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Fórum Natal do Futuro inicia agenda 2026 com foco em estratégias para impulsionar a educação

12/03/2026   16h31

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O Fórum Natal do Futuro realizou, nesta quinta-feira (12), na Casa da Indústria, o primeiro encontro de 2026 para discutir ações voltadas ao desenvolvimento educacional da capital potiguar. A reunião reuniu representantes do setor produtivo, comércio, academia e poder público, com o objetivo de alinhar propostas que contribuam para fortalecer a educação e impulsionar o desenvolvimento econômico e social de Natal.

Ao longo deste ano, o fórum trabalhará a educação como eixo prioritário de atuação. A proposta é reunir especialistas e instituições para analisar indicadores, compartilhar diagnósticos e construir estratégias que possam apoiar políticas públicas e melhorar os resultados educacionais da cidade.

Segundo o coordenador do Fórum Natal do Futuro, no âmbito do Sebrae-RN, David Góis, o encontro marca o início de uma agenda contínua de debates. “Construímos a primeira de muitas reuniões com especialistas que vão somar insights para esse processo. A partir de uma análise dos indicadores dos últimos dez anos e de uma pesquisa de percepção realizada com o comércio, definimos esse indicador estratégico que Natal vai trabalhar em 2026”, afirmou.

Durante a programação, o professor Márcio Azevedo, coordenador do Observatório de Políticas Públicas em Educação Profissional do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), campus Caicó, apresentou iniciativas voltadas à produção e análise de dados educacionais.

O observatório desenvolve projetos de ensino, pesquisa, inovação, extensão, empreendedorismo e assessoria técnica com recursos institucionais e por meio de captação externa. E tem proposta é reunir e analisar informações que contribuam para o planejamento de políticas públicas voltadas à formação profissional e ao fortalecimento da educação básica.

“Podemos dar as mãos e estabelecer um ecossistema de apoio à educação”, destacou o professor.

Márcio Azevedo ressaltou a necessidade de fortalecer a relação entre instituições de ensino e o setor produtivo no país. “No Brasil ainda temos pouca tradição na relação universidade-empresa. Nem as universidades têm essa cultura consolidada de interação com o setor industrial e comercial, e isso acaba sendo um desafio para o avanço da inovação”, afirmou.

Entre as iniciativas discutidas estão o apoio à realização de feiras de ciências em escolas de ensino básico, a criação de um ecossistema inovador de gestão escolar e a formação continuada de gestores educacionais.

Segundo o professor, os gestores precisam desenvolver habilidades para articular parcerias e dialogar com diferentes instituições. “É preciso ter a expertise de articular com organizações externas”, disse.

A definição da educação como eixo prioritário para 2026 foi consolidada ainda na reunião de encerramento realizada no final do ano passado, quando os integrantes do fórum também estabeleceram o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) como principal indicador de acompanhamento das ações propostas.

O Fórum Natal do Futuro reúne diferentes instituições e lideranças com o objetivo de discutir caminhos para o desenvolvimento sustentável de Natal, promovendo o diálogo entre sociedade civil, setor produtivo e poder público na construção de propostas para o futuro da cidade.

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PUCPR

PUCPR concede título de Doutor Honoris Causa a Rafael Greca

Solenidade acontece dia 17 de março, no Teatro Guaíra

A Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) outorgará, no dia 17 de março, o título de Doutor Honoris Causa a Rafael Valdomiro Greca de Macedo. A concessão do título foi aprovada por unanimidade em reunião do Conselho Universitário (CONSUN) da Universidade, realizada em 17 de novembro de 2025. O engenheiro e economista curitibano passa a integrar o seleto grupo de personalidades cuja trajetória e obra são reconhecidas pela Universidade pelos relevantes serviços prestados à sociedade – entre elas Zilda Arns, Ney Aminthas de Barros Braga, Dom Pedro Fedalto, Cláudio Pastro, Sergius Elderly, Metry Bacila, Ives Gandra da Silva Martins, Desmond Mpilo Tutu, Padre Zezinho, Gianfranco Ravasi e Marcelo Gleiser. 

Com uma carreira pública extensa, Greca já atuou como vereador, deputado estadual, presidente da Companhia de Habitação do Paraná – Cohapar, Ministro de Estado do Esporte e Turismo e deputado federal. Três vezes prefeito de Curitiba, liderou a implantação de importantes iniciativas, como as Ruas da Cidadania, a rede de bibliotecas Faróis do Saber, o programa Lições Curitibanas, o Memorial de Curitiba, o Cine Passeio, as Fazendas Urbanas, o projeto do Bairro Novo da Caximba e a Pirâmide Solar de Curitiba – primeira da América Latina instalada sobre um aterro sanitário -, além de ter estruturado o ecossistema de inovação Vale do Pinhão. Pelo conjunto de sua obra de caráter humanitário, recebeu, em 1996, o Prêmio Mundial do Habitat da Organização das Nações Unidas. Paralelamente à atuação técnica e política, mantém produção intelectual ativa como escritor, poeta, editor e pesquisador da área de História, sendo membro da Academia Paranaense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná.

