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NINA SOUZA -AO SUCESSO!

Nina Souza: Liderança e Representatividade na Política Potiguar

Com uma trajetória marcada pela atuação firme e pelo olhar atento às causas sociais, Nina tem se consolidado como uma das vozes mais influentes da política em Natal e no estado.
Nina Souza-Vereadora, titular da SEMTAS e Primeira Dama. A sua coragem e competência certamente vai levá-la a Câmara Federal. Eu não tenho dúvida. Ao sucesso!

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A arte vibrante de Assis Marinho ganha destaque na Pinacoteca

Se você busca um roteiro cultural imperdível para este final de semana, prepare-se para mergulhar no universo lúdico e sensível de Assis Marinho. A partir das 10h deste sábado (28), a Pinacoteca Potiguar abre suas portas para a exposição “Hoje Tem Espetáculo!”, uma mostra que promete encantar o público com cores e formas que celebram a cultura popular e o cotidiano.

Assis Marinho, artista autodidata com fortes raízes no Seridó, é mestre em transformar o simples em extraordinário. Suas obras, muitas vezes criadas com uma técnica única envolvendo giz de cera e querosene, trazem uma intensidade emocional que nos transporta diretamente para cenários de picadeiros, festas e a essência do povo potiguar.
A exposição tem curadoria de Manoel Onofre Neto e fica em cartaz no histórico Palácio Potengi até o dia 30 de março. É uma oportunidade única de prestigiar um dos nomes mais autênticos das nossas artes plásticas.

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Aniversariantes de Hoje: Quem Sopra Velinhas neste 27 de Fevereiro

Hoje é dia de festa e celebração para nomes especiais da nossa sociedade! Acompanhar quem completa mais um ano de vida é uma forma carinhosa de prestigiar amigos e personalidades que fazem a diferença em nosso dia a dia.

Confira abaixo a lista dos aniversariantes desta sexta-feira, conforme destacado pela prestigiada colunista Hilneth Correia:
Foi parabenizados: Márcia Varella Morais, o vice-governador Walter Alves, Carla Fonseca, Carlos Sérgio Borges, Henrique Bittencourt, Sergio Morango, Carlos Rosado, Roberto Maia, Flávio Dória, George Cirne, Victor Bezerra, Anna Karina Castro, Jerusa Miranda Bittencourt

Márcia Varella Morais


Walter Alves

A lista completa estará disponível através deste link: https://hilnethcorreia.com.br/2026/02/27/aniversariantes-de-27-de-fevereiro/
Créditos: Hilnethcorreia.

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Sodiê Doces reúne bolos clássicos e salgados com preços promocionais em fevereiro

Maior franquia de bolos artesanais do país aposta nos sabores Chifon e Sofia Rosa e amplia o portfólio de bolos de pote

A Sodiê Doces, a maior franquia de bolos artesanais do país, inicia fevereiro com uma seleção especial de produtos que unem tradição, variedade e preços promocionais. Na campanha Bolos do Mês, os destaques ficam por conta do #100 Sofia Rosa e do #08 Chifon. Já nos Salgados do Mês, a rede aposta na Mini Bolinha 4 Queijos e na Coxinha de Frango com Requeijão, disponíveis em todas as unidades participantes ao longo do período.

Entre os sabores clássicos da confeitaria da marca, o #100 Sofia Rosa se destaca pela combinação leve e refrescante. O bolo é preparado com massa branca e recheio de mousse branca com morangos e Moça®️ Base Sabor Morango. A cobertura leva mousse branca, raspas de chocolate branco, Moça®️ Base Sabor Morango e morangos decorativos. Já o #08 Chifon é a escolha para quem não abre mão de um sabor mais encorpado, feito com massa de chocolate, recheio e cobertura de mousse de chocolate, finalizado com raspas de chocolate ao leite e cerejas.

Para quem busca opções salgadas para compartilhar ou complementar a mesa, a campanha de fevereiro traz a Mini Bolinha 4 Queijos, feita com massa macia e recheio de muçarela, provolone, gorgonzola e requeijão cremoso. A seleção se completa com a tradicional Coxinha de Frango com Requeijão, uma das opções mais procuradas da Sodiê Doces.

Durante o mês, a rede também reforça a proposta de praticidade ao ampliar o portfólio de bolos de pote. Entre os sabores disponíveis estão Trufado Preto e Branco, Aerado, Morango com Leite Condensado, Cenoura com Brigadeiro, Delícia de Leite Ninho®️, além das opções Brigadeiro Zero Açúcar e Cocada com Abacaxi Zero Açúcar, atendendo diferentes perfis e ocasiões de consumo.

