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Planetários itinerantes ampliam acesso à ciência e transformam experiências educacionais

Iniciativas móveis levam astronomia e tecnologia a escolas de diferentes regiões do país

O uso de planetários itinerantes tem se consolidado como uma ferramenta relevante para ampliar o acesso à ciência e estimular o interesse pelo conhecimento entre estudantes de diferentes realidades sociais. De acordo com o astrônomo e professor Emerson Roberto Perez, da Urânia Planetário, essa iniciativa permite levar experiências imersivas de astronomia e divulgação científica diretamente para escolas e comunidades que muitas vezes não têm acesso a equipamentos tecnológicos ou centros de ciência.

A proposta de um planetário móvel vai além de uma simples sessão de observação do céu. O projeto inclui apresentações educativas, conteúdos audiovisuais e atividades pedagógicas que aproximam alunos de temas científicos complexos de maneira acessível e envolvente. Em muitos casos, essa pode ser a primeira oportunidade de estudantes conhecerem tecnologias utilizadas na divulgação científica e explorarem conceitos ligados ao Universo, à física e à exploração espacial.

As atividades também são estruturadas para dialogar com o ambiente escolar. Professores e alunos podem participar de oficinas pedagógicas alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), além de ter acesso a cursos gravados, lives sobre observação do céu e materiais de apoio desenvolvidos para utilização em sala de aula. Esse conjunto de recursos amplia o alcance da experiência, integrando o planetário às práticas educativas e estimulando discussões científicas mesmo após a realização do evento.

Segundo Emerson Roberto Perez, a astronomia possui um caráter integrador que conecta diferentes áreas do conhecimento e desperta a curiosidade científica. Quando levadas para comunidades escolares, essas experiências também fortalecem o vínculo entre alunos, professores e famílias, criando um ambiente de aprendizado coletivo e motivador.

A expansão de iniciativas como os planetários itinerantes demonstra o potencial da divulgação científica como ferramenta educacional e social. Ao aproximar estudantes do conhecimento sobre o Universo, essas ações contribuem para despertar vocações, incentivar a investigação científica e reforçar o papel da educação como motor de transformação social.

Para saber mais assuntos sobre ciência e astronomia, acesse Urânia Planetário – YouTube ou pelo instagram @uraniaplanetario.

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Automationedge

IA sem orquestração é um risco que as empresas ainda subestimam

Por Fernando Baldin, Country Manager LATAM da AutomationEdge

A adoção de inteligência artificial nas empresas avançou rápido até demais, em muitos casos, organizações estão colocando IA dentro de processos críticos com o mesmo nível de controle que usariam em uma ferramenta experimental. Isso, na prática, é um acidente anunciado.

Existe uma premissa que ainda é pouco discutida fora dos times técnicos, que a IA, por natureza, não é determinística, especialmente nos modelos generativos, onde há um risco real de inconsistência, interpretação equivocada e até “alucinação”. Isso não é um defeito, é uma característica da tecnologia. O problema começa quando essa característica é ignorada dentro de processos de negócio que exigem precisão, rastreabilidade e conformidade.

Não existe uso seguro de IA em escala sem orquestração e validação

Muita gente ainda associa inteligência artificial à ideia de agentes que executam tarefas específicas e esse modelo funciona bem em vários cenários. São aplicações com começo, meio e fim, regras claras e escopo limitado. Um agente que classifica e-mails, extrai dados de documentos ou responde perguntas frequentes, por exemplo, tende a operar dentro de um ambiente relativamente controlado. Mas o cenário muda completamente quando falamos de processos organizacionais de ponta a ponta.

Quando a IA passa a atuar em fluxos completos, que envolvem múltiplas etapas, regras de negócio, exceções e impacto direto em decisões, o nível de exigência sobe. Não basta mais “funcionar”, é preciso garantir que cada etapa esteja alinhada às políticas da empresa, que as decisões sejam verificáveis e que exista controle sobre o que está sendo executado. Sem isso, o ganho de eficiência pode rapidamente se transformar em risco operacional.

Orquestração, nesse contexto, não é apenas organizar tarefas, é criar uma camada de governança sobre a atuação da IA, é definir como ela executa, em que sequência, com quais validações e sob quais regras, e é garantir que o resultado final não seja apenas rápido, mas confiável.

Orquestração implica validação contínua

Cada ação da IA precisa ser verificável dentro de parâmetros definidos, isso significa implementar “guardrails”, assegurando que o processo siga dentro dos padrões esperados. Não se trata de limitar a IA, mas de direcioná-la e de garantir que ela opere com autonomia, mas dentro de um contexto controlado.