“A trajetória de Rafael Greca revela uma compreensão da cidade como espaço de cuidado, da política como ato educativo e do governo como serviço confiado à coletividade. Em sua atuação pública, promoveu uma visão pautada pelo compromisso com a dignidade humana, pelo cuidado com as pessoas e pela busca da justiça social – princípios que dialogam profundamente com a missão da PUCPR. Por isso, ao conceder esse título de Doutor Honoris Causa, reafirmamos a vocação da Universidade de reconhecer trajetórias que, por meio do conhecimento, da cultura e do serviço à sociedade, contribuem para a construção de um futuro mais humano, sustentável e solidário”, afirma o reitor da PUCPR, Ir. Rogério Renato Mateucci. 

Aberta ao público, a solenidade será realizada a partir das 19h, no Teatro Guaíra. Os interessados em assistir à cerimônia podem se inscrever previamente online. A honraria constitui a mais alta distinção acadêmica concedida por uma instituição universitária a personalidades que tenham prestado relevantes serviços à educação, às artes, à sociedade e à Igreja. 

Serviço: 

PUCPR concede título de Doutor Honoris Causa a Rafael Greca 

Data: 17 de março, às 19h 

Local: Teatro Guaíra – R. XV de Novembro, 971 – Centro, Curitiba/PR 

Inscrições: https://pucpr.app/honoriscausapucpr 

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Shopping Cidade Verde

Shopping Cidade Verde terá espetáculo de Páscoa, Zumba Kids e brincadeiras neste domingo

A Páscoa se aproxima e o Shopping Cidade Verde dá início à programação com o espetáculo “Alice em o Rapto do Coelho de Páscoa” neste domingo (15), em mais uma edição do Domingo no Cidade Verde, evento realizado em parceria com a Clube FM e a TV Clube.

A programação gratuita vai acontecer a partir das 16h no CV Garden, espaço de gastronomia e eventos do mall, e ainda vai contar com Zumba Kids, música, brincadeiras e a presença do mascote Clubinho.

“O Domingo no Cidade Verde já se consolidou como um evento de sucesso na região. Recebemos toda a família para uma programação gratuita, em um ambiente seguro onde, além das atrações, os nossos clientes ainda encontram várias outras opções de lazer, gastronomia, compras e serviços”, afirma Keila Araújo, gerente de marketing do shopping.

Entre as opções de lazer, o mall conta com a Super Carros Kids, Let’s Play Brinquedoteca, Kave Casa Literária, Jolie Patisserie, The Dew, Loop Express, Tropical Leve, Nemo Sushi, Coxinhaz, Sodiê Doces e Pizzaria Reis Magos.

Serviço:
Domingo no Cidade Verde
Dia 15 de março, a partir das 16h
Entrada gratuita
Mais informações: www.instagram.com/shoppingcidadeverde

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Em encontro da ABEEólica em SP, diretor do SENAI-RN destaca papel da inovação no setor de energia

12/03/2026   16h35

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O diretor do SENAI-RN e do Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER), Rodrigo Mello, destacou nesta quarta-feira (11), em São Paulo, a importância da pesquisa aplicada e da inovação para a competitividade do setor de energia.

A apresentação foi realizada no painel “Soluções Tecnológicas Nacionais – Desafios e oportunidades para a indústria”, que integrou a programação do Encontro de Negócios 2026 da ABEEólica.
Mello abordou, na ocasião, caminhos necessários à atividade no Brasil para o desenvolvimento de conteúdo nacional, de profissionais e da cadeia de fornecedores, “enxergando que inovação e pesquisa aplicada são parte do negócio e não um apêndice”.

O diretor do SENAI-RN e do ISI-ER também abordou, no evento, caminhos para o desenvolvimento de conteúdo nacional, de profissionais e da cadeia de fornecedores | Foto: Studio M Lekan

“A inovação e a pesquisa aplicada geram lucro, participam da evolução tecnológica e trazem competitividade”, disse ele, frisando também a importância da conexão com a demanda da indústria.
“A pesquisa não tem que nascer apenas aplicada”, disse Mello. “Ela tem que nascer a partir de demandas industriais. Ou seja, o produto ou processo pesquisável tem que ser resultado da interação e do relacionamento com o demandante, que é a indústria, e aí naturalmente a solução desenvolvida é aplicável. É a construção do relacionamento com o ambiente produtivo”.

