Com receita global de R$ 9,5 bilhões, Azimut reúne alta renda em ilha privada e aposta no Rio como destino estratégico
Evento reservado em ilha privada reforçou estratégia da fabricante italiana de negociar megaiates da coleção Grande fora do circuito tradicional de feiras e consolida o eixo Angra-Paraty como principal polo brasileiro para embarcações acima de 24 metros, segmento alavancado, principalmente, pelo crescimento do número de milionários no país e pela busca por ativos de alto valor dolarizado.
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FOTOS PARA DOWNLOAD
Link: https://drive.google.com/drive/folders/1RSRyxAqrK0p9MlggXfbZYSn5I5jaZVxq
Créditos: Divulgação/Azimut Yachts
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Março, 2026 – A Azimut Yachts, que lidera a produção mundial de megaiates pelo 26º ano consecutivo e registrou faturamento global próximo a R$ 9,5 bilhões, inicia as ações de experiência pelo mundo, ultra-segmentadas, de 2026. No Brasil, a companhia reuniu, de 28 de fevereiro a 1 de março, um grupo restrito de clientes em uma ilha privada na região de Angra dos Reis. O objetivo foi negociar, fora do circuito tradicional de feiras, embarcações de alto luxo como as da coleção Grande com tickets que superam R$ 50 milhões.
O evento privado reflete a força do Rio de Janeiro no setor náutico mundial. Segundo dados da fabricante, o estado, principalmente por conta do eixo Angra-Paraty, é o destino de 60% das embarcações acima de 80 pés (24 metros) comercializadas no Brasil. Em Angra, a Azimut mantém ainda um Centro de Serviços na Marina Verolme, ponto estratégico para atendimento técnico e suporte às embarcações que navegam pela Costa Verde.
“O perfil de consumo do Rio amadureceu e se equipara ao Mediterrâneo. O cliente busca embarcações de alta complexidade técnica, design e conforto”, afirma o CEO da Azimut Yachts, Carlo Alberto Sisto.
A estratégia mira os 413 mil milionários brasileiros mapeados ao final de 2025 (alta de 18% em 12 meses), conforme dados do banco suíço UBS. Enquanto setores tradicionais da economia enfrentam volatilidade, o mercado de megaiates operado pela Azimut (modelos acima de 24 metros) se mantém aquecido como reserva de valor dolarizada. A escolha da ilha privada visa oferecer a privacidade exigida para negociações desse calibre e proporcionar experiências à altura desse nível de público.
A infraestrutura fluminense sustenta essa demanda. Pesquisas globais estudos da Azimut Yachts apontam que o Brasil detém cerca de 33% do mercado de marinas da América do Sul, com o Rio no topo da oferta para grandes calados. A operação brasileira da Azimut, baseada industrialmente em Itajaí (SC), faturou R$ 700 milhões no último ciclo e mantém 15% da produção voltada à exportação. No território brasileiro, o Rio é um dos destaque em volume financeiro de vendas diretas.
“A cadeia produtiva impactada por essas vendas gera, em média, sete empregos fixos por embarcação na ponta do serviço (tripulação, manutenção e abastecimento), e injeta liquidez na economia de cidades costeiras como Angra dos Reis e Paraty, complementa o executivo.
Sobre a Azimut Yachts
Azimut Yachts é uma marca do Grupo Azimut|Benetti, líder mundial na fabricação de iates de luxo, com matriz na Itália. Com suas coleções Atlantis, Verve, Magellano, Flybridge, S e Grande, oferece a maior variedade de iates de 40 a 120 pés. Presente em 80 países por meio de uma rede de 138 centros de vendas e assistência, conta com uma fábrica no Brasil desde 2010, que produz embarcações de 51 a 100 pés.
Maior fabricante de iates de luxo do mundo promove experiência imersiva em ilha de Angra com presença do CEO global
Azimut Island reuniu empresários e clientes em experiência sensorial à beira-mar, com translado em iates da marca e presença do CEO global Marco Valle
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Créditos: Divulgação/Azimut Yachts
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Março, 2026 – O mar de Angra dos Reis voltou a ser cenário de um dos encontros mais exclusivos do calendário náutico brasileiro. A Azimut Yachts, maior fabricante de iates de luxo do mundo e única do segmento internacional com parque fabril próprio no Brasil, promoveu mais uma edição do Azimut Island, evento reservado a convidados em uma ilha privativa da região.
Realizado nos dias 28 de fevereiro e 1º de março, o encontro reuniu um público altamente qualificado em um ambiente de estética impecável e atmosfera resort. Com acesso exclusivamente por céu e mar o traslado foi realizado a bordo da embarcação da própria marca, no modelo Azimut Fly 58, para proporcionar uma experiência náutica desde a chegada dos convidados. Também contou com a parceria da HBR helicópteros, que fez o translado aéreo, e vinícola Thera, que serviu aos convidados vinhos premiados.
