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Minha coluna de hoje no Diário do RN

XXIIª DO TROFÉU CULTURA PREMIA OS DESTAQUES DA ARTE POTIGUAR EM 2025
Link de acesso a matéria: https://diariodorn.com.br/premiere-por-toinho-silveira-498/

DESTAQUE ARTES VISUAIS
Ângela Almeida pela exposição “Dona Miitana: Tradução Estética de Narrativas da Romanceira Potiguar”.

ARTISTA DESTAQUE AUDIOVISUAL
Tania Maria – Atriz – Reconhecimento por sua atuação no filme Agente Secreto

ARTISTA DESTAQUE DA MÚSICA
Tiquinha Rodrigues

DESTAQUE PRODUÇÃO CULTURAL
Lígia Kiss – Cia Pão Doce

ESPETÁCULO CÊNICO
“Quase Solidão” – Trapiá Cia Teatral

ARTISTA DESTAQUE LITERATURA
Diva Cunha e Constância Lima Duarte pela obra “Literatura do Rio Grande do Norte: Antologia”.

ARTISTA DESTAQUE ARTES CÊNICAS
Mônica Belotto por “Quase Solidão” – Trapiá Cia Teatral

OBRA AUDIOVISUAL DO ANO
“Pemba” de Lourival Andrade

PROJETO CULTURAL DO ANO
Festival da Música Carnaubense Tonheca Dantas

SHOW DO ANO
“Viagem ao Centro da Terra” da Filarmônica da UFRN

ARTISTA DO ANO
Votação popular com 614 VOTOS
Lydias Brasileiras

Toinho Silveira

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Sodiê Doces reúne bolos clássicos e salgados com preços promocionais em fevereiro

Maior franquia de bolos artesanais do país aposta nos sabores Chifon e Sofia Rosa e amplia o portfólio de bolos de pote

A Sodiê Doces, a maior franquia de bolos artesanais do país, inicia fevereiro com uma seleção especial de produtos que unem tradição, variedade e preços promocionais. Na campanha Bolos do Mês, os destaques ficam por conta do #100 Sofia Rosa e do #08 Chifon. Já nos Salgados do Mês, a rede aposta na Mini Bolinha 4 Queijos e na Coxinha de Frango com Requeijão, disponíveis em todas as unidades participantes ao longo do período.

Entre os sabores clássicos da confeitaria da marca, o #100 Sofia Rosa se destaca pela combinação leve e refrescante. O bolo é preparado com massa branca e recheio de mousse branca com morangos e Moça®️ Base Sabor Morango. A cobertura leva mousse branca, raspas de chocolate branco, Moça®️ Base Sabor Morango e morangos decorativos. Já o #08 Chifon é a escolha para quem não abre mão de um sabor mais encorpado, feito com massa de chocolate, recheio e cobertura de mousse de chocolate, finalizado com raspas de chocolate ao leite e cerejas.

Para quem busca opções salgadas para compartilhar ou complementar a mesa, a campanha de fevereiro traz a Mini Bolinha 4 Queijos, feita com massa macia e recheio de muçarela, provolone, gorgonzola e requeijão cremoso. A seleção se completa com a tradicional Coxinha de Frango com Requeijão, uma das opções mais procuradas da Sodiê Doces.

Durante o mês, a rede também reforça a proposta de praticidade ao ampliar o portfólio de bolos de pote. Entre os sabores disponíveis estão Trufado Preto e Branco, Aerado, Morango com Leite Condensado, Cenoura com Brigadeiro, Delícia de Leite Ninho®️, além das opções Brigadeiro Zero Açúcar e Cocada com Abacaxi Zero Açúcar, atendendo diferentes perfis e ocasiões de consumo.

As novidades se somam à recém-lançada linha Caseiro Premium, posicionada como uma proposta intermediária entre os bolos caseiros tradicionais e a linha confeitada da marca. Entre os novos sabores estão o Delícia de Leite com Frutas Vermelhas e o Delícia de Leite com Nutella®️. Com os lançamentos, a linha de bolos caseiros passa de 28 para 30 sabores.

Os pedidos podem ser feitos diretamente nas lojas, via delivery, pela loja online da rede (appsodie.com.br) ou pelas plataformas iFood e 99.

