1 de novembro de 2018

FLASHES E BRILHOS

Filme sobre Freddie Mercury, ‘Bohemian Rhapsody’ estreia nos cinemas do RN nesta quinta (1)

A grande estreia da semana nos cinemas do Rio Grande do Norte é o longa “Bohemian Rhapsody”, que conta a história da banda Queen, formada por Freddie Mercury e seus companheiros nos anos 1970. O diretor Lars von Trier traz o filme “A Casa que Jack Construiu”, sobre um serial killer, e “O Doutrinador” entra em cartaz como uma adaptação de uma HQ brasileira. Confira abaixo toda a programação.

Bohemian Rhapsody

Rami Malek interpreta Freddie Mercury em 'Bohemian Rhapsody' — Foto: Divulgação

Rami Malek interpreta Freddie Mercury em ‘Bohemian Rhapsody’ — Foto: Divulgação

O G1 já viu a cinebiografia da banda Queen, dirigida por Bryan Singer e estrelada por Rami Malek no papel de Freddie Mercury. O longa acompanha a formação da banda com Mercury e os outros integrantes, Brian May, Roger Taylor e John Deacon, nos anos 1970. O grupo tem de enfrentar o desafio de conciliar a fama e o sucesso com suas vidas pessoais cada vez mais complicadas.

Confira abaixo o trailer de “Bohemian Rhapsody”:

A Casa que Jack Construiu

Matt Dillon é protagonista de 'A casa que Jack construiu' — Foto: Divulgação

Matt Dillon é protagonista de ‘A casa que Jack construiu’ — Foto: Divulgação

O longa conta a história do arquiteto Jack (Matt Dillon), que, ao longo de 12 anos, passa a assassinar dezenas de pessoas. Devido ao descaso das autoridades e à indiferença dos habitantes locais, Jack não encontra dificuldade em planejar seus crimes, executá-los ao olhar de todos e guardar os cadáveres num grande frigorífico. O filme, que o G1 já viu, é dirigido por Lars von Trier.

Confira abaixo o trailer de “A Casa que Jack Construiu”:

O Doutrinador

Cena do filme brasileiro 'O Doutrinador' — Foto: Divulgação

Cena do filme brasileiro ‘O Doutrinador’ — Foto: Divulgação

Baseada na HQ brasileira de Luciano Cunha, “O Doutrinador” é a história de um anti-herói com sede de vingança e justiça. Mascarado, ele surge para atacar a impunidade que permite que políticos e empreiteiros enriqueçam às custas da miséria e do trabalho dos brasileiros. A adaptação é de Gabriel Wainer, com Kiko Pissolato, Samuel de Assis e Tainá Medina no elenco.

Confira abaixo o trailer de “O Doutrinador”:

Johnny English 3.0

Cena de 'Johnny English 3.0' — Foto: Divulgação

Cena de ‘Johnny English 3.0’ — Foto: Divulgação

Em sua nova aventura, Johnny English (Rowan Atkinson) é a última salvação do serviço secreto quando um ataque cibernético revela as identidades de todos os agentes do país. Tirado de sua aposentadoria, ele volta à ativa com a missão de achar o hacker por trás do ataque. Com poucas habilidades e métodos analógicos, Johnny English precisa superar os desafios do mundo tecnológico para fazer da missão um sucesso.

Confira abaixo o trailer de “Johnny English 3.0”:

O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos

Cena de 'O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos' — Foto: Divulgação

Cena de ‘O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos’ — Foto: Divulgação

Clara (Mackenzie Foy), jovem esperta e independente, perde a única chave mágica capaz de abrir um presente de valor incalculável dado por seu padrinho (Morgan Freeman). Ela decide então iniciar uma jornada de resgate que a leva pelo Reino dos Doces, o Reino das Neves, o Reino das Flores e o sinistro Quarto Reino.

Confira abaixo o trailer de “O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos”:

Festival Internacional de Cinema Infantil

A 16ª edição do Festival Internacional de Cinema Infantil (FICI) vai até 4 de novembro em Natal. O evento é no Cinemark do shopping Midway Mall, com meia-entrada para todos e sessões gratuitas para escolas públicas e projetos sociais.

A programação do festival está no site do Cinemark.

Confira abaixo a programação completa de cada cinema:

Natal

Mossoró

FLASHES E BRILHOS

Eleitores dos EUA vão às urnas para escolher deputados, senadores e governadores nas ‘midterms’; entenda

Na próxima terça-feira, dia 6 de novembro, os eleitores americanos irão às urnas para as eleições de meio de mandato, nas quais irão definir uma nova Câmara, um terço do Senado e mais de 75% de seus governadores.

As “midterms” têm este nome porque acontecem, a cada quatro anos, sempre no meio do mandato de um presidente. E, embora costumem receber menos atenção da mídia e dos eleitores, são muito importantes porque podem alterar o peso da influência de cada partido.

