fevereiro 2023

Coluna Versátil News

Movimento Preserve Pipa em busca da ampliação do fluxo de turistas europeus

O contato com a natureza preservada da região da Praia da Pipa é um dos grandes atrativos do destino. Foto: Fotográfos da Pipa.

Movimento Preserve Pipa, iniciativa dos integrantes da Associação de Hoteleiros de Tibau do Sul e Pipa (ASHTEP) e do Pipa Convention & Visitors Bureau, marca presença na Bolsa de Turismo de Lisboa – BTL, que acontece entre os dias 1 e 5 de março, na capital portuguesa. O evento faz parte do calendário anual de promoção do Movimento e se apresenta como uma oportunidade singular para a prospecção de turistas europeus, tendo em vista a proximidade geográfica, o voo direto entre Lisboa e a capital potiguar e as diversas possibilidades turísticas que a região da Praia da Pipa oferece.

“A BTL é o cenário perfeito para divulgarmos as ações do Movimento Preserve Pipa. O público europeu representa 10% do nosso fluxo turístico e tenho certeza que podemos ampliar o número, já que o destino Pipa consegue reunir atrativos sem igual, que interessam diretamente esse público”, afirma Wanderson Borges, cofundador do Preserve. “Turismo de Sol e Praia, contato direto com a natureza, alta gastronomia, sustentabilidade ambiental, econômica e social e ainda proximidade geográfica fazem a Pipa ganhar destaque diante de outros destinos do Brasil”, afirma Wanderson.

Dados da Embratur dão conta de que mais de 1,28 milhão de turistas estrangeiros compraram passagens para desfrutar o verão no Brasil em 2023. Segundo o órgão, os portugueses integram o top 5 de estrangeiros, com 85,3 mil. Italianos também estão na lista, com 53,2 mil turistas interessados. Aliado ao fato e tendo como base as perspectivas da OMT (Organização Mundial do Turismo) para este ano, a movimentação global de turistas pode atingir entre 80% e 95% dos níveis pré-pandêmicos.

Os números são animadores para toda a cadeia e o Movimento Preserve Pipa almeja destaque no cenário nacional. “Acreditamos que 2023 é um ano fundamento para colocar o destino Pipa na rota dos mais desejados e buscados pelo público europeu, por isso estamos focados em trazer excelentes parcerias da BTL”, conclui o co-fundador do Movimento.

O que é o Preserve Pipa

Movimento Preserve Pipa é uma iniciativa dos integrantes da Associação de Hoteleiros de Tibau do Sul e Pipa (ASHTEP) e do Pipa Convention & Visitors Bureau em prol da sustentabilidade real, voltando as suas ações à garantia de uma melhor qualidade de vida para os moradores e uma experiência sem igual para os turistas que procuram a região da Praia da Pipa. Ao todo, são quase 50 empreendimentos participantes, todos com avaliações acima dos 90% de aprovação entre os clientes.

O Movimento entende que a sustentabilidade depende de um tripé, que também leva em consideração fatores econômicos e sociais, além dos naturais, por isso, ações de promoção e divulgação do destino, o apoio a eventos locais, geração de empregos e renda e qualificação de mão de obra estão entre as principais ações do grupo.

Disruptivo e inovador, o Preserve Pipa foi responsável pelo lançamento da primeira OTA de destinos do Brasil, conectando os hotéis e pousadas da região da Praia da Pipa diretamente aos turistas. As vantagens serão para todos os públicos: os empreendedores locais que farão ações de sustentabilidade do destino e principalmente para os turistas que vão encontrar valores mais atrativos para visitar Pipa.

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Fim de Carnaval: especialista esclarece sobre transmissão e tratamento da doença do beijo

População jovem é mais exposta ao vírus, que é comum e não possui tratamento específico

Passado o Carnaval, as salas de atendimento dos hospitais costumam ficar cheias de pessoas com sintomas gripais devido a alta exposição durante a festa de Momo. Um dos diagnósticos mais comuns na população neste período é a “doença do beijo”, também chamada de mononucleose, que é causada pela transmissão do vírus Epstein-Barr (EBV) pela saliva e mucosa oral.

