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Em encontro da ABEEólica em SP, diretor do SENAI-RN destaca papel da inovação no setor de energia

12/03/2026   16h35

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O diretor do SENAI-RN e do Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER), Rodrigo Mello, destacou nesta quarta-feira (11), em São Paulo, a importância da pesquisa aplicada e da inovação para a competitividade do setor de energia.

A apresentação foi realizada no painel “Soluções Tecnológicas Nacionais – Desafios e oportunidades para a indústria”, que integrou a programação do Encontro de Negócios 2026 da ABEEólica.
Mello abordou, na ocasião, caminhos necessários à atividade no Brasil para o desenvolvimento de conteúdo nacional, de profissionais e da cadeia de fornecedores, “enxergando que inovação e pesquisa aplicada são parte do negócio e não um apêndice”.

O diretor do SENAI-RN e do ISI-ER também abordou, no evento, caminhos para o desenvolvimento de conteúdo nacional, de profissionais e da cadeia de fornecedores | Foto: Studio M Lekan

“A inovação e a pesquisa aplicada geram lucro, participam da evolução tecnológica e trazem competitividade”, disse ele, frisando também a importância da conexão com a demanda da indústria.
“A pesquisa não tem que nascer apenas aplicada”, disse Mello. “Ela tem que nascer a partir de demandas industriais. Ou seja, o produto ou processo pesquisável tem que ser resultado da interação e do relacionamento com o demandante, que é a indústria, e aí naturalmente a solução desenvolvida é aplicável. É a construção do relacionamento com o ambiente produtivo”.

Durante o evento, o diretor também fez um apanhado de trabalhos de pesquisa que o SENAI-RN desenvolve de olho no setor offshore, iniciados há quase 15 anos pelo Centro de Tecnologias do Gás e Energias Renováveis (CTGAS-ER) e, desde 2021, concentrados no ISI-ER.

O portfólio do instituto abrange estudos, tecnologias e marcos inéditos nacionalmente, como a primeira planta-piloto offshore do Brasil a receber licença prévia do Ibama, mencionada por Mello durante a apresentação, além de projetos em áreas como hidrogênio e combustíveis avançados.

Além de Mello, participaram do painel representantes da ABEEólica, do HUB Tecnológico de Materiais Avançados e Minerais Estratégicos – Granioter, e do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) | Foto: Studio M Lekan

Encontro

O 11º Encontro de Negócios da ABEEólica teve como tema “Do Vento à Inteligência – como a inovação pode reativar o crescimento eólico no Brasil”. A programação reuniu representantes do setor público, da indústria, da academia e de organizações ligadas à transição energética para discutir caminhos para o futuro do setor.

O evento incluiu discussões sobre temas como inovação tecnológica, demanda por energia em setores como data centers, hidrogênio verde, armazenamento em baterias, análise de risco e financiabilidade de projetos, além de estratégias para fortalecer a indústria nacional e exportações.

Questões regulatórias e operacionais, como os cortes de geração renovável, também entraram em pauta, assim como discussões sobre justiça climática e aquecimento global.

O 11º Encontro de Negócios da ABEEólica reuniu representantes do setor público, da indústria, da academia e de organizações ligadas à transição energética para discutir caminhos para o futuro do setor | Foto: Divulgação

O painel “Soluções Tecnológicas Nacionais – Desafios e oportunidades para a indústria”, que contou com a participação do diretor do SENAI-RN e do ISI-ER, teve moderação do assessor executivo da ABEEólica, Juliano Martins, e também reuniu como convidados o coordenador do HUB Tecnológico de Materiais Avançados e Minerais Estratégicos – Granioter, Fernando Lameiras, e o professor do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) e do Centro de Competência em Manufatura (CCM), Ronnie Rego.

O objetivo, segundo a ABEEólica, foi discutir como transformar pesquisa aplicada em soluções industriais escaláveis para indústrias maduras, como eólicas onshore, e tecnologias emergentes no Brasil, como offshore, hidrogênio verde e baterias. Nesse contexto, foram debatidos temas como parcerias entre institutos tecnológicos, fabricantes e operadores industriais, além de exemplos recentes de tecnologias que saíram do laboratório para a indústria.

SOBRE O SENAI

O SENAI é o maior complexo de educação profissional da América Latina e detentor da maior rede privada de Institutos de Tecnologia e Inovação para a indústria nessa região do mundo. No Rio Grande do Norte, engloba cinco Centros de Educação e Tecnologias: CET (Voltado ao setor da construção civil); CETCM (Voltado às indústrias de alimentos, vestuário e moda); CETIB (cursos diversos para a indústria, em Mossoró); CETAB (vestuário, construção e outros), e CTGAS-ER, principal referência do SENAI no Brasil para educação e serviços com foco nas indústrias de energias renováveis e do gás, além de centro de excelência para formação profissional em hidrogênio verde, em parceria com a Alemanha.

