8 de março de 2021

Coluna Versátil News

Os impactos da pandemia – Jânyo Diniz – Presidente do grupo Ser Educacional

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Há pouco mais de 1 ano, o Brasil registrou o primeiro caso de infecção causada pelo Novo Coronavírus e, desde então, a pandemia vem produzindo repercussões não apenas na área da saúde, mas trouxe consigo os mais diversos impactos sociais, econômicos, políticos e culturais. Impactos sem precedentes e que provocam mudanças históricas em escala global.

Os dados são assustadores: são mais de 115 milhões de casos e mais de 2,5 milhões de mortes em todo o mundo. No Brasil, os números se aproximam dos 11 milhões de casos e mais de 260 mil mortes. Números que não param de crescer e que expõem, claramente, a fragilidade dos sistemas sociais: os impactos sobre os sistemas de saúde; a exposição de populações e grupos vulneráveis; a sustentação econômica do sistema financeiro e da própria população; a saúde mental das pessoas após tanto tempo de confinamento; e o acesso a bens essenciais como alimentação, medicamentos, transporte, entre outros.

Em uma discussão sem fim sobre os impactos econômicos causados pela pandemia, é preciso ser realista sobre o que está por vir. Vivemos em sociedade e, talvez, esse seja de longe um dos maiores desafios: manter o distanciamento social. A natureza humana grita pela volta da socialização. Entretanto, isso não se aplica, impreterivelmente, ao trabalho. As empresas, em sua grande maioria, conseguiram direcionar seus recursos humanos para o trabalho home office ou remoto e tem, mantido a produtividade e eficiência.

Aliado a isso, vimos uma disruptura tecnológica acentuada com a criação de assistentes digitais que auxiliam, e muito, nessa transição. A produtividade não depende mais de um gestor que necessita ver sua equipe diariamente. Agora, esse resultado é mensurado por meio de plataformas que ajudam a medir resultados, KPIs e tempos eficientes. Até a forma de contratação foi repensada. Deixamos de lado as entrevistas presenciais e a necessidade de ter o colaborador presencialmente no escritório. Contratar os melhores do mundo tornou-se mais fácil, e eficiente. É, claramente, uma globalização.

Porém, essa mesma tecnologia que ajuda em determinados setores, muda o perfil de operação e ocupação segmentos como o hoteleiro, que tem grande fatia de lucro decorrente de eventos como congressos e reuniões. Esses eventos passaram a acontecer de forma remota e os organizadores descobriram a redução de custos possível, mantendo a efetividade do evento, por outro lado, o aumento de trabalho remoto, vai permitir em um futuro próximo a aumento das viagens de lazer, mesmo em momento de trabalho e não só em período de férias. Boa parte do que antes avaliávamos como necessário ser presencial, tornou-se possível virtualmente: igreja, academia, passeio em museus, cinema, etc.

Empresarialmente falando, aqueles que não investirem em tecnologia vão sofre bastante, alguns vão falir. Não será mais possível existir empresas tradicionais. Aquelas que não ofertarem seus produtos e serviços on-line, com entrega ou disponibilização virtual, estão com seus dias contados. É importante, inclusive, começar a pensar no que acontecerá com os grandes shoppings centers, uma vez que o comércio on-line deve superar o presencial em breve.

E por falar em on-line, outro reflexo da pandemia se deu na educação, que atingiu em cheio os brasileiros em idade escolar. Mesmo na rede privada, muitas escolas ainda não estavam preparadas para adotar aulas on-line, um desafio que se tornou ainda maior na rede pública. A educação nunca mais será igual e a desigualdade no acesso à educação ficou ainda mais clara quando observamos a falta de condições de milhões de estudantes, que enfrentaram carência de conexões rápidas à internet, computadores e ambiente doméstico propício para a aprendizagem à distância. Porém, essa é a nova realidade: escolas e universidades passaram a adotar um ensino híbrido e não haverá retorno, o hibrido será o modelo dominante na educação mundial.

A pandemia trouxe medo, incertezas e insegurança. Mas também trouxe uma revolução. Estamos debatendo mais assuntos como aquecimento global, educação, saúde, energia, segurança, política. As grandes empresas se uniram para fazer o bem no melhor conceito de empreendedorismo social. A reciclagem, por exemplo, está voltando muito mais forte depois de anos de desperdício incontrolável em todo o mundo. E em todos os aspectos, a tecnologia é um item presente e indispensável.

Precisamos enxergar a pandemia em todos os seus aspectos, bons e ruins. Mas precisamos enxergá-la, principalmente, como uma oportunidade de repensar e recomeçar. É um momento de pensarmos como um todo, de cuidarmos de nós e do próximo.