As novidades se somam à recém-lançada linha Caseiro Premium, posicionada como uma proposta intermediária entre os bolos caseiros tradicionais e a linha confeitada da marca. Entre os novos sabores estão o Delícia de Leite com Frutas Vermelhas e o Delícia de Leite com Nutella®️. Com os lançamentos, a linha de bolos caseiros passa de 28 para 30 sabores.

Os pedidos podem ser feitos diretamente nas lojas, via delivery, pela loja online da rede (appsodie.com.br) ou pelas plataformas iFood e 99.

Em Natal, as lojas estão localizadas na Avenida Engenheiro Roberto Freire, 721, Capim Macio (funcionamento: segunda a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, 12h às 20h) e na Av. Ayrton Senna, 1995, Nova Parnamirim, Container 5, Shopping Cidade Verde (funcionamento: todos os dias: 10h às 21h30). Os pedidos podem ser feitos e retirados nas lojas ou no aplicativo Sodiê Doces Oficial, disponível nos dispositivos IOS e Android e via delivery por Whatsapp (Capim Macio 84 9423-5680 | Nova Parnamirim 84 99854-6040 e/ou iFood. Mais informações: (84) 3346-0020 2020-0592 @sodiedocesnatal.

Sodiê Doces – A Sodiê Doces, a maior franquia de bolos artesanais do país, encerrou 2025 reforçando sua posição de liderança no mercado de alimentação. A rede alcançou faturamento de R$ 800 milhões, crescimento de 8,1% em relação a 2024, e inaugurou 25 novas lojas ao longo do ano. Atualmente, soma cerca de 400 unidades em operação no Brasil e mantém duas lojas em Orlando, nos Estados Unidos. O cardápio conta com mais de 80 sabores de bolos, incluindo linha Zero Açúcar, versão vegana e bolos caseiros, todos elaborados à base de pão de ló e com matéria-prima selecionada. A Sodiê Doces também oferece docinhos (tradicionais, finos, belgas e bombons), balas de coco, linha exclusiva de salgados, cardápio de bebidas quentes e geladas e a linha de chocolates Premium.

Site: www.sodiedoces.com.br
Facebook: /sodiedocesoficial
Instagram: @sodiedoces

Informações à imprensa:
Mosaique Comunicação
http://mosaiquecomunicacao.com.br
Ulysses Freire – DRT 1716/RN – (84) 98829-4375

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A nova guerra fria tecnológica

PUCPR

Por Lorenzo Castanho e João Alfredo Lopes Nyegray

Durante a Guerra Fria, a corrida espacial simbolizou mais do que avanços científicos: era a materialização da supremacia entre duas potências rivais, entre os Estados Unidos e a União Soviética. No século XXI, esse papel estratégico é desempenhado pela tecnologia. Chips, redes, inteligência artificial e dados deixaram de ser meros instrumentos de inovação para se tornarem armas silenciosas em uma disputa global por influência e poder. Nesse contexto, o comércio internacional não é mais apenas um espaço de trocas econômicas, mas um campo de confrontos geopolíticos no qual grandes empresas de tecnologia, como TSMC, Nvidia, Huawei ou ByteDance, desempenham papel central, muitas vezes influenciando diretamente políticas nacionais e estratégias globais. 

Atualmente, o embate entre Estados Unidos e China ilustra de maneira clara essa transformação. A dependência global de semicondutores, a expansão das redes digitais e o valor econômico dos dados fizeram da tecnologia um recurso estratégico comparável ao petróleo no século XX. A guerra comercial iniciada de forma mais explícita durante o atual governo Donald Trump, com o chamado tarifaço, é um marco decisivo dessa nova era. Sob o argumento de proteger a indústria norte-americana, Washington elevou tarifas sobre centenas de bilhões de dólares em produtos chineses. Na prática, a medida produziu efeitos globais: encareceu insumos, aumentou custos para empresas e consumidores nos próprios Estados Unidos, provocou incertezas para investidores e desencadeou uma onda de tensões diplomáticas. 

