15 de fevereiro de 2021

Coluna Versátil News

G1: OMS aprova uso emergencial da vacina de Oxford

Antes, somente a vacina da Pfizer tinha aval da OMS. No Brasil, vacina de Oxford foi aprovada pela Anvisa e agora ministério aguarda entrega das doses compradas via aliança Covax.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) aprovou, nesta segunda-feira (15), o uso emergencial da vacina de Oxford/AstraZeneca contra a Covid-19. Duas versões da vacina entraram na lista de uso emergencial da entidade: a produzida pela própria AstraZeneca-SKBio, na Coreia do Sul, e a outra pelo Instituto Serum, na Índia.

Com a aprovação, as vacinas poderão ser oferecidas por meio da aliança Covax Facility, iniciativa da OMS para garantir o acesso equitativo às vacinas da Covid a países mais pobres. Além disso, o aval da entidade pode ser usado por países que ainda não fizeram suas próprias avaliações do imunizante.

Apenas uma outra vacina, a da Pfizer, já havia entrado na lista de uso emergencial da OMS.

A aprovação da vacina de Oxford pela OMS já era esperada: o grupo de especialistas da entidade para imunização (SAGE, na sigla em inglês) já havia divulgado, na semana passada, as orientações de uso da vacina de Oxford.

Entrega do Covax para o Brasil

No Brasil, a Anvisa já liberou o uso emergencial e a vacina de Oxford está sendo aplicada no Programa Nacional de Imunizações (PNI). O Ministério da Saúde aguarda a entrega de doses da vacina de Oxford compradas por meio da aliança Covax, liderado pela OMS.

Ministério da Saúde comprou 42 milhões de doses, e já tem previsão para receber 10,6 milhões até junho.:

  • Entre 2.668.200 e 3.735.480 no primeiro trimestre, ou seja, até março (25% a 35%)
  • Entre 6.937.320 e 8.004.600 no segundo trimestre, ou seja, até junho (65% a 75%)

A entrega estava programada para começar no final de fevereiro, mas a Covax explica que o valor é uma projeção e depende de uma série de fatores, como disponibilidade das vacinas, lista de emergência da OMS, aceitação dos países e questões de logística.

VÍDEO: Qual o modelo de máscara mais eficiente para barrar o novo coronavírus?https://439be1ae97f3ac62656378ad0a411a7f.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

Aplicação no Brasil

A vacina de Oxford é uma das duas que já estão sendo aplicadas no Brasil – a outra é a CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac –, depois de obterem autorização de uso emergencial da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A vacina de Oxford/AstraZeneca produzida na Índia pelo Instituto Serum é distribuída com o nome de “Covishield”.

Na semana passada, a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), braço da OMS nas Américas, disse que as primeiras doses das vacinas distribuídas por meio da Covax devem chegar aos países americanos no fim deste mês.

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Governo inaugura reforma do pronto socorro do Hospital de São José de Mipibu

ASSECOM

parte das ações de fortalecimento dos hospitais regionais do Estado, a governadora do Rio Grande do Norte, professora Fátima Bezerra, inaugurou, na manhã desta segunda-feira de carnaval (15), a reforma do Pronto Socorro Obstétrico do Hospital Regional Monsenhor Antônio Barros, em São José de Mipibu.

O hospital é referência no atendimento obstétrico na região Agreste e atende a população de 27 municípios. O investimento na reforma física e aquisição de equipamentos é de R$ 3,6 milhões, com recursos do empréstimo contratado ao Banco Mundial dentro do programa Governo Cidadão.

Para o pronto socorro obstétrico, foram investidos R$ 1.889.070. A ampliação da porta de urgência e emergência também foi reformada e reequipada com investimento de R$ 1.761.947. Os investimentos permitirão que seja seguido o padrão SUS de atendimento com equidade, integralidade, universalidade e humanização.

“Estamos inaugurando a reestruturação do setor de obstetrícia e maternidade deste hospital que é referência para São José de Mipibu e região. Esta obra significa cidadania, cuidado com a população e vida, garantindo assistência à saúde de qualidade. Nosso governo cuida das pessoas olhando para quem mais precisa.  Damos hoje mais um passo importante para a assistência materno no RN”, afirmou Fátima Bezerra.

O setor de obstetrícia do Hospital Regional de São José de Mipibu passa a atender agora com 16 leitos, dos 58 disponibilizados na unidade. A partir do próximo mês de abril realizará cirurgias eletivas ginecológicas e há previsão de inaugurar cinco UTI’s neonatal até o final deste ano. “Além da reforma física e aquisição de equipamentos, vamos contratar mais enfermeiros e técnicos de enfermagem e montar o laboratório de assistência reprodutiva, o que vai dotar a maternidade de atendimento integral até o final deste semestre”, anunciou a secretária adjunta de Saúde, Maura Sobreira.

Secretário de Gestão de Projetos e coordenador do  programa Governo Cidadão, Fernando Mineiro disse: “vir numa segunda-feira de carnaval inaugurar este serviço  mostra o compromisso do Governo do Estado com a saúde pública. Corrigimos erros de projeto, destravamos processos e agora inauguramos o setor com instalações adequadas e equipado que vai servir às mulheres do município e da região com total qualidade”.