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Arquiteta potiguar aponta as tendências e transformações do morar motivadas pela pandemia

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O que muda no morar após a pandemia da Covid-19? O confinamento trouxe a necessidade de adaptar o lar para acomodar todas as atividades que passaram a ser realizadas em casa: trabalho, estudos, lazer, refeições e exercícios físicos. Como será que o lar se adaptará para os próximos desafios? Como lidaremos com a limpeza e a organização da morada após o controle do vírus? Como será a nossa interação social, diante de novas medidas de distanciamento e de higiene? E a tecnologia, que nos forçou a migrar para o universo on? A arquiteta potiguar Karenina Hentz da Cunha Lima aponta as tendências e transformações que estão ganhando força com a pandemia da Covid-19.

“O tempo maior que estamos passando em casa está evidenciando os cuidados que devemos ter em relação a como nos sentimos em nossas residências. A relação com o espaço que a gente ocupa ganhou uma importância ainda maior. A pandemia trouxe novas tendências para projetos residenciais, assim como acelerou outras que já vinham em crescimento como, por exemplo, a preocupação de espaços cada vez mais aconchegantes em nossas próprias residências,” explica Karenina.

O trabalho remoto vinha em crescimento nas empresas e algumas casas já estavam adaptadas para isso. No entanto, de acordo com a arquiteta, a pandemia acelerou a tendência do home office — e não apenas com uma bancada para o computador, mas também com preocupações com os condicionamentos do conforto térmico, acústico e lumínico. “É importante termos um espaço reservado para o home office, bem como é imprescindível um local adequado para aulas remotas, no caso das famílias que têm crianças, além de espaços destinados para momentos de interação, que agora se adequam aos novos hobbies como a jardinagem ou a tendência crescente do ‘faça você mesmo’ “, indica ela.

De acordo com Karenina, os novos hábitos de higiene vieram para ficar. O hall de entrada, por exemplo, que é uma área de transição entre a rua e a casa, ganha importância. “É um espaço para higienização, onde se pode deixar bolsas, sapatos, sem levar a sujeira da rua para dentro de casa. Ele pode ser complementado com ganchos e mancebos para pendurar os itens recém-retirados, sapateira, banquinho e mesinha. Tudo para tornar mais prático o tira-põe ao chegar e sair de casa “, diz ela.

A bancada de estudos no quarto dos filhos tinha caído em desuso, mas voltou com tudo nos novos projetos durante a pandemia. Segundo a arquiteta, os estudos e o trabalho em casa também elevam a preocupação com a distribuição da internet pelos cômodos. “A experiência da quarentena, com a família toda em casa em tempo integral, vai refletir nos layouts daqui para frente”, avalia. Para a profissional, as pessoas voltaram a dar bom uso também aos espaços sociais do lar com foco no lazer. “A valorização de espaços de entretenimento em casa passou a ser ainda maior. Desde o início da pandemia, as pessoas passaram a prestar mais atenção em suas casas e como ela pode oferecer, além de abrigo, diversão em família”, acrescenta.

O isolamento social também fez com que as pessoas fizessem a maioria das refeições em casa e, consequentemente, passassem mais tempo na cozinha. “A cozinha foi mais valorizada neste período. Assim como os outros cômodos da casa, ela precisa ser agradável e funcional”, diz Karenina. Áreas verdes em casa são cada vez mais desejadas e trazem vários benefícios: o contato com a natureza promove bem-estar e traz conforto térmico e alívio visual. “O cultivo das plantas também vira um momento de descompressão” finaliza.

Informações à imprensa:
Mosaique Comunicação
http://mosaiquecomunicacao.com.br
Ulysses Freire – DRT 1716/RN – (84) 98829-4375

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G1: Nove prefeituras potiguares aderem a consórcio para compra de vacinas contra Covid-19

Lista divulgada pela Frente Nacional de Prefeitos não inclui Natal, mas prefeitura diz que aderiu a programa.

Aplicação de vacina Coronavac, contra a Covid-19, em Natal (Arquivo) — Foto: Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi
Kleber Teixeira

Nove das 167 prefeituras de municípios potiguares aderiram ao consórcio que deverá ser criado pela Frente Nacional de Prefeitos para tentar compra de vacinas contra Covid-19, segundo lista divulgada pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP) na última sexta-feira (5).

O consórcio municipal por mais vacinas contra Covid-19 no Brasil, coordenado pela entidade, obteve um total de 1.703 prefeituras inscritas até o prazo final, que terminou às 12h da última sexta-feira (5).

A lista de cidades que aderiram divulgadas pela FNP na sexta-feira, não incluía Natal – uma das três únicas capitais fora do projeto. Porém, questionada nesta segunda-feira (8), a Prefeitura de Natal informou que a capital potiguar aderiu ao consórcio e recebeu confirmação por parte da FNP.