O evento contou com a presença de Marco Valle, CEO global da Azimut Yachts, Giandrea Emprim, CFO Global, além de Carlo Alberto Sisto, CEO da operação brasileira, e Roy Capasso, diretor comercial, que receberam clientes e empresários ao longo dos dois dias de programação.
O Azimut Island proporcionou aos convidados uma narrativa mais sensorial ao combinar mar, luz natural e lifestyle sofisticado e experiências all mare. A programação incluiu apresentações musicais ao pôr do sol, performances artísticas e experiências gastronômicas à beira-mar. No segundo dia, atividades como yoga e experiências aquáticas com Rise Efoi e passeios em motos aquáticas, reforçaram a proposta de conexão com o ambiente.
“Nosso objetivo foi criar um encontro onde o cliente vivenciasse a essência da marca de forma genuína. O luxo hoje está na experiência completa, no ambiente e na forma como nos conectamos com as pessoas”, afirma Carlo Alberto Sisto, CEO da Azimut Yachts no Brasil.
Para Roy Capasso, diretor comercial da marca, o formato traduz a evolução do mercado brasileiro. “O público nacional está cada vez mais maduro e interessado em experiências exclusivas. Eventos como esse fortalecem o relacionamento com o cliente e o posicionamento do Brasil como mercado estratégico para a marca”, destaca.
A escolha de Angra dos Reis como palco do Azimut Island foi estratégica. A região concentra uma das maiores frotas de embarcações acima de 80 pés do país e está entre os destinos náuticos mais prestigiados da América do Sul. A Azimut mantém ainda um centro de serviços na região, instalado na Marina Verolme, estrutura que fortalece sua presença em um dos principais polos náuticos do Brasil.
Sobre a Azimut Yachts
Azimut Yachts é uma marca do Grupo Azimut|Benetti, líder mundial na fabricação de iates de luxo, com matriz na Itália. Com suas coleções Atlantis, Verve, Magellano, Flybridge, S e Grande, oferece a maior variedade de iates de 40 a 120 pés. Presente em 80 países por meio de uma rede de 138 centros de vendas e assistência, conta com uma fábrica no Brasil desde 2010, que produz embarcações de 51 a 100 pés.
Social selling: quando a venda tradicional encontra as redes sociais
Por Bruno Alves, vice-presidente de Clientes & Social da Plusoft
Desde que a sociedade existe, vender nunca foi apenas transacionar, foi antes de tudo, conversar, onde o vendedor que batia de porta em porta, o balconista que conhecia o cliente pelo nome, o comerciante do bairro entendia a dor antes de oferecer o produto: todos eles vendiam porque criavam relações. A conversa sempre foi o caminho para explicar valor, mostrar benefícios e entender uma necessidade real.
O que mudou não foi o princípio da venda, mas o lugar onde ela acontece
Hoje, uma boa parte dessa conversa migrou para as redes sociais. É aí que entra o social selling, não como uma moda, mas como a evolução natural da forma como marcas e pessoas se relacionam.
Diferente do modelo tradicional de vendas, o social selling nasce dentro do atendimento, que acontece quando alguém entra em contato para elogiar um produto, tirar uma dúvida, reclamar, pedir uma atualização ou fazer uma sugestão. Em geral, esse canal dentro das redes sociais é visto apenas como um espaço de resolução de problemas, mas foi exatamente ao olhar com mais profundidade para essas conversas que ficou claro que ali existe uma oportunidade legítima de venda.
Imagine um consumidor que entra em contato dizendo que sua geladeira quebrou, que o modelo é antigo e que não encontra mais peças no mercado. Isso não é apenas um problema a ser encerrado com um protocolo, é uma chance concreta de oferecer uma solução melhor, talvez um cupom de desconto, um upgrade, um novo produto que resolva aquela dor. E muitas vezes, a venda se concretiza ali mesmo, dentro da conversa na rede social.
Esse entendimento muda completamente a dinâmica das equipes de atendimento, já que o profissional que antes tinha como único objetivo resolver demandas passa a ter um novo papel: o de vendedor consultivo. Alguém que escuta, interpreta o contexto, entende o momento do consumidor e a partir disso, oferece algo que faça sentido. Não é empurrar produto, é gerar valor no momento certo.
A conversão através da conversa é, para mim, uma das transformações mais interessantes desse modelo, especialmente porque ela acontece em um canal que historicamente sempre foi associado a problemas. Encontrar oportunidades de venda justamente ali exige maturidade, empatia e inteligência tanto humana quanto tecnológica.
Nesse cenário, a inteligência artificial tem um papel estratégico
O primeiro passo já está acontecendo, que é usar IA para analisar o que é dito nas redes sociais e identificar com mais precisão os casos com potencial de venda. Isso significa mapear padrões, intenções, sinais de compra e momentos de oportunidade. É a base para automatizar parte desse processo no futuro.
Hoje, a IA atua como um copiloto, apoiando o time humano, aponta oportunidades, ajuda a priorizar atendimentos e indica onde há maior probabilidade de conversão. Em um futuro próximo, esse copiloto será cada vez mais sofisticado, sugerindo inclusive qual produto faz mais sentido oferecer para cada pessoa, naquele contexto específico.