Em alguns estados a votação foi aberta em 21 de setembro – leis estaduais permitiram, por exemplo, que cidadãos de Minnesota e Dakota do Sul começassem a votar naquele dia, 46 antes da eleição oficial. Nova Jersey, Missouri, Califórnia, Montana e Arizona também estão entre os estados que permitem votação antecipada.

Desteny Martinez, de 18 anos, vota antecipadamente em Norwalk, Califórnia, no dia 24 de outubro — Foto: Reuters/Lucy Nicholson

Desteny Martinez, de 18 anos, vota antecipadamente em Norwalk, Califórnia, no dia 24 de outubro — Foto: Reuters/Lucy Nicholson

No momento, o Partido Republicano, mesmo de Donald Trump, tem vantagem em todas as frentes. São dele os governadores de 33 dos 50 estados do país (além de dois territórios), 51 dos 100 senadores e 235 dos 435 deputados.

Os democratas governam 16 estados (e dois territórios), ocupam 49 cadeiras no Senado e 193 na Câmara. O estado do Alasca é governado por um membro de um partido independente.

A maior chance do Partido Democrata é tentar assumir o comando na Câmara de Representantes, onde todas as cadeiras serão disputadas. No Senado, embora a diferença seja menor, a virada fica muito mais difícil porque a grande maioria das vagas que estão em disputa já são ocupadas por democratas. Além de manter todas, o partido ainda precisa lutar para vencer as poucas atualmente republicanas em jogo.

Entenda a seguir o que está sendo disputado em cada categoria das “midterms”.

Câmara

Todas as 435 cadeiras da Câmara dos EUA estão em disputa nesta eleição. Para obter a maioria, um partido precisa conquistar pelo menos 218 delas.

A Câmara tem ainda seis assentos sem direito a voto, que são o representante do distrito federal de Washington D.C., o comissário residente de Porto Rico e um delegado para cada um dos quatro seguintes territórios: Samoa Americana, Guam, Ilhas Marianas do Norte e Ilhas Virgens Americanas.

Atualmente, a maioria da Câmara é do Partido Republicano, que controla 235 cadeiras, enquanto o Partido Democrata ocupa 193. Há ainda sete posições vagas. Para reverter o quadro e conquistar a maioria, os democratas precisam ganhar mais 24 assentos além dos que já possuem.

Eleitora deposita voto antecipado em urna em Norwalk, Califórnia, no dia 24 de outubro — Foto: Reuters/Lucy Nicholson

Eleitora deposita voto antecipado em urna em Norwalk, Califórnia, no dia 24 de outubro — Foto: Reuters/Lucy Nicholson

Se a tendência histórica se mantiver, os democratas podem obter um resultado positivo. Em geral, o partido do presidente costuma perder cadeiras nas eleições de meio de mandato.

Nas 21 eleições do tipo realizadas desde 1934, apenas duas vezes o partido do presidente ganhou assentos no Senado e na Câmara, nos governos de Roosevelt e George W. Bush. Em outras três ocasiões, o partido do presidente ganhou cadeiras apenas na Câmara e uma vez houve empate. Em uma ocasião, o partido do presidente ganhou cadeiras só no Senado. As piores perdas nas “midterms” tendem a ocorrer no primeiro mandato de um presidente.

Por outro lado, os democratas precisam ampliar sua vantagem em 24 cadeiras, um crescimento que só conseguiram alcançar duas vezes nos últimos 50 anos, em 1974 e 2006, e que seus adversários atingiram três vezes no mesmo período. A última delas foi em 2010, justamente no primeiro ano do primeiro mandato de Barack Obama.

Mas há ainda outro fator que pode ajudar o Partido Democrata. Os números mostram que americanos costumam favorecer a reeleição ao voto em novos candidatos. Mas, em 2018, nada menos do que 39 deputados republicanos – a maioria anti-Trump – anunciaram suas aposentadorias, abrindo lugares para novatos de qualquer que seja o partido.

Veja no mapa abaixo como é a atual distribuição da Câmara dos Representantes dos EUA:

Mapa da Câmara de Representantes dos EUA — Foto: Karina Almeida/G1

Mapa da Câmara de Representantes dos EUA — Foto: Karina Almeida/G1

Distribuição

A Câmara dos EUA tem 435 cadeiras desde 1912. Naquele ano, de acordo com o senso em vigor, de 1900, cada deputado representava 193.167 americanos. Atualmente, segundo o censo de 2010, cada congressista representa 709.760 pessoas.

Cada um dos 50 estados americanos tem uma vaga na Câmara garantida. As 385 restantes são distribuídas através do método Huntington-Hill, uma fórmula matemática que atribui prioridade aos estados com maiores populações, mas redistribui alguns assentos periodicamente para que nenhum seja prejudicado.