Um exemplo simples: imagine o processo de auditoria de despesas corporativas com base em uma política de viagens. Tradicionalmente, isso exige análise manual, conferência de recibos e interpretação das regras. Com IA, é possível estruturar automaticamente os dados desses recibos e compará-los com a política da empresa. Mas sem orquestração, esse processo pode gerar inconsistências, como interpretações erradas de regras, exceções mal tratadas ou decisões sem rastreabilidade.

Com orquestração e validação, o cenário muda completamente

A IA não apenas executa tarefas, mas passa a operar dentro de um fluxo estruturado, onde cada etapa é definida, cada decisão pode ser auditada e cada resultado é validado contra critérios claros. Nesse modelo, o próprio processo, com suas regras e políticas, se torna a lógica que guia a execução.

Esse processo abre espaço para algo maior do que automação, estamos falando de uma nova forma de desenhar o trabalho. Em vez de processos documentados que dependem de interpretação humana, passamos a ter processos estruturados que são, ao mesmo tempo, documentação e execução. A operação deixa de ser apenas seguida e passa a ser orquestrada.

Esse é o ponto de virada

A discussão sobre IA nas empresas não pode mais se limitar ao “onde usar”, mas precisa evoluir para “como governar”, porque o desafio real não é implementar inteligência artificial, é garantir que ela opere com consistência, segurança e alinhamento ao negócio.

IA sem orquestração pode até funcionar em pequena escala, mas quando inserida em processos reais, ela amplifica não só eficiência, mas também erros.

Fernando Baldin é Country Manager LATAM na AutomationEdge, com mais de 25 anos de experiência nas áreas de Gerência Comercial, Recursos Humanos, Inovação e Operações. Ao longo de sua trajetória, liderou iniciativas estratégicas de transformação organizacional em empresas de grande porte. Conta com diversas certificações de alto nível, como ITIL V3 Expert, ITIL Manager e HDI KCS, além de atuar como membro do conselho consultivo estratégico do Help Desk Institute.

Sobre a AutomationEdge

A AutomationEdge é fornecedora de soluções de Hyperautomação, Robotic Process Automation e IT Automation. Seu RPA inteligente, altamente avançado, reúne todos os recursos essenciais necessários para automação empresarial, como inteligência artificial, machine learning, chatbot, ETL, integrações de API prontas e automação de TI.

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Entre treinos e provas: como alunos-atletas equilibram alta performance esportiva e rotina escolar

Histórias de duas potiguares campeãs sul-americanas mostram como escola, família e esporte caminham juntos na formação dos estudantes

Quando o sinal toca, é o fim das obrigações de muitos estudantes. Entretanto, para aqueles que têm o esporte como parte da sua vida, o dia está apenas começando. Entre escola e sessões de treino intensas para competições nacionais e internacionais, alunos-atletas potiguares encaram uma jornada que exige disciplina, planejamento e apoio da escola e da família para manter o equilíbrio entre desempenho esportivo e rendimento acadêmico.

No Colégio Ágora, em Natal, histórias como as das estudantes Antonella Maciel Costa, de 11 anos, e Júlia Nascimento Diógenes, de 15, mostram que é possível conciliar as duas frentes para manter o resultado de medalhas e boas notas. Antonella, estudante do 6º ano, vive dias marcados por uma agenda regrada: pela manhã, dedica-se às aulas; e à tarde e à noite, alterna entre curso de inglês, preparação física, treinos de jiu-jitsu e judô. 

“O kimono já vai na bolsa e ela o veste após a aula, dentro do carro, a caminho do treino”, relata a mãe, a médica Clarissa Maciel de Andrade, que cuida da organização para que a filha cumpra todas as atividades.

Igualmente cheia é a rotina da ginasta Júlia Nascimento Diógenes, da 1ª série do Ensino Médio. Depois das aulas pela manhã, ela segue para o centro de treinamento onde pratica ginástica rítmica das 14h às 19h30, de segunda a sexta. Aos sábados, as atividades esportivas vão das 8h às 16h, e em períodos próximos às competições também há atividades aos domingos.

Ao chegar em casa à noite, ainda precisa estudar e realizar tarefas escolares. “Em dias comuns ela dorme por volta das 22h. Quando tem prova, às vezes vai até meia-noite ou uma da manhã estudando”, relata a mãe, a arquiteta Roberta Diógenes.

O esforço tem rendido resultados expressivos. Em 2025, Antonella foi convocada para a seleção brasileira de judô e representou o país no Campeonato Sul-Americano realizado em Assunção, no Paraguai, onde conquistou o título de campeã. No mesmo ano, Júlia conquistou medalha de ouro no Campeonato Sul-Americano de ginástica rítmica júnior, na cidade de Posadas, na Argentina.

Calendário escolar x competições

Para alunos-atletas, um dos maiores desafios é lidar com o encontro entre calendários de competições e acadêmicos. As competições costumam ocorrer aos fins de semana ou em viagens, o que pode reduzir o tempo disponível para estudar ou descansar antes de avaliações importantes.

