8 de janeiro de 2026

Coluna Versátil News

Samsung terá pavilhão de exposição independente na CES 2026 para apresentar experiência de ecossistema de AI

Exposição propõe transformar o paradigma dos estandes tradicionais com experiências imersivas e Tech Forums que incluem painéis de liderança de pensamento

Imagem meramente ilustrativa

SÃO PAULO, Brasil – 26 de dezembro de 2025– A Samsung Electronics Co., Ltd. anuncia hoje que irá romper de forma ousada com o modelo convencional de exposições e apresentar um novo paradigma com o evento The First Look na CES 2026, a maior feira de eletrônicos de consumo do mundo, que acontece em Las Vegas, Nevada (EUA), de 6 a 9 de janeiro.

Para o The First Look, a empresa deixará de operar um estande público dentro do Las Vegas Convention Center (LVCC) e passará a contar com um pavilhão de exposição independente no hotel The Wynn Las Vegas. No local, a Samsung oferecerá aos visitantes uma experiência inspirada em técnicas utilizadas por galerias de arte e museus para apresentar seus novos produtos e tecnologias.

Com esse objetivo, a empresa construiu seu espaço de exposição, a Samsung Exhibition Zone, em uma escala líder no setor, permitindo que todas as atividades, como exposições de produtos, apresentações, eventos, fóruns de tecnologia e reuniões com clientes e parceiros estratégicos, aconteçam de forma integrada em um único local. A Exhibition Zone reflete o forte compromisso da Samsung em transformar o paradigma das exposições, indo além de uma simples mudança de local para uma abordagem verdadeiramente centrada na experiência do consumidor.

Além de portfólios de produtos: vivenciando a essência da AI em um espaço elaborado cuidadosamente

Na CES 2026, a Samsung apresentará sua abordagem unificada de inteligência artificial para a divisão Device eXperience (DX) e destacará a direção estratégica global da companhia. É justamente essa visão ambiciosa que levou a empresa a estabelecer um espaço de exposição independente, premium e em grande escala no The Wynn. Ali, a Samsung não terá limitações para demonstrar suas inovações, comunicando de forma completa sua estratégia e visão de AI, assim como o valor real que essa tecnologia pode oferecer aos consumidores.

O evento The First Look foi concebido para demonstrar como as tecnologias da Samsung transformam a vida das pessoas, indo além da simples apresentação de funcionalidades de novos produtos. Para proporcionar um ambiente totalmente imersivo, a exposição contará com menor fluxo de visitantes e uma programação aprimorada, garantindo uma experiência mais profunda e significativa.

Uma grande vitrine da Samsung AI no maior espaço da indústria

Por meio de uma narrativa cuidadosamente curada, a Samsung Exhibition Zone foi projetada para permitir que os visitantes se conectem de forma intuitiva às inovações em AI da Samsung, às principais tecnologias atuais e à visão de futuro da empresa. Sob o tema “Vem AI a Casa do Futuro”, a exposição demonstra como a Samsung aplicou amplamente tecnologias de AI não apenas em todas as suas categorias de produtos, incluindo dispositivos móveis, eletrodomésticos e displays, mas também nas funções e serviços que os conectam.

Os visitantes poderão vivenciar essas capacidades diferenciadas de AI, que oferecem conectividade contínua, inteligente e sempre ativa, a qualquer hora e em qualquer lugar. Esse ecossistema hiperconectado, no qual software e AI trabalham juntos para superar as limitações tradicionais do hardware, é algo que somente a Samsung é capaz de entregar.

Novos Tech Forums destacam tendências e tecnologias emergentes do setor

Na CES 2026, a Samsung também promoverá uma série de painéis do Tech Forum dedicados à explorar as principais tendências do setor e das tecnologias do futuro. As discussões acontecerão ao longo de dois dias, em 5 e 6 de janeiro (horário local), e contarão com quatro sessões focadas em AI, eletrodomésticos, serviços e design.

Cada sessão reunirá especialistas da Samsung e participantes de empresas parceiras, do meio acadêmico, da imprensa e da comunidade de analistas, que participarão de debates aprofundados sobre as tendências do setor, novas tecnologias e o futuro da indústria.

Para saber mais sobre o The First Look, visite a página especial da CES 2026 na Samsung Newsroom Brasil.

Sobre a Samsung Electronics Co. Ltd.

