27 de março de 2021

Coluna Versátil News

Prefeitura de Parnamirim: Prefeitura ressalta a importância da documentação correta para vacinação. Confira!

Ascom

A prefeitura segue vacinando os profissionais da saúde e os idosos a partir de 70 anos. No entanto, é preciso ficar atento a documentação necessária para apresentar na hora da vacinação. Pensando nisso, preparamos uma lista completa com tudo o que é preciso para você garantir a sua imunização.

No caso dos idosos a partir de 70 anos:

• Documento com foto;

• Cadastro do RN;

• Comprovante de residência;

• Cartão de vacina.

Profissionais da saúde: 

• Para os profissionais da saúde com vínculo ativo nos estabelecimentos públicos ou privados de assistência à saúde, vigilância à saúde, regulação e gestão à saúde: 

Carteira de trabalho que especifique o local de trabalho ou contrato de trabalho ou contra-cheque ou publicação de nomeação em diário oficial ou ficha funcional do servidor público e apresentação da escala de trabalho, comprovando estar no exercício da atividade. 

• Para os profissionais da saúde autônomos que não possuam vinculação a serviços privados de assistência direta à saúde, vigilância à saúde, regulação e gestão à saúde: 

Registro ativo no conselho de classe, pelo menos três contratos de prestação de serviços de assistência à saúde ou três declarações de pacientes atestando a prestação/contratação dos serviços ou notas fiscais de prestação de serviços de assistência aos pacientes ou contrato de vinculação a planos de saúde privados. 

• Para os trabalhadores terceirizados que trabalham nos estabelecimentos públicos ou privados de assistência à saúde, vigilância à saúde, regulação e gestão à saúde: 

Carteira de trabalho que especifique o local de trabalho ou contrato de trabalho ou contracheque; e escalas de trabalho acompanhadas de declarações advindas das empresas em papel timbrado que comprove o trabalho em um serviço de saúde.

• Para os profissionais de saúde da área administrativa dos serviços públicos de assistência à saúde, vigilância à saúde, regulação e gestão à saúde: 

Carteira de trabalho que especifique o local de trabalho ou contrato de trabalho ou contracheque ou publicação de nomeação em diário oficial ou ficha funcional do servidor público, além da declaração da Secretaria de Saúde ao qual esteja vinculado, com indicação do tipo de vínculo, do local de prestação de serviço e do efetivo exercício de atividade funcional que implique em exposição ao risco, ainda que intermitente, de contaminação pelo coronavírus.

• Para os profissionais da saúde da área administrativa dos serviços privados de assistência à saúde, vigilância à saúde, regulação e gestão à saúde: 

Carteira de trabalho que especifique o local de trabalho ou contrato de trabalho ou contracheque, além de declaração do empregador, com indicação do local de prestação de serviço e do efetivo exercício de atividade laboral que implique em exposição ao risco, ainda que intermitente, de contaminação pelo coronavírus.

• Para os acadêmicos em saúde e estudantes da área técnica em saúde em estágio hospitalar, atenção básica, clínicas e laboratórios: 

Declaração do serviço de saúde ao qual esteja vinculado, com indicação do curso, do local do estágio e do quantitativo de horas/aulas de estágio mensal.

• Para os cuidadores de idosos: 

comprovação de vínculo empregatício (carteira de trabalho que especifique o local de trabalho ou contrato de trabalho ou contra-cheque ou contrato de prestação de serviços).

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Governo do RN: Semarh retoma projeto Plantadores de Água e lança catalógo sobre nascentes

Divulgação

O governo do estado do Rio Grande do Norte, por intermédio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), promoveu na quinta-feira (25), a primeira reunião de retomada do “Plantadores de Água”, programa que tem como objetivo auxiliar no processo de proteção e recuperação ambiental das nascentes dos rios potiguares, bem como conscientizar a população do entorno acerca dos cuidados e os usos devidos das áreas que circundam o local de preservação. 

