A Subsecretaria do Trabalho da Sethas-RN, por meio do SINE-RN, oferece hoje, dia 10 de março, 36 vagas de emprego para Natal e Grande Natal.
A matriz, em Candelária, e as Centrais do Cidadão no interior do Estado, estão com atendimento presencial suspenso em função do agravamento da pandemia no RN.
Para concorrer às vagas, o(a) candidato(a) deve se cadastrar via Internet no Portal Emprega Brasil do Ministério do Trabalho e Emprego, através do endereço empregabrasil.mte.gov.br ou nos aplicativos Sine Fácil e Carteira de Trabalho Digital, disponíveis para Android e IOS.
Quer tirar alguma dúvida? Enquanto o atendimento presencial está suspenso, os telefones de agendamento estão disponíveis para informações. Ligue: (84) 3190-0783, 3190-0788, 98106-6367 e 98107-4226. O atendimento é de segunda a sexta, das 8h às 12h.
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VEJA AS OFERTAS DE VAGAS DE EMPREGO POR OCUPAÇÃO:
NATAL e GRANDE NATAL – (29 Vagas Permanentes) AUXILIAR DE MARCENEIRO 03 CADISTA (DESENHISTA TÉCNICO DE ARQUITETURA) 02 CONSULTOR DE VENDAS 05 ELETROTÉCNICO 02 INSTALADOR-REPARADOR DE LINHAS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS 02 LUBRIFICADOR DE AUTOMÓVEIS 01 MARCENEIRO 02 MECÂNICO DE MANUTENÇÃO E INSTALAÇÃO DE APARELHOS DE CLIMATIZAÇÃO E REFRIGERAÇÃO 02 MECÂNICO DE MOTOR A GASOLINA 01 MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO 05 MECÂNICO ELETRICISTA DE DIESEL (VEÍCULOS AUTOMOTORES) 01 TÉCNICO MECÂNICO EM AR CONDICIONADO 05 VENDEDOR DE PLANO DE SAÚDE 05
Pesquisa em parceria com a USP demonstra que CoronaVac tem eficiência para combater três variantes em circulação no país
Butantan divulga estudo que mostra eficácia da vacina contra novas variantes
O governo de São Paulo e o Instituto Butantan anunciaram, nesta quarta-feira (10), um nova pesquisa que comprova a eficiência da CoronaVac contra as novas variantes do coronavírus que circulam no país. O estudo foi realizado em parceria com a USP (Universidade de São Paulo), no Instituto de Ciências Biomédicas.
A pesquisa atesta que a vacina do Butantan é eficaz contra as três novas variantes que circulam no Brasil. “A vacina do Butantan imuniza os vacinados contra as novas variantes da Covid-19. Essa é mais uma comprovação da qualidade desta vacina, que hoje imuniza nove em cada dez brasileiros em todo o país”, disse Doria.
Estudos preliminares, realizados pelo Instituto Butantan em parceria com a USP, em pessoas vacinadas, demonstram que a Coronavac é capaz de neutralizar variantes do novo coronavírus. Os dados incluíram amostras de 35 participantes vacinados na Fase III. O estudo completo inclui um número maior de amostras, que estão em análise.
De acordo com o instituto, as vacinas compostas de vírus inativado, como a produzida pelo Instituto Butantan, possuem todas as partes do vírus. Isso pode gerar uma resposta imune mais abrangente em relação ao que ocorre com outras vacinas que utilizam somente uma parte da proteína Spike (proteína utilizada pelo coronavírus para infectar as células).
Segundo o governo, outra característica da vacina inativada do Instituto Butantan é que ela consegue ter uma proteína Spike completa. As vacinas que têm fragmentos menores desta proteína têm menos chances de ser eficaz contra as novas variantes.
Nos testes realizados pelo Instituto Butantan são utilizados os soros das pessoas vacinadas (colhido por meio de exame de sangue). As amostras são colocadas em um cultivo de células e, posteriormente, infectadas com as variantes. A neutralização consiste em testar se os anticorpos gerados em decorrência da vacina vão neutralizar, ou seja, combater o vírus nesse cultivo.
