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As sequelas de uma política irracional de juros

12/03/2026   10h53

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O juro real acima de 10% ao ano inibe o investimento produtivo, afeta o consumo das famílias e penaliza especialmente as camadas de menor renda

A política irracional de juros reais acima de 10% ao ano terá consequências graves para o setor produtivo, com impacto devastador para a economia nacional. Na indústria, enfrentamos o começo de um processo de inadimplência em pequenas, médias e grandes empresas, que rapidamente vai se alastrar e acarretar um efeito dominó em toda a cadeia produtiva. Passou da hora de o Banco Central reduzir os juros de forma efetiva.

O juro real acima de 10% ao ano inibe o investimento produtivo, afeta o consumo das famílias e penaliza especialmente as camadas de menor renda. Não podemos admitir que a economia brasileira seja prejudicada por uma inconsequente política de juros reais fora da normalidade. Nada justifica que o Brasil tenha essa taxa de juros tão elevada, com uma Selic a 15% ao ano, enquanto deveria estar ao menos 4 pontos abaixo desse patamar.

O resultado é uma alta do endividamento e da inadimplência das empresas e das famílias. Segundo o próprio Banco Central, o endividamento das famílias passou de 48,4% para 49,7% entre os meses de dezembro de 2024 e 2025. Já a inadimplência das pessoas físicas com o sistema financeiro subiu de 3,5%, em dezembro de 2024, para 5,2%, em janeiro de 2026. A inadimplência com o sistema financeiro também cresce entre as empresas, tendo passado de 2,0% para 2,6% nesse mesmo período.

A atual política monetária do país inviabiliza qualquer continuidade de uma atividade produtiva com competitividade, principalmente se olharmos para o nível das taxas de juros no mercado internacional. Não tenho dúvidas de que esse patamar estratosférico é desnecessário para controlar a inflação e prejudica o crescimento da economia.

Por isso, vejo como prioridade número um para o país que o Banco Central que inicie de forma consistente e efetiva uma sequência de cortes na taxa básica de juros. Sem essa medida, cada vez menos a indústria brasileira conseguirá competir no cenário global e os atrativos do nosso mercado serão anulados, frustrando projetos de investimentos, que ficarão apenas no papel.

Fatores como os juros altos, o preço exorbitante da energia, os gastos sem freio do poder público e os custos excessivos para produzir têm levado o país a um caminho preocupante. O chamado Custo Brasil faz o Brasil jogar fora todos os anos mais de 20% de seu PIB, por não resolver burocracias e dificuldades estruturais, como o excesso juros e de tributos, o déficit de infraestrutura e as dificuldades para financiamentos e qualificação de pessoal para o marcado de trabalho.

É imprescindível que governo federal volte a ter uma política fiscal equilibrada e interrompa com urgência o crescimento dos gastos públicos, principalmente com alterações na dinâmica de expansão dos gastos obrigatórios. Não podemos aceitar que o Brasil vá na contramão do mundo. Reduzir incentivos fiscais e aumentar tributos a essa altura, como vem ocorrendo para que o rombo das contas públicas seja amenizado, torna o nosso país cada vez menos competitivo.

Clamo os poderes constituídos para que se mobilizem e compreendam as suas responsabilidades com o país. Esperamos que Executivo, Legislativo e Judiciário falem a mesma língua para trabalhar em conjunto e em prol da retomada do crescimento econômico. A indústria está atenta a cada passo e quer ser uma aliada do setor público nesse desafio, mas espera celeridade na tomada de providências para que o Brasil pegue um caminho rumo a prosperidade.

Assuntos como os juros excessivos e a crescente inadimplência, que deveriam ser tratados como pautas prioritárias no país, acabam ficando em segundo plano em razão de pautas motivadas por palanque político, em pleno ano eleitoral. Refiro-me, por exemplo, ao debate da redução da jornada de trabalho.

