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Picolé de maracujá com shoyu: descubra como preparar receita inusitada

O resultado é uma sobremesa com um com um sabor contrastante, complexo e delicioso

Feito com quatro principais ingredientes: soja, trigo, água e sal, o shoyu é um molho utilizado na produção de diversos pratos.O shoyu também é conhecido pelo seu sabor umami – o quinto gosto do paladar humano – capaz de realçar e transformar receitas. Sua cor é um rubi translúcido que realça a aparência dos alimentos e indica um sabor equilibrado. Apesar de ser muito utilizado na culinária asiática, o shoyu é versátil e pode ser usado em diferentes receitas, inclusive até em sobremesas como o picolé.

O resultado é uma sobremesa com um com um sabor contrastante, complexo e delicioso. Para quem tem curiosidade de saborear um sorvete com shoyu, a Kikkoman explica o passo a passo de uma receita de picolé de maracujá, confira:

Picolé de maracujá

Rendimento: 6 porções

Tempo de preparo: 10 minutos + 3h de geladeira

Ingredientes

1 xícara (chá) de polpa de maracujá

1 caixinha de leite condensado

1 caixinha de creme de leite

2 colheres (chá) de Shoyu

Folhas de hortelã picadinhas

Modo de Preparo 

No copo do liquidificador adicione o leite condensado, o creme de leite, o Shoyu no maracujá e as folhas de hortelã.

Despeje em forminhas de picolé e leve para o congelador por 20 minutos.

Adicione os palitinhos e deixe congelar.

Sirva a seguir.

Dica: Você pode trocar o maracujá por kiwi, morango ou limão.

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Da hotelaria dos anos 50 ao “Edifício-Árvore”: Grupo Fischer busca na Itália o futuro da construção civil e traz para o litoral catarinense

Da hotelaria que marcou o início de Balneário Camboriú à incorporação residencial autoral, o Fischer Group revisita sua própria história para redefinir o futuro da construção civil na cidade. A partir de uma imersão na arquitetura italiana, a empresa traz ao Brasil o Auris Residenze, primeiro edifício-árvore do país, assinado pelo escritório Archea Associati, de Florença. O projeto propõe uma ruptura com a lógica da verticalização extrema ao priorizar bioarquitetura, bem-estar e integração com a natureza.

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FOTOS PARA DOWNLOAD

Link: https://drive.google.com/open?id=1YIaNVhj9cMMBzZcXbol5x5Yple9ouISe&usp=drive_fs 

Créditos: Divulgação/Fischer Group

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Da hotelaria dos anos 50 ao “Edifício-Árvore”: Grupo Fischer busca na Itália o futuro da construção civil e traz para o litoral catarinenseDa hotelaria que marcou o início de Balneário Camboriú à incorporação residencial autoral, o Fischer Group revisita sua própria história para redefinir o futuro da construção civil na cidade. A partir de uma imersão na arquitetura italiana, a empresa traz ao Brasil o Auris Residenze, primeiro edifício-árvore do país, assinado pelo escritório Archea Associati, de Florença. O projeto propõe uma ruptura com a lógica da verticalização extrema ao priorizar bioarquitetura, bem-estar e integração com a natureza.

Fevereiro, 2026 – Em 1957, quando a famosa Balneário Camboriú (SC), a “Dubai Brasileira” era pouco mais do que uma promessa de veraneio, a família Fischer ousou com o Hotel Fischer, empreendimento que definiu a régua de luxo e da hospitalidade da região por décadas. Quase 70 anos depois, a terceira e a quarta geração do clã — lideradas pelo CEO Cláudio Fischer e seus filhos, Thomas e Marjorie — cruzaram o Atlântico com uma missão: buscar uma nova filosofia construtiva que rompesse com a “ditadura da altura” dos arranha-céus locais, e encontraram na Itália. 

Florença encontra Santa Catarina 

O resultado dessa busca global é o Auris Residenze, projeto que marca a estreia residencial no Brasil do escritório Archea Associati, de Florença, liderado pelo ícone da arquitetura futurista Marco Casamonti. Conhecido por obras como a Vinícola Antinori (Toscana) e o Estádio Nacional da Albânia, Casamonti foi contratado pela família Fischer para desenhar um “organismo vivo”.

Enquanto o mercado local compete por metros de altura, o Fischer Group apostou na “Bioarquitetura”. “O Auris foi concebido como o primeiro “edifício-árvore” do país: sua estrutura externa que dispensa a tradicional parede de vidro espelhado em favor de brises de concreto pigmentado (terracota) e jardineiras suspensas que funcionam como uma pele, filtrando a luz e reduzindo a temperatura interna”, explica Cláudio Fishcer, CEO do Grupo. 

“A história da família começou servindo pessoas no Hotel Fischer. O Auris é a evolução desse DNA de servir: saímos da hotelaria para criar uma moradia que cuida da saúde do morador através da tecnologia biofílica”, conta. O nome Auris funde o latim Aurum (ouro) com Aura (alma), e simboliza a união do legado com o bem-estar humano.


