28 de agosto de 2020

Coluna Versátil News

Médico Sanitarista Gastão Wagner reforça papel da atenção primária e vigilância

“Mesmo após a vacina a estimativa é que a pandemia se transforme em endemia, com surtos em bairros, famílias, fábricas. Precisamos antecipar esses surtos desde agora. Com a atenção primária e a vigilância evitaremos que surtos se transformem novamente em contaminação comunitária”, afirmou o médico sanitarista e professor titular da Universidade de Campinas, Gastão Wagner de Souza, durante a aula inaugural de formação de apoiadores técnicos do Projeto de Apoio Integrado AB-VS: Enfrentamento da Covid-19 no Estado do Rio Grande do Norte, realizada nesta quarta-feira (26).

A aula, realizada em ambiente virtual, aberta ao público, foi ministrada para 20 profissionais que atuarão nos municípios com o papel de integrar a vigilância em saúde e a atenção primária no enfrentamento à Covid-19, e contou com a participação do secretário estadual de saúde prof. Dr. Cipriano Maia, como palestrante, e da subsecretária de planejamento e gestão da Sesap prof. Dra. Maura Sobreira, como mediadora. Também participaram membros do Conselho Estadual de Saúde do RN, Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems/RN) e Ministério Público Estadual.

O projeto de apoio integrado, que adota a metodologia de suporte institucional nos territórios, será focado na pandemia da covid-19, mas promoverá um ganho permanente. “Ele vem se somar a iniciativas estratégicas que vínhamos trabalhando no Estado, e na sequência virá um projeto de fortalecimento das equipes regionais do âmbito do Estado, fortalecendo a regionalização, ou seja, apesar do foco na covid-19, o projeto trará ganhos para desenvolvimento das equipes regionais, ficando como legado da pandemia”, disse o secretário Cipriano Maia.

Prova disso é a atuação do Governo do Rio Grande do Norte que fez opção pelos leitos dos hospitais e não hospitais de campanha, para reforçar o Sistema Único de Saúde para oferecer de qualidade e eficiência a longo tempo.

“É um momento importante no qual estamos coordenando a retomada de atividades assistenciais e dando continuidade à gestão da pandemia no estado e esperamos que o projeto possa diminuir a propagação da doença e o surgimento de novos surtos. A metodologia é, primeiro escutar as demandas e prioridades, e fazer ofertas a partir do saber, da capacidade do conhecimento e das diretrizes da gestão”, explicou o secretário.

Para o professor Gastão, a integração entre a vigilância epidemiológica e a atenção primaria é uma tarefa que transpõe a pandemia. “Mais do que melhorar a informação e ter uma ação mais orientada a vigilância epidemiológica tem a função de além de analisar dados, agir, intervir na realidade, de prevenir surtos”, reforça.

Ainda de acordo com ele, os apoiadores institucionais estarão integrados nos locais de atuação. “A ideia é ter representantes da gestão que irão lá fazer junto, conhecendo a dificuldade concreta de cada local. A dinâmica do apoiador é diferente da postura do gestor tradicional, é mais pedagógica, de negociação, é uma visão construtivista”, completou.

Além da aula e encontros que estão sendo programados, os apoiadores técnicos contarão com os sete planos emergenciais para prevenção e enfrentamento da Covid-19, desenvolvidos pela Sesap, voltados para as populações em situações de vulnerabilidade, como quilombolas, LGBTs, indígenas, assim como o caderno de atenção primária voltado para o enfrentamento da pandemia, que funcionarão como instrumentos de orientação ao trabalho.

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Governadora visita a obra finalizada da Escola Jacumaúma em Arês

Divulgação

Com o objetivo de levar uma educação de qualidade para mais de 20 mil estudantes no RN, o Governo está reformando e ampliando 40 escolas em 32 municípios do Estado, com investimento de mais de R$ 86 milhões, a partir do empréstimo com o Banco Mundial. Acompanhada do vice-governador Antenor Roberto, a governadora e professora Fátima Bezerra, visitou uma dessas obras finalizadas, no município de Arês. A visita aconteceu no final da manhã desta quarta-feira (26).

Com a obra estrutural concluída e à espera apenas de documentos do Corpo de Bombeiros para ser entregue, a centenária Escola Estadual Jacumaúma atende mais de 520 alunos do Ensino Médio. Somente nesta intervenção foram aplicados R$ 2,9 milhões.

“Essa não foi apenas uma reforma. Foi uma reconstrução. E isso se dá numa demonstração clara de nosso compromisso com a Educação, e de como essas intervenções são prioridade para a nossa gestão. Agora sim, a Jacumaúma está à altura da dignidade de toda a comunidade escolar”, comemorou Fátima, que completou: “melhor do que vivenciar esse momento de alegria e felicidade é dividir com entes tão importantes como professores, merendeiras, e funcionários em geral que vão viver essa escola no dia a dia”.