“Quando a escola entende essa rotina e é parceira, tudo se ajusta. Ela consegue fazer as provas antes ou depois e seguir acompanhando o conteúdo”, afirma Roberta, mãe de Júlia.

Segundo o coordenador de esportes do Colégio Ágora, Luiz de França, a instituição trabalha de forma conjunta com a família para apoiar esses estudantes sem perder de vista o compromisso com a formação acadêmica.

“Entendemos a prática esportiva como uma ferramenta de formação que contribui para valores que acompanham os atletas em formação dentro e fora das quadras, por isso, buscamos equilibrar as duas áreas, oferecendo acompanhamento e orientação para que se possa conciliar bem estudos e treinamento”, explica.

Luiz destaca que a escola mantém diálogo constante entre coordenação, professores e famílias para acompanhar o dia a dia dos jovens e ajustar o calendário quando necessário. 

Entre sonhos e escolhas futuras

Embora o esporte de alto rendimento abra portas e oportunidades, muitas famílias enxergam essa trajetória também como parte de uma formação mais ampla. Para Antonella, a possibilidade de seguir carreira esportiva existe, mas sempre acompanhada da valorização dos estudos.

“Nosso objetivo é que ela tenha uma formação sólida. As artes marciais podem ser uma carreira ou uma ferramenta de desenvolvimento pessoal, mas a educação sempre será prioridade”, afirma Clarissa.

Já Júlia começa a refletir sobre novos caminhos. Com a aproximação do vestibular, a ginasta pensa em dedicar mais tempo aos estudos e sonha em cursar uma universidade fora do país. Enquanto essa decisão não chega, a rotina segue equilibrando livros, treinos e competições, mostrando que, para muitos jovens atletas, a busca por excelência acontece tanto nas quadras quanto na sala de aula.

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As sequelas de uma política irracional de juros

12/03/2026   10h53

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O juro real acima de 10% ao ano inibe o investimento produtivo, afeta o consumo das famílias e penaliza especialmente as camadas de menor renda

A política irracional de juros reais acima de 10% ao ano terá consequências graves para o setor produtivo, com impacto devastador para a economia nacional. Na indústria, enfrentamos o começo de um processo de inadimplência em pequenas, médias e grandes empresas, que rapidamente vai se alastrar e acarretar um efeito dominó em toda a cadeia produtiva. Passou da hora de o Banco Central reduzir os juros de forma efetiva.

O juro real acima de 10% ao ano inibe o investimento produtivo, afeta o consumo das famílias e penaliza especialmente as camadas de menor renda. Não podemos admitir que a economia brasileira seja prejudicada por uma inconsequente política de juros reais fora da normalidade. Nada justifica que o Brasil tenha essa taxa de juros tão elevada, com uma Selic a 15% ao ano, enquanto deveria estar ao menos 4 pontos abaixo desse patamar.

O resultado é uma alta do endividamento e da inadimplência das empresas e das famílias. Segundo o próprio Banco Central, o endividamento das famílias passou de 48,4% para 49,7% entre os meses de dezembro de 2024 e 2025. Já a inadimplência das pessoas físicas com o sistema financeiro subiu de 3,5%, em dezembro de 2024, para 5,2%, em janeiro de 2026. A inadimplência com o sistema financeiro também cresce entre as empresas, tendo passado de 2,0% para 2,6% nesse mesmo período.

A atual política monetária do país inviabiliza qualquer continuidade de uma atividade produtiva com competitividade, principalmente se olharmos para o nível das taxas de juros no mercado internacional. Não tenho dúvidas de que esse patamar estratosférico é desnecessário para controlar a inflação e prejudica o crescimento da economia.

Por isso, vejo como prioridade número um para o país que o Banco Central que inicie de forma consistente e efetiva uma sequência de cortes na taxa básica de juros. Sem essa medida, cada vez menos a indústria brasileira conseguirá competir no cenário global e os atrativos do nosso mercado serão anulados, frustrando projetos de investimentos, que ficarão apenas no papel.

Fatores como os juros altos, o preço exorbitante da energia, os gastos sem freio do poder público e os custos excessivos para produzir têm levado o país a um caminho preocupante. O chamado Custo Brasil faz o Brasil jogar fora todos os anos mais de 20% de seu PIB, por não resolver burocracias e dificuldades estruturais, como o excesso juros e de tributos, o déficit de infraestrutura e as dificuldades para financiamentos e qualificação de pessoal para o marcado de trabalho.

É imprescindível que governo federal volte a ter uma política fiscal equilibrada e interrompa com urgência o crescimento dos gastos públicos, principalmente com alterações na dinâmica de expansão dos gastos obrigatórios. Não podemos aceitar que o Brasil vá na contramão do mundo. Reduzir incentivos fiscais e aumentar tributos a essa altura, como vem ocorrendo para que o rombo das contas públicas seja amenizado, torna o nosso país cada vez menos competitivo.