A Samsung inspira o mundo e molda o futuro com ideias e tecnologias transformadoras. A empresa está redefinindo os universos de TVs, sinalização digital, smartphones, vestíveis, tablets, eletrodomésticos e sistemas de rede, além de memória, sistemas LSI e semicondutores. A Samsung também avança em tecnologias de imagem médica, soluções de climatização e robótica, enquanto desenvolve produtos automotivos e de áudio inovadores por meio da Harman. Com o ecossistema SmartThings, a colaboração aberta com parceiros e a integração da Inteligência Artificial em todo o portfólio, a Samsung oferece uma experiência conectada, inteligente e fluida, além dos produtos e soluções de B2B, como a Linha Galaxy Robusta, Knox Suite e VXT. Para as notícias mais recentes da marca, acesse a Samsung Newsroom em news.samsung.com/br.

Coluna Versátil News

A nova infraestrutura da inteligência artificial: o que vem depois do hype

Por Edgard Nienkotter, CEO da Hexa IT

Nos últimos dois anos, o mercado corporativo foi inundado por promessas de que a inteligência artificial (IA) transformaria tudo, da produtividade à experiência do cliente. De fato, o potencial é real, mas o que poucas empresas admitem é que boa parte dessas iniciativas trava antes mesmo de escalar, não por falta de modelos de IA, mas por ausência de infraestrutura preparada para sustentá-los.

A infraestrutura é o alicerce invisível da inteligência artificial, já que modelos generativos e algoritmos preditivos exigem volumes massivos de dados, processamento em alta densidade, latência mínima e conectividade constante. Essa combinação não é trivial. A maioria dos ambientes corporativos ainda opera com redes fragmentadas, políticas de acesso obsoletas e camadas de segurança que não dialogam entre si. É o cenário perfeito para gargalos e riscos.

Executivos que tratam a IA como uma ferramenta plug-and-play ignoram o custo real de torná-la escalável e confiável. Processar grandes modelos em nuvem pública sem uma estratégia híbrida, por exemplo, pode gerar consumo descontrolado e impacto financeiro severo. Ao mesmo tempo, insistir em manter tudo on-premises impede a agilidade que o aprendizado de máquina exige. O equilíbrio está na arquitetura híbrida, desenhada com inteligência de dados, governança e automação desde o início.

Outro ponto crítico é o armazenamento, considerando que a IA vive de dados limpos, acessíveis e rastreáveis. No entanto, boa parte das organizações ainda opera com silos e repositórios isolados. O dado é visto como insumo, mas raramente como ativo estratégico. Sem pipelines estruturados, políticas de versionamento e integração entre fontes, os algoritmos consomem informação imprecisa e produzem resultados questionáveis, o que compromete toda a credibilidade da aplicação.

A segurança também entra em uma nova dimensão, sendo que em ambientes impulsionados por IA, o perímetro tradicional de cibersegurança desapareceu. A proteção passa a ser por identidade e contexto, onde cada usuário, sistema e processo deve provar continuamente quem é e o que pode acessar. É a lógica Zero Trust aplicada não só à rede, mas ao próprio ciclo de aprendizado das máquinas.

Nesse cenário, a conectividade deixa de ser apenas meio e se torna parte estratégica da inteligência

Redes SDN (Rede Definida por Software), segmentação dinâmica e visibilidade ponta a ponta são pré-requisitos para o bom funcionamento de modelos de IA distribuídos entre data centers, nuvens e dispositivos de borda. A latência e a disponibilidade, antes vistas como métricas operacionais, passam a ter impacto direto na qualidade das decisões tomadas pelos algoritmos. É a infraestrutura, e não o software, que garante que a inteligência chegue ao lugar certo no tempo certo.

Outro desafio é o da governança e sustentabilidade tecnológica, em que à medida que o consumo energético e o footprint digital aumentam, a eficiência da infraestrutura passa a ser também uma questão ambiental e de reputação. Projetar arquiteturas mais enxutas, aproveitar recursos de computação sob demanda e adotar práticas de green IT não são apenas medidas de custo, são decisões éticas e estratégicas. O equilíbrio entre performance, segurança e responsabilidade será o verdadeiro diferencial competitivo na era da IA corporativa.

O próximo estágio da inteligência artificial não será definido por quem treina os melhores modelos, mas por quem constrói as infraestruturas mais resilientes, inteligentes e éticas. Isso exige um olhar sistêmico, que una engenharia, dados, segurança e negócio sob uma mesma estratégia digital. O hype da IA já passou, o que começa agora é a fase da maturidade técnica.