Iniciado em 2018, o projeto piloto foi implementado na região da bacia do rio Apodi/Mossoró, envolvendo sete municípios, mas precisou ser pausado em razão da pandemia, já que as etapas seguintes exigiam atividades presenciais. 

Agora, após uma reformulação para se adaptar ao atual cenário pandêmico, o primeiro produto apresentado à sociedade é o “Catálogo de Nascentes da Bacia Hidrográfica do rio Apodi-Mossoró/RN”. A publicação traz informações sobre o diagnóstico de campo realizado na bacia que registrou 57 nascentes, mostrando onde elas estão, em que situação e qual é a indicação de interferência, seja para recuperação e/ou proteção.

A pesquisadora Luênia Tavares, da coordenação de meio ambiente e saneamento (Comeas) da Semarh, tem sua pesquisa na instituição voltada diretamente para o “Plantadores de Água” e esclarece que esse projeto é o que chamamos de projeto “semente”. “A ação governamental direta dura dois anos, tempo em que são criadas as condições para o cumprimento de etapas cruciais para, em seguida, entes públicos e privados da região, agora capacitados, seguirem com a preservação da nascente”, diz a pesquisadora. 

Robson Henrique, coordenador da Comeas/Semarh explica que “o objetivo da reunião foi retomar o diálogo com os municípios, principalmente pelo fato de que muitos deles atualmente possuem outras gestões pós-eleições, reforçar a adesão dos mesmos, além de estabelecer um ponto focal de cada participante/instituição para os próximos contatos”.

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Mega-Sena pagará hoje prêmio de R$ 27 milhões

Apostas podem ser feitas até as 19h

Marcello casal

O concurso 2356 da Mega-Sena pagará neste sábado (27) um prêmio de R$ 27 milhões aos acertadores de seis dezenas.

O sorteio será a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet.

A cartela, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50

Fonte: agência Brasil

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Fecomércio: CNC: comércio deve ter a pior Páscoa desde 2008

No segundo ano da pandemia, as vendas no comércio varejista brasileiro relacionadas à Páscoa devem registrar retração de 2,2%, de acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A quinta data comemorativa mais importante do varejo brasileiro deverá movimentar R$ 1,62 bilhão em 2021, o menor volume desde 2008.

A previsão é de uma arrecadação inferior à registrada em 2020. O presidente da CNC, José Roberto Tadros, afirma que os impactos da pandemia na renda da população e o fechamento do comércio às vésperas do feriado explicam a baixa expectativa. “Esse é um segmento que, historicamente, depende de um consumo presencial. Ainda há uma grande dificuldade de adaptação das vendas on-line para a compra de itens como chocolate, ovos de Páscoa e produtos de supermercado, apesar de todos os avanços já feitos pelas empresas”, esclarece Tadros.

Baixa importação e renda comprometida

Especificamente sobre o volume de vendas, a queda esperada é menor do que a observada no ano passado (28,7%), mas há baixa expectativa dos varejistas por conta da redução das importações de produtos típicos da data. A quantidade de chocolates importada este ano (2,9 mil toneladas), por exemplo, foi a menor desde 2013 (2,65 mil toneladas). Já a importação de bacalhau (2,26 mil toneladas) foi a mais baixa desde a Páscoa de 2009 (1,43 mil toneladas).

Fabio Bentes, economista da CNC responsável pelo estudo, destaca que a desvalorização cambial de 23%, nos últimos 12 meses, encareceu a importação de produtos típicos. Ele lembra, ainda, que a festa ocorre em um período de maior comprometimento da renda familiar, fora da janela de pagamento do auxílio emergencial.

“O complemento social ajuda a desafogar o orçamento doméstico e, nesse sentido, contribui para o consumo. Além disso, a capacidade de contração de crédito está prejudicada pelo patamar recorde de comprometimento da renda das famílias”, aponta Bentes. De acordo com dados do Banco Central, 28,4% da renda dos brasileiros está comprometida com o pagamento de dívidas – o maior patamar da série, iniciada em 2005. “É o que chamamos de tempestade perfeita”, completa o economista.

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