Em Natal, as lojas estão localizadas na Avenida Engenheiro Roberto Freire, 721, Capim Macio (funcionamento: segunda a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, 12h às 20h) e na Av. Ayrton Senna, 1995, Nova Parnamirim, Container 5, Shopping Cidade Verde (funcionamento: todos os dias: 10h às 21h30). Os pedidos podem ser feitos e retirados nas lojas ou no aplicativo Sodiê Doces Oficial, disponível nos dispositivos IOS e Android e via delivery por Whatsapp (Capim Macio 84 9423-5680 | Nova Parnamirim 84 99854-6040 e/ou iFood. Mais informações: (84) 3346-0020 2020-0592 @sodiedocesnatal.

Sodiê Doces – A Sodiê Doces, a maior franquia de bolos artesanais do país, encerrou 2025 reforçando sua posição de liderança no mercado de alimentação. A rede alcançou faturamento de R$ 800 milhões, crescimento de 8,1% em relação a 2024, e inaugurou 25 novas lojas ao longo do ano. Atualmente, soma cerca de 400 unidades em operação no Brasil e mantém duas lojas em Orlando, nos Estados Unidos. O cardápio conta com mais de 80 sabores de bolos, incluindo linha Zero Açúcar, versão vegana e bolos caseiros, todos elaborados à base de pão de ló e com matéria-prima selecionada. A Sodiê Doces também oferece docinhos (tradicionais, finos, belgas e bombons), balas de coco, linha exclusiva de salgados, cardápio de bebidas quentes e geladas e a linha de chocolates Premium.

Site: www.sodiedoces.com.br
Facebook: /sodiedocesoficial
Instagram: @sodiedoces

Informações à imprensa:
Mosaique Comunicação
http://mosaiquecomunicacao.com.br
Ulysses Freire – DRT 1716/RN – (84) 98829-4375

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A nova guerra fria tecnológica

PUCPR

Por Lorenzo Castanho e João Alfredo Lopes Nyegray

Durante a Guerra Fria, a corrida espacial simbolizou mais do que avanços científicos: era a materialização da supremacia entre duas potências rivais, entre os Estados Unidos e a União Soviética. No século XXI, esse papel estratégico é desempenhado pela tecnologia. Chips, redes, inteligência artificial e dados deixaram de ser meros instrumentos de inovação para se tornarem armas silenciosas em uma disputa global por influência e poder. Nesse contexto, o comércio internacional não é mais apenas um espaço de trocas econômicas, mas um campo de confrontos geopolíticos no qual grandes empresas de tecnologia, como TSMC, Nvidia, Huawei ou ByteDance, desempenham papel central, muitas vezes influenciando diretamente políticas nacionais e estratégias globais. 

Atualmente, o embate entre Estados Unidos e China ilustra de maneira clara essa transformação. A dependência global de semicondutores, a expansão das redes digitais e o valor econômico dos dados fizeram da tecnologia um recurso estratégico comparável ao petróleo no século XX. A guerra comercial iniciada de forma mais explícita durante o atual governo Donald Trump, com o chamado tarifaço, é um marco decisivo dessa nova era. Sob o argumento de proteger a indústria norte-americana, Washington elevou tarifas sobre centenas de bilhões de dólares em produtos chineses. Na prática, a medida produziu efeitos globais: encareceu insumos, aumentou custos para empresas e consumidores nos próprios Estados Unidos, provocou incertezas para investidores e desencadeou uma onda de tensões diplomáticas. 

Um caso simbólico desse cenário é o da instalação de uma fábrica da taiwanesa TSMC no Arizona. Embora Trump tenha tentado associar a decisão da empresa às tarifas contra a China, o investimento já vinha sendo discutido antes da intensificação do conflito comercial e foi impulsionado por razões estratégicas mais amplas. Entre elas estavam a necessidade de diversificar geograficamente a produção e a pressão crescente dos Estados Unidos para garantir segurança no fornecimento de semicondutores, insumo crítico para setores como defesa, telecomunicações e inteligência artificial. A vulnerabilidade norte-americana em relação a Taiwan, vista por Pequim como parte de seu território, expõe o risco de que um eventual conflito no Estreito de Taiwan comprometa cadeias globais de suprimento. Assim, atrair empresas de ponta para o território americano ou de aliados confiáveis tornou-se parte de uma estratégia de contenção. 