Edgard Nienkotter é um executivo de tecnologia com mais de 19 anos de experiência em vendas, operações e segurança da informação atuando em integradoras multinacionais. Atualmente ocupa o cargo de CEO na Hexa IT, onde lidera iniciativas de transformação digital, governança de TI e adoção de arquiteturas de cibersegurança para clientes dos mais diversos segmentos.

Sobre a HEXA IT

A HEXA IT é uma das maiores provedoras de soluções de TI do Brasil, especializada em Segurança da Informação, Conectividade e Infraestrutura, Sistemas Cloud, Centro de Serviços e Operações (SOC e NOC), Professional Services e alocação de profissionais.

Presente em todo o território nacional, a empresa está há dez anos no mercado, entregando soluções que aceleram a transformação digital nas empresas, reduzem custos e aumentam a eficiência e produtividade dos processos.

Coluna Versátil News

Leitura transformada em experiência cinematográfica

Romance “Retratos no espelho”, de José Cristovam, combina diálogos contínuos, trilha sonora e estrutura de roteiro para explorar memórias e relações familiares

Um olhar íntimo sobre relações humanas, memórias e segredos familiares: na ficção Retratos no espelho, o escritor José Cristovam oferece uma experiência literária com o ritmo envolvente de uma produção cinematográfica. Construída inteiramente em diálogos profundos, a trama começa quando um psicólogo decide revisitar um caso que marcou sua carreira — o da família Lebazi Estevam. A partir de lembranças, a narrativa não linear leva o leitor a diferentes épocas: dos anos 1960 ao início de 2020, momentos importantes na trajetória de diversos personagens se sucedem como as cenas de um filme. 

Os diálogos retratam eventos decisivos na vida dos Lebazi Estevam, como conflitos no casamento, tensões entre pais e filhos, expectativas frustradas, reencontros inesperados e mágoas que atravessam décadas. Em cada conversa, fragmentos do passado surgem e ajudam o público a montar um “quebra-cabeça” dessa história familiar, a fim de desvendar as camadas emocionais que moldam o presente dos protagonistas. O autor também traz reflexões sobre temas universais: traumas do passado na formação adulta, os limites da culpa, a urgência da reconciliação e a busca por sentido diante de perdas. O amor e a amizade permeiam todas as falas do livro — nas relações desgastadas, mas também nas que resistem ao tempo. 

Jô, eu concordo que o amor muda as pessoas, mas só as pessoas que amam de verdade.  
(Retratos no espelhop.33) 

A obra, que se passa na região do ABC paulista, não traz descrições detalhadas dos protagonistas ou cenários: o formato dialogado estimula a imaginação, convida o leitor a ocupar o centro do enredo, imaginar rostos e preencher as pausas das interlocuções com as próprias emoções. Outro diferencial é a trilha sonora integrada com QR codes. Canções como “Exagerado”, de Cazuza, “Se eu quiser falar com Deus”, de Gilberto Gil, “Como uma onda”, de Lulu Santos, “Eduardo e Mônica”, do Legião Urbana, e “Caso Sério”, de Rita Lee, acompanham os sentimentos expressos em cada cena, reforçando a experiência sensorial. 

Ao apostar em um “filme escrito” — como José Cristovam descreve o livro, Retratos no espelho avança e recua apenas pelas vozes dos personagens, e permite que o leitor viva cada cena com intensidade, sem interrupções de capítulos ou narradores. O resultado é um romance que se lê como um roteiro: imersivo e guiado por camadas de verdades que só se revelam quando os membros familiares olham, sem filtros, para o próprio reflexo. 

Ficha técnica: 
Título: Retratos no espelho 
Subtítulo: Um filme de romance escrito 
Autor: José Cristovam 
Categoria: Romance 
ISBN: 978-65-5822-321-4 
Páginas: 628  
Preço: R$119,90 
Onde encontrar: Amazon 

Sobre o autor: José Cristovam, nascido na cidade de Santo André, é o segundo de uma família de cinco irmãos. Sua família chegou no ABC Paulista no início de 1960, oriunda do Sertão de Pernambuco. Trabalhou em feira livre dos cinco aos 16 anos. Formado como Técnico em Eletrônica, Bacharel em Administração de Empresas, Pós-Graduado em Marketing pela Fundação Santo André, Cursou Gestão Ambiental pela FGV. É empresário no segmento de reciclagem de resíduos tecnológicos, consultor e palestrante. Amante das artes, música, literatura, teatro, cinema e fotografia. Leitor eclético e apaixonado pela vida. Suas principais fontes de inspiração são a natureza e histórias de pessoas comuns, aliadas à sensibilidade traduzida por artistas das mais diversas formas de expressão. 

Rolar para cima