O prefeito de São José de Mipibu, José Figueiredo, ressaltou o empenho da administração estadual na execução das melhorias no hospital e lembrou que “há muito tempo a população de São José e região esperava por isso. Agradeço ao Governo e tenho certeza que a partir de agora a população será melhor atendida”.

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R7: Recuperação lenta torna setor de serviços refém da vacinação

Segmento fechou 2020 com queda de 7,8% e segue em um patamar quase 4% abaixo do período pré-pandemia

Ramo de serviços sofreu com o isolamento social
Divulgação

Responsável pela maior parte das riquezas produzidas no Brasil, o setor de serviços fechou 2020 com queda de 7,8% e caminha lentamente na tentativa se recuperar das perdas causadas pela pandemia do novo coronavírus. A retomada, ainda discreta em relação aos demais ramos de atividade, coloca os serviços como o segmento mais dependente do processo de vacinação contra a covid-19.

Em dezembro, o volume de serviços prestados no Brasil interrompeu a sequência de seis meses consecutivos de alta e fechou o ano 3,8% abaixo do patamar registrado em fevereiro, último mês sem a adoção de medidas de isolamento social, segundo dados da PMS (Pesquisa Mensal de Serviços), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

“Um horizonte de uma recuperação mais contundente do setor de serviços passa necessariamente pela vacinação em massa da população para que os consumidores se sintam mais confiantes em voltar a consumir serviços de natureza presencial”, avalia o gerente da PMS, Rodrigo Lobo.

Rodolpho Tobler, economista do Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), explica que a questão sanitária torna a crise atual diferente das anteriores, nas quais o setor de serviços sofreu impactos menos significativos, o que torna a imunização mais importante do que para os outros segmentos.

“O comércio e a indústria talvez podem ser beneficiados com uma nova rodada de pagamento do auxílio emergencial, mas o setor de serviços praticamente depende só da vacinação. Não tem outra saída, porque o caminho de recuperação apresentado é muito pequeno perto do que era antes da pandemia”, afirma o economista.

Tobler avalia também que os efeitos positivos do processo de imunização precisam ficar claros antes do setor retornar ao ritmo de normalidade. “Só assim será possível aumentar a confiança das pessoas para sair de casa e reduzir a cautela para que a população volte a viajar e frequentar bares e restaurantes”, analisa ele.

O recente desempenho negativo do setor é justificado pela disseminação do novo coronavírus, que reduziu o número de viagens e hospedagens. Como consequência, as políticas de distanciamento social adotadas para conter a doença ainda ocasionaram no fechamento de serviços não essenciais, como bares e restaurantes.

Setor de serviços tende a guiar queda do PIB de 2020
Divulgação

Setor de serviços tende a guiar queda do PIB de 2020

Na contramão dos serviços, o comércio e a indústria já recuperaram o patamar do período pré-pandemia, mas a lenta recuperação do principal setor da economia nacional tende a ser preponderante na queda das riquezas brasileiras do ano passado e pode limitar o crescimento de 2021.

“Como o setor de serviços, que tem o maior peso no resultado do PIB, ainda não mostrou uma recuperação suficiente para retomar ao patamar de fevereiro, isso tende a segurar um pouco os níveis mais avançados de recuperação mostrados pelo comércio e pela indústria”, lamenta Lobo, do IBGE.

Tobler ressalta que, além de corresponder à maior parcela da economia, o setor de serviços também é aquele que mais emprega no Brasil e perdeu cerca de 4 milhões de trabalhadores entre novembro de 2019 e 2020, de acordo com os dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios).

“É um buraco ainda muito grande para se recuperar no mercado de trabalho e depende ainda de uma recuperação do mercado de trabalho para poder aumentar a demanda e voltar à normalidade”, afirma Tobler. Para ele, 2021 ainda “não vai ser suficiente para recuperar tudo aquilo que foi perdido em 2020”.

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UOL faz gabarito extraoficial e correção do 2º dia da prova

MEC só divulga resultados com notas no dia 29 de março

Pela primeira vez na história, acontece o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) digital. É uma versão do exame impresso, mas feita em computador. O UOL corrige a prova, em parceria com o Objetivo.

Por questões de segurança, não é possível fazer o Enem digital a partir de um computador próprio, em casa. Os candidatos devem se deslocar até os locais de aplicação do exame.

Devido à pandemia do coronavírus, é obrigatório o uso de máscara durante toda a prova.

Cerca de 93 mil candidatos devem participar do exame em 104 cidades espalhadas pelo país.

No Amazonas, onde o Enem digital seria aplicado para 2.896 candidatos, as provas foram suspensas em razão da pandemia no estado. A previsão é que estes candidatos participem da reaplicação do Enem, marcada para os dias 23 e 24 de fevereiro.

Neste primeiro domingo, os participantes do Enem digital farão as provas de ciências humanas, linguagens e a redação. No dia 7 de fevereiro, é a vez de matemática e ciências da natureza. No Enem digital, é corrigida apenas as questões de inglês, não as de espanhol.