Nesse contexto, a guerra comercial ganhou novos contornos e se transformou em uma verdadeira disputa tecnológica. Washington não apenas manteve tarifas sobre produtos chineses, mas avançou em medidas de controle tecnológico: bloqueou o acesso chinês a semicondutores avançados, impôs sanções a empresas como Huawei, restringiu o envio de equipamentos de litografia pela Holanda e pelo Japão e direcionou bilhões de dólares para fortalecer sua indústria doméstica por meio do CHIPS and Science Act. A ofensiva mais recente incluiu tarifas de até 100% sobre veículos elétricos chineses, novos impostos sobre baterias e painéis solares, além de pressões diplomáticas sobre aliados europeus para limitar a penetração de empresas chinesas em setores estratégicos. 

A resposta chinesa também foi firme. Pequim impôs tarifas sobre automóveis e peças norte-americanas, restringiu a exportação de minerais críticos – como gálio e grafite, essenciais para a produção de tecnologias avançadas -, e acelerou sua própria política de autonomia tecnológica, investindo em pesquisa, no fortalecimento de empresas estatais e na internacionalização de sua infraestrutura digital por meio da chamada “Rota da Seda Digital”. O lançamento de chips de 7 nanômetros pela SMIC, mesmo sob sanções, demonstrou a resiliência e a determinação chinesa em não depender de fornecedores ocidentais. 

Esse ciclo de tarifas, sanções e contramedidas mostra que a disputa deixou de ser apenas comercial e passou a girar em torno do controle da infraestrutura tecnológica do futuro. Se, no século XX, o poder foi medido por tanques e ogivas nucleares, no século XXI ele será medido por quem controla dados, semicondutores e inteligência artificial. A ofensiva tarifária de Trump, que começou como uma tentativa de renegociar a posição dos Estados Unidos no comércio global, acabou abrindo caminho para uma confrontação muito mais ampla, estrutural e de longo prazo entre as duas maiores economias do mundo. O que se iniciou como uma guerra de tarifas se transformou, em poucos anos, em uma nova guerra fria tecnológica, cujas consequências já se fazem sentir em cadeias produtivas fragmentadas, em alianças redesenhadas e em um ambiente internacional cada vez mais marcado pela rivalidade sistêmica entre Washington e Pequim. 

Diante desse cenário, é importante o Brasil assumir uma postura estratégica e pragmática. O país foi diretamente impactado pelo tarifaço de Trump – sobretudo no agronegócio e em setores industriais que dependem de cadeias globais de suprimentos -, e não pode ignorar que a rivalidade tecnológica entre EUA e China tende a se aprofundar. Ao mesmo tempo, o Brasil detém uma das maiores reservas de terras raras do mundo, aproximadamente um quarto de todo o planeta, recurso que se tornou ativo geopolítico de primeira ordem na corrida tecnológica. Mais do que apenas exportar commodities, a estratégia brasileira deveria concentrar-se em agregar valor às cadeias produtivas, investir em pesquisa aplicada e em parcerias tecnológicas que permitam transformar esse potencial mineral em vantagem industrial, sem esquecer da proteção ambiental. Isso exige diplomacia equilibrada entre Washington e Pequim, com ênfase em multilateralismo e autonomia estratégica, de forma a evitar o alinhamento automático a um dos polos. Ao posicionar-se como fornecedor confiável e inovador, o Brasil pode não apenas reduzir sua vulnerabilidade às disputas comerciais, mas também projetar-se como um ator relevante na definição das regras do jogo tecnológico global. 

*Lorenzo Castanho é estudante do curso de Negócios Internacionais da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e membro do Observatório de Negócios Internacionais da PUCPR. 

**João Alfredo Lopes Nyegray é mestre e doutor em Internacionalização e Estratégia. Especialista em Negócios Internacionais. Advogado, graduado em Relações Internacionais. Professor de Geopolítica, Negócios Internacionais e coordenador do Observatório de Negócios Internacionais da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). 

