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Social selling: quando a venda tradicional encontra as redes sociais

Por Bruno Alves, vice-presidente de Clientes & Social da Plusoft

Desde que a sociedade existe, vender nunca foi apenas transacionar, foi antes de tudo, conversar, onde o vendedor que batia de porta em porta, o balconista que conhecia o cliente pelo nome, o comerciante do bairro entendia a dor antes de oferecer o produto: todos eles vendiam porque criavam relações. A conversa sempre foi o caminho para explicar valor, mostrar benefícios e entender uma necessidade real.

O que mudou não foi o princípio da venda, mas o lugar onde ela acontece

Hoje, uma boa parte dessa conversa migrou para as redes sociais. É aí que entra o social selling, não como uma moda, mas como a evolução natural da forma como marcas e pessoas se relacionam.

Diferente do modelo tradicional de vendas, o social selling nasce dentro do atendimento, que acontece quando alguém entra em contato para elogiar um produto, tirar uma dúvida, reclamar, pedir uma atualização ou fazer uma sugestão. Em geral, esse canal dentro das redes sociais é visto apenas como um espaço de resolução de problemas, mas foi exatamente ao olhar com mais profundidade para essas conversas que ficou claro que ali existe uma oportunidade legítima de venda.

Imagine um consumidor que entra em contato dizendo que sua geladeira quebrou, que o modelo é antigo e que não encontra mais peças no mercado. Isso não é apenas um problema a ser encerrado com um protocolo, é uma chance concreta de oferecer uma solução melhor, talvez um cupom de desconto, um upgrade, um novo produto que resolva aquela dor. E muitas vezes, a venda se concretiza ali mesmo, dentro da conversa na rede social.

Esse entendimento muda completamente a dinâmica das equipes de atendimento, já que o profissional que antes tinha como único objetivo resolver demandas passa a ter um novo papel: o de vendedor consultivo. Alguém que escuta, interpreta o contexto, entende o momento do consumidor e a partir disso, oferece algo que faça sentido. Não é empurrar produto, é gerar valor no momento certo.

A conversão através da conversa é, para mim, uma das transformações mais interessantes desse modelo, especialmente porque ela acontece em um canal que historicamente sempre foi associado a problemas. Encontrar oportunidades de venda justamente ali exige maturidade, empatia e inteligência tanto humana quanto tecnológica.

Nesse cenário, a inteligência artificial tem um papel estratégico

O primeiro passo já está acontecendo, que é usar IA para analisar o que é dito nas redes sociais e identificar com mais precisão os casos com potencial de venda. Isso significa mapear padrões, intenções, sinais de compra e momentos de oportunidade. É a base para automatizar parte desse processo no futuro.

Hoje, a IA atua como um copiloto, apoiando o time humano, aponta oportunidades, ajuda a priorizar atendimentos e indica onde há maior probabilidade de conversão. Em um futuro próximo, esse copiloto será cada vez mais sofisticado, sugerindo inclusive qual produto faz mais sentido oferecer para cada pessoa, naquele contexto específico.

Se olharmos um pouco mais adiante, é inevitável imaginar agentes de venda baseados em IA atuando diretamente nesses canais, primeiro em colaboração com humanos, e depois conduzindo conversas e vendas de forma autônoma. Esse caminho segue uma lógica: a IA começa analítica, evolui para preditiva e em um terceiro estágio, se torna prescritiva, interagindo diretamente com o consumidor.

Isso não elimina o fator humano, pelo contrário, reforça a importância de desenhar experiências de venda mais inteligentes, éticas e centradas na necessidade real do cliente.

É importante esclarecer um ponto que costuma gerar confusão: Social selling não é social commerce

Social commerce é quando a rede social já nasce como um ambiente de venda direta, com vitrines, carrinhos e checkouts integrados. O social selling é outra coisa, é a venda que acontece dentro da conversa de atendimento, mediada por pessoas, contexto e relacionamento.

Ainda existe um espaço enorme para crescimento nesse mercado, já que muitas empresas continuam enxergando as redes sociais apenas como um SAC ampliado ou como um canal de marketing. Enquanto isso, deixam passar oportunidades valiosas de transformar interação em relacionamento e relacionamento em receita.

No fim das contas, o social selling não é sobre tecnologia, IA ou canais digitais, é sobre resgatar algo que sempre esteve no centro da venda: a conversa certa, no momento certo, com a solução certa. A diferença é que agora essa conversa acontece em escala e com muito mais inteligência envolvida.

Sobre Bruno Alves

Bruno Alves é executivo de tecnologia com 30 anos de experiência, atuando na Plusoft como vice-presidente desde 2020 e liderando iniciativas que conectam estratégia de clientes, dados, IA e experiência do consumidor. Tem histórico de direção executiva na iCustomer (Plusoft) e foco em evolução de CRM inteligente, automação de marketing e jornadas digitaisorientadas por dados.

