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Itapema ultrapassa Balneário Camboriú e assume liderança do metro quadrado mais caro do Brasil, segundo FipeZap

Itapema, no litoral norte de Santa Catarina, assumiu pela primeira vez a liderança nacional do metro quadrado residencial, segundo o novo relatório do Índice FipeZap referente a maio de 2026, e ultrapassou a vizinha Balneário Camboriú, que ocupava o topo do ranking desde 2022. O levantamento aponta Itapema com preço médio de R$ 15.226/m², contra R$ 15.215/m² da agora vice-líder. No mês anterior, a diferença entre as duas cidades era de apenas R$ 6. 

Para o especialista em mercado imobiliário e CEO da IBC Imobiliária, Bruno Cassola, a ascensão de Itapema no ranking já vinha sendo observada pelo mercado. Segundo ele, a cidade vive um ciclo forte de valorização, associado à chegada de novos empreendimentos, à expansão urbana e a investimentos previstos em infraestrutura e turismo, como a nova marina no Canto da Praia, o alargamento da orla da Meia Praia e equipamentos como o Píer Oporto e a roda-gigante It!Wheel. 

A mudança no topo do ranking também levanta uma discussão sobre onde investir o capital a partir de agora, mas o especialista alerta que a análise deve ser mais ampla e personalizada. “O preço do metro quadrado é um indicador importante, mas não pode ser analisado sozinho. O melhor investimento depende do objetivo do cliente. Há quem busque valorização, há quem priorize liquidez, renda, uso próprio ou segurança patrimonial. Cada cidade pode atender a uma estratégia diferente”, afirma o corretor. 

Enquanto Itapema avança com novas áreas de expansão e maior volume de lançamentos devido a um plano diretor mais permissivo, Balneário Camboriú mantém um mercado consolidado, com escassez territorial, demanda qualificada e liquidez construída ao longo de anos, segundo análise do especialista. 

“O ponto não é dizer que uma cidade é melhor do que a outra. Itapema vive um momento muito forte, e Balneário Camboriú segue como uma praça madura e desejada. Para o investidor, a análise precisa considerar preço, localização, perfil da demanda, liquidez e, inclusive, a questão de preferência. O melhor investimento é aquele que faz sentido para o objetivo de cada cliente”, diz Cassola.

Ele reforça ainda que a disputa entre as duas cidades pelo topo do metro quadrado mais valorizado mostra a força do litoral catarinense no mercado nacional. “Santa Catarina concentra quatro das cinco cidades mais valorizadas do país, segundo a FipeZap, e segue no radar dos compradores de luxo, tanto para investimento como para segunda moradia”, completa. 

Corretor premiado e especialista em investimentos de alto padrão, Bruno Cassola é referência nacional, oferece consultoria personalizada e análises sobre o mercado imobiliário de Balneário Camboriú e da Praia Brava de Itajaí, no litoral catarinense. Mais informações em: https://www.brunocassola.com.br/.

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92 milhões de empregos em risco: até onde a IA pode chegar?

Quando o futuro do trabalho é discutido hoje, a conversa muitas vezes gira em torno de robôs substituindo humanos e de algoritmos “fazendo tudo sozinhos”. Em meio a promessas de eficiência extrema e manchetes sobre automação total, cresce também a ansiedade de profissionais e empresas que tentam entender até onde vai o papel da tecnologia e onde começa, de fato, o valor humano.

“Na nossa visão, o problema não é a IA em si, mas a forma como ela vem sendo apresentada ao mercado. Quando teve o boom da inteligência artificial, muita gente começou a achar que ela ia fazer tudo sozinha, que bastava perguntar e pronto. Na nossa visão, isso é um equívoco. A IA precisa ser muito bem guiada para entregar as respostas corretas, e é o humano quem faz isso”, afirma Augusto Lyra, CEO da Everflow.

Augusto Lyra, CEO da Everflow

Para a empresa especializada em soluções tecnológicas de gestão empresarial, a resposta passa longe dos discursos simplistas. Inserida nessa transformação digital, a empresa defende uma abordagem mais pragmática, como usar inteligência artificial para ampliar capacidades humanas, não para eliminá-las.