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Imposto de Renda 2026: fiscalização digital avança e especialistas alertam para novo perfil de risco do contribuinte

As mudanças recentes no Imposto de Renda estão transformando de forma silenciosa a relação entre o contribuinte e o Fisco. A partir de 2026, as alterações vão além do debate sobre faixas de isenção e alíquotas, que agora beneficia milhões com a isenção para rendas de até R$ 5 mil mensais e a redução do imposto para aqueles que ganham entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350. Porém, especialistas apontam que outra grande transformação está no avanço do cruzamento eletrônico de dados — e seus efeitos já atingem milhões de brasileiros.

Segundo o advogado Jeoás Santos, o sistema tributário brasileiro entrou em uma fase de fiscalização baseada em inteligência de dados, na qual a conferência automática de informações passou a ter papel central, paralelamente à implementação das novas regras de tributação.

“A Receita deixou de atuar apenas de forma reativa. Hoje existe um ecossistema de informações compartilhadas entre instituições financeiras, plataformas digitais e órgãos reguladores. Se a movimentação passou pelo sistema financeiro formal, a probabilidade de ela ser conhecida pelo Fisco é alta. O foco agora é a compatibilidade entre o que circula financeiramente e o que é declarado”, afirma.

Entre 2023 e 2025, o que se observa não é apenas alteração de tabela, mas o fortalecimento de mecanismos de rastreamento de rendimentos, inclusive em operações digitais, ativos no exterior e criptoativos. A tendência é de continuidade desse modelo nos próximos anos, especialmente com a nova tributação de altas rendas e dividendos acima de R$ 50 mil mensais, que exigirão um monitoramento ainda mais rigoroso por parte do Fisco.

Perfis sob maior risco

De acordo com o advogado, o novo cenário afeta especialmente profissionais liberais, autônomos, pequenos empresários, MEIs e pessoas que recebem por Pix ou por plataformas digitais. Com a nova faixa de isenção de R$ 5 mil e a redução gradual para rendas até R$ 7.350, muitos contribuintes podem ter a falsa impressão de que estão completamente livres da malha fina, o que não é verdade .

“Quem mistura conta pessoal com profissional, omite rendimentos pequenos e frequentes ou acredita que valores baixos não chamam atenção está mais exposto. O sistema atual identifica padrões e inconsistências. A Receita trabalha com análises de compatibilidade entre renda declarada e movimentação financeira”, explica.

Investidores em ações, fundos imobiliários, criptoativos e aplicações no exterior também exigem atenção redobrada. A nova regra que cria o Imposto de Renda da Pessoa Física Mínimo (IRPFM) para rendas anuais superiores a R$ 600 mil e a tributação de dividendos elevados aumentam a verificação sobre esses perfis. Ganhos de capital mal apurados, aluguéis informais e rendimentos obtidos por aplicativos de transporte e entrega estão entre as situações que mais geram questionamentos fiscais.

Declaração pré-preenchida exige conferência

Outro ponto de alerta é a confiança excessiva na declaração pré-preenchida. Embora a ferramenta facilite o preenchimento, ela não substitui a responsabilidade do contribuinte, especialmente num ano de transição como 2026, em que as regras de isenção e redução podem gerar confusão na hora de declarar os rendimentos de todo o ano-calendário.

“A declaração pré-preenchida é um auxílio, não uma blindagem. Se houver erro, omissão ou dado incompleto, a responsabilidade continua sendo do contribuinte. Muitos casos de malha fina surgem justamente da falta de conferência”, diz Jeoás.

Práticas comuns que agora geram penalidades

Situações antes tratadas com informalidade passaram a resultar em multas e autuações, como emprestar conta bancária, ignorar o carnê-leão, declarar renda incompatível com a movimentação financeira ou deixar de informar ganhos recorrentes. Além disso, contribuintes com mais de uma fonte de renda precisam redobrar a atenção: mesmo que cada renda isoladamente esteja abaixo de R$ 5 mil, a soma pode ultrapassar o limite e gerar imposto a pagar na declaração anual.

As consequências podem incluir multa, juros, retenção em malha fina e autos de infração retroativos de até cinco anos.

“O contribuinte precisa entender que o sistema evoluiu. A fiscalização hoje é preventiva, digital e baseada em dados. Organização financeira e transparência deixaram de ser opcionais — são medidas de proteção”, conclui o advogado.