Sobre a Plusoft

A Plusoft, fundada em 1988, é uma das maiores empresas de gestão da jornada do cliente. É especialistas na fabricação, desenvolvimento e na implementação de sistemas Omnichannel de Customer Relationship Management (CRM) para todos os mercados.

A Plusoft é a primeira companhia nacional do segmento a conquistar a certificação internacional ISO 27001, concedida a organizações com elevado nível de qualidade e segurança no desenvolvimento dos seus projetos.

Atualmente, a Plusoft conta com cerca de 400 colaboradores.

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Cometa da Páscoa pode até ficar muito brilhante mas observação será um desafio

O cometa C/2026 A1, apelidado de “Cometa da Páscoa”, passou a circular nas redes sociais cercado por previsões espetaculares, inclusive a de que poderia brilhar mais do que a Lua cheia. Mas, segundo análise do Prof. Dr. Marcos Calil, da Urânia Planetário, a realidade observacional é bem mais complexa e exige cautela.

O interesse pelo C/2026 A1 cresceu porque projeções de brilho indicam que ele poderá atingir valores extremamente altos no início de abril. Em alguns cenários, esse brilho aparente superaria o da Lua cheia. Ainda assim, isso não significa que o cometa parecerá gigantesco no céu. A comparação é incorreta e gera uma expectativa enganosa no público.

O principal problema não está apenas no brilho previsto, mas na posição do cometa no céu. Justamente no período em que pode alcançar maior luminosidade, ele estará muito próximo do Sol, o que dificultará severamente sua observação. Além disso, a variação de brilho tende a ser rápida, reduzindo a janela observacional e exigindo horizonte livre, sem prédios, árvores, serras ou qualquer obstáculo a oeste.

Com base na fórmula fotométrica ajustada pelo Comet Observation Database (COBS), expandida nos dias pelo Prof. Dr. Marcos Calil, tendo como base os parâmetros orbitais gerados pela Inteligência Artificial, para o período entre 1º e 15 de abril, a análise indica que o comportamento do cometa exige extrema prudência. Em especial entre os dias 1 e 7 de abril, há possibilidade de mudanças muito rápidas no brilho aparente, com destaque para 5 de abril, data que merece acompanhamento redobrado.

Mas previsões sobre cometas nunca devem ser tratadas como definitivas. O objeto pode sofrer fragmentação, a curva de brilho pode ser reajustada, os elementos orbitais podem ser refinados e novas observações podem alterar o cenário. Em Astronomia, determinados cometas são notoriamente difíceis de prever. E, estamos diante de um deles. Por isso, o mais prudente é acompanhar atualizações sérias e contínuas antes de qualquer afirmação categórica.

Você pode saber mais sobre esse e outros eventos acompanhando as lives de terças-feiras, às 19h30, no canal do YouTube da Urânia Planetário, em especial a live de 17 de abril, quando o Prof. Dr. Marcos Calil irá explanar as questões observacionais relativas a esse cometa.

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Após faturamento histórico de R$ 218 bilhões, turismo nacional projeta alta de negócios para o Rio Boat Show 2026

Com hotéis lotados e demanda turística aquecida, cresce também a procura por experiências de lazer nas águas, impulsionando o setor náutico e abrindo espaço para a ampliação de vendas, novos modelos de negócio — como locação e cotas compartilhadas — e tecnologias voltadas à eficiência. O Rio Boat Show, maior do gênero da América Latina, abre o calendário náutico brasileiro em abril de 2026.

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FOTOS PARA DOWNLOAD:

https://drive.google.com/drive/folders/1UEnyuBJ7DTzCXPVQJ6HPf0Sxq9JhKB-x?usp=sharing

Divulgação: Descrito nos arquivos.

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Fevereiro, 2026 – Com expectativa de o turismo faturar R$ 218,77 bilhões em volume de negócios entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026, conforme estimado pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), o Brasil vive um dos melhores momentos da história. Esse fluxo de capital, aliado a pesquisas que confirmam o turismo de “Sol e Praia” como a principal motivação de viagem, influencia as previsões da indústria náutica, que seguem otimistas para o primeiro semestre do ano. O alto fluxo tem contribuído para o lazer nas águas e atrai tanto quem deseja comprar a primeira embarcação quanto serviços de charter (aluguel) e de cotas compartilhadas. Eles prometem ser destaque no Rio Boat Show, agendado para 11 a 19 de abril na Marina da Glória. O evento, promovido pela principal autoridade do setor na América Latina, o Grupo Náutica, marca a abertura do calendário náutico de eventos brasileiro.