“A gente enxerga a IA como um meio, nunca como um fim. O verdadeiro valor está em como ela libera tempo, reduz erros operacionais e permite que as pessoas foquem no que é estratégico, criativo e decisivo para o negócio”.

Esse posicionamento nasce da própria realidade do mercado em que a empresa está inserida, como o setor de tecnologia para gestão empresarial e ERPs, que atende companhias pressionadas por ganhos de eficiência, margens cada vez mais apertadas e clientes mais exigentes. São operações que envolvem múltiplas frentes, do comercial ao suporte técnico, da implantação de sistemas ao desenvolvimento de software, e que exigem integração constante entre áreas.

“É um ambiente de alta complexidade em que as empresas precisam ser rápidas, eficientes e, ao mesmo tempo, manter qualidade no atendimento. Então, prometer uma automação total pode até soar sedutor, mas dificilmente é sustentável no longo prazo”, destaca o CEO.

Os números mostram que a tecnologia substitui tarefas, mas também cria novas oportunidades. Um relatório do World Economic Forum (WEF, 2025) projeta que até 92 milhões de empregos podem ser substituídos por IA e automação até 2030, enquanto 170 milhões de novas funções devem ser criadas, resultando em um ganho líquido de 78 milhões de empregos globalmente.

Nos Estados Unidos, a SHRM Automation/AI Survey 2025 indica que 7,8% dos empregos já têm metade das tarefas realizadas com apoio de IA generativa, evidenciando como a automação já se integra ao dia a dia profissional sem necessariamente gerar demissões imediatas. Ao mesmo tempo, cerca de 40% dos empregadores esperam reduzir partes da força de trabalho ao introduzir IA em funções automatizáveis, apontando para a substituição de tarefas mais repetitivas. 

No campo do retorno financeiro, 74% das empresas que utilizam IA generativa relatam ROI positivo no primeiro ano, e 86% registram aumento de receita de pelo menos 6%, segundo levantamento do Google Cloud. Além disso, o mercado global de IA generativa está projetado para atingir US$ 1,3 trilhão até 2032, abrangendo aplicações que vão de atendimento ao cliente à análise de dados complexa, segundo estimativas da Bloomberg Intelligence.

Mas a simples presença de IA não garante impacto positivo; tudo depende de como ela é integrada ao fluxo de trabalho.

“No boom da IA, houve uma onda de otimismo exagerado”, lembra Augusto Lyra. “Muita gente achou que nem precisava mais pensar, que a IA pensaria por nós.” Essa expectativa irreal, segundo ele, ignora que a IA precisa de orientação humana para ser efetiva. Só com contexto e direcionamento é que ela gera respostas corretas e relevantes.

“Quando você usa IA do jeito certo, você não substitui gente, você eleva o nível das pessoas. Elas passam a gastar menos tempo executando e mais tempo pensando, analisando, criando soluções para o cliente. É aí que mora a verdadeira transformação”, reforça.

Na prática, a Everflow estruturou sua estratégia de uso da tecnologia justamente para evitar esse ruído entre discurso e realidade. Dentro da companhia, a IA é aplicada em pilares bem definidos — vendas, customer success (sucesso do cliente) e desenvolvimento — com o objetivo de transformar profissionais em agentes mais preparados, analíticos e consultivos ao longo de toda a jornada do cliente.

No comercial, a tecnologia atua desde a qualificação de leads, por meio de modelos de lead scoring que identificam se o contato tem o perfil ideal (ICP), até a preparação dos consultores antes das reuniões, com análises sobre o setor em que o potencial cliente opera. “Após as conversas, a ferramenta consegue mapear os principais pontos de dor, como gargalos na gestão de estoque, e ajuda a personalizar as propostas comerciais de forma muito mais assertiva”, afirma Lyra.