A docente do IDOMED e infectologista Karis Rodrigues explica que, por este motivo, as pessoas que beijaram no Carnaval, especialmente na faixa etária de 15 a 24 anos, estão mais expostas à doença, que também pode ser transmitida por via sexual.  

A especialista esclarece que os sintomas iniciais são febre, mal-estar, fadiga, cansaço e, frequentemente, o quadro evolui para faringite com dor e secreção nas amígdalas. “O quadro da doença pode ser intenso, com o aumento das amígdalas e, em alguns casos, pode levar a obstrução alta na região devido ao edema e inchaço”, explica a infectologista.

Também é comum o aumento dos linfonodos, principalmente no pescoço, caracterizando as conhecidas “ínguas”, que também podem aparecer em outras cadeias linfáticas. “Outra característica é o aumento do baço e isso é preocupante, pois é preciso que o paciente tenha cuidado ao retornar às atividades físicas. É importante evitar o retorno aos esportes por pelo menos três semanas e as atividades de maior impacto devem ser adiadas por quatro semanas”, destacou a especialista do IDOMED.

A infectologista ainda explicou que a mononucleose não tem tratamento específico assim como a maioria das infecções virais. A doença dura uma ou duas semanas e em alguns casos pode persistir com o sintoma da fadiga por um tempo mais prolongado. “A maioria das pessoas se recupera completamente e desenvolve uma imunidade duradoura, com anticorpos que ficam presentes no organismo para o resto da vida”, ressalta Karis.

Sobre o IDOMEDO IDOMED é um grupo que reúne 17 escolas médicas e consolida a tradição de mais de 25 anos de experiência nesse segmento. Está presente em todas as regiões do país, com mais de 7,5 mil alunos e foco em excelência no ensino, aprendizado prático, tecnologia aplicada, desenvolvimento docente e conexão com a carreira médica. O grupo oferece programas de graduação, pós-graduação, especialização e cursos de aperfeiçoamento e atualização, e está entre os líderes na incorporação de tecnologia educacional voltada à formação em Medicina.

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Orientação Nutricional para Doenças Hemofílicas

Natália Cavalcanti – Nutricionista Casa Durval Paiva – CRN6 11467Hemofilia é uma doença de origem genética/hereditária, que se caracteriza por um distúrbio na coagulação sanguínea, levando a sangramentos prolongados e em maior volume, causando uma desordem no mecanismo e hemorragia. Manifesta-se, na maioria dos casos, no sexo masculino. O diagnóstico deve ser feito através de teste genético, que permite estabelecer melhores estratégias terapêuticas.O que acontece em indivíduos saudáveis, quando ocorre um sangramento devido a um corte? Proteínas entram em ação para estancar esse sangramento, um processo denominado de coagulação. Os portadores de doença hemofílica não possuem essas proteínas, devido a isto, não ocorre a coagulação, causando hemorragia.Os pacientes com Anemia Hemolítica (AH), tendem a acumular ferro em excesso, devido a vários fatores, como destruição das hemácias, com liberação de ferro e transfusões sanguíneas recebidas. O uso de alimentos ricos em ferro ou fórmulas enriquecidas com ferro, contribui para o seu excesso no organismo. O ferro acaba lesando órgãos e tecidos, em especial, o miocárdio, hepatócito e glândulas endócrinas. Este processo, conhecido por hemossiderose, é uma das grandes causas de morbidade, em pacientes com anemias hemolíticas.O paciente portador de AH, pode apresentar comprometimento no desenvolvimento físico, que pode estar relacionado a uma deficiência energética ou à má absorção de nutrientes, além da deficiência de zinco e de outros micronutrientes.Para minimizar e ampliar a qualidade de vida deste paciente, a Casa Durval Paiva (CDP) realiza assistência multidisciplinar aos portadores de doenças hemofílicas de todo o Estado do Rio Grande do Norte. Com o auxílio do setor de nutrição, o responsável técnico – nutricionista realiza orientação dietética ao paciente e aos seus familiares, com atendimento clínico e doação de cestas básicas, além de suplemento em pó.Os fatores que podem contribuir para a deficiência dos macros e micronutrientes são a baixa ingestão alimentar, devido à própria doença, a hospitalização frequente e o nível socioeconômico. O estado emocional do responsável e/ou da família, também, pode contribuir para uma ingestão alimentar inadequada, por priorizar ou restringir alimentos e preparações, ou pela falta de disciplina alimentar, ao oferecer alimentos e guloseimas, nos intervalos das refeições.Para contribuir com a educação nutricional dos assistidos pela CDP, o setor de nutrição desenvolve atividade pedagógica, em sala de aula, passando aos pacientes/alunos a importância da nutrição e dos alimentos para o tratamento.