Maple Bear Natal e Colégio Porto implantam sistema de fiscalização randômica interna
Divulgação
Priorizar o aprendizado de forma responsável e segura. É assim que algumas escolas de Natal estão trabalhando diante do recrudescimento da pandemia no estado. A Maple Bear Natal e o Colégio Porto reforçaram os protocolos de segurança em todo o ambiente e na rotina escolar para garantir a continuidade do ensino presencial, sem prejuízos aos estudantes e priorizando a saúde.
Na Maple Bear Natal, que trabalha com crianças do ensino infantil ao fundamental, foram mantidas apenas as aulas curriculares. Todas as atividades extracurriculares (esportes, programa semi-integral e integral) estão suspensas até uma melhoria da situação epidemiológica no RN. O intuito foi manter as “bolhas” de sala de aula, evitando eventuais infecções cruzadas.
“A partir desta semana estamos fazendo fiscalizações internas randômicas para deixar o pessoal da operação atento aos procedimentos de biossegurança, ainda mais importantes neste momento. Essas fiscalizações servirão para identificarmos onde precisamos reforçar o treinamento junto aos nossos colaboradores”, disse Marcelo Freitas, diretor administrativo da Maple Bear Natal.
Todos os protocolos que já estavam em vigor continuam valendo, como o distanciamento social, uso de álcool gel, ventilação natural, entre outros. Os pais também têm a opção do ensino on-line.
No Colégio Porto, que tem turmas de ensino fundamental e médio, as orientações sobre os protocolos também foram reforçadas. Desde o retorno das atividades presenciais, no ano passado, a escola funciona no modelo de Aprendizagem Combinada (aulas presenciais + aulas remotas síncronas). É feito um rodízio de alunos, por turma, respeitando o limite da quantidade. Isso quer dizer que, a aula que acontece de forma presencial, continua sendo transmitida ao mesmo tempo para os estudantes que estão em casa, acompanhando no formato virtual.
“Nosso objetivo com todo esse cuidado é garantir que os nossos alunos mantenham sua rotina de estudos sem prejuízo e com toda a segurança necessária para a preservação da sua saúde, da sua família e também dos nossos professores e colaboradores”, pontuou Marcelo Freitas, que também é sócio-diretor do Colégio Porto.
A taxa de desocupação do país no 4° trimestre de 2020 foi de 13,9%, caindo 0,7 ponto percentual (p. p.) em relação ao trimestre de julho a setembro de 2020 (14,6%) e aumento de 3,0 p. p. frente ao mesmo trimestre de 2019 (11,0%). Já a taxa média anual subiu de 11,9% em 2019 para 13,5% em 2020, a maior da série.
Frente ao trimestre anterior, a taxa de desocupação caiu em cinco unidades da federação, com estabilidade nas demais. As maiores quedas foram em Roraima (4,2 p. p.) e Maranhão (2,5 p. p.). As maiores taxas de desocupação foram as de Alagoas e Bahia (20,0% em ambos), Rio de Janeiro (19,4%) e Pernambuco (19,0%) e as menores em Santa Catarina (5,3%), Rio Grande do Sul (8,4%), Mato Grosso do Sul (9,3%) e Paraná (9,8%), as únicas abaixo de 10,0%.
A taxa de desocupação por sexo foi de 11,9% para os homens e 16,4% para as mulheres no 4° trimestre de 2020. Já a taxa de desocupação por cor ou raça ficou abaixo da média nacional para os brancos (11,5%) e acima para os pretos (17,2%) e pardos (15,8%).
A taxa de desocupação para as pessoas com ensino médio incompleto, 23,7%, era superior à dos demais níveis de instrução. Para as pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi 16,9%, mais que o dobro da verificada para o nível superior completo, 6,9%.
Entre as taxas médias anuais de desocupação, as maiores foram observadas na Bahia (19,8%), Alagoas (18,6%) e Sergipe (18,4%) e as menores em Santa Catarina (6,1%), Rio Grande do Sul (9,1%), Paraná (9,4%) e Mato Grosso (9,7%).
