atuação como mestre de obras exige atenção constante aos prazos e à execução dos serviços, além da capacidade de liderança. Rogério destaca que o trabalho em equipe é indispensável para o sucesso das entregas. “Ninguém trabalha sozinho. Se a equipe não jogar junto, atrasa tudo”, explica. Segundo ele, a formação de novos profissionais também faz parte da rotina de um mestre de obras na HM Engenharia, com incentivo à evolução de trabalhadores que iniciam como serventes e avançam na carreira.

Para o profissional, a maior satisfação está na conclusão de cada projeto. A entrega das chaves aos clientes simboliza o resultado de um trabalho coletivo, que envolve planejamento, dedicação e atenção aos detalhes. “Faça como se fosse para você mesmo”, resume, ao falar sobre o cuidado necessário em cada etapa da obra.

Os valores que orientam a atuação profissional de um mestre vão além da técnica. Honestidade, responsabilidade e compromisso são princípios fundamentais para o exercício da função. “Meu travesseiro é a minha consciência”, afirma, ao destacar a importância de manter a integridade no dia a dia da profissão.

Reconhecer e premiar o trabalho desses profissionais é fundamental para o setor da construção civil. O mestre de obras é peça-chave para garantir que cada empreendimento seja entregue com qualidade e dentro dos padrões da empresa. Valorizar essas trajetórias é também reconhecer o impacto direto que esses profissionais têm na vida das pessoas e no desenvolvimento das cidades. 

Para a HM Engenharia, a data reforça a relevância de uma profissão que, todos os dias, transforma projetos em realidade e contribui para a construção de novos caminhos. Já para profissionais como Rogério, a efeméride representa um momento de orgulho e reconhecimento. “É satisfatório saber que existe um dia para a gente se orgulhar do que faz todos os dia de nossa vida”, comenta.

Sobre a HM Engenharia

Com 49 anos de história, a HM Engenharia é uma construtora e incorporadora que atua em mais de 120 cidades entre São Paulo e o sul de Minas Gerais, com foco em empreendimentos imobiliários acessíveis. A empresa já projetou e construiu mais de 140 mil unidade e conta com certificações como PBQP-H/SIAC, ISO 9001, ISO 45001 e Qualihab. Também foi reconhecida como Empresa Amiga da Justiça pelo TJ-SP e no Prêmio Inspiração para Transformar, pelas suas iniciativas de voluntariado corporativo. 
Saiba mais em: www.maishm.com.br

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