Sobre o especialista

Jeoás Nascimento dos Santos é advogado, pós-graduado em Direito Civil e Processual Civil e em Segurança Pública, com atuação no Rio Grande do Norte e na Bahia. Atua de forma consultiva e preventiva, além de ser palestrante e colaborador de veículos de comunicação.

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Veiling Holambra antecipa tendências de flores e plantas que estarão no mercado em 2026

A 31ª edição da feira de negócios Veiling Market acontecerá nos dias 12 e 13 de março e reunirá 183 expositores. Além de vendas antecipadas para as mais importantes datas do primeiro semestre, como Dia das Mães e Dia dos Namorados, o Núcleo de Tendências apresentará as variedades, cores, formatos e conceitos almejados pelos consumidores, paisagistas, decoradores e varejo especializado. As empresas de melhoramento genético também estarão presentes para apresentar os cultivares com alto potencial comercial para os próximos anos.

A Cooperativa Veiling Holambra realiza, nos dias 12 e 13 de março de 2026, a 31ª edição do Veiling Market, a mais completa feira de negócios do setor de flores e plantas ornamentais no Brasil. O evento reúne produtores, clientes e parceiros em um ambiente estratégico para negociações do primeiro semestre e, principalmente, para a apresentação das flores e plantas que devem ganhar destaque no mercado ao longo de 2026. O evento vai além da exposição de produtos. A feira se destaca como um espaço de antecipação de tendências, apresentando variedades, cores, formatos e conceitos que dialogam com o comportamento do consumidor e com as demandas do paisagismo, da decoração e do varejo em 2026. 

Entre os principais destaques está o Núcleo de Tendências, com curadoria do especialista Dr. Hélio Junqueira, referência nacional em mercado e comportamento na floricultura. “Nesse espaço, trazemos um tema emergente no cenário internacional da floricultura e do paisagismo”, explica o curador. A proposta é ampliar o olhar do público para movimentos globais que influenciam o consumo, a inovação e o desenvolvimento do setor, conectando o presente às oportunidades futuras. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas no link www.veiling.com.br/vmkt.

Outro espaço estratégico é o Breeder Connect, que reúne empresas de melhoramento genético de flores e plantas ornamentais. O ambiente foi pensado para apresentar aos produtores e clientes cultivares com alto potencial comercial para os próximos anos, fortalecendo a conexão entre genética, inovação e mercado e antecipando o que deve chegar às prateleiras e projetos em 2026. Para complementar a experiência e ampliar o conteúdo técnico e estratégico do evento, a Univeiling, área de educação corporativa da cooperativa, prepara uma programação especial de palestras, voltada ao mercado e gestão. A agenda completa será divulgada em breve. Inspirado na tradicional Trade Fair Aalsmeer, da Holanda, o Veiling Market se consolidou como uma vitrine de lançamentos, inovação e tendências.

Desde sua primeira edição, em 2010, quando contou com 70 produtores expositores e 421 visitantes, a feira vem crescendo de forma consistente. Em 2026, alcança um novo patamar, com 183 cooperados expositores, reforçando sua relevância no calendário nacional da floricultura. Na edição de março do ano passado, o evento recebeu mais de 2.300 visitantes

Sobre o Veiling Holambra

O Veiling Holambra é o mais completo centro comercial e logístico de flores e plantas do Brasil, com mais de 180 mil m² de área, sendo referência no mercado nacional. Com 36 anos de história, a cooperativa reúne mais de 470 produtores cooperados e atende mais de mil clientes ativos em todo o território nacional.

Serviço

Veiling Market – 31ª edição

Datas e horários:  dia 12/03 – das 8h às 17h e dia 13/03 – das 8h às 16h

Local: Cooperativa Veiling Holambra

Endereço: Rodovia SP-107, km 27 – Santo Antônio de Posse (SP)

Inscrições: gratuitas no link www.veiling.com.br/vmkt

InformaçõesAteliê da Notícia – redacao@ateliedanoticia.com.br

Credenciamento para jornalistas: favor informar nome do veículo de comunicação, nome completo do profissional, CPF e a data da visita pelo whatsApp (19) 99771-6735.

Vera Longuini (Jornalista responsável)

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