Clamo os poderes constituídos para que se mobilizem e compreendam as suas responsabilidades com o país. Esperamos que Executivo, Legislativo e Judiciário falem a mesma língua para trabalhar em conjunto e em prol da retomada do crescimento econômico. A indústria está atenta a cada passo e quer ser uma aliada do setor público nesse desafio, mas espera celeridade na tomada de providências para que o Brasil pegue um caminho rumo a prosperidade.

Assuntos como os juros excessivos e a crescente inadimplência, que deveriam ser tratados como pautas prioritárias no país, acabam ficando em segundo plano em razão de pautas motivadas por palanque político, em pleno ano eleitoral. Refiro-me, por exemplo, ao debate da redução da jornada de trabalho.

A discussão da escala é 6×1 é legítima e necessária, mas qualquer decisão dessa dimensão deve levar em conta a avaliação de impacto e seus efeitos econômicos. A produtividade no Brasil ainda está muito aquém de países semelhantes e há escassez de mão de obra. Por isso, ainda não é hora de reduzir a escala.

A sociedade brasileira espera respostas para termos um país mais justo, com mais oportunidades e menos desigualdade, mas ao mesmo tempo não pode conviver com riscos de manutenção de juros estratosféricos, de excessos de gastos públicos e de redução da jornada de trabalho. Tais cenários, se não houver correção de rumos, só farão aumentar a distância do país rumo ao desenvolvimento sustentável e resultarão em perdas para a população e para a economia brasileira.

Agência de Notícias da Indústria

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9ª Expoconstruir será realizada em conjunto com o 22º CBA – Congresso Brasileiro de Arquitetos, no Centro de Eventos do Ceará

Entre os dias 11 e 14 de agosto, eventos vão impulsionar o setor da construção, reunindo profissionais de diversos segmentos

O setor da construção no Ceará terá alguns fatores de incentivo ao longo deste ano. Além dos programas governamentais, como o Minha Casa, Minha Vida e o Reforma Casa Brasil, a realização de eventos vai movimentar a cadeia produtiva do segmento. E neste ano, a 8ª edição da maior feira da construção do Norte-Nordeste, a Expoconstruir, terá uma novidade: será realizada, entre os dias 11 e 14 de agosto, no Centro de Eventos do Ceará, em conjunto com o 22º Congresso Brasileiro de Arquitetos (CBA), organizado pelo Instituto Brasileiro de Arquitetura (IAB), em suas instâncias estadual (IAB-CE) e nacional. 

“Esta é uma união perfeita, entre o maior evento da construção das regiões Norte e Nordeste do Brasil, com mais de 100 marcas e fornecedores de todo o país, com o principal evento da arquitetura e urbanismo no Brasil, reunindo profissionais e estudantes para discutir o futuro das cidades e da profissão”, analisa Carlito Lira, Presidente da Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção do Ceará (ACOMAC-CE), entidade apoiadora da Expoconstruir.

Expoconstruir e CBA
Em 2025, a Expoconstruir registrou mais de 35 mil visitas e movimentou em torno de R$ 500 milhões em negócios. Expandindo sua relevância ano após ano, a feira reúne indústrias expositoras para atender lojistas, atacadistas, construtoras, loteadoras e profissionais do Norte e Nordeste do país e também trouxe expositores de outras regiões, especialmente do Sul e do Sudeste. A presença desses fortes players de mercado comprova, além da força do evento, o potencial de crescimento do setor da construção no Ceará.

Já o Congresso Brasileiro de Arquitetos (CBA) é realizado desde 1945, e terá a presença dos maiores profissionais do país em Fortaleza. O evento marca o reencontro nacional da arquitetura e do urbanismo após o período da pandemia e reunirá profissionais, estudantes, pesquisadores, gestores públicos e representantes do setor da construção de todo o país. Com o tema “(IN) Sustentáveis modos de viver”, o 22º CBA propõe refletir sobre os desafios contemporâneos das cidades, da prática profissional e dos modos de habitar, produzir e conviver. A expectativa dos organizadores é a de receber cerca de 5 mil visitantes.

“Esta edição acontece em um contexto singular: os 300 anos de Fortaleza, cidade reconhecida como Cidade Criativa do Design pela UNESCO, os 100 anos do arquiteto Liberal de Castro, referência maior da arquitetura cearense, e os 105 anos do Instituto de Arquitetos do Brasil, entidade promotora do congresso”, observa Jefferson John, Presidente do 22º CBA.

“No ano passado, o setor de materiais de construção ultrapassou os R$ 6,3 bilhões em movimentação, com mais de 60 mil empregos diretos gerados. São números que  demonstram a grande importância econômica e social do setor no estado”, analisa Carlito Lira Presidente da ACOMAC-CE.

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