A atuação se dá ainda por meio do Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER) – principal referência do SENAI no Brasil em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (P&D) com foco em energia eólica, solar e sustentabilidade – do Instituto SENAI de Tecnologias em Petróleo e Gás (IST-PG) e da FAETI (Faculdade de Energias Renováveis e Tecnologias Industriais).

Primeiro do Brasil a se tornar signatário do Pacto Global de Direitos Humanos, Trabalho, Meio Ambiente e Anticorrupção da Organização das Nações Unidas (ONU), o SENAI do Rio Grande do Norte tem a atuação alinhada a Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) que buscam, de forma geral, acabar com a pobreza, reduzir desigualdades, fomentar a educação de qualidade e combater as mudanças climáticas no mundo.

Em 2024, a instituição recebeu o “Selo ODS Educação”- um reconhecimento nacional público pela formação das primeiras mulheres especialistas do Rio Grande do Norte em operação e manutenção de parques eólicos. No mesmo ano, foi homenageada pelo Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs (PBH), coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e implementado pela Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, pela importância dada às atividades educacionais para proteção da camada de ozônio. Em 2025, um novo reconhecimento do Selo ODS foi anunciado para entrega em 2026 a 14 projetos da instituição na área de educação.

SOBRE O ISI-ER

O Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER) é a principal referência do SENAI no Brasil em Pesquisa Aplicada, Desenvolvimento & Inovação para indústrias de energias renováveis e, no Nordeste brasileiro, também lidera iniciativas da instituição para soluções de sustentabilidade voltadas à transição energética.

Inaugurado oficialmente em 2021, no Rio Grande do Norte, o Instituto é parte da maior rede de ciência e tecnologia para o setor industrial no país – composta por 28 Institutos SENAI de Inovação (ISIs).

A equipe é formada por mestres, doutores e técnicos em áreas como engenharia (mecânica, civil, elétrica, química e naval), meteorologia, oceanografia, geografia e tecnologia da informação.

O portfólio abrange estudos, tecnologias e marcos inéditos nacionalmente, como a primeira planta-piloto offshore do Brasil a receber licença prévia do Ibama.

A atuação, hoje, envolve oito áreas estratégicas: Energia eólica, Energia solar, Sustentabilidade, Hidrogênio, Combustíveis avançados, Economia azul, Meio Ambiente e Geointeligência.

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CNI e federações solicitam participação em ações sobre a Lei Geral do Licenciamento Ambiental

A Confederação Nacional da Indústria (CNI), em conjunto com 24 federações estaduais das indústrias, solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) o ingresso como amicus curiae (partes interessadas) nas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 7.913, 7.916 e 7.919, que questionam dispositivos da Lei Geral do Licenciamento Ambiental (LGLA), sancionada no fim do ano passado após 21 anos de debates no Congresso Nacional.

As ações são de autoria do Partido Verde (PV); da Rede Sustentabilidade e Associação Nacional dos Órgãos Municipais de Meio Ambiente (Anamma); e do PSol e Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB).

Na avaliação da indústria, a lei é constitucional e adequada à realidade brasileira e ao desenvolvimento sustentável do país. “A lei do licenciamento ambiental vem suprir importante lacuna na legislação nacional, trazendo maior segurança jurídica e previsibilidade a todos os envolvidos no processo de licenciamento”, destaca o diretor Jurídico da CNI, Alexandre Vitorino.

Segundo ele, o objetivo é oferecer subsídios técnicos e jurídicos ao Supremo para demonstrar que a nova legislação garante segurança jurídica e eficiência, sem comprometer a proteção ambiental. Para isso, as entidades pedem para serem admitidas para apresentar memoriais colaborativos e estudos técnicos, além de fazer sustentações orais nos julgamentos.

“Os dispositivos questionados, em sua quase totalidade, representariam retrocesso no direito ambiental e no efetivo controle de atividades potencialmente poluidoras ou utilizadoras de recursos naturais”, pontua a CNI.

Na peça, as instituições ressaltam que a indústria brasileira responde por 23,4% do PIB, 20,6% do emprego formal do país e gera, a cada R$ 1 produzido, R$ 2,44 na economia – representando “autêntico motor da economia nacional”. Por isso, é fundamental que o licenciamento reflita o tripé da sustentabilidade, equilibrando desenvolvimento socioeconômico e conservação.