Veja abaixo quantos deputados representam cada estado:

Número de deputados por estado nos EUA — Foto: Karina Almeida/G1

Número de deputados por estado nos EUA — Foto: Karina Almeida/G1

Senado

Cada um dos 50 estados tem direito a duas vagas no Senado, independentemente do tamanho de sua população ou sua representação na Câmara. Os senadores têm um mandato de seis anos, e os que forem eleitos agora cumprirão os seus entre 03 de janeiro de 2019 e 03 de janeiro de 2025.

Este ano, haverá eleições para 35 das 100 cadeiras: 33 vagas comuns e duas em eleições especiais, realizadas para preencher vagas que surgem durante os intervalos entre uma eleição comum e outra.

No caso de 2018, isso irá acontecer com as segundas cadeiras de Minnesota, onde o democrata Al Franken renunciou após denúncias de assédio, e Mississippi, onde o republicano Thad Cochran se afastou por problemas de saúde.

O Senado hoje tem 51 republicanos e 49 democratas. As vagas em disputa são atualmente ocupadas por 9 republicanos, 24 democratas e 2 independentes que votam com os democratas.

Os republicanos podem até perder uma vaga e ainda continuar em vantagem, já que o Artigo 1 da Constituição dá ao vice-presidente o poder de votar em caso de empate – e o atual vice, Mike Pence, é republicano.

Os democratas têm que manter seus 24 + 2 e ainda ganhar outros dois. Segundo o site de análises estatísticas FiveThirtyEight, eles enfrentam em 2018 o mapa mais desfavorável que qualquer partido já enfrentou em uma eleição para o Senado.

Veja no mapa abaixo os estados que irão eleger senadores e de quais partidos são os senadores atuais nesses locais:

Mapa de senadores dos EUA — Foto: Karina Almeida/G1

Mapa de senadores dos EUA — Foto: Karina Almeida/G1

Governos estaduais

Este ano, no dia 6 de novembro também serão eleitos governadores para 36 estados e 3 territórios. Esses estados atualmente são governados por 26 republicanos, 9 democratas e um independente. Nos territórios, estão no poder dois republicanos e um independente.

Dos 36 estados onde haverá eleição, 20 têm governadores que concorrem à reeleição, sendo 13 deles republicanos, 6 democratas e um independente.

Veja no mapa abaixo os estados e territórios onde haverá eleições e de quais partidos são os governadores atuais nesses locais:

Mapa de governadores dos EUA — Foto: Karina Almeida/G1

Mapa de governadores dos EUA — Foto: Karina Almeida/G1

Siglas dos estados dos EUA — Foto: Karina Almeida/G1Siglas dos estados dos EUA — Foto: Karina Almeida/G1

FLASHES E BRILHOS

‘O país precisa de uma agenda anticorrupção e anticrime organizado’, diz Moro no voo para se encontrar com Bolsonaro

O juiz Sergio Moro chegou às 9h desta quinta-feira (1) à casa de Jair Bolsonaro, na Barra da Tijuca. Os dois vão conversar sobre o desejo do presidente eleito de ver o magistrado como ministro da Justiça ou do Supremo Tribunal Federal, quando houver vaga.

Moro desembarcou no Aeroporto Santos Dumont por volta das 7h30. Ele veio de Curitiba em voo de carreira e sem seguranças.

Questionado sobre o que o motiva para o encontro com Bolsonaro, o juiz afirmou que o país precisa de uma agenda anticorrupção e anticrime organizado. “Se houver a possibilidade de uma implementação dessa agenda, convergência de ideias, como isso ser feito, então há uma possibilidade. Mas como disse, é tudo muito prematuro”, destacou Moro.

Durante o voo, ele chegou a dizer que ainda não há nada definido.

“Tô indo lá para conversar, não tem nada decidido. Ainda vai haver a conversa”, afirmou o magistrado.

Durante a viagem, Moro também falou que considera prematuro temerem impacto negativo na Lava Jato caso aceite o cargo. “Acho surpreendente falar que não se deve nem conversar com um presidente que acabou de ser eleito por mais de 50 milhões de brasileiros”, afirmou.

Perguntado sobre o fato de a defesa do ex-presidente Lula ter questionado o fato, ele apenas respondeu que “se houver alguma alegação, será decidido nos autos”.

Moro viaja para o Rio para reunião com Jair Bolsonaro — Foto: Reprodução / TV Globo

Moro viaja para o Rio para reunião com Jair Bolsonaro — Foto: Reprodução / TV Globo

‘Honrado com a lembrança’

Na terça, Moro afirmou que, caso o nome dele seja indicado para o STF ou para o Ministério da Justiça, vai refletir sobre o convite.