O projeto foi concebido com a integração dos diversos setores. Dessa maneira, a escola vai passar a oferecer oito salas de aulas, de recursos multifuncionais, de multimídia, três laboratórios, biblioteca, recreio coberto e área de circulação.

No setor administrativo, foram construídas as salas da direção, dos professores, secretaria, coordenação pedagógica, almoxarifado e arquivo. Na ala dos serviços, estão a cozinha, copa, área de serviço, despensa, depósitos, banheiros e vestiários acessíveis para alunos e funcionários e cisterna.

Ao verificar cada ambiente da nova escola, a ex-aluna e vice-gestora da instituição, Elizete Fernandes, falou da expectativa da volta às aulas. “Diante desta que, sem dúvidas, é a maior obra que o município de Arês foi beneficiado nos últimos anos, só podemos dizer que estamos contando as horas para voltar às aulas em uma escola adequada, com a estrutura que vai atender a todas as nossas necessidades, sejam elas pedagógicas, ou administrativas”, pontuou Elizete.

O secretário de Gestão de Projetos e Metas e coordenador do Governo Cidadão, Fernando Mineiro, explicou que a finalização desta e de outras tantas obras é o resultado de um trabalho integrado entre o Governo Cidadão e a Secretaria de Estado de Educação, destravando problemas, buscando soluções para que as obras fluíssem sem dificuldades.

“A luta para dar continuidade às obras foi grande. Essa é apenas uma escola que entregaremos esse ano. Das 40, ainda em 2020, 38 voltarão às mãos de seus alunos, professores, coordenadores. O que mostra o cuidado da gestão da professora Fátima com a Educação do RN”, destacou Mineiro, acrescentando que nos próximos dias as instalações deverão receber a autorização do Corpo de Bombeiros para funcionar. Quinze escolas já tiveram as obras estruturais concluídas, outras 20 estão com obras em andamento e cinco prestes a iniciar os serviços.

Corroborando Mineiro, o sub secretário de Educação, Marcos Leal, disse: “Para a secretaria é uma emoção entregar equipamento de tão alta qualidade”.

O presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa e professor da rede Estadual de ensino, o deputado estadual Francisco Medeiros, completou: “A nova estruturação que está sendo dada às escolas do Estado fortalecem o setor e beneficiam toda a população”.

Jacumaúma e Arês

A história conta que o município de Arês se iniciou, pelos idos de 1758, quando um grupo de índios chefiados pelo cacique Jacumahuma resolveu deixar o aldeamento de Papary (hoje, Nísia Floresta) por causa das desavenc¸as ocorridas e foi a procura de novas terras. Chegando às margens da Lagoa de Guarai´ras, o grupo indi´gena se estabeleceu, e dai´ surgiu a` primeira comunidade da futura Vila Nova de Arês. Título dado pelo juiz de Olinda, Dr. Miguel Carlos Caldeira Castelo Branco.

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Governo se reúne com Sindipetro e bancada federal sobre a saída da Petrobras

ASSECOM

Os impactos da saída da Petrobras do Rio Grande do Norte foram a pauta das reuniões da governadora Fátima Bezerra na tarde desta quarta-feira (26). Primeiro, ela estive reunida com representantes da diretoria do Sindicato dos Petroleiros do RN e em seguida, por videoconferência, com a bancada federal potiguar.

Alinhar o discurso e as ações dos petroleiros com o Governo do Estado estava entre os objetivos do encontro com o Sindipetro-RN. A governadora iniciou a reunião fazendo uma análise da atual situação para os representantes do sindicato e reiterou a posição do Estado em resistir, de todas as formas possíveis, para evitar a retirada da Petrobras do território potiguar, e ainda mitigar as consequências negativas para o desenvolvimento econômico e social, uma vez confirmado o fim das atividades no Rio Grande do Norte.

“Precisamos pôr os pés no chão para alinhar e fortalecer essa corrente, esse movimento, para impedir o desastre, que é vender a totalidade de ativos da Petrobras no Rio Grande do Norte”, comentou a governadora ao enfatizar que jamais um governo de perfil popular como o dela iria se omitir nesse momento.

Depois foi a vez dos representantes do Sindipetro exporem a posição da entidade. Para o coordenador-geral do sindicato, Rafael Matos, existem duas saídas possíveis para a crise: a política e a jurídica. “Mas a saída política depende da bancada federal do Estado, na qual nem todos estão alinhados com o discurso progressista.” O diretor de Assuntos Jurídicos, Marcos Brasil, adiantou que será protocolada uma ação, baseada nos impactos negativos da saída da Petrobras, na comprovação do compromisso social exercido pela estatal do Rio Grande do Norte, além de cobrar um amplo diálogo com o povo potiguar.