Entidades defendem que legislação foque no uso racional dos recursos naturais

Destacam ainda que o direito ambiental não deve focar apenas na “proteção estática”, mas no uso racional dos recursos naturais: “É míope a visão de que a legislação ambiental deve ser estagnada e intocável, como uma relíquia de museu”, aponta o texto da manifestação.

“Pode e deve ela adequar-se às realidades e necessidades socioeconômicas, moldando e concretizando-se à luz do princípio do desenvolvimento sustentável”.

Um dos pontos centrais defendidos pela indústria é o respeito ao pacto federativo. A grande maioria dos processos de licenciamento no Brasil ocorre no âmbito estadual e municipal, e não federal. Enquanto o Ibama emite algumas centenas de licenças anuais, apenas o Estado de São Paulo concede cerca de 20 mil.

Na avaliação da CNI e das federações, a LGLA não inova de forma disruptiva, mas confirma práticas que já são adotadas com sucesso por estados e municípios há décadas, em conformidade com a Lei Complementar 140/2011.

A manifestação critica também a tentativa de impor o modelo trifásico (licença prévia, instalação e operação) e a obrigatoriedade de estudos complexos (EIA/RIMA) para todos os empreendimentos.

Estudos desenvolvidos pela CNI e apresentados aos parlamentares mostram que o Brasil é o único país, entre as nações estudadas do G7 e do Brics, que adota modelo trifásico de licenciamento ambiental. Nos demais países, o licenciamento é feito em fase única, racionalizando o processo.

Para a CNI e as federações, essa exigência generalizada viola o princípio da eficiência, considerando que a maioria das atividades licenciadas no país é de baixo ou médio impacto. Além disso, as instituições defendem que modernização dos procedimentos é essencial para destravar investimentos em infraestrutura e plantas industriais, criando emprego e renda para o país.

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Dorgival Dantas lança, na sexta-feira (13), projeto audiovisual gravado em patrimônio cultural do RNNa próxima sexta-feira (13),

o cantor e compositor Dorgival Dantas lança o projeto audiovisual “Dorgival Raízes”, gravado na Fazenda Tome Xote, em Olho d’Água do Borges (RN), que é reconhecido como patrimônio material cultural do estado e serviu de cenário para uma produção que conecta música e memória nordestina.

O lançamento já está disponível nas principais plataformas de streaming de áudio e vídeo. O projeto reuniu nomes como João Gomes, Limão com Mel, Taty Girl, Eliane, Tarcísio do Acordeon, Waldonys, Solange Almeida, Aduílio Mendes, Caike Souza e Joyce Alane.

Cada participação reforça o diálogo entre diferentes gerações do forró e da música regional brasileira. O resultado é uma gravação que posiciona “Dorgival Raízes” como um dos projetos mais esperados do forró este ano.

Com mais de 30 anos de carreira, Dorgival Dantas construiu uma trajetória marcada pela ligação direta com a cultura do Nordeste. A escolha da Fazenda Tome Xote não foi por acaso: o local representa a origem do artista e o ponto de partida de sua história na música.

Gravar ali é um gesto que une identidade, pertencimento e respeito às tradições regionais. “Dorgival Raízes” registra em áudio e vídeo o lugar onde tudo começou para o compositor potiguar.

Para acompanhar novidades sobre o projeto, é só seguir o perfil oficial @dorgivaldantas no Instagram e demais redes sociais.

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Festival “Do Sertão à Mesa” celebra gastronomia e cultura do Seridó em Acari neste fim de semana

O evento será realizado na Casa de Cultura Popular e no Largo da Basílica Menor de Nossa Senhora da Guia. 

O município de Acari, no Seridó potiguar, será palco do Festival Cultural Gastronômico “Do Sertão à Mesa — A Rota dos Sabores de Acari”, evento que propõe uma imersão nos sabores, saberes e tradições da culinária sertaneja. A programação, que reúne gastronomia, música, formação e cultura popular, será realizada nesta sexta e sábado (13 e 14), com inúmeras atividades abertas ao público. As atrações musicais são Nando Cordel, Soul Rebel, Julhim de Tia Lica e Banda CDC, que encerrarão as atividades a cada noite de evento.  

A realização do evento é do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, Fundação José Augusto, Casas de Cultura Popular e Casa de Cultura Popular Palácio Titina Medeiros. O  festival tem como proposta valorizar os ingredientes da caatinga, os produtores locais e os modos de preparo tradicionais que formam a identidade alimentar do Seridó.

