9 de abril de 2024

Coluna Versátil News

Festival do Industriário 2024 – SESI Entoando Canções vai premiar trabalhadores e empresas

São mais de R$ 70 mil em premiação, com semifinais em três cidades do RN – inscrições até 10 de abril

O “Festival do Industriário 2024 – SESI Entoando Canções”, vai distribuir mais de R$ 70 mil em dinheiro entre as categorias de premiações. A ideia desta ação é fomentar a cultura entre trabalhadores do setor industrial e seus familiares compositores, intérpretes, poetas e artistas, além de descobrir talentos que estão no operacional, na linha de produção das fábricas, e assim valorizar, não somente o trabalhador da indústria, mas também, a empresa que ele atua.

O Festival é promovido pelo Serviço Social da Indústria- SESI/RN, com co-realização da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte – FIERN. As inscrições podem ser realizadas através do site https://www.rn.sesi.org.br/festivaldoindustriario/ até o dia 10 de abril. Podem se inscrever no Festival, trabalhadores da indústria brasileira (industriários e empresários), seus descendentes diretos: cônjuges e filhos, a partir de 18 anos de idade no ato da inscrição do evento. São duas categorias disponíveis: Interpretação – Músicas não Inéditas – músicas já gravadas e editadas; ou Composição autoral (letra e música) – Músicas autorais inéditas. Vale ressaltar que nas categorias somente serão aceitas músicas brasileiras, cantadas e de qualquer estilo e, cada candidato poderá participar em uma única categoria e com apenas uma música.

Ao finalizar este primeiro momento, o das inscrições, o Festival segue para as próximas fases que compreendem o período de 26 de abril a 31 de maio. Três cidades do Rio Grande do Norte vão receber a fase semifinal, sendo elas: semifinal regional Polo Natal, no dia 27 de abril, no Teatro Alberto Maranhão – TAM; semifinal regional Polo Mossoró no dia 04 de maio, no Teatro Municipal Dix-Huit Rosado  e a semifinal regional Polo Caicó no dia 11 de maio, no Centro Cultural Adjuto Dias. A grande final está marcada para o dia 30 de maio, no Teatro Riachuelo.

Com mais de R$ 70 mil em premiação, o Festival vai contemplar os trabalhadores da indústria, semifinalistas e finalistas. As empresas de lotação dos candidatos também são contempladas, pois o objetivo do Festival não é oportunizar somente o trabalhador, mas também a própria empresa em que ele atua, ressaltando a importância dessa integração.

Mostre o seu talento para o mundo e solte a sua voz, inscreva-se! Acompanhe as novidades do Festival através do @sesirn. Mais informações por meio do WhatsApp (84) 3220-0465 ou através do e-mail: festivaldoindustriario@rn.sesi.org.br.

Coluna Versátil News

Caso Moro: entenda consequências da possível cassação do mandato do senador

 

Político é acusado de abuso de poder econômico durante a pré-campanha eleitoral de 2022. Especialista do CEUB esclarece impactos políticos do julgamento