Marcos Brasil disse ainda que o sindicato solicitará que a Petrobras apresente um estudo próprio sobre os impactos negativos de sua saída e as contrapartidas do Estado para sua atuação no território potiguar.

Citando outras consequências para o RN com a saída da estatal, Ivis Corsino, também da diretoria do sindicato, demonstrou preocupação com o comprometimento na exploração de petróleo e seus derivados nos campos potiguares e uma possível não substituição por outra empresa do ramo, a curto prazo, que seja capaz de atender a demanda. Ele ressaltou ainda a falta de insumos para empresas e indústrias do Rio Grande do Norte. “É um movimento que busca hostilizar e prejudicar o Governo.”

O secretário de Planejamento Aldemir Freire ressaltou os riscos que o Instituto de Defesa do Meio Ambiente (Idema) corre com a falta dos pagamentos das taxas ambientais pela Petrobras, que ameaça até mesmo o pleno funcionamento do órgão. Ele citou também a questão do passivo ambiental deixado pela estatal, questionando quem responderá por isso agora e no futuro.

Ao final, o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) Jaime Calado solicitou ao Sindipetro que escolhesse dois representantes para auxiliar o Governo do Estado durante esse processo do encerramento das ações da Petrobras. Segundo ele, é preciso ter técnicos munidos com dados e informações, junto à Sedec, para argumentar de forma assertiva e segura nesse momento.

Além dos já citados, também participaram da reunião com o Sindipetro, o vice-governador Antenor Roberto e o secretário-adjunto de Administração, George Câmara.

BANCADA FEDERAL

A defesa pela permanência da Petrobras no estado foi reafirmada junto à bancada federal. A governadora reforçou a importância que a estatal representa para o desenvolvimento econômico do RN, em quase meio século de atuação, e o desequilíbrio financeiro que sua saída irá proporcionar. A desativação da empresa representa uma ameaça a 5.637 empregos, sendo 1.437 efetivos e 4.200 terceirizados.   

“Estou falando de uma empresa âncora, que responde por metade do PIB potiguar. O que está em debate aqui são os interesses do Rio Grande do Norte, por isso conclamo a bancada federal para que a gente aprofunde nosso debate de modo que o Estado não seja prejudicado”, disse aos parlamentares. A governadora relembrou que em 2019 se reuniu com o presidente da Petrobras, Robson Castelo Branco, em Brasília, e que, apesar do anúncio de desinvestimentos no RN, ele havia garantido que a empresa continuaria no estado.

Fátima informou que vai se reunir nesta quinta (27), dessa vez por vídeo, com o presidente da estatal, para a qual solicitou a presença de um representante da bancada, e adiantou que convocará todos os parlamentares para uma reunião presencial em Natal, na próxima semana. “Vocês hão de convir que a saída da Petrobras do RN nos deixa muito preocupados. Apesar de a empresa ser de capital misto, o seu maior acionista continua sendo o povo brasileiro”.

Participaram da videoconferência a senadora Zenaide Maia e os senadores Jean Paul Prates e Styvenson Valentim; as deputadas federais Carla Dickson e Natália Bonavides, e os deputados Benes Leocádio, Walter Alves, Rafael Motta e Gen. Girão.

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SEAP detalha regras para retomada das visitas no sistema prisional

ASSECOM

A Secretaria da Administração Penitenciária (SEAP) publicou nesta quinta-feira, dia 27, portaria detalhando o “Plano de Retomada de Visitas Presenciais” com todos os protocolos e procedimentos a serem adotados para as visitas dos internos do sistema prisional do Rio Grande do Norte. O retorno será feito de forma gradual e responsável, com todos os cuidados para a segurança e preservação da vida de internos, familiares e servidores. As visitas estavam suspensas desde o dia 13 de março em razão da pandemia do novo coronavírus e serão retomadas a partir de 31 de agosto. Nas unidades com mais de 600 presos, as visitas reiniciam entre 23 de setembro e 9 de outubro. 

O plano foi elaborado pelo Comitê de Crise do Covid-19 da SEAP considerando os Decretos Estaduais e estabelece regras para liberar e suspender as visitas. Não está apta a retomar as visitas à unidade que esteja localizada em cidade cuja taxa de ocupação de leitos de UTI esteja superior a 80%; que esteja em situação de “lockdown”; que tenha mais de 20% de servidores contaminados; e que tenha registrado contaminação por Covid-19 em pessoa privada de liberdade nos últimos 15 dias. A incidência de qualquer um desses fatores inviabiliza a unidade para o recebimento de visitas. 

O Comitê divulgará semanalmente através do site da SEAP (www.seap.rn.gov.br) a lista e o cronograma das unidades aptas ao recebimento de visitas. As televisitas por meio da internet estão mantidas. 

