Mercado de US$ 4 trilhões: Bioeconomia e ‘marca Amazônia’ viram estratégia de valor para multipropriedade no Brasil

Estudo da OCDE aponta uso de recursos biológicos como setor trilionário global. No Brasil, segmento de multipropriedade que movimentou R$ 100 bilhões em quatro anos, o empreendimento catarinense adota o conceito para validar ativos imobiliários de longo prazo.

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Divulgação: Descrito nos arquivos.
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Janeiro, 2026 – Dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) estimam que o setor já movimenta entre US$ 4 e US$ 5 trilhões anuais, com potencial para atingir US$ 30 trilhões até 2050. O Brasil é destaque e essa lógica também começa a ser incorporada pelo mercado imobiliário, no segmento de multipropriedade, que acumulou cerca de R$ 100 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV) entre 2020 e 2024, segundo a Caio Calfat Real Estate Consulting.

Em Penha (SC), o Amazon Parques & Resorts, complexo turístico e hoteleiro que atua no modelo de cotas compartilhadas, substituiu o modelo tradicional de “importação de marcas estrangeiras” pela valorização da marca Amazônia, associando o uso responsável dos recursos naturais à experiência do consumidor. 

Em fase de construção, essa diretriz se traduz em decisões técnicas voltadas à redução de impactos ambientais e ao uso eficiente de recursos. O projeto, com mais de 20 mil m² de área construída, prevê a utilização de madeira de reflorestamento e biocompostos, além de sistemas de reuso de água da chuva, estação própria de tratamento de esgoto, reflorestamento com mais de 2 mil mudas nativas e miniusinas solares distribuídas nas três torres. O empreendimento contará ainda com 230 placas fotovoltaicas, com capacidade estimada de geração de 15 mil kWh por mês, volume equivalente ao consumo médio de cerca de 75 residências.

A utilização do conceito de bioeconomia se estende à experiência proposta pelo empreendimento, fora do canteiro de obras, incluindo a experiência do usuário. Entre as iniciativas, está o desenvolvimento de uma cerveja exclusiva, criada em parceria com a Penhasco Cervejaria, de Penha. Com sabores inspirados na Amazônia, como açaí e guaraná, o produto integra a estratégia de valorização de fornecedores locais e de incorporação de elementos da biodiversidade brasileira como ativos culturais e comerciais.

Para Roberto Kwon, CEO do resort, a adoção da bioeconomia no projeto responde a uma decisão empresarial alinhada às novas dinâmicas de consumo e investimento. “Ao integrar território, cultura e estratégia econômica, estruturamos um empreendimento mais consistente e conectado às expectativas do consumidor atual. A proposta fortalece cadeias locais, estimula fornecedores regionais e constrói uma experiência autêntica, ancorada na identidade brasileira”, afirma.

Localizado a cerca de sete minutos do Beto Carrero World, o resort terá gestão da Wyndham Hotels & Resorts e afiliação à RCI, maior rede global de intercâmbio de férias, que possibilita aos proprietários de cotas a troca de seus períodos de uso por hospedagens em mais de 4.200 resorts distribuídos em 110 países. O empreendimento contará com cerca de 9 mil m² destinados ao lazer e mais de 200 unidades no modelo de multipropriedade.

Sobre o Amazon Parques & Resorts

Fundada em 2020, o Amazon Parques & Resorts tem como meta a implementação de empreendimentos imobiliários desenhados para o entretenimento, bem-estar e hotelaria alinhados às novas práticas do mundo contemporâneo consciente. Atua com a comercialização imobiliária e de multipropriedade com conceito de arquitetura sustentável, proporcionando entretenimento de qualidade, alinhado às práticas contemporâneas de economia e fortalecendo uma rede de iniciativas de comunidades. 

http://www.amazonparqueseresorts.com.br/

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