No Customer Success, onde a implantação de um ERP costuma ser um processo complexo e sensível, a empresa aposta no conceito de “consultoria escalável”. A IA é usada para otimizar o tempo dos especialistas, gerar resumos automáticos, checklists e identificar lacunas de entendimento nas reuniões, além de analisar o tom das interações e possíveis sinais de tensão ou insegurança por parte do cliente. No suporte técnico, em vez de substituir o contato humano, a tecnologia atua como assistente do time, ajudando a estruturar respostas rápidas e claras, evitando que usuários com pouco conhecimento técnico se sintam perdidos em interações puramente automatizadas.

Já no desenvolvimento de software, especialmente para a equipe de engenharia, a IA se tornou uma alavanca direta de produtividade. Quando guiada por profissionais que dominam a lógica, os processos e a estrutura do negócio, a tecnologia acelera a escrita de código, automatiza testes e apoia análises internas, transformando tarefas operacionais em tempo liberado para decisões arquiteturais e estratégicas.

“Clientes são pessoas, não tickets de suporte. Quando você joga alguém sem preparo técnico para interagir só com robôs, a frustração vem rápido. A gente acredita em um modelo em que a IA trabalha nos bastidores, fortalecendo o time humano e não empurrando o cliente para uma experiência fria e confusa”, afirma o CEO da Everflow.

Essa lógica se reflete na própria cultura interna da empresa. Em vez de enxergar a IA como uma ameaça às equipes, a Everflow a posiciona como um acelerador de produtividade e qualidade: uma ferramenta que organiza dados, resume reuniões, identifica padrões, sugere caminhos, enquanto a tomada de decisão, a leitura estratégica e a relação com o cliente continuam nas mãos dos profissionais.

“Quem entende o negócio do cliente são as pessoas. A IA entra para estruturar informações, cruzar dados e acelerar análises, não para decidir sozinha. A estratégia continua sendo humana”, afirma Lyra.

“Estamos entrando numa fase em que o mercado deixa de se encantar com slogans e passa a exigir impacto real. A próxima onda da IA corporativa não será sobre substituir profissionais, mas sobre redefinir como eles trabalham, elevar o grau de especialização das equipes e construir empresas mais resilientes, produtivas e preparadas para crescer de forma sustentável”, resume o executivo.

Sobre a Everflow, acesse: https://everflow.com.br/

Referência:

https://www.bloomberg.com.br/blog/ia-generativa-rumo-receita-us-13-trilhao-2032
https://www.allaboutai.com/resources/ai-statistics/workplace
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A festa do Rock in Rio 2026 começou: Vendas ESGOTADAS para os dias 06 e 12 de setembro, quando Calvin Harris e Maroon 5 são os headliners 

 O público se preparou e já esgotou dois dias para a festa que o Brasil receberá em setembro deste ano na Cidade do Rock. A organização do Rock in Rio acaba de anunciar que em 2h05 e 2h12 os dias que se apresentam os headliners do Palco Mundo Calvin Harris (6 de setembro) e Maroon 5 (12 de setembro), respectivamente, estão esgotados. A menos de três meses da abertura dos portões, a emoção já toma conta dos fãs, que iniciou a corrida pelos ingressos para viver mais uma edição memorável do festival.

No dia 6, o espaço também recebe Black Eyed Peas, Nelly e Barão Vermelho Encontro Formação Original. O Palco Sunset recebe NE-YO, Jota Quest toca Tim Maia, BaianaSystem e Calema. O Espaço Favela tem Xamã, Rael e Budah. No New Dance Order, MEDUZA³ encerra a noite, além de apresentações de Liu, Casa Bonita - Brisotti e Viot, e Sofi Tukker. Já o Global Village conta com Mohamed Ramadan, Mãeana e Bento Gil convida Flor Gil, enquanto o Supernova traz João Gordo & Asteroides Trio em “Blitzkrieg Psycho Bop Ramones 50”, Matanza Ritual, Bayside Kings e O Escritório.  