Sobre o Fischer Group

Focado em projetos ousados e visão empreendedora marcada por gerações, a história do Fischer Group tem relação direta com o desenvolvimento da cidade catarinense de Balneário Camboriú, e iniciou na década de 50 com a inauguração do primeiro hotel de luxo da cidade, o Hotel Fischer, um marco para hotelaria local e nacional na época e que recebeu grandes personalidades públicas e celebridades. A marca Fischer seguiu em renovação e, por meio de especializações e estudos intensos no Brasil e no exterior, trouxe na terceira e na quarta geração, a missão de propagar o “novo luxo” diretamente relacionado à qualidade de vida.  Por meio de parcerias com grandes marcas da construção civil, executou empreendimentos diferenciados e de alto padrão como o Terraço Boa Vista e o Fischer Dreams, que está sendo erguido no mesmo local do antigo hotel, além de estar desenvolvendo projetos como o Casa Cubo e o Casa Estaleiro. Auris Residenze entra no mercado como uma  “obra-prima da arquitetura viva” e consolida ainda mais o Fischer Group no mercado de empreendimentos ao estilo “boutique”. 

https://aurisresidenze.com/
https://www.fischergroup.com.br/

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Juros elevados dificultam acesso ao crédito para 83% da indústria potiguar, aponta FIERN

As elevadas taxas de juros são hoje um dos principais entraves para o financiamento da indústria no Rio Grande do Norte. É o que revela a Sondagem Especial – Condições de acesso ao crédito na indústria potiguar, elaborada pela Unidade de Economia da FIERN em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada nesta quinta-feira (19).  

O levantamento aponta que 83% das empresas industriais enfrentam dificuldades para contratar crédito de curto ou médio prazo por causa do custo financeiro. No crédito de longo prazo, a barreira é unânime: 100% das empresas indicaram os juros como principal obstáculo, é o que destaca o economista, João Lucas Dias. 

Além do custo, a burocracia também pesa. As exigências de garantias reais foram citadas por 33% das indústrias nas operações de curto e médio prazo e por 50% no financiamento de longo prazo, que também exige elaboração de projetos de investimento. Diante desse cenário, muitas empresas preferem não recorrer a empréstimos: 63% não procuraram crédito de curto ou médio prazo e 77% não buscaram financiamento de longo prazo, aponta o documento. 

“Quando o crédito é contratado, ele é direcionado majoritariamente à modernização produtiva”, disse Dias. De acordo com ele, metade das empresas utilizou recursos de curto e médio prazo para aquisição de máquinas e equipamentos, enquanto 33% destinaram ao pagamento de obrigações tributárias e previdenciárias e 17% ao capital de giro. Já no longo prazo, todas as operações tiveram como finalidade investir em máquinas e equipamentos.  

Já os bancos de desenvolvimento aparecem entre as principais fontes de financiamento. Eles foram utilizados por 50% das empresas no curto e médio prazo e por 100% das indústrias no longo prazo, sendo complementados por bancos comerciais em metade dos casos.  

Em relação à aprovação, 66% das empresas obtiveram exatamente o valor solicitado nas operações de curto e médio prazo e 17% receberam valor superior, enquanto apenas metade conseguiu o montante necessário no crédito de longo prazo. 

A sondagem também mostra impacto direto dos custos tributários na decisão de contratar financiamento. Para 50% das empresas, a redução de encargos administrativos, como o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), seria a principal medida para melhorar o acesso ao crédito, enquanto 33% defendem ampliação de linhas públicas e simplificação das exigências bancárias. O aumento do IOF já influenciou negativamente 33% das indústrias: 18% desistiram da contratação e 15% reduziram o valor solicitado. 

O levantamento mostra também que cerca de 30% das empresas consideram estar no limite desejável e 22% afirmam estar acima do adequado. Ao mesmo tempo, modalidades alternativas ainda têm pouca adesão: apenas 11% utilizaram operações de risco sacado nos últimos 12 meses e 67% não pretendem utilizar. 

Confira na íntegra a Sondagem Especial – Condições de acesso ao crédito na indústria potiguar acessando:  Sondagem – Condicoes de Acesso ao Credito na Industria Potiguar

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Estilo de vida conectado acelera dores na coluna entre jovens, alerta neurocirurgião

Marco Moscatelli

A dor na coluna já não é mais um incômodo típico do envelhecimento. Ela tem aparecido cada vez mais cedo — e com intensidade. Para o neurocirurgião e cirurgião de coluna Marco Moscatelli, que atende na Neurolife, em Natal (RN), a mudança no perfil dos pacientes está ligada não exatamente ao desgaste natural do corpo, mas, sobretudo, ao modo como vivemos hoje.

A explicação está na transformação silenciosa da rotina contemporânea. “Saímos de uma vida em movimento para uma rotina de imobilidade conectada. A coluna não foi feita para ficar estática; ela precisa de carga e movimento”, afirma. O que se observa, segundo ele, é um envelhecimento funcional precoce, impulsionado por hábitos diários e não pela idade cronológica.