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Colégio Porto dispara em aprovação na UFRN com o 1º lugar de Medicina, de Direito e de mais cinco cursos, além do maior argumento geral da instituição

Aluno Porto que conquista primeiro lugar de Medicina da UFRN fez o Enem estando ainda na 2ª série do Ensino Médio. Em Direito na federal, Colégio Porto garantiu os dois primeiros lugares.

O primeiro lugar de Medicina da UFRN é de um aluno do Colégio Porto que fez o Enem ainda na 2ª série do ensino médio. É o estudante Anísio Uchôa, de apenas 17 anos. A escola também garantiu o maior argumento da UFRN, aprovou outros 11 estudantes em Medicina (UFRN e UERN) e conseguiu os dois primeiros lugares em Direito da federal. Além disso, os alunos do Porto estão no topo da aprovação em mais cinco cursos. Os excelentes resultados mostram o diferencial da metodologia de ensino da escola, que entrou no seu quarto ano de funcionamento em Natal. A comemoração acontece nesta terça (28), a partir das 16h, no Colégio Porto.
Para conseguir o feito de ser aprovado na graduação que tem a maior concorrência do Rio Grande do Norte, sem nem ter concluído o ensino médio, Anísio Uchôa, que hoje está na 3ª série, disse que contou com toda a estrutura pedagógica oferecida pelo Colégio Porto, que foi decisiva para esse resultado final.
“Estudei para o Enem por meio dos livros didáticos do Sistema Bernoulli, os quais são disponibilizados pelo colégio, das aulas na escola, que conta com excelentes profissionais, e das provas de anos passados do Enem”, disse o mais novo federal.
Anísio conquistou a pontuação final de 904,91. Além da preparação na escola, ele também falou sobre outros aspectos que contribuíram para a aprovação.
“É preciso ser disciplinado, isto é, seguir uma rotina que consiga conciliar grandes volumes de estudo com a socialização, as atividades físicas e uma dieta balanceada”, completou Anísio.
O Colégio Porto ainda aprovou outros dez alunos em Medicina. Cinco na UFRN: Matheus Vinícius (Pré 2020); Maria Luiza Cortês, Gabriel Fagundes, João Gabriel Araújo e Lucas Queiroz (Pré 2021). E cinco na UERN: Brunna Freire e Igor Câmara (Pré 2021); Luana Taíse, Mariana Barros e Rodrigo Gadelha (Pré 2022).
“Essa grande aprovação em Medicina nos deixa muito orgulhosos. Mostra o quanto o trabalho dos professores em sala de aula e nossa metodologia inovadora de ensino fazem a diferença. Temos um aluno da segunda série do ensino médio no topo do curso mais concorrido da Universidade Federal. Isso é um feito extraordinário”, disse o diretor acadêmico da escola, André Cury.
Maior nota geral e sete vezes primeiro lugar
E o show de aprovação não parou por aí. Além do primeiro lugar em Medicina, o Colégio Porto ainda fez o maior argumento geral da Universidade Federal do RN. O estudante Pedro Sarmento, aprovado em 1º lugar em Engenharia da Computação, atingiu a maior pontuação entre todos os cursos, sem o acréscimo de bônus. Ele pontuou 840,67.
A escola também conquistou os dois primeiros lugares de Direito da Universidade Federal do RN, com os estudantes Sofia Dantas, em primeiro lugar; e com Gabriel Menezes, sendo 2º colocado.
Na lista de primeiros colocados ainda estão: Melissa Angélia (1º em Eng Produção UFRJ); Rafael Panosso (1º em Eng. Produção UFRN); Rafael Guerra (1º em Administração UFRN); Gabrielle Borja (1º em Tecnologia da Informação UFRN). Entre todos os alunos da escola que fizeram o Enem, mais de 50 conseguiram nota acima de 900.
“Todos estão de parabéns. O Colégio Porto existe há pouco mais de três anos e conseguiu concluir esse primeiro ciclo do ensino médio com uma aprovação excelente. Isso só prova que fazemos uma preparação para o Enem diferente de tudo que já foi visto”, concluiu André Cury.
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64% da população não costuma utilizar preservativos na relação sexual, diz estudo