No 4° trimestre de 2020, a taxa composta de subutilização da força de trabalho (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação a força de trabalho ampliada) foi de 28,7%. Piauí (46,7%) apresentou a maior taxa, seguido por Alagoas (46,6%), Maranhão (44,7%) e Bahia (44,6%), todas acima de 44%. Já as menores taxas ficaram com Santa Catarina (10,8%), Mato Grosso (17,5%), Rio Grande do Sul (18,7%) e Paraná (19,3%).
A taxa média anual de subutilização para o Brasil ficou em 28,1%. Entre as Unidades da Federação, as maiores taxas ficaram com Piauí (46,4%), Alagoas (45,1%) e Maranhão (44,9%) e as menores com Santa Catarina (11,8%), Mato Grosso (17,7%), Paraná (18,9%) e Rio Grande do Sul (19,0%), as únicas abaixo de 20,0%.
O número de desalentados no 4° trimestre de 2020 foi de 5,8 milhões de pessoas. O maior número estava na Bahia (813 mil desalentados, ou 14,0% do contingente nacional).
O percentual de desalentados (frente à população na força de trabalho ou desalentada) no 4º tri de 2020 foi de 5,5%. Maranhão (20,7%) e Alagoas (18,4%) tinham os maiores percentuais, Mato Grosso (1,4%), Santa Catarina e Distrito Federal (ambos com 1,5%), os menores.
O percentual de empregados com carteira de trabalho assinada era de 75,0% dos empregados do setor privado. Os maiores percentuais estavam em Santa Catarina (87,9%), Paraná (85,3%), Rio Grande do Sul (83,9%) e Rio de Janeiro (81,1%) e os menores no Maranhão (48,5%), Pará (51,4%) e Piauí (52,0%).
O percentual da população ocupada do país trabalhando por conta própria foi de 27,0%. Os maiores percentuais foram do Amapá (36,7%), Maranhão (34,3%) e Amazonas (34,2%)e os menores, do Distrito Federal (20,0%), São Paulo (23,2%) e Alagoas (23,8%).
A taxa de informalidade para o Brasil foi de 39,5% da população ocupada. As maiores taxas ficaram com Maranhão (60,3%,) Pará (59,6%) e Piauí (59,1%) e as menores, com Santa Catarina (27,8%), Distrito Federal (28,5%) e São Paulo (30,1%).
A taxa média anual de informalidade para o país foi de 38,7% da população ocupada. As maiores taxas médias anuais ficaram com Pará (59,6%), Maranhão (59,0%) e Amazonas (57,3%) e as menores, com Santa Catarina (26,8%), Distrito Federal (28,2%) e São Paulo (29,6%). Taxas de desocupação recuaram em cinco UF no 4° trimestre de 2020.
Taxas de desocupação recuaram em cinco UF no 4° trimestre de 2020
Frente aotrimestre anterior, cinco unidades da Federação registraram recuo na taxa de desocupação: Roraima (-4,2 p. p.), Maranhão (-2,5 p. p.), Rio Grande do Sul (-1,9 p. p.), Santa Catarina (-1,3 p. p.) e Minas Gerais (-1,1 p. p.), com estabilidade nas demais 22 UFs.
Já frente ao mesmo trimestre de 2019, 19 unidades da Federação tiveram aumento na taxa e as demais mantiveram estabilidade no indicador. Os maiores aumentos foram observados em Alagoas (6,4 p. p.), Rio de Janeiro (5,6 p. p.) e Pernambuco (5,0 p. p.).
PI tem a maior taxa de subutilização (46,7%) e SC a menor (10,8%)
No 4° trimestre de 2020, a taxa composta de subutilização da força de trabalho (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação à força de trabalho ampliada) foi de 28,7%. Piauí (46,7%) apresentou a maior taxa, seguido por Alagoas (46,6%), Maranhão (44,7%) e Bahia (44,6%). Já as menores taxas ficaram com Santa Catarina (10,8%), Mato Grosso (17,5%), Rio Grande do Sul (18,7%) e Paraná (19,3%), únicas unidades da federação abaixo de 20%.