Já no dia 12 o Palco Mundo também tem Demi Lovato, J Balvin e Pedro Sampaio. Ainda no dia 12, no Palco Sunset se apresentam Mumford & Sons, João Gomes com a Orquestra Brasileira, Gilsons convidando Daniela Mercury e Olodum, além do encontro entre Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago, enquanto o Espaço Favela tem Timbalada, Priscilla Senna e Soul de Brasileiro. No New Dance Order, Alok encerra a noite com o projeto inédito Rave The World, além de apresentações de Alok & Family – Ekanta e Swarup, Gabe, Adam Sellouk e Bhaskar. O Global Village recebe Mestrinho, Hamilton de Holanda e Badi Assad, enquanto o Supernova traz Delacruz, Milo J, Yago Oproprio e Celo Dut.    

Marcado para acontecer na Cidade do Rock, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro de 2026, o Rock in Rio já divulgou seu line-up completo, que conta com 45 artistas internacionais e mais de 15 shows únicos e exclusivos, além de experiências inéditas e emocionantes que vão além dos palcos do festival. 

Entre os confirmados no primeiro fim de semana do Rock in Rio, o dia 4 de setembro tem no Palco Mundo Foo Fighters como headliner, Rise Against, The Hives e Nova Twins. Na mesma data, o Sunset tem Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos, Hot Milk, Detonautas convidam Biquini e Di Ferrero, e o Espaço Favela tem MC Rodrigo do CN, Hitmaker e GBZ7N. No New Dance Order, Steve Angello é o headliner, além de apresentações de GIU x Carola, ATKÖ e Cat Dealers. Já o Global Village recebe Paulinho Moska, Leela e Giovanna Moraes, enquanto o Supernova traz Diogo Defante, Venere Vai Venus, Rock in Gil com Larissa Luz e Chady.   

No dia 5 de setembro, o Palco Mundo recebe Avenged Sevenfold fechando os shows do espaço, além da apresentação do Bring Me The Horizon, mgk (Machine Gun Kelly) e Sepultura. Ainda no dia 5, o Sunset recebe Bad Omens, Poppy, Black Pantera convida Nervosa, além de Malvada convida Day Limns, e o Espaço Favela tem Major RD, Canto Cego e Quantum. Já no New Dance Order, James Hype é a principal atração, com shows de Volkoder, Camila Jun x Eli Iwasa e Victor Lou. O Global Village terá Korzus, Noturnall + Russell Allen e Rhegia, enquanto o Supernova recebe Supercombo, Lvcas, MC Taya e Zero.  

      

6 de setembro – ESGOTADO   

   

Já no feriado de 7 de setembro, o Palco Mundo terá como principal atração Elton John, além de shows de Gilberto Gil, Jon Batiste e Luísa Sonza convida Roberto Menescal. Na mesma data, no Palco Sunset o público poderá assistir as apresentações de Laufey, Péricles canta Motown, Roupa Nova convidando Guilherme Arantes, e Vanessa da Mata convidando Rubel. Já o Espaço Favela tem Belo, Mart’nália e Tiee. No New Dance Order, Fatboy Slim encerra a noite, além de apresentações de Aline Rocha, Leo Janeiro & simo not simon e Max Styler. O Global Village recebe João Bosco, Joyce Moreno, Leila Pinheiro e Fernanda Takai, além de Wanda Sá, enquanto o Supernova traz Alee, Zeca Veloso, Melly e Maui.   

   

No segundo fim de semana do Rock in Rio, o dia 11 de setembro traz ao Palco Mundo Stray Kids como headliner, além de shows de Alok, HWASA e NEXZ. Na mesma data, a programação do Palco Sunset inclui Jamiroquai, PJ Morton, Os Garotin convidando Duquesa, e Jota.pê convidando Luedji Luna e Zaynara, a do Espaço Favela tem MC Cabelinho convida TZ da Coronel, além de Puterrier, MC Carol e Caio Luccas. No New Dance Order, o encerramento fica por conta do b2b entre Neelix e Vegas, além de apresentações de Omiki, DEPARTAMENTO e ANNA. Já o Global Village conta com Soulidified, Rio Bronx e Lambateria convida Félix Robatto, enquanto o Supernova recebe Nandatsunami, Ananda, Isa Buzzi e Muse Maya.   