O sedentarismo, aliado ao uso excessivo de telas, aparece como protagonista desse cenário. Entre os fenômenos mais comuns está o chamado Text Neck — a inclinação constante da cabeça para olhar o celular, que multiplica a sobrecarga sobre a região cervical. Soma-se a isso a inibição muscular provocada por longos períodos sentado, muitas vezes em cadeiras e posições inadequadas.

Nem toda dor, ressalta o médico, indica um problema grave. Dores musculares tendem a melhorar com repouso ou alongamentos leves. Mas há sinais que exigem avaliação imediata: dor que irradia para braços ou pernas, formigamento, perda de força ou desconforto persistente durante a noite. “Se a dor acorda o paciente ou limita seus movimentos, não é algo banal”, alerta.

A má ergonomia e a repetição de posturas curvadas moldam o que o especialista chama de uma “epidemia silenciosa”. O corpo se adapta ao que repete — e, ao repetir posturas inadequadas, desenvolve encurtamentos musculares e compressões discais precoces. O resultado aparece cedo, muitas vezes ainda na juventude.

A atividade física surge como principal aliada, mas não sem ressalvas. “O exercício é o melhor tratamento. O problema é quando é executado sem técnica”, diz. Treinos intensos sem preparo, foco excessivo em carga e execução inadequada dos movimentos podem transformar prevenção em lesão.

O componente emocional também tem papel relevante. Estresse e ansiedade aumentam a tensão muscular e ampliam a percepção da dor. “O sistema nervoso é o software que controla a coluna. Muitas vezes, o paciente só melhora quando equilibramos também a saúde mental”, explica.

Para Moscatelli, o maior risco está na banalização do sintoma. Ignorar dores recorrentes pode permitir que inflamações simples evoluam para quadros degenerativos mais complexos, exigindo intervenções invasivas no futuro. “Tratar cedo é preservar mobilidade e qualidade de vida ao longo dos anos”, conclui.

Confira dicas do Dr. Marco Moscatelli para proteger a coluna no dia a dia:

• Evitar longos períodos sentado sem pausas para movimento
• Manter atenção à postura, especialmente ao usar celular e computador
• Praticar atividade física com orientação profissional e foco na técnica
• Não priorizar carga em detrimento da execução correta dos exercícios
• Observar sinais de alerta como dor irradiada, formigamento ou perda de força
• Cuidar da saúde mental, reduzindo estresse e tensão muscular
• Buscar avaliação médica ao perceber dor persistente ou limitante

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Trio de crateras revela a história geológica da Lua

Urânia Planetário

Formações Theophilus, Cyrillus e Catharina expõem bilhões de anos da evolução lunar

Um dos conjuntos mais impressionantes da superfície lunar pode ser observado já no quinto dia de lunação, quando cerca de 30% da face visível da Lua recebe iluminação solar. Trata-se do trio de crateras Theophilus, Cyrillus e Catharina, formações que, além do impacto visual, oferecem importantes registros sobre a história geológica do satélite natural da Terra. A análise é do astrônomo e professor Emerson Roberto Perez, da Urânia Planetário.

Theophilus é a mais jovem das três crateras e também uma das mais bem preservadas. Com aproximadamente 101 quilômetros de diâmetro e 4,4 quilômetros de profundidade, apresenta bordas elevadas, piso relativamente plano e um complexo sistema central com quatro picos que alcançam até 2 quilômetros de altura. Sua formação, estimada entre 3,2 e 1,1 bilhões de anos, é comprovada pelo fato de ter invadido parcialmente a cratera vizinha Cyrillus, indicando origem mais recente.

Cyrillus, com cerca de 98 quilômetros de diâmetro e 3,2 quilômetros de profundidade, possui idade aproximada de 3,8 bilhões de anos. Sua morfologia revela colina central reduzida, crateras secundárias e formações montanhosas no interior, evidências de um impacto mais antigo e subsequentes transformações ao longo do tempo. Já Catharina, com aproximadamente 100 quilômetros de diâmetro e profundidade entre 3,1 e 3,6 quilômetros, é considerada a mais antiga do conjunto. Suas paredes desgastadas indicam forte ação de impactos posteriores à sua formação, estimada em mais de 3,8 bilhões de anos.

As três crateras homenageiam figuras históricas ligadas ao pensamento cristão antigo, como Teófilo, Cirilo e Catarina de Alexandria, tradição comum na nomenclatura lunar estabelecida pela União Astronômica Internacional. Além do valor histórico, o conjunto é um verdadeiro laboratório natural para o estudo de impactos, erosão espacial e atividade geológica passada na Lua.

A observação do trio reforça a importância do acompanhamento sistemático do céu noturno e demonstra como a Lua continua sendo um dos principais objetos de estudo da astronomia. Mesmo a apenas cerca de 384 mil quilômetros da Terra, o satélite ainda guarda registros fundamentais sobre os primórdios do Sistema Solar, preservados em suas crateras e relevos.

A Urânia Planetário realiza divulgação científica e orientações de observação por meio de transmissões semanais, sempre às terças-feiras, às 19h30, em seu canal no YouTube.

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