AP tem a maior proporção de conta própria (36,7%) e DF a menor (20,0%)
O percentual de pessoas trabalhando por conta própria no país no 4° tri de 2020 foi de 27,0%. Os maiores percentuais ficaram com as regiões Norte (32,3%) e Nordeste (31,0%). As unidades da federação com os maiores percentuais foram Amapá (36,7%), Maranhão (34,3%) e Amazonas (34,2%) e os menores, Distrito Federal (20,0%), São Paulo (23,2%), Alagoas (23,8%) e Mato Grosso do Sul (23,9%), as únicas UFs com percentual abaixo de 25%.
Percentual de pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupada na semana de referência como conta própria, por Unidade da federação (%) – 4º trimestre 2020
UF
Valor
Distrito Federal
20,0
São Paulo
23,2
Alagoas
23,8
Mato Grosso do Sul
23,9
Santa Catarina
25,0
Minas Gerais
25,1
Paraná
25,8
Rio Grande do Sul
26,8
Brasil
27,0
Goiás
27,0
Espírito Santo
27,4
Rio de Janeiro
27,8
Mato Grosso
28,1
Rio Grande do Norte
28,4
Tocantins
28,8
Roraima
29,2
Bahia
30,3
Ceará
30,5
Sergipe
30,7
Pará
31,5
Pernambuco
32,1
Acre
32,3
Piauí
32,5
Paraíba
33,6
Rondônia
33,9
Amazonas
34,2
Maranhão
34,3
Amapá
36,7
Menor percentual de trabalhadores com carteira é do MA (48,5%) e o maior, de SC (87,9%)
No 4º tri de 2020, 75,0% dos empregados do setor privado tinham carteira de trabalho assinada. As Regiões Nordeste (59,6%) e Norte (58,2%) apresentaram as menores taxas. Entre os trabalhadores domésticos, 26,1% tinham carteira de trabalho assinada.
Dentre as unidades da Federação, os maiores percentuais de empregados com carteira assinada no setor privado estavam em Santa Catarina (87,9%), Paraná (85,3%) e Rio Grande do Sul (83,9%) e os menores no Maranhão (48,5%), Pará (51,4%) e Piauí (52,0%).
Percentual de pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupada na semana de referência como empregado COM carteira entre os empregados do setor privado, por Unidades da federação (%) – 4º trimestre 2020
UF
Valor
Maranhão
48,5
Pará
51,4
Piauí
52,0
Sergipe
56,3
Ceará
57,1
Tocantins
58,4
Bahia
59,4
Paraíba
63,8
Rio Grande do Norte
64,9
Amazonas
64,9
Alagoas
65,1
Acre
65,3
Pernambuco
66,9
Roraima
67,2
Rondônia
69,0
Amapá
70,9
Goiás
73,1
Brasil
75,0
Minas Gerais
75,1
Espírito Santo
76,1
Mato Grosso
76,6
Mato Grosso do Sul
78,0
Distrito Federal
80,6
São Paulo
81,1
Rio de Janeiro
81,7
Rio Grande do Sul
83,9
Paraná
85,3
Santa Catarina
87,9
Frente ao trimestre anterior, rendimento médio cai no Sudeste e Nordeste
No 4º trimestre de 2020, o rendimento médio real de todos os trabalhos, habitualmente recebido por mês, pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência, com rendimento de trabalho, foi estimado em R$ 2.507. Este resultado apresentou redução de -4,2% em relação ao trimestre imediatamente anterior (R$ 2.616) e aumento de 2,8% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (R$ 2.240).
Na comparação entre o 3º e o 4º trimestre de 2020, as Regiões Nordeste (R$ 1.683) e Sudeste (R$ 2.903) apresentaram redução do rendimento (-3,7% e -5,3%, respectivamente), enquanto as demais permaneceram estáveis. Em relação ao 4º trimestre de 2019, apenas a Região Sudeste apresentou variação estatisticamente significativa (aumento de 4,0%).
A massa de rendimento médio real de todos os trabalhos, habitualmente recebido por mês, pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência, com rendimento de trabalho, foi estimada em R$ 210,7 bilhões de reais, registrando estabilidade em relação ao trimestre anterior (R$ 210,3 bilhões de reais) e redução em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (R$ 225,5 bilhões de reais).