Um caso simbólico desse cenário é o da instalação de uma fábrica da taiwanesa TSMC no Arizona. Embora Trump tenha tentado associar a decisão da empresa às tarifas contra a China, o investimento já vinha sendo discutido antes da intensificação do conflito comercial e foi impulsionado por razões estratégicas mais amplas. Entre elas estavam a necessidade de diversificar geograficamente a produção e a pressão crescente dos Estados Unidos para garantir segurança no fornecimento de semicondutores, insumo crítico para setores como defesa, telecomunicações e inteligência artificial. A vulnerabilidade norte-americana em relação a Taiwan, vista por Pequim como parte de seu território, expõe o risco de que um eventual conflito no Estreito de Taiwan comprometa cadeias globais de suprimento. Assim, atrair empresas de ponta para o território americano ou de aliados confiáveis tornou-se parte de uma estratégia de contenção. 

Nesse contexto, a guerra comercial ganhou novos contornos e se transformou em uma verdadeira disputa tecnológica. Washington não apenas manteve tarifas sobre produtos chineses, mas avançou em medidas de controle tecnológico: bloqueou o acesso chinês a semicondutores avançados, impôs sanções a empresas como Huawei, restringiu o envio de equipamentos de litografia pela Holanda e pelo Japão e direcionou bilhões de dólares para fortalecer sua indústria doméstica por meio do CHIPS and Science Act. A ofensiva mais recente incluiu tarifas de até 100% sobre veículos elétricos chineses, novos impostos sobre baterias e painéis solares, além de pressões diplomáticas sobre aliados europeus para limitar a penetração de empresas chinesas em setores estratégicos. 

A resposta chinesa também foi firme. Pequim impôs tarifas sobre automóveis e peças norte-americanas, restringiu a exportação de minerais críticos – como gálio e grafite, essenciais para a produção de tecnologias avançadas -, e acelerou sua própria política de autonomia tecnológica, investindo em pesquisa, no fortalecimento de empresas estatais e na internacionalização de sua infraestrutura digital por meio da chamada “Rota da Seda Digital”. O lançamento de chips de 7 nanômetros pela SMIC, mesmo sob sanções, demonstrou a resiliência e a determinação chinesa em não depender de fornecedores ocidentais. 

Esse ciclo de tarifas, sanções e contramedidas mostra que a disputa deixou de ser apenas comercial e passou a girar em torno do controle da infraestrutura tecnológica do futuro. Se, no século XX, o poder foi medido por tanques e ogivas nucleares, no século XXI ele será medido por quem controla dados, semicondutores e inteligência artificial. A ofensiva tarifária de Trump, que começou como uma tentativa de renegociar a posição dos Estados Unidos no comércio global, acabou abrindo caminho para uma confrontação muito mais ampla, estrutural e de longo prazo entre as duas maiores economias do mundo. O que se iniciou como uma guerra de tarifas se transformou, em poucos anos, em uma nova guerra fria tecnológica, cujas consequências já se fazem sentir em cadeias produtivas fragmentadas, em alianças redesenhadas e em um ambiente internacional cada vez mais marcado pela rivalidade sistêmica entre Washington e Pequim. 

Diante desse cenário, é importante o Brasil assumir uma postura estratégica e pragmática. O país foi diretamente impactado pelo tarifaço de Trump – sobretudo no agronegócio e em setores industriais que dependem de cadeias globais de suprimentos -, e não pode ignorar que a rivalidade tecnológica entre EUA e China tende a se aprofundar. Ao mesmo tempo, o Brasil detém uma das maiores reservas de terras raras do mundo, aproximadamente um quarto de todo o planeta, recurso que se tornou ativo geopolítico de primeira ordem na corrida tecnológica. Mais do que apenas exportar commodities, a estratégia brasileira deveria concentrar-se em agregar valor às cadeias produtivas, investir em pesquisa aplicada e em parcerias tecnológicas que permitam transformar esse potencial mineral em vantagem industrial, sem esquecer da proteção ambiental. Isso exige diplomacia equilibrada entre Washington e Pequim, com ênfase em multilateralismo e autonomia estratégica, de forma a evitar o alinhamento automático a um dos polos. Ao posicionar-se como fornecedor confiável e inovador, o Brasil pode não apenas reduzir sua vulnerabilidade às disputas comerciais, mas também projetar-se como um ator relevante na definição das regras do jogo tecnológico global. 

*Lorenzo Castanho é estudante do curso de Negócios Internacionais da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e membro do Observatório de Negócios Internacionais da PUCPR. 

**João Alfredo Lopes Nyegray é mestre e doutor em Internacionalização e Estratégia. Especialista em Negócios Internacionais. Advogado, graduado em Relações Internacionais. Professor de Geopolítica, Negócios Internacionais e coordenador do Observatório de Negócios Internacionais da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). 

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