O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) suspendeu o 2º dia de julgamento da cassação do mandato do senador Sergio Moro (União Brasil), que é alvo de Ações de Investigação Judicial Eleitoral sobre abuso de poder econômico durante a pré-campanha eleitoral de 2022. Os suplentes eleitos na chapa também são alvos das ações: Luis Felipe Cunha e Ricardo Augusto Guerra.
Depois do relator do caso, desembargador Luciano Carrasco Falavinha Souza, votar contra a cassação e o desembargador José Rodrigo Sade discordar, o TRE-PR voltará a julgar as ações na próxima segunda-feira (8). Seja qual for o resultado, ainda cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O professor de Direito Penal do Centro Universitário de Brasília (CEUB) Víctor Quintiere esclarece trâmites do julgamento e comenta possíveis impactos políticos.
Confira a entrevista na íntegra:
Existe um teto de gastos para o período pré-campanha?
VQ: Há uma estipulação por parte do TSE de teto de gastos para campanhas presidencial e senadores da república. No primeiro turno da eleição de 2022, o teto para presidentes seria de R$ 88 milhões. Já para senador do Paraná, cerca de R$ 4,5 milhões. Esses tetos são pré-determinados para evitar competições desarrazoadas, injeções de dinheiro de forma descabida.
O argumento da defesa de que Sergio Moro não se elegeu no Paraná pela suposta pré-campanha mais robusta se sustenta?
VQ: Para o relator, não houve o que se falar em uma suposta pré-campanha mais robusta em virtude dessa fase histórica em que ele saiu de pré-candidato e teria migrado no decorrer dos prazos eleitorais para a chapa de senador. Já para o primeiro integrante que abriu a divergência, o argumento da defesa não se sustentaria, argumentando que teria ocorrido uma desproporção em virtude dessa caminhada do atual senador Sergio Moro.
Caso o mandato venha a ser cassado, quais as consequências políticas para Moro? Ele pode voltar a concorrer a algum cargo?
VQ: Primeiro, o senador perderia o cargo. Pode ser considerado inelegível durante tempo fixado em lei e não poderá voltar a concorrer a cargo público enquanto perdurarem os efeitos da condenação. Isso pode ocorrer em virtude dessa repercussão do processo. O efeito imediato é o término do mandato como Senador da República.
Quais são as implicações das decisões do TRE e, possivelmente, do TSE?
VQ: Em face do acórdão do TRE, é possível se discutir a questão junto ao TSE. Seja se a conclusão for pela manutenção do senador em seu cargo, seja pela exclusão. Obviamente o recurso será interposto pelo respectivo interessado. Se favorável à defesa, os autores da ação recorrerão. Se desfavorável à defesa, a defesa do senador deve protocolar esses recursos.
Quais impactos políticos esse julgamento tem provocado e ainda pode provocar após a decisão?
VQ: Destaco impactos políticos importantes, em especial porque estamos diante de um país dividido em termos de política. Confio nas instituições, tanto no TRE como no TSE, que julgará o caso muito provavelmente. A técnica, a jurisprudência e a segurança jurídica devem ser tratadas de forma adequada, ficando muito claro para a população que não podemos ter favoritos e inimigos, mas sim questões técnico-jurídicas que são submetidas aos tribunais e a respectiva conclusão, independentemente de partido ou da ideologia.
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Para quem são os “carros voadores”

 

 

O mercado dos eVTOLs, os veículos elétricos de decolagem e pouso vertical, está decolando e é importante que o Brasil não perca a oportunidade de inserir de forma escalável e segura esse modal às cidades

Por Emerson Granemann*

O setor de Mobilidade Aérea Avançada, como tecnicamente é conhecido o mercado dos “carros voadores”, está prestes a decolar e movimentar bilhões de dólares pelos próximos anos. No mundo há mais de 800 programas de eVTOLs, os veículos elétricos de decolagem e pouso vertical, dos mais variados modelos e em desenvolvimento por cerca de 350 empresas, segundo dados da The Vertical Flight Society.

Apesar dos números vultuosos, uma parcela pequena que conseguiu avançar seus projetos e está recebendo recursos de investidores privados — e até do poder público em programas de tecnologia e sustentabilidade. Em breve veremos os eVTOLs de aproximadamente 30 empresas tomarem os céus e de fato operarem de forma comercial em todo o mundo. Na China, por exemplo, uma desenvolvedora já obteve certificação para voos com passageiros.

Para avançar com esse mercado, mais de 10 bilhões de dólares de Venture Capital já foram destinados a esses projetos, sem contar que algumas empresas já estão listadas em Bolsas de Valores. Um reflexo do perfil dessas companhias, geralmente startups criadas com o propósito específico de fabricar eVTOLs. Mas as principais fabricantes de aviões também entraram na onda. A Embraer criou a Eve Air Mobility, a Boeing adquiriu a Wisk Aero e a Airbus está desenvolvendo internamente seu eVTOL. Sem contar a indústria automobilística que tenta voar também como Volkswagen, Hyundai, Honda e outras.