Durante o evento, o diretor também fez um apanhado de trabalhos de pesquisa que o SENAI-RN desenvolve de olho no setor offshore, iniciados há quase 15 anos pelo Centro de Tecnologias do Gás e Energias Renováveis (CTGAS-ER) e, desde 2021, concentrados no ISI-ER.

O portfólio do instituto abrange estudos, tecnologias e marcos inéditos nacionalmente, como a primeira planta-piloto offshore do Brasil a receber licença prévia do Ibama, mencionada por Mello durante a apresentação, além de projetos em áreas como hidrogênio e combustíveis avançados.

Além de Mello, participaram do painel representantes da ABEEólica, do HUB Tecnológico de Materiais Avançados e Minerais Estratégicos – Granioter, e do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) | Foto: Studio M Lekan

Encontro

O 11º Encontro de Negócios da ABEEólica teve como tema “Do Vento à Inteligência – como a inovação pode reativar o crescimento eólico no Brasil”. A programação reuniu representantes do setor público, da indústria, da academia e de organizações ligadas à transição energética para discutir caminhos para o futuro do setor.

O evento incluiu discussões sobre temas como inovação tecnológica, demanda por energia em setores como data centers, hidrogênio verde, armazenamento em baterias, análise de risco e financiabilidade de projetos, além de estratégias para fortalecer a indústria nacional e exportações.

Questões regulatórias e operacionais, como os cortes de geração renovável, também entraram em pauta, assim como discussões sobre justiça climática e aquecimento global.

O 11º Encontro de Negócios da ABEEólica reuniu representantes do setor público, da indústria, da academia e de organizações ligadas à transição energética para discutir caminhos para o futuro do setor | Foto: Divulgação

O painel “Soluções Tecnológicas Nacionais – Desafios e oportunidades para a indústria”, que contou com a participação do diretor do SENAI-RN e do ISI-ER, teve moderação do assessor executivo da ABEEólica, Juliano Martins, e também reuniu como convidados o coordenador do HUB Tecnológico de Materiais Avançados e Minerais Estratégicos – Granioter, Fernando Lameiras, e o professor do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) e do Centro de Competência em Manufatura (CCM), Ronnie Rego.

O objetivo, segundo a ABEEólica, foi discutir como transformar pesquisa aplicada em soluções industriais escaláveis para indústrias maduras, como eólicas onshore, e tecnologias emergentes no Brasil, como offshore, hidrogênio verde e baterias. Nesse contexto, foram debatidos temas como parcerias entre institutos tecnológicos, fabricantes e operadores industriais, além de exemplos recentes de tecnologias que saíram do laboratório para a indústria.

SOBRE O SENAI

O SENAI é o maior complexo de educação profissional da América Latina e detentor da maior rede privada de Institutos de Tecnologia e Inovação para a indústria nessa região do mundo. No Rio Grande do Norte, engloba cinco Centros de Educação e Tecnologias: CET (Voltado ao setor da construção civil); CETCM (Voltado às indústrias de alimentos, vestuário e moda); CETIB (cursos diversos para a indústria, em Mossoró); CETAB (vestuário, construção e outros), e CTGAS-ER, principal referência do SENAI no Brasil para educação e serviços com foco nas indústrias de energias renováveis e do gás, além de centro de excelência para formação profissional em hidrogênio verde, em parceria com a Alemanha.

A atuação se dá ainda por meio do Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER) – principal referência do SENAI no Brasil em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (P&D) com foco em energia eólica, solar e sustentabilidade – do Instituto SENAI de Tecnologias em Petróleo e Gás (IST-PG) e da FAETI (Faculdade de Energias Renováveis e Tecnologias Industriais).

Primeiro do Brasil a se tornar signatário do Pacto Global de Direitos Humanos, Trabalho, Meio Ambiente e Anticorrupção da Organização das Nações Unidas (ONU), o SENAI do Rio Grande do Norte tem a atuação alinhada a Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) que buscam, de forma geral, acabar com a pobreza, reduzir desigualdades, fomentar a educação de qualidade e combater as mudanças climáticas no mundo.

Em 2024, a instituição recebeu o “Selo ODS Educação”- um reconhecimento nacional público pela formação das primeiras mulheres especialistas do Rio Grande do Norte em operação e manutenção de parques eólicos. No mesmo ano, foi homenageada pelo Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs (PBH), coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e implementado pela Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, pela importância dada às atividades educacionais para proteção da camada de ozônio. Em 2025, um novo reconhecimento do Selo ODS foi anunciado para entrega em 2026 a 14 projetos da instituição na área de educação.

SOBRE O ISI-ER

O Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER) é a principal referência do SENAI no Brasil em Pesquisa Aplicada, Desenvolvimento & Inovação para indústrias de energias renováveis e, no Nordeste brasileiro, também lidera iniciativas da instituição para soluções de sustentabilidade voltadas à transição energética.