12 de setembro - ESGOTADO  

   

Por fim, no dia 13 de setembro, o Palco Mundo tem Twenty One Pilots como headliner, além de Halsey, Lola Young e Ivete Sangalo. O Palco Sunset tem Zara Larsson como principal atração, Marina Sena convida Céu, Joelma convida Viviane Batidão e Carol Biazin convida Joyce Alane. O Espaço Favela recebe DENNIS, Suel e Marvvila. No New Dance Order, John Summit comanda o último show da Cidade do Rock, além de apresentações de Roddy Lima, Illusionize e Dawn Patrol - Maz, Antdot, Riascode e Bakka. Já o Global Village recebe Haley Smalls, Lucy Alves e Kinnie, enquanto o Supernova traz Lourena, Sant, Bruna Black e AR Baby.   

Cenografia dos palcos chama atenção na edição de 2026 do festival 

Além dos artistas, o festival chega com novidades marcantes: o Palco Mundo ganha uma cenografia totalmente inédita e, pela primeira vez, toda sua estrutura frontal será revestida por 2.400 m² de painéis de LED de altíssima definição, transformando o espaço em um único e imenso painel visual. A maior pista de dança da Cidade do Rock, o New Dance Order também retorna em 2026 com uma cenografia totalmente nova, com 56,50 metros de largura e 22,5 metros de altura, reforçando sua presença monumental no festival. O palco amplia ainda mais a experiência do público, enquanto os 502m² de painéis de LED são um dos grandes destaques do projeto visual, criando uma atmosfera imersiva que integra música, luz e movimento.        

Destaques que ultrapassam as fronteiras dos palcos do Rock in Rio 2026 

       

Outra novidade é a Gourmet Square, que contará com uma curadoria assinada pelo chef Pedro Siqueira, reconhecido entre os 100 melhores pizzaiolos do mundo pelo The Best Pizza Awards 2025, que também levará a gastronomia do Sìsì em um dos restaurantes do espaço. Outro destaque é o retorno do espetáculo aéreo The Flight, um dos momentos mais pedidos pelo público e que volta após apresentações históricas no festival – prometendo ainda mais emoção com manobras acrobáticas sincronizadas, trilha sonora especial e 756 disparos de fogos diurnos.  Neste ano, a Babilônia Feira Hype retorna ao Rock in Rio para celebrar 30 anos de história desde sua primeira edição. Nesta edição, o espaço ganha uma nova localização, próximo ao palco New Dance Order, em uma estrutura projetada pelo arquiteto João Uchôa. Ao todo, serão 20 tendas que, durante os sete dias de festival, receberão 60 expositores, com curadoria de marcas realizada pelo Instituto Brasileiro de Cultura, Moda e Design (Inbracultmode). Além das tendas, o público também poderá aproveitar uma programação com DJs convidados e uma instalação de arte urbana, ampliando a experiência do espaço e fazendo da Feira parte do percurso criativo do festival.    

  

O Rock in Rio, em parceria com a LightWire, anunciou um espetáculo grandioso que emocionou o mundo e que agora ocupa uma arena na Cidade do Rock para envolver toda a plateia: o ECCO. A atração é mais um dos projetos da Fábrica de Sonhos do Rock in Rio – a engrenagem criativa que, desde a primeira edição, se reinventa para surpreender o público com experiências que vão muito além da música e transformam ideias em momentos inesquecíveis para milhões de pessoas. A LightWire fará sua estreia no festival e vai transformar a apresentação em uma experiência sensorial inédita para o público. O projeto nasce como uma jornada imersiva em 360°, em que luz, som, tecnologia, corpo, aromas e natureza se fundem para criar uma narrativa profunda e envolvente. Na Cidade do Rock, o espetáculo chega inspirado na ideia de que a floresta é a verdadeira origem do som, propondo uma reflexão sobre as vibrações primordiais do planeta – vento, água, raízes e fogo – e sobre a forma como o ser humano transforma essas vibrações em música, arte e emoção. Combinando bailarinos, coreografias precisas, trilha sonora original com tecnologia surround, projeções mapeadas, holografia, áudio imersivo e figurinos tecnológicos em LED e fibra ótica – que se destacam pelo uso do PixelWear, com mais de 1.500 pixels de LED controlados individualmente, e do NewDress, que utiliza 1.000 metros de fibra óptica iluminados por LED –, cada uma das cinco apresentações diárias no festival terá 20 minutos de duração e uma capacidade para 1.000 pessoas dentro do espaço. 