Há um frenesi generalizado em torno dessas aeronaves, mas ainda não se sabe ao certo como será a operação no dia a dia, pois como se trata de futuro e de uma nova tecnologia, a cautela tem sido prioridade. Do que já foi testado e divulgado ao redor do mundo, os eVTOLs serão usados para completar a cadeia de mobilidade nas cidades. Eles poderão, por exemplo, conectar em poucos minutos aeroportos de uma mesma região, como Congonhas, Campo de Marte e Guarulhos, ou Jacarepaguá, Santos Dumont e Galeão. Ou conectar esses aeroportos a vertiportos — os novos pontos de pouso e decolagem — aos bairros. Quem sabe será possível comprar uma passagem apenas que vá do Morumbi, em São Paulo, para a praia de Jurerê, em Florianópolis. Claro, com os devidos voos de avião entre os aeroportos.

Mesmo com a promessa de “democratizar” o acesso, é de se supor que primeiro embarcarão nessa as pessoas com mais recursos financeiros, que já utilizam helicópteros, por exemplo. A ideia das fabricantes e operadoras é ampliar esse público à medida que se vá ganhando escala, confiando em um custo mais baixo de operação quando comparado com helicópteros, a começar pelo fato de que os eVTOLs são elétricos, o que tende a ser mais barato que o combustível tradicional. Mas isso é pensando em um início de operação em 2025 e crescendo gradualmente pelos próximos 10 a 15 anos.

Espera-se que esse cenário se confirme e que tenhamos uma proliferação de vertiportos em condomínios residenciais e comerciais, bem como em pontos estratégicos para conectar cidades separadas por até 100 quilômetros, como São Paulo a Campinas.

Para não perder essa oportunidade, o Brasil precisa ainda resolver alguns aspectos, especialmente regulatórios e de certificação dos eVTOLs. É preciso nesse momento envolver poder público, empresas e sociedade para debater de forma aprofundada para possamos gerar um ecossistema de mobilidade aérea escalável, acessível, sustentável e seguro.

*Emerson Granemann é CEO da MundoGEO e idealizador do Expo eVTOL, primeira feira do Brasil dedicada aos “carros voadores”.

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Receita Federal alerta para novo golpe envolvendo o Imposto de Renda

 

Fraudadores usam nome da Receita para enganar contribuintes e extrair pagamentos indevidos. Contador compartilha dicas de segurança no envio da declaração

A temporada de envio das declarações do Imposto de Renda, além do cuidado envolvendo prazos e ajustes de contas, traz outras preocupações para os contribuintes. A Receita Federal emitiu alerta à população sobre uma nova versão do golpe “Erro na Declaração”, na qual os criminosos enviam mensagens falsas informando sobre supostos erros na declaração e exigindo regularização até uma data limite estipulada.

De acordo com o órgão, para dar credibilidade às suas alegações, os fraudadores utilizam indevidamente o nome da Receita e disponibilizam links maliciosos, afirmando conter informações detalhadas sobre o procedimento de correção em um arquivo PDF para impressão. Na mensagem, utilizam ainda termos como “contribuinte” e a sigla IRPF, comumente empregados pelo órgão em suas comunicações.

Gustavo Vieira, contador e diretor da Rui Cadete, destaca a gravidade da situação: “Todos os anos, temos notícias de pessoas que caíram em golpes e, a cada ano, os fraudadores estão mais organizados e sofisticados. Na prática, o golpe funciona da seguinte forma: os golpistas enviam comunicado falso por e-mail, informando a ocorrência de divergências na declaração de IRPF e alegando que ela está sob análise e passará pela malha fiscal”, explica.

“Como este é um período no qual as pessoas estão naturalmente mais inseguras, acabam se tornando alvos fáceis para esses criminosos”, alerta o especialista. Por isso, segundo ele, o contribuinte deve ficar atento às orientações da Receita Federal apenas em seus canais oficiais e ter ciência de que o órgão não envia comunicações por e-mail, mensagens de texto ou por meio de links. O contador reforça algumas diretrizes de segurança:

  • Desconfie de e-mails ou mensagens de origem desconhecida que solicitam informações pessoais, especialmente relacionadas à declaração do Imposto de Renda.
  • Nunca clique em links suspeitos ou desconhecidos, pois podem direcioná-lo a sites maliciosos ou baixar programas prejudiciais em seu dispositivo.
  • Não abra arquivos anexados, pois normalmente são programas executáveis que podem causar danos ao computador ou capturar informações confidenciais do usuário.
  • Verifique sempre a autenticidade das comunicações que parecem ser da Receita Federal, priorizando o uso do Portal do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e o site institucional como canais seguros de comunicação.