MA tem a maior taxa de informalidade (60,3%) e SC, a menor (27,8%)
A taxa de informalidade no 4° trimestre de 2020 ficou em 39,5% da população ocupada. As maiores taxas ficaram com Maranhão (60,3%), Pará (59,6%) e Piauí (59,1%) e as menores com Santa Catarina (27,8%), Distrito Federal (28,5%) e São Paulo (30,1%).
Para o cálculo da proxy de taxa de informalidade da população ocupada são consideradas as seguintes populações: empregado no setor privado sem carteira de trabalho assinada; Empregado doméstico sem carteira de trabalho assinada; Empregador sem registro no CNPJ; Trabalhador por conta própria sem registro no CNPJ; Trabalhador familiar auxiliar.
Taxa de informalidade da população de 14 anos ou mais de idade, ocupada na semana de referência, por Unidades da Federação (%) – 4º trimestre de 2020
É notória a participação da mulher no serviço público, seja atuando em setores técnicos nas secretarias ou exercendo cargos de chefia. Somente em Natal são 9.760 mulheres no setor público, o que representa 65,7% de profissionais no setor. A missão de cuidar da administração pública, além dos desafios pessoais e profissionais desse contingente de gestoras são temas da programação alusiva ao Dia Internacional da Mulher, que a Prefeitura de Natal está realizando durante toda esta semana. A programação conta com a parceria Secretaria Municipal de Política para Mulheres (SEMUL), Secretaria de Administração (SEMAD), Associação de Assessores Jurídicos de Natal (ASSEJUR) e Associação Brasileira de Mulheres de Carreira Jurídica (ABMCJ/RN).
Nesta quarta-feira (10) acontecerá o lançamento do “Projeto de Valorização e Empoderamento da Mulher Servidora Pública: Uma Missão de Vida”, que contará com um debate, às 17h, em formato live pelo canal do YouTube da Prefeitura de Natal. A palestra “Mulher – Investir em si para poder servir” será proferida pela advogada Celimari Castim, com participação da Secretária Municipal de Políticas para Mulheres (SEMUL) Andréa Ramalho e das advogadas Nadjaluce Barros (ASSEJUR) e Samôa Martins (ABMCJ/RN). A ocasião será dedicada à memória da professora e antropóloga Elizabeth Nasser, pioneira na defesa dos direitos das mulheres.
Para a titular da SEMUL, Andréa Ramalho, a segurança do vínculo empregatício e a garantia de igualdade de salários são grandes atrativos para o ingresso no serviço público. “No entanto, a trajetória a ser construída deve estar intrinsecamente ligada com o compromisso social que a carreira traz – servir a população”, analisou a gestora.
Segundo Nadjaluce Barros (ASSEJUR), o objetivo da campanha é valorizar o perfil engajado e solidário das mulheres em contraponto as posturas individualistas e solitárias do mundo contemporâneo, gerando uma rede que se converte na melhoria de atendimento da população. Mas o projeto vai além. “Trata-se de uma proposta inovadora para dotar o Município do Natal de uma política de valorização da mulher servidora, que abranja vários eixos, seja na qualidade de vida no trabalho, no empoderamento, nas atitudes de sororidade e também na identificação de possíveis casos de submissão à alguma violência doméstica”, comentou.
Um dos principais desafios para a servidoras está relacionado ao momento de pandemia, em particular as servidoras públicas da saúde. Outra questão diz respeito ao tratamento dentro do ambiente de trabalho. Apesar da relativa igualdade de oportunidades entre homens e mulheres dentro da administração pública, as mulheres continuam sujeitas a violência de gênero dentro do serviço público, em razão das próprias relações que são estabelecidas no cotidiano. “É preciso ressignificar as relações, pensar os espaços que ocupamos como espaços de transformação social. E perceber em nós, mulheres servidoras públicas, potenciais agentes de transformação da sociedade em que vivemos, a começar dos nossos espaços de trabalho”, ressaltou Andréa Ramalho.
Além da live, será formatada uma pesquisa com todas as servidoras, visando diagnosticar as potencialidades e fragilidades para contribuir com o aperfeiçoamento das políticas públicas. Também será criado um canal de diálogo nas redes sociais, além de parcerias para descontos em produtos e serviços para Servidoras Públicas e Associadas.