Sobre o Rock in Rio           

       

1985 marca a primeira edição do evento idealizado por Roberto Medina e que hoje, 41 anos depois, é considerado o maior festival de música e entretenimento do mundo – o Rock in Rio. A história do evento se entrelaça com a do entretenimento no Brasil, sendo responsável por colocar o país na rota dos eventos internacionais, já que pela primeira vez, um país da América do Sul sediou um evento musical dessa magnitude. Em uma área de 250 mil m2, em Jacarepaguá, durante dez dias, 1 milhão e 380 mil pessoas foram iluminadas pela primeira vez e começaram a fazer parte do grande espetáculo. No palco – o maior do mundo na época, com 80m de boca de cena – 15 atrações nacionais e 16 internacionais. Originalmente organizado no Rio de Janeiro, o festival ganhou o mundo chegando a Lisboa (Portugal), onde é realizado até hoje, passando por Madrid (Espanha) e Las Vegas (USA).          

        

Desde a primeira edição, já gerou mais de 297,6 mil empregos diretos e indiretos e, apenas na última, em 2024, um impacto econômico de R$ 2.9 bilhões na cidade do Rio de Janeiro. Em 2022, o Rock in Rio foi considerado patrimônio cultural imaterial do estado do Rio de Janeiro. Pelas Cidades do Rock, desde 1985, já passaram mais de 12.3 milhões de visitantes, que assistiram a mais de 4.667 artistas em 141 dias de magia. Dentre os números gigantes do festival, mais de 146 milhões de pessoas alcançadas pelas comunicações nas redes sociais na edição que celebrou os 40 anos do Rock in Rio.       

        

Gerando impactos positivos nos países onde é realizado e consciente do poder disseminador da marca, o Rock in Rio pauta-se por ser um evento com o propósito de construir um mundo melhor para pessoas mais felizes, confiantes e empáticas num planeta mais saudável. Adotando e incentivando práticas que apoiam o coletivo, se une a empresas que possuem este mesmo olhar e diretriz. O festival investiu, junto com seus parceiros, mais de R$ 118 milhões em diferentes projetos, passando por temas como sustentabilidade, educação, música, florestas, entre outros. Apenas na Amazônia, mais de 4 milhões de árvores foram plantadas. A marca foi pioneira em ter a certificação ISO 20121 – Eventos Sustentáveis, é neutra em carbono desde 2006 e, em 2022, começou a trabalhar ambiciosas metas para 2030, alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).       

        

Das 24 edições, dez ocorreram no Brasil (1985, 1991, 2001, 2011, 2013, 2015, 2017, 2019, 2022 e 2024), dez em Portugal (2004, 2006, 2008, 2010, 2012, 2014, 2016, 2018, 2022 e 2024), três na Espanha (2008, 2010 e 2012) e uma nos Estados Unidos (2015).       

       

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Receita notifica 394 empresas no RN em ação que apura quase R$ 5 bilhões em divergências tributárias

A Receita Federal está notificando empresas que apresentaram divergências entre os valores apurados, declarados e efetivamente recolhidos de Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Em todo o país, foram identificadas inconsistências que somam R$ 4,91 bilhões e resultaram na notificação de 29.061 pessoas jurídicas. No Rio Grande do Norte, 394 empresas foram incluídas na ação fiscal.

A iniciativa utiliza informações obtidas por meio da Malha Fiscal Digital (MFD), ferramenta que cruza dados fiscais e contábeis para identificar inconsistências nas obrigações prestadas pelos contribuintes. Segundo a Receita Federal, as empresas notificadas registraram débitos de IRPJ e CSLL na Escrituração Contábil Fiscal (ECF), mas deixaram de declarar corretamente esses valores.