Malha Fiscal: o que é e como evitar

Após o envio da declaração do Imposto de Renda, ela passa por um processo de análise por parte da Receita Federal. Durante essa análise, os sistemas da Receita verificam as informações fornecidas pelo contribuinte e as comparam com dados de outras fontes, como empresas, bancos e instituições financeiras.

Se houver discrepância nas informações fornecidas, a declaração pode ser enviada para uma análise mais detalhada e, havendo divergências, ela é retida na Malha Fiscal, popularmente conhecida como “malha fina”. “Por isso, é muito importante fazer uma revisão minuciosa de todos os dados fornecidos, verificando se estão corretos e completos”, comenta Gustavo.

Para saber se a Declaração está em malha, o contribuinte deve acessar o e-CAC, selecionar a opção “Meu Imposto de Renda (Extrato da DIRPF)” e na aba “Processamento”, escolher “Pendências de Malha”. Lá é possível verificar se sua declaração está em malha e o motivo pelo qual ela foi retida. A partir daí, é possível fazer uma retificação – desde que ainda não tenha recebido o termo de intimação.

“Certifique-se de cumprir todos os prazos estabelecidos pela Receita Federal para responder às solicitações e fornecer as informações necessárias para resolver a situação. E em caso de dúvidas ou dificuldades na identificação de erros, consulte um profissional especializado em questões tributárias para revisar a sua declaração”, finaliza o contador.

Foto: Shutterstock

 

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Estão abertas as inscrições para o prêmio Sistema Fecomércio RN de jornalismo 2024

 

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte lançou, nesta segunda-feira (8), o edital da 6ª edição do Prêmio Sistema Fecomércio RN, Sesc e Senac de Jornalismo. Em comemoração ao aniversário da entidade, a competição deste ano vai reconhecer as melhores matérias sobre o tema “Fecomércio RN: 75 anos transformando a vida dos potiguares e impulsionando a economia do RN”.

Podem participar apenas jornalistas, fotógrafos, alunos de comunicação e autores de trabalhos publicados em veículos situados no Rio Grande do Norte. As matérias, que devem ser veiculadas pela primeira vez entre os dias 6 abril e 1 de outubro, concorrerão em cinco categorias: Jornalismo Impresso; Telejornalismo; Radiojornalismo; Fotojornalismo; Jornalismo On-Line; e categoria especial para estudantes.

Os autores dos melhores trabalhos de cada categoria serão premiados com R$ 6 mil, enquanto os segundos colocados receberão R$ 3 mil. Na categoria especial para estudantes, apenas o primeiro lugar será premiado e receberá R$ 2 mil. Além disso, um vencedor geral – escolhido dentre os ganhadores das seis categorias – receberá um prêmio extra no valor de R$ 3 mil. Ao todo, a competição vai distribuir mais de R$ 50 mil.

Como se inscrever

Cada candidato pode inscrever até duas matérias diferentes no Prêmio Sistema Fecomércio RN, Sesc e Senac de Jornalismo. O material deve ser enviado para premiojornalismo@fecomerciorn.com.br, junto aos seguintes dados: nome, categoria, RG, número do registro como jornalista profissional no Ministério do Trabalho e Emprego (exceto para estudantes, que devem informar matrícula e comprovar vínculo com a instituição de ensino superior).

Para trabalhos desenvolvidos por mais de um jornalista ou estudante de comunicação, é obrigatório definir um autor principal. Além disso, em caso de séries de reportagens, deve-se considerar o conjunto dos conteúdos veiculados como uma única inscrição.

A Comissão Julgadora será presidida pela Gerência de Inteligência e Marketing da Fecomércio RN, e formada por representantes do Sistema Fecomércio RN, Sesc e Senac; Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Norte; e das instituições de ensino UFRN, UNP e UERN.

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