Se olharmos um pouco mais adiante, é inevitável imaginar agentes de venda baseados em IA atuando diretamente nesses canais, primeiro em colaboração com humanos, e depois conduzindo conversas e vendas de forma autônoma. Esse caminho segue uma lógica: a IA começa analítica, evolui para preditiva e em um terceiro estágio, se torna prescritiva, interagindo diretamente com o consumidor.
Isso não elimina o fator humano, pelo contrário, reforça a importância de desenhar experiências de venda mais inteligentes, éticas e centradas na necessidade real do cliente.
É importante esclarecer um ponto que costuma gerar confusão: Social selling não é social commerce
Social commerce é quando a rede social já nasce como um ambiente de venda direta, com vitrines, carrinhos e checkouts integrados. O social selling é outra coisa, é a venda que acontece dentro da conversa de atendimento, mediada por pessoas, contexto e relacionamento.
Ainda existe um espaço enorme para crescimento nesse mercado, já que muitas empresas continuam enxergando as redes sociais apenas como um SAC ampliado ou como um canal de marketing. Enquanto isso, deixam passar oportunidades valiosas de transformar interação em relacionamento e relacionamento em receita.
No fim das contas, o social selling não é sobre tecnologia, IA ou canais digitais, é sobre resgatar algo que sempre esteve no centro da venda: a conversa certa, no momento certo, com a solução certa. A diferença é que agora essa conversa acontece em escala e com muito mais inteligência envolvida.
Sobre Bruno Alves
Bruno Alves é executivo de tecnologia com 30 anos de experiência, atuando na Plusoft como vice-presidente desde 2020 e liderando iniciativas que conectam estratégia de clientes, dados, IA e experiência do consumidor. Tem histórico de direção executiva na iCustomer (Plusoft) e foco em evolução de CRM inteligente, automação de marketing e jornadas digitaisorientadas por dados.
Sobre a Plusoft
A Plusoft, fundada em 1988, é uma das maiores empresas de gestão da jornada do cliente. É especialistas na fabricação, desenvolvimento e na implementação de sistemas Omnichannel de Customer Relationship Management (CRM) para todos os mercados.
A Plusoft é a primeira companhia nacional do segmento a conquistar a certificação internacional ISO 27001, concedida a organizações com elevado nível de qualidade e segurança no desenvolvimento dos seus projetos.
Atualmente, a Plusoft conta com cerca de 400 colaboradores.
Cometa da Páscoa pode até ficar muito brilhante mas observação será um desafio
O cometa C/2026 A1, apelidado de “Cometa da Páscoa”, passou a circular nas redes sociais cercado por previsões espetaculares, inclusive a de que poderia brilhar mais do que a Lua cheia. Mas, segundo análise do Prof. Dr. Marcos Calil, da Urânia Planetário, a realidade observacional é bem mais complexa e exige cautela.
O interesse pelo C/2026 A1 cresceu porque projeções de brilho indicam que ele poderá atingir valores extremamente altos no início de abril. Em alguns cenários, esse brilho aparente superaria o da Lua cheia. Ainda assim, isso não significa que o cometa parecerá gigantesco no céu. A comparação é incorreta e gera uma expectativa enganosa no público.
O principal problema não está apenas no brilho previsto, mas na posição do cometa no céu. Justamente no período em que pode alcançar maior luminosidade, ele estará muito próximo do Sol, o que dificultará severamente sua observação. Além disso, a variação de brilho tende a ser rápida, reduzindo a janela observacional e exigindo horizonte livre, sem prédios, árvores, serras ou qualquer obstáculo a oeste.
Com base na fórmula fotométrica ajustada pelo Comet Observation Database (COBS), expandida nos dias pelo Prof. Dr. Marcos Calil, tendo como base os parâmetros orbitais gerados pela Inteligência Artificial, para o período entre 1º e 15 de abril, a análise indica que o comportamento do cometa exige extrema prudência. Em especial entre os dias 1 e 7 de abril, há possibilidade de mudanças muito rápidas no brilho aparente, com destaque para 5 de abril, data que merece acompanhamento redobrado.
Mas previsões sobre cometas nunca devem ser tratadas como definitivas. O objeto pode sofrer fragmentação, a curva de brilho pode ser reajustada, os elementos orbitais podem ser refinados e novas observações podem alterar o cenário. Em Astronomia, determinados cometas são notoriamente difíceis de prever. E, estamos diante de um deles. Por isso, o mais prudente é acompanhar atualizações sérias e contínuas antes de qualquer afirmação categórica.
Você pode saber mais sobre esse e outros eventos acompanhando as lives de terças-feiras, às 19h30, no canal do YouTube da Urânia Planetário, em especial a live de 17 de abril, quando o Prof. Dr. Marcos Calil irá explanar as questões observacionais relativas a esse cometa.