Em alguns casos, conforme explica o órgão, houve declaração parcial dos tributos; em outros, os valores foram apurados contabilmente, mas não chegaram a ser recolhidos. Situações que, para o contador e sócio-diretor da Rui Cadete Consultores Associados, Gustavo Vieira, reforçam a importância de uma gestão tributária preventiva e da revisão periódica das informações prestadas ao Fisco.

“A Receita Federal vem ampliando cada vez mais o uso de tecnologia e cruzamento de dados. Hoje, inconsistências que antes poderiam passar despercebidas são identificadas rapidamente pelos sistemas. Por isso, é fundamental que as empresas mantenham seus controles fiscais e contábeis alinhados e realizem conferências periódicas das informações transmitidas”, afirma o especialista.

O diretor da Rui Cadete explica que a autorregularização representa uma oportunidade para corrigir eventuais falhas antes da aplicação de penalidades maiores. “Empresas que receberem a notificação devem analisar cuidadosamente os apontamentos da Receita e verificar se há divergências entre a ECF, a DCTFWeb e EFD-Reinf, e os recolhimentos efetuados. Quando a inconsistência é confirmada, a regularização dentro do prazo tende a ser muito menos onerosa”, destaca.

Entre as medidas preventivas, Gustavo Vieira recomenda a revisão constante dos processos internos e a integração entre as áreas financeira, fiscal e contábil. “Muitas divergências decorrem de falhas operacionais, informações transmitidas de forma incompleta ou falta de conciliação entre os sistemas utilizados pela empresa. Por isso, investir em controles internos e contar com acompanhamento técnico especializado são tão importantes”, ressalta.

As notificações estão sendo encaminhadas pelo e-CAC e por correspondência física, com prazo para autorregularização até 31 de julho. Após essa data, empresas que mantiverem pendências poderão ser autuadas e ficam sujeitas à cobrança dos tributos devidos, acrescidos de juros e multas. “E além do impacto financeiro, os débitos podem dificultar a emissão da Certidão Negativa de Débitos, exigida em licitações, financiamentos e diversas operações empresariais”, alerta o diretor da Rui Cadete.

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Pinacoteca do Estado recebe exposição que celebra 45 anos da trajetória de Pedro Pereira

O título da exposição sintetiza essa relação entre palavra e imagem que acompanha o artista - Foto Fábio Cortez  - Foto: Foto: Fábio Cortez Divulgação Produção Pedro Pereira.

 Foto: Fábio Cortez Divulgação Produção Pedro Pereira.

Sediada no Palácio Potengi, a Pinacoteca do Estado do Rio Grande do Norte abre ao público neste sábado (13), às 10h, a exposição “Unir Verso às Cores”, do artista visual e poeta Pedro Pereira. A mostra, que reúne 46 obras produzidas ao longo de 45 anos de trajetória artística, apresenta ao público um amplo panorama da produção de um dos mais representativos nomes da cultura potiguar contemporânea. Localizado no centro histórico da capital potiguar e com acesso gratuito, o espaço cultural funciona diariamente, fechando somente às segundas-feiras. 

Com produção de Alda Pereira e curadoria do artista visual Pablo Pinheiro, a exposição permanecerá aberta à visitação até o dia 12 de julho, oferecendo ao público a oportunidade de conhecer diferentes fases da obra de Pedro Pereira por meio de pinturas, colagens, fotografias, intervenções artísticas e poemas.

Natural de Passa e Fica, Pedro Pereira construiu uma trajetória singular marcada pelo diálogo entre as artes visuais e a literatura. Ao longo de mais de quatro décadas de atuação cultural, consolidou uma produção caracterizada pela liberdade criativa, pela experimentação estética e pela valorização da arte como instrumento de reflexão e transformação social.