“Do Sertão à mesa” faz uma ponte entre o sertão ancestral e a cozinha contemporânea, transformando Acari em um território de experiências gastronômicas e culturais. O evento também conta com apoio da Prefeitura de Acari, Associação Cultural Maestro Felinto Lúcio Dantas, Sebrae-RN, Geoparque Seridó e Câmara dos Dirigentes Lojistas – CDL Acari. 

Oficinas e saberes do sertão – Um dos eixos do festival são as Oficinas Gastronômicas “Saberes do Sertão”, que serão gratuitas e voltadas tanto para o público em geral, quanto para profissionais e estudantes da área. As atividades abordarão técnicas tradicionais e contemporâneas da culinária regional, como os tradicionais biscoitos seridoenses e preparo de pratos com camarão e outros ingredientes regionais. 

Também integra a programação uma oficina dedicada à cultura alimentar seridoense, destacando o papel das mulheres como guardiãs da memória e das tradições culinárias da região.

Feira Rota dos Sabores – Outro destaque é a Feira Gastronômica “Rota dos Sabores”, espaço que reunirá produtores, cozinheiros e empreendedores locais em uma praça de alimentação temática. O público poderá degustar pratos típicos do Seridó, petiscos reinventados por chefs convidados, sobremesas regionais e bebidas artesanais.

A feira também contará com estandes de produtos regionais como queijos artesanais, mel, doces, rapaduras, compotas, cafés do interior e frutas da caatinga, além de artesanato alimentar e utensílios ligados à cultura da cozinha sertaneja.

Programação I Festival Cultural Gastronômico de Acari 

Sexta 13/03:

8h – Abertura da Rota de Sabores e exposição de artesanato – Casa de Cultura

14h – Oficina gastronômica: Biscoito Artesanal de Ninho – Casa de Cultura

18h – Abertura da Praça de Alimentação – Show Wescley Gama no local da praça

18h30 – Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas – Marcha pelas ruas de Acari

19h – Concerto da Filarmônica – Em frente ao Pavilhão Gastronômico

19h20 – Abertura Oficial do Festival

19h30 – Show Julhim de Tia Lica

21h – Show SouRebel

 Sábado 14/03: 

8h – Abertura da Rota de Sabores e exposição de artesanato – Casa de Cultura.

14h – Oficina gastronômica: Arroz de Camarão Sossego – Casa de Cultura.

18h – Abertura da Praça de Alimentação – Show Wescley Gama no local da praça.

19h – Cortejo Cultural pelas ruas de Acari até ao local do evento (Irmandade dos negros do rosário e Nação Zambêracatu).

19h30 – Cerimonial e discursos.

20h – Show CDC.

22h – Show Nando Cordel.

Serviço

Festival Cultural Gastronômico “Do Sertão à Mesa — A Rota dos Sabores de Acari” – Entrada franca. 

📅 13 e 14 de março de 2026 (sexta e sábado), a partir das 8h – oficinas, feira e concurso chef revelação. 

🎶 Sexta – 18h – Wescley Gama; 19h30 – Julhim de Tia Lica; 21h – Soul Rebel; Sábado – 18h – Wescley Gama; 19h – Cortejo Cultural com Os Negros do Rosário e Nação Zamberacatu; 19h30 – Banda CDC; 21h – Nando Cordel.  

 📍 Casa de Cultura de Acari e Largo da Basílica Menor de Nossa Senhora da Guia. Siga @festivalculturalgastro_acari

Fotos: Fachada – Carmem Félix/Assecom-RN e Artistas – Divulgação. 

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Sessão de Luluzinhas para celebrar o aniversário de Liege Barbalho

Fonte: https://ibandrn.com.br/sessao-de-luluzinhas-para-celebrar-o-aniversario-de-liege-barbalho/

A quinta-feira foi das mais prestigiadas em sessão de Luluzinhas para celebrar o aniversário da nossa Blonde, a queridíssima colunista Liege Barbalho. O cenário não podia ser mais charmoso: Platter For You em clima de mimo, brindes com espumante, boa conversa, bolo assinado por Graça Cândido e um bem-querer que transbordava em cada abraço.

Liege estava radiante e muito elegante em um look pink, em sintonia perfeita com o mês da mulher, roubando a cena em cada foto. Para deixar a noite ainda mais elegante, a trilha ficou por conta do violonista Adriano Douglas, que deu o tom intimista e sofisticado da noite.

Fonte: https://ibandrn.com.br/sessao-de-luluzinhas-para-celebrar-o-aniversario-de-liege-barbalho/

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