“Sobre a menção pública pelo Sr. Presidente eleito ao meu nome para compor o Supremo Tribunal Federal quando houver vaga ou para ser indicado para ministro da Justiça em sua gestão, apenas tenho a dizer publicamente que fico honrado com a lembrança. Caso efetivado oportunamente o convite, será objeto de ponderada discussão e reflexão”, diz a nota divulgada pela Justiça Federal do Paraná.

A possibilidade foi levantada por Jair Bolsonaro na noite desta segunda-feira (29), em entrevista ao vivo ao “Jornal Nacional”. O avião que está trazendo Sérgio Moro decolou do aeroporto Afonso Pena, na região metropolitana de Curitiba, pouco antes das 6h30 desta quinta.

Moro é o juiz responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância e, com o avançar da operação, ganhou notoriedade nacional. Na avaliação do presidente eleito, Moro é um símbolo no Brasil.

“Eu costumo dizer que é um homem que perdeu sua liberdade no combate à corrupção. Ele não pode mais ir à padaria sozinho ou ir passear com a família no shopping sem ter aparato de segurança ao lado. É um homem que tem que ter o trabalho reconhecido”, disse durante a entrevista.

O presidente disse ainda que a corrupção tem que ser banida no país e que “ninguém suporta mais conviver com essa prática tão nefasta”.

Apoiadores em ‘vigília’

As amigas Ilma Lopes e Marinês Pulcherio na porta da casa de Bolsonaro — Foto: Fernanda Rouvenat/G1

As amigas Ilma Lopes e Marinês Pulcherio na porta da casa de Bolsonaro — Foto: Fernanda Rouvenat/G1

Além da movimentação de jornalistas, apoiadores de Bolsonaro esperavam na porta do condomínio onde o presidente eleito mora, na Praia da Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.

As amigas Ilma Lopes e Marinês Pulcherio tentaram ver a chegada do juiz Sergio Moro. A administradora Ilma mora na Barra da Tijuca, mas afirmou que essa é a primeira vez que vai até o local. “Viemos para prestigiar o Moro. A gente é fã dele de carteirinha. A gente só queria retribuir um pouco o que ele tem feito. Ela (Marinês) é mais Bolsonaro, eu sou mais Moro”, disse Ilma.

FLASHES E BRILHOS

Empresários que vão aderir Black Friday apostam na chance de aumentar vendas

Helvio Romero / Estadão
Desconto médio deve girar em torno de 29%

Mesmo em meio a um cenário de incertezas na economia do país, a expectativa de parte dos empresários para a Black Friday brasileira deste ano é de bons resultados. Ao chegar em sua nona edição, se consolida como uma das principais datas para o varejo. Um levantamento feito em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que 11% das empresas pretendem aderir a Black Friday — percentual que sobe para 16% no setor de comércio. Desse total, 77% enxergam uma oportunidade para aumentar suas vendas e 19% em girar produtos em estoque.

As principais estratégias de preparação que devem ser adotadas pelos empresários que participarão da Black Friday envolvem realização de promoções especiais (52%), investimento na divulgação de seu negócio (32%) e ampliação do estoque (29%). Para atrair os consumidores, o desconto médio a ser aplicado nos produtos ou serviços durante o período do evento será de 29%, sendo que 33% dos empresários prometem descontos que variam entre 31% e 50%.

Outro dado apontado pela pesquisa mostra que um em cada quatro (25%) empresários participantes do evento acredita que as vendas no Black Friday 2018 serão melhores em relação ao ano passado, enquanto 35% acham que serão iguais e apenas 10% avaliam que serão piores. “Este é um bom momento para o varejo oferecer descontos atrativos e impulsionar suas vendas, já aquecendo seus negócios para o fim de ano”, afirma o presidente da CNDL, José César da Costa.

26% dos empresários brasileiros acreditam que a data é um indicativo para vendas no Natal e em maior número está o comércio

Ainda que a Black Friday seja tradicionalmente realizada na última sexta-feira de novembro, a apenas um mês das festas de final de ano, 26% dos empresários consideram que o evento é um indicativo de como serão vendas para o Natal — em maior medida no setor de comércio (29%).

Além disto, 47% acreditam que a Black Friday não interfere nas vendas de Natal, enquanto para 32% contribui para aumentar o faturamento e apenas 10% afirmam que há algum tipo de prejuízo. Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro, Natal e Black Friday são eventos com propósitos diferentes.

“O hábito de presentear no Natal já é tradição no mundo todo, que envolve familiares e amigos. Já a Black Friday trata-se de uma compra pessoal, com a finalidade de aproveitar um grande desconto”, observa. “Ainda assim, as vendas no Black Friday podem indicar um consumidor mais otimista e com mais apetite para as compras no Natal”, completa o presidente do SPC Brasil.

Metodologia

Foram ouvidos 1.168 empresários de serviços e comércio varejista localizados nas capitais e no interior do país.

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