O título da exposição sintetiza essa relação entre palavra e imagem que acompanha o artista desde o início de sua carreira. Inspirado em um de seus poemas, “Unir Verso às Cores” traduz a essência de uma obra construída entre a pintura e a escrita: “Pinto o que não sei escrever, escrevo o que não sei pintar. Pinto e escrevo o que me faz sonhar”.

A mostra apresenta trabalhos produzidos entre 1981 e 2026, revelando diferentes momentos da trajetória do artista. O público encontrará pinturas em óleo e acrílico sobre tela, colagens, fotografias e intervenções artísticas realizadas em camisetas de algodão, suporte que se tornou uma das marcas de sua produção a partir do final da década de 1980.

A realização da exposição “Unir Verso às Cores” conta com apoio institucional do Governo do RN, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult) e da Fundação José Augusto (FJA), que administra o Palácio Potengi, sede da Pinacoteca do Estado.

Arte, poesia e experimentação – A exposição evidencia a diversidade de linguagens exploradas por Pedro Pereira ao longo de sua carreira. Em suas obras, cores intensas, elementos poéticos e referências ao cotidiano dialogam com temas ligados à memória, aos sentimentos humanos, à natureza e às experiências coletivas.

As cores ocupam papel central em sua produção artística, constituindo uma identidade visual reconhecida por diferentes gerações de apreciadores de arte. Essa relação afetiva com a cor é um dos aspectos mais presentes na mostra, que convida o público a percorrer um universo criativo marcado pela sensibilidade e pela experimentação.

Além de celebrar uma trajetória artística, a exposição também registra momentos importantes da vida do artista. Em 2002, Pedro Pereira enfrentou um Acidente Vascular Cerebral (AVC), experiência que deu origem a uma nova fase de sua produção. Desde então, a arte passou a ocupar papel ainda mais significativo em seu processo de reconstrução pessoal e criativa.

Em 2026, o artista celebra simultaneamente 45 anos de atividade cultural e 24 anos dessa etapa de superação e reinvenção, reafirmando a arte como espaço de resistência, esperança e renovação.

Contribuição para a cultura potiguar – Pedro Pereira integra a chamada Geração Alternativa, movimento ligado à poesia marginal que marcou a cena cultural natalense nas décadas de 1980 e 1990. Também participou da banda de rock Cabeças Errantes e desenvolveu projetos que ampliaram o acesso à arte em diferentes regiões do estado.

Sua estreia literária ocorreu em 1981, com a publicação do livro Lutar pela Paz. No final dos anos 1980, criou o projeto Arte Camiseta, iniciativa que transformou peças de vestuário em suporte artístico e promoveu oficinas de pintura livre em diversos municípios potiguares.

Nas artes visuais, realizou sua primeira exposição individual na Pinacoteca do Estado em 1999, com a mostra Natal Passa e Fica Saudade. Desde então, participou de exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior, consolidando uma produção reconhecida pela originalidade e pelo diálogo entre diferentes linguagens artísticas.

Reconhecido por sua atuação em defesa da cultura, também contribuiu para a mobilização que resultou na instituição das comemorações do Dia do Artista Plástico em Natal (8 de maio), fortalecendo a valorização dos profissionais das artes visuais no Rio Grande do Norte.

Ao receber “Unir Verso às Cores”, a Pinacoteca do Estado reafirma seu papel como espaço de preservação, difusão e valorização da produção artística potiguar, oferecendo ao público uma oportunidade de conhecer e revisitar a obra de um artista que construiu sua trajetória entre versos, cores, sonhos e resistência. (Do original produzido pelo jornalista Moisés de Lima, em colaboração ao artista).

SERVIÇO: Unir Verso às Cores |  Artista Pedro Pereira. 

Abertura – 13 de junho de 2026, às 10h.

Visitação – até 12 de julho, de terça a sexta, das 8h às 17h; e aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 16h. Entrada gratuita.

Endereço – Palácio Potengi/Pinacoteca Potiguar – Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal (RN).

Dica preciosa para dowload de fotografias –  Para obter a experiência das fotos do carrossel desta publicação em formato original, clicar com o botão direito do mouse ou touch e peça para abrir em outra aba.

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