Para a diretora do Grupo Náutica, Thalita Vicentini, a edição de 2026 reflete a maturação desse cenário econômico, e o barco assume protagonismo na cadeia produtiva do turismo. “Os boat shows brasileiros são responsáveis pela geração de mais de 70% das vendas de barcos novos no país. O que vemos agora é mais pessoas adeptas à náutica, voltadas para as águas, impulsionado pelo turismo: o barco integra a uma cadeia de serviços, tornando o navegar cada vez mais acessível. O Rio Boat Show 2026 chega para consolidar esse momento, e vai oferecer uma ampla diversidade de produtos, serviços e inovações para um mercado que não para de crescer”, analisa.

Além disso, o Rio de Janeiro é o cartão postal da náutica brasileira. Dados da Prefeitura do Rio e da Riotur indicam que apenas a capital deve movimentar mais de R$ 12,8 bilhões na alta temporada (verão 2026), crescimento de 18% em comparação ao período anterior. A superocupação hoteleira do Rio de Janeiro é mais um indicador que reflete na busca por lazer náutico. A rede hoteleira do Rio tem registrado picos de ocupação acima de 90% e áreas como a Região dos Lagos têm operado na capacidade máxima. “O mar se tornou o principal cenário na experiência do visitante”, reforça Thalita.

Para atender essa crescente demanda, que valoriza o uso social, o Grupo Náutica adianta algumas tendências que estarão presentes nos barcos expostos no Rio Boat Show 2026, em alta este ano:

  1. O conceito “Beach Club” e decks expansíveis

Uma das tendências é a eliminação das barreiras físicas entre o cockpit e o mar. Muitos dos lançamentos de embarcações, especialmente na faixa de 40 a 60 pés, já adotam o design walkaround (circulação total em torno do convés) e varandas laterais hidráulicas. Essas plataformas, quando acionadas, aumentam a área útil da popa e transformam o barco em uma ilha privada flutuante, ideal para o público que compra ou que aluga embarcações para passar o dia ancorado em pontos turísticos.

  1. Motores inteligentes e alta eficiência

Outra tendência observada está relacionada aos acessórios e aos motores, que chegam cada vez mais equipados com sistemas avançados de gerenciamento eletrônico. Sensores monitoram o desempenho em tempo real, contribuindo para maior eficiência, autonomia e segurança na navegação. Além disso, controles intuitivos — frequentemente operados por joystick ou telas sensíveis ao toque — ampliam a facilidade de pilotagem e simplificam atracações e manobras, inclusive para navegantes iniciantes.

  1. Lanchas com algo a mais na proa

As lanchas de proa aberta ganham destaque por priorizarem a convivência e o aproveitamento dos espaços externos. Com áreas de solário ampliadas, assentos modulares e circulação facilitada, esses modelos favorecem passeios diurnos, ancoragens em praias e encontros sociais a bordo. A proposta valoriza o uso descontraído do barco, aproximando a experiência náutica do estilo de vida ao ar livre cada vez mais buscado por novos públicos.

Sobre o Grupo Náutica

Com mais de 40 anos de atuação, o Grupo Náutica é referência em inovação, infraestrutura, sustentabilidade, eventos e comunicação no setor náutico brasileiro. O ecossistema do grupo reúne a Revista Náutica (www.nautica.com.br), pioneira e líder absoluta em conteúdo especializado; o Boat Show, maior organizadora de salão náutico da América Latina, com edições em São Paulo, Itajaí, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador e Angra dos Reis; a Metalu, maior fabricante mundial de píeres e passarelas em alumínio; a SF Marina, líder global em docas flutuantes de concreto e quebra-mares para marinas e portos; e a JAQ Apoio Marítimo, dedicada a projetos inovadores, pesquisas e sustentabilidade. O Grupo Náutica também desenvolve iniciativas de impacto socioambiental que integram educação, cidadania e preservação, como “Só Jogue na Água o que Peixe Pode Comer”, criada por Ziraldo, e “Por Uma Cidade Navegável”, que promove a revalorização das vias aquáticas urbanas. Além disso, é responsável pelos principais Guias de Turismo Náutico do país, referência para navegadores, turistas e gestores públicos.

Mais informações: https://gruponautica.com.br/

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Fecomércio RN promove evento sobre empreendedorismo feminino e lança capacitação gratuita

No mês em que é comemorado o Dia Internacional da Mulher, a Fecomércio Com Elas – Câmara da Mulher Empreendedora da Federação potiguar promove o evento “Mulheres em Movimento” na tarde do próximo dia 18 de março, no Praiamar Arena (antigo Holiday Inn).

O evento contará com palestras de Michelle Schneider, LinkedIn Top Voice e destaque no TEDx, onde sua palestra “O Profissional do Futuro” ultrapassa 3 milhões de visualizações. Com mais de 20 anos de experiência em empresas como TikTok, Google e LinkedIn, abordará temas ligados à inovação, carreira e transformação digital. A programação também terá como destaque, a palestra de Simone Guimarães, diretora-geral executiva da CNC, que abordará os desafios da atuação feminina em cargos de liderança no Brasil, com foco em gestão e desenvolvimento executivo.