Para garantir a segurança, a SEAP adaptou os locais das visitas e criou os seguintes critérios e procedimentos: as visitas sociais não terão contato físico e será liberado um visitante adulto por preso. O local destinado ao recebimento das visitas respeitará a proporção de duas pessoas para cada cinco metros quadrados de área de pátio coberta ou outro local indicado. Não será permitido visitante com idade superior a 60 anos, do grupo de risco, gestante, e que apresente qualquer sintoma relacionado ao Covid-19. 

A visita terá trinta minutos de duração a partir do encontro entre o visitante e o apenado, não sendo considerados os períodos de cadastramento, escaneamento corporal e demais procedimentos de acesso e deslocamento.

Para se chegar a esse momento de retomada gradual das visitas, a SEAP equipou todas as 17 unidades com álcool 70%, pias com sabão à disposição dos visitantes para a higienização obrigatória das mãos, além de equipamentos para desinfecção (atomizadores, pulverizadordes e lavajatos), de proteção individual e saneantes. O uso de máscara individual será obrigatório para custodiados e visitantes. Caso o visitante descumpra as regras e coloque em risco a unidade, haverá suspensão imediata da visita e o custodiado será isolado em cela de quarentena pelo período de 14 dias. Não será permitida a entrada de alimentos. 

Ainda segundo a portaria, os espaços para acolhimento das visitas serão higienizados e desinfectados antes e após o término das visitas. O Comitê poderá realizar mudanças nos procedimentos ou suspender as visitas a qualquer momento, considerando o cenário pandêmico e as determinações estabelecidas pelo Governo do Estado. A SEAP registra atualmente dois servidores e 17 internos confirmados para o Covid-19. O sistema prisional do RN tem aproximadamente 10 mil internos e não registrou óbito decorrente da pandemia. 

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Fecomércio: Sequelas podem arrastar impacto econômico da pandemia por gerações

Antes de contrair a covid-19 em março, Daniela Alves, 31 anos, fazia horas extras regularmente para acelerar sua carreira em Londres como desenvolvedora de aplicativos para celular. Atualmente, ela tem dificuldades nas reuniões com clientes e conta que a fadiga persistente reduziu sua produtividade pela metade.

“Eu era fera antes, mas agora as coisas estão diferentes,” disse Alves em conversa pelo Zoom, pausando frequentemente para recuperar o fôlego ou tossir. “Eu não consigo fisicamente e estou encarando a vida de modo diferente.”

Ela precisou ficar afastada do trabalho durante três meses, embora seu caso considerado “leve” não tenha exigido hospitalização. Os efeitos prolongados da Covid-19 colocam Alves entre uma fatia crescente da população que sobreviveu à doença, mas carrega condições debilitantes que representam outra dimensão traiçoeira da pandemia.

A SARS-CoV-2 deixará uma parcela das mais de 23 milhões de pessoas com casos confirmados da doença com uma variedade de problemas físicos, cognitivos e psicológicos, incluindo cicatrizes pulmonares, fadiga pós-viral e lesões cardíacas crônicas.

O que ainda não se sabe é por quanto tempo essas condições duradouras pesarão sobre os sistemas de saúde e sobre a mão de obra. Esse fardo pode arrastar o impacto econômico da pandemia por gerações, elevando seu custo global já sem precedentes.

À medida que as autoridades ao redor do mundo tentam conter a propagação do vírus, pesquisadores da Universidade Nacional Australiana estimam que esse custo pode chegar a US$ 35,3 trilhões até 2025.

“No fim das contas, as consequências para a saúde no longo prazo são muito sérias para o bem-estar das pessoas e em termos econômicos”, disse Hannes Schwandt, professor assistente de políticas educacionais e sociais da Universidade Noroeste em Evanston, no estado americano de Illinois. “Mas não sabemos o suficiente sobre isso ainda.”

Embora não esteja claro quantos sobreviventes sofrem sequelas duradouras, um estudo no Reino Unido com mais de 4 milhões de participantes concluiu que uma em cada 10 pessoas fica doente por pelo menos três semanas. Indivíduos com casos leves da Covid-19 são mais propensos a sentir sintomas “estranhos”, que vão e voltam durante um período mais longo, de acordo com Tim Spector, professor de epidemiologia genética da King’s College em Londres, que lidera o estudo.

“Quanto mais aprendemos sobre o coronavírus, mais estranho fica”, acrescentou ele.

A situação clínica ainda em evolução, a falta de acompanhamento dos pacientes e dados incompletos sobre o número de pessoas infectadas pela Covid-19 dificultam as previsões sobre as consequências econômicas e de saúde da pandemia no longo prazo, explica Christopher J. Murray, diretor do Instituto de Métricas e Avaliação de Saúde da Universidade de Washington em Seattle.

Essa informação será crítica para antecipar e custear as necessidades futuras dos sistemas de saúde, disse Thomas File, presidente da Sociedade de Doenças Infecciosas dos EUA.

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