Do total dos integrantes da pesquisa, 72% na idade entre 40 a 44 anos apontaram não costumar fazer uso da camisinha

Aproximadamente 1 milhão de pessoas afirmaram ter diagnóstico médico de Infecção Sexualmente Transmissível (IST) ao longo de 2019, correspondendo a 0,6% da população com 18 anos de idade ou mais.  A informação é da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), divulgada em 2021, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  Já o Unaids – programa das Nações Unidas, desenvolvido para prevenir o avanço do HIV – apontou que entre 2010 e 2018, por exemplo, a taxa de transmissão do vírus no Brasil cresceu 21%, enquanto sofreu queda de 16% em todo o mundo.

Sabe-se que o uso de preservativos, as famosas “camisinhas”, são cruciais na redução da incidência de IST. Além disso, elas dispõem de um papel essencial quando se fala em evitar gestações não planejadas, tendo em vista que, no país, a iniciação sexual é cada vez mais precoce. Acerca do assunto, inclusive, dados do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc/SUS) indicaram que um em cada sete nascimentos é oriundo de mães adolescentes. E, relacionado ao tema, o mais recente estudo da Famivita revelou que 64% da população não costuma utilizar preservativos na relação sexual.Em se tratando da faixa etária, do total geral de integrantes do estudo, 72% apontaram não ter o costume de usar camisinha, na idade entre 40 a 44 anos. Referente ao grupo dos 25 aos 29 anos, 68% explicaram não fazer essa utilização. O estudo também trouxe  a informação que 92% dos entrevistados têm ciência de que o preservativo evita as IST ‘s.

Os dados coletados por estado revelaram que no Distrito Federal 52% dos participantes têm o hábito de usar preservativo. Em Minas Gerais, esse número foi de 29% e, no Rio de Janeiro, 32%. Já no Ceará e no Rio Grande do Norte, 43% e 15%, afirmaram fazer essa utilização, respectivamente.

A evolução do preservativo: uma breve linha do tempoA primeira camisinha com reservatório para o esperma surgiu em 1901, nos Estados Unidos, mas a verdadeira evolução delas ocorreu com aquelas feitas de látex, a partir de 1880. Tal fato representava um avanço, pois desse modo elas eram mais finas do que as iniciais, de borracha, necessitando de um menor trabalho para serem produzidas.

Estima-se que em 1935 cerca de um milhão e meio de camisinhas foram comercializadas nos Estados Unidos. Nos períodos seguintes, contudo, elas caíram em desuso, principalmente após o advento da pílula anticoncepcional.

A partir de 1980, o HIV modificou a consciência mundial a respeito da sexualidade, notadamente quando se fala em sexo seguro. Assim, a camisinha voltou à cena, e como uma heroína, posto que é o único método capaz de reunir, em apenas uma ferramenta, a prevenção à gravidez indesejada e às infecções sexualmente transmissíveis.

No Brasil da década de 1980, por exemplo, começo da epidemia de HIV, os preservativos eram distribuídos apenas em datas específicas, como o Carnaval e o “Dia Mundial de Luta Contra Aids”, mas, de 1994 em diante, iniciou-se a distribuição ampla deles, através do Sistema Único de Saúde (SUS), facilitando o acesso da população.

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