Junto com Simone, a ex-juiza eleitoral e autora da obra “As mulheres e os Espaços de Poder no Rio Grande do Norte”, Adriana Magalhães, e a empresária Kênia Raíssa, participarão do Painel: Mulheres, Poder e Transformação. São esperadas 350 empreendedoras e empresárias dos setores do comércio, serviços e turismo, além de executivas e lideranças femininas de poder público e privado do RN.

“A Fecomércio RN tem um compromisso com o empreendedorismo, em especial com as mulheres empresárias, por isso criamos a Câmara da Mulher Empreendedora. Desde 2023, damos todo o suporte para o trabalho da Câmara e já capacitamos mais de 6 mil mulheres com ações que envolvem o empresariado potiguar, o Sesc e o Senac. Hoje, com este evento, estamos dando um novo passo nesse trabalho de criar um ambiente de negócios favorável”, afirmou o presidente do Sistema Fecomércio RN, Sesc e Senac, Marcelo Queiroz.

Mulheres em Movimento

Como uma nova ação de impacto ao empreendedorismo feminino, será lançado o programa Mulheres em Movimento, que oferecerá, gratuitamente, uma imersão em oito módulos de capacitações para as empresárias.

Temas como Liderança e Influência Positiva, Inovação, Comunicação, Finanças, Autoconhecimento, Networking, Gerenciamento e Posicionamento serão alguns dos assuntos ministrados por especialistas.

As empresárias ainda ganharão o autodiagnóstico do negócio e um Plano de Desenvolvimento Individual, com acompanhamento. Toda a capacitação será oferecida por meio do Senac, instituição de ensino com certificação reconhecida nacionalmente.

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5 termos de comércio exterior em inglês que você precisa dominar

O avanço do comércio exterior brasileiro, com projeções bilionárias para 2026, reforça o protagonismo do país nas transações internacionais. Em um cenário de digitalização aduaneira e novas exigências regulatórias, cresce a demanda por profissionais que dominem o inglês técnico para negociar contratos, conduzir reuniões globais e ocupar posições estratégicas no setor.

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Créditos: Reprodução Instagram.

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Março, 2026 – Com projeção de superávit entre US$ 70 bilhões e US$ 90 bilhões em 2026 e exportações estimadas até US$ 380 bilhões, o comércio exterior brasileiro mantém protagonismo mesmo diante da desaceleração global de 0,5% prevista pela Organização Mundial do Comércio (OMC). O cenário amplia a demanda por profissionais qualificados para atuar em negociações internacionais, contratos e operações logísticas, áreas em que o domínio do inglês técnico se torna requisito estratégico.

Segundo Reginaldo Kaeneêne, fundador e CEO da KNN Idiomas, uma das maiores redes de escolas de idiomas do país, o profissional de comex precisa dominar o vocabulário específico do setor. “Não basta entender o termo em português. É necessário interpretar documentos, negociar cláusulas e conduzir reuniões internacionais com segurança. Quem investe no desenvolvimento do nível de inglês amplia oportunidades e acesso a cargos mais estratégicos”, afirma. Para quem deseja crescer na área, ele diz que investir em cursos de inglês voltados ao ambiente corporativo pode representar avanço relevante na carreira.

Confira 5 termos de comex em inglês:

  1. Bill of Lading (B/L)Documento de embarque que comprova o transporte da mercadoria e garante segurança jurídica na operação.
  2. IncotermsRegras internacionais que definem responsabilidades entre comprador e vendedor quanto a transporte, seguro e riscos.
  3. Customs ClearanceProcesso de desembaraço aduaneiro necessário para entrada ou saída de mercadorias.
  4. Freight ForwarderAgente ou empresa responsável por coordenar o transporte internacional da carga.
  5. Letter of Credit (L/C)Carta de crédito utilizada como garantia de pagamento em operações internacionais.

Para profissionais que desejam atuar com mais segurança no comércio exterior, a KNN oferece o curso de Inglês para Negócios, voltado ao desenvolvimento da comunicação no ambiente corporativo. O programa trabalha vocabulário técnico, simulações de reuniões, negociações e apresentações em inglês, preparando o aluno para situações reais do mercado internacional e ampliando sua competitividade em um setor cada vez mais globalizado.

Sobre a KNN Idiomas

Fundada em 2012, a KNN Idiomas já atendeu mais de um milhão de alunos no Brasil e está presente em todos os estados brasileiros. É uma das 50 maiores franquias do país, segundo ranking da Associação Brasileira de Franchising (ABF), e atua no ensino de inglês e espanhol, além de francês, alemão e italiano. A rede utiliza metodologia própria voltada a falantes de português.

Mais informações: www.knnidiomas.com.br

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