As cidades potiguares que aderiram foram as seguintes:

  • Caicó – 68.343 moradores
  • Assu – 58.384 moradores
  • Apodi – 35.874 moradores
  • Alto do Rodrigues – 14.728 moradores
  • Jardim do Seridó – 12.396 moradores
  • Umarizal – 10.520 moradores
  • Serra Negra do Norte – 8.092 moradores
  • Itaú – 5.897 moradores
  • Santa Maria – 5.621 moradores
  • Natal informou que aderiu ao programa, embora não apareça na lista da FNP

O movimento das cidades teve início após o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizar que estados e municípios comprem e distribuam doses do imunizante.

A Frente Nacional de Prefeitos reúne as 412 cidades com mais de 80 mil habitantes, mas qualquer município brasileiro teve a chance de aderir ao consórcio, sem custo para as prefeituras.

Próximos passos do consórcio

  • Os custos para a formação legal do consórcio público serão pagos pela FNP.
  • Os municípios terão 15 dias para aprovar um projeto de lei nas Câmaras municipais que autorizam a adesão ao consórcio público.
  • Somente após a constituição legal, com a criação de um CNPJ e a escolha de diretoria, o consórcio estaria apto a fazer a compra de vacinas.

Após a reunião que formalizou o início da consórcio, na segunda (1º), o presidente da FNP, Jonas Donizette, afirmou que a primeira opção é usar recursos do governo federal para compra de vacinas, mas transferências de verbas por organismos internacionais, participação da iniciativa privada ou mesmo a compra via cota dos municípios serão discutidas.

A FNP informou que o consórcio tem interesse em todas as vacinas que não estiverem no escopo do Ministério da Saúde, mas que possuam aprovação para utilização na Anvisa ou em organismos internacionais.

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Fecomércio: Valor médio de auxílio emergencial será de R$ 250,00

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse hoje (8) que o valor médio do novo auxílio emergencial deve ser de R$ 250 por pessoa. A declaração foi dada em entrevista à imprensa no Palácio do Planalto, após reunião com o presidente Jair Bolsonaro para tratar da compra da vacinas contra covid-19. “É vacina, e justamente manter a economia em movimento, esta é a prioridade do governo”, disse.

A expectativa é que o valor comece a ser pago ainda neste mês, com a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 186/2019, a chamada PEC Emergencial. O texto possibilita o pagamento do auxílio com créditos extraordinários sem ferir o teto de gastos públicos.

De acordo com Guedes, a decisão sobre a amplitude do auxílio emergencial é do Ministério da Cidadania. “Nós [Ministério da Economia] só fornecemos os parâmetros básicos”, disse o ministro. Segundo ele, o valor para mulher chefe de família monoparental deve ser de R$ 375 e, no caso de homem, de R$ 175. “Se for casal, já são R$ 250”, informou.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Tiveram direito aos repasses, obedecendo a uma série de critérios econômicos e sociais, integrantes do Bolsa Família, cidadãos incluídos no Cadastro Único (CadÚnico), além de trabalhadores informais, contribuintes individuais do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e microempreendedores individuais que solicitaram o benefício por meio de plataformas digitais ou aplicativo da Caixa Econômica Federal.

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Câmara de Natal renova suspensão das atividades legislativas até 14 de março

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A Câmara Municipal de Natal prorrogou até o dia 14 de março de 2021 a suspensão das atividades presenciais legislativas e administrativas, ainda em razão da pandemia do novo coronavírus. A decisão, que mantém todas as medidas previstas no Ato 04 de 01 de março de 2021, será publicada no Diário Oficial do Município dessa terça-feira (09) e entra em vigor no mesmo dia. 

O Legislativo municipal já vem adotando um rigoroso protocolo para evitar a disseminação da Covid-19, que inclui a obrigatoriedade do uso da máscara, higienização das mãos com álcool em gel, medições de temperatura, distanciamento social, desinfecção de ambientes, entre outros cuidados. Na última sexta-feira (5), também foi realizada uma nova desinfecção na Casa por militares da Marinha, Exército e Aeronáutica.

Com o novo Ato, o acesso às dependências da CMN continuará totalmente restrito, inclusive aos gabinetes parlamentares. Já as atividades dos setores administrativo e financeiro, que sejam indispensáveis ao mínimo funcionamento da Câmara de Natal, serão mantidas através de regime de escala e teletrabalho. 

Durante a suspensão, o Plenário poderá se reunir excepcionalmente, por convocação do Presidente, de forma virtual, através do Sistema de Deliberação Remota (SDR), assim como seus servidores, que também poderão ser convocados em caráter extraordinário. Caso haja necessidade, na volta dos trabalhos serão realizadas sessões extraordinárias no turno matutino para compensar os dias de suspensão das atividades legislativas.

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