Inaugurado oficialmente em 2021, no Rio Grande do Norte, o Instituto é parte da maior rede de ciência e tecnologia para o setor industrial no país – composta por 28 Institutos SENAI de Inovação (ISIs).

A equipe é formada por mestres, doutores e técnicos em áreas como engenharia (mecânica, civil, elétrica, química e naval), meteorologia, oceanografia, geografia e tecnologia da informação.

O portfólio abrange estudos, tecnologias e marcos inéditos nacionalmente, como a primeira planta-piloto offshore do Brasil a receber licença prévia do Ibama.

A atuação, hoje, envolve oito áreas estratégicas: Energia eólica, Energia solar, Sustentabilidade, Hidrogênio, Combustíveis avançados, Economia azul, Meio Ambiente e Geointeligência.

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CNI e federações solicitam participação em ações sobre a Lei Geral do Licenciamento Ambiental

A Confederação Nacional da Indústria (CNI), em conjunto com 24 federações estaduais das indústrias, solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) o ingresso como amicus curiae (partes interessadas) nas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 7.913, 7.916 e 7.919, que questionam dispositivos da Lei Geral do Licenciamento Ambiental (LGLA), sancionada no fim do ano passado após 21 anos de debates no Congresso Nacional.

As ações são de autoria do Partido Verde (PV); da Rede Sustentabilidade e Associação Nacional dos Órgãos Municipais de Meio Ambiente (Anamma); e do PSol e Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB).

Na avaliação da indústria, a lei é constitucional e adequada à realidade brasileira e ao desenvolvimento sustentável do país. “A lei do licenciamento ambiental vem suprir importante lacuna na legislação nacional, trazendo maior segurança jurídica e previsibilidade a todos os envolvidos no processo de licenciamento”, destaca o diretor Jurídico da CNI, Alexandre Vitorino.

Segundo ele, o objetivo é oferecer subsídios técnicos e jurídicos ao Supremo para demonstrar que a nova legislação garante segurança jurídica e eficiência, sem comprometer a proteção ambiental. Para isso, as entidades pedem para serem admitidas para apresentar memoriais colaborativos e estudos técnicos, além de fazer sustentações orais nos julgamentos.

“Os dispositivos questionados, em sua quase totalidade, representariam retrocesso no direito ambiental e no efetivo controle de atividades potencialmente poluidoras ou utilizadoras de recursos naturais”, pontua a CNI.

Na peça, as instituições ressaltam que a indústria brasileira responde por 23,4% do PIB, 20,6% do emprego formal do país e gera, a cada R$ 1 produzido, R$ 2,44 na economia – representando “autêntico motor da economia nacional”. Por isso, é fundamental que o licenciamento reflita o tripé da sustentabilidade, equilibrando desenvolvimento socioeconômico e conservação.

Entidades defendem que legislação foque no uso racional dos recursos naturais

Destacam ainda que o direito ambiental não deve focar apenas na “proteção estática”, mas no uso racional dos recursos naturais: “É míope a visão de que a legislação ambiental deve ser estagnada e intocável, como uma relíquia de museu”, aponta o texto da manifestação.

“Pode e deve ela adequar-se às realidades e necessidades socioeconômicas, moldando e concretizando-se à luz do princípio do desenvolvimento sustentável”.

Um dos pontos centrais defendidos pela indústria é o respeito ao pacto federativo. A grande maioria dos processos de licenciamento no Brasil ocorre no âmbito estadual e municipal, e não federal. Enquanto o Ibama emite algumas centenas de licenças anuais, apenas o Estado de São Paulo concede cerca de 20 mil.

Na avaliação da CNI e das federações, a LGLA não inova de forma disruptiva, mas confirma práticas que já são adotadas com sucesso por estados e municípios há décadas, em conformidade com a Lei Complementar 140/2011.

A manifestação critica também a tentativa de impor o modelo trifásico (licença prévia, instalação e operação) e a obrigatoriedade de estudos complexos (EIA/RIMA) para todos os empreendimentos.

Estudos desenvolvidos pela CNI e apresentados aos parlamentares mostram que o Brasil é o único país, entre as nações estudadas do G7 e do Brics, que adota modelo trifásico de licenciamento ambiental. Nos demais países, o licenciamento é feito em fase única, racionalizando o processo.

Para a CNI e as federações, essa exigência generalizada viola o princípio da eficiência, considerando que a maioria das atividades licenciadas no país é de baixo ou médio impacto. Além disso, as instituições defendem que modernização dos procedimentos é essencial para destravar investimentos em infraestrutura e plantas industriais, criando emprego e renda para o país.

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