Nos dois dias, os portões dos locais de prova serão abertos às 11h30 e fechados às 13h, sempre de acordo com o horário de Brasília. As provas terão início às 13h30 e terminam às 19h.

Por se tratar de uma aplicação piloto, os candidatos responderão às questões de múltipla escolha no computador, mas ainda farão a prova de redação no papel.

Quem tiver problemas no dia da avaliação por doenças infectocontagiosas, poderá se inscrever para a reaplicação.

É preciso avisar um dia antes e comprovar a doença ou acidente, inserindo um documento na Página do Participante, dentro do site do Enem.

Se o diagnóstico da doença ou o problema ocorrer no próprio dia da prova, o candidato deverá ligar no 0800-616161 para agilizar a análise do Inep e conseguir fazer a reaplicação.

Horários das provas impressa e digital (horário de Brasília):

  • Abertura dos portões: 11h30
  • Fechamento dos portões: 13h
  • Início das provas: 13h30
  • Término das provas – 1º dia: 19h
  • Término das provas – 2º dia: 18h30.
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Sesap garante retomada dos serviços obstétricos em Ceará Mirim

A Sesap mantém os 40% do montante da pactuação com os municípios, o que equivale a um repasse mensal de R$ 348 mil para o custeio do serviço de obstetrícia regional, a partir de 1º de março. A atualização do termo de cooperação e do plano de trabalho é fundamental para manter a atenção obstétrica para toda a população da 3ª Regional de Saúde, ofertada pelo Hospital Municipal Dr. Percílio Alves, em Ceará-Mirim.

A nova pactuação eleva o valor original de R$ 600 mil para R$ 870 mil para manter mensalmente o serviço em funcionamento. Com o aumento do valor a ser repassado ao município de Ceará-Mirim, que coordena o serviço, também é adicionado ao termo de cooperação entre Sesap e município o serviço de pré-natal de alto risco e planejamento familiar.

“O Governo do Estado mantém seu compromisso com o fortalecimento da regionalização e garante a atenção mais próxima de onde a população reside e temos mais um ganho que justifica o aumento dos valores que é a oferta do pré-natal de alto risco na região, a partir de 1º de março de forma regulada e pactuada”, disse o secretário de Estado da Saúde Pública, Cipriano Maia.

O secretário reforça ainda que a ação em Ceará-Mirim se soma à oferta de urgência e emergência e as cirurgias eletivas no Hospital Regional Josefa Alves Godeiro, em João Câmara, representam uma melhoria no serviço do SUS, fortalecendo a rede de atenção à saúde na região do Mato Grande. “Esse é o compromisso da Sesap, dos municípios e da governadora Fátima Bezerra em melhorar e qualificar a oferta dos serviços de saúde em todas as regiões do estado”, afirma Cipriano.

Também estiveram presentes à reunião o vice-governador Antenor Roberto, o prefeito de Ceará-Mirim, Júlio César Câmara, o diretor de assuntos jurídicos da Sesap, Guilherme Varela, o procurador geral de Ceará-Mirim, Turbay Rodrigues, a subcoordenadora de redes de atenção da Sesap, Samara Dantas, e a chefe de gabinete da Sesap, Katia Queiroz.

Memória

Desde que o Hospital Municipal Dr. Percílio Alves, em Ceará-Mirim, de responsabilidade municipal, interrompeu os serviços obstétricos, as pacientes são encaminhados para três hospitais estaduais: Hospital Dr. José Pedro Bezerra, na Zona Norte de Natal, Hospital Regional Alfredo Mesquita Filho, em Macaíba, e Hospital Regional Monsenhor Antônio Barros, em São José do Mipibu.

Mesmo o estado repassando a contrapartida regular, o serviço foi interrompido pelo município alegando que os demais municípios da região estavam com valores atrasados e com solicitação de reajuste, o que impossibilitou a continuidade do serviço para a população.

O hospital de Ceará-Mirim é de responsabilidade municipal e a Sesap, em nome do Governo do Estado, alocava mensalmente R$ 240 mil de inventivo para o funcionamento da maternidade como forma de suporte à região. A Sesap tem garantido o repasse da contrapartida estadual de forma regular e plena, além de apoio técnico, apoio na qualificação da gestão da clínica e incentivo as boas práticas.

Atendimento

Desde novembro de 2019, os atendimentos às grávidas de mais de 20 cidades da 3° Região de Saúde são financiados a partir de um acerto homologado judicialmente em que o Governo do Estado aporta mensalmente R$ 240 mil e os municípios arcam com o restante do custo de R$ 600 mil.

A justificativa para a mudança na divisão é que a gestão estadual mantém como retaguarda, exclusivamente com recursos próprios, a estrutura de obstetrícia do Hospital Regional Alfredo Mesquita Filho, em Macaíba. A unidade realizou, entre junho e novembro de 2020, mais de 800 partos de pacientes provenientes de municípios de outras regiões, incluindo o Mato Grande.

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