A discussão da escala é 6×1 é legítima e necessária, mas qualquer decisão dessa dimensão deve levar em conta a avaliação de impacto e seus efeitos econômicos. A produtividade no Brasil ainda está muito aquém de países semelhantes e há escassez de mão de obra. Por isso, ainda não é hora de reduzir a escala.

A sociedade brasileira espera respostas para termos um país mais justo, com mais oportunidades e menos desigualdade, mas ao mesmo tempo não pode conviver com riscos de manutenção de juros estratosféricos, de excessos de gastos públicos e de redução da jornada de trabalho. Tais cenários, se não houver correção de rumos, só farão aumentar a distância do país rumo ao desenvolvimento sustentável e resultarão em perdas para a população e para a economia brasileira.

Agência de Notícias da Indústria

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9ª Expoconstruir será realizada em conjunto com o 22º CBA – Congresso Brasileiro de Arquitetos, no Centro de Eventos do Ceará

Entre os dias 11 e 14 de agosto, eventos vão impulsionar o setor da construção, reunindo profissionais de diversos segmentos

O setor da construção no Ceará terá alguns fatores de incentivo ao longo deste ano. Além dos programas governamentais, como o Minha Casa, Minha Vida e o Reforma Casa Brasil, a realização de eventos vai movimentar a cadeia produtiva do segmento. E neste ano, a 8ª edição da maior feira da construção do Norte-Nordeste, a Expoconstruir, terá uma novidade: será realizada, entre os dias 11 e 14 de agosto, no Centro de Eventos do Ceará, em conjunto com o 22º Congresso Brasileiro de Arquitetos (CBA), organizado pelo Instituto Brasileiro de Arquitetura (IAB), em suas instâncias estadual (IAB-CE) e nacional. 

“Esta é uma união perfeita, entre o maior evento da construção das regiões Norte e Nordeste do Brasil, com mais de 100 marcas e fornecedores de todo o país, com o principal evento da arquitetura e urbanismo no Brasil, reunindo profissionais e estudantes para discutir o futuro das cidades e da profissão”, analisa Carlito Lira, Presidente da Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção do Ceará (ACOMAC-CE), entidade apoiadora da Expoconstruir.

Expoconstruir e CBA
Em 2025, a Expoconstruir registrou mais de 35 mil visitas e movimentou em torno de R$ 500 milhões em negócios. Expandindo sua relevância ano após ano, a feira reúne indústrias expositoras para atender lojistas, atacadistas, construtoras, loteadoras e profissionais do Norte e Nordeste do país e também trouxe expositores de outras regiões, especialmente do Sul e do Sudeste. A presença desses fortes players de mercado comprova, além da força do evento, o potencial de crescimento do setor da construção no Ceará.

Já o Congresso Brasileiro de Arquitetos (CBA) é realizado desde 1945, e terá a presença dos maiores profissionais do país em Fortaleza. O evento marca o reencontro nacional da arquitetura e do urbanismo após o período da pandemia e reunirá profissionais, estudantes, pesquisadores, gestores públicos e representantes do setor da construção de todo o país. Com o tema “(IN) Sustentáveis modos de viver”, o 22º CBA propõe refletir sobre os desafios contemporâneos das cidades, da prática profissional e dos modos de habitar, produzir e conviver. A expectativa dos organizadores é a de receber cerca de 5 mil visitantes.

“Esta edição acontece em um contexto singular: os 300 anos de Fortaleza, cidade reconhecida como Cidade Criativa do Design pela UNESCO, os 100 anos do arquiteto Liberal de Castro, referência maior da arquitetura cearense, e os 105 anos do Instituto de Arquitetos do Brasil, entidade promotora do congresso”, observa Jefferson John, Presidente do 22º CBA.

“No ano passado, o setor de materiais de construção ultrapassou os R$ 6,3 bilhões em movimentação, com mais de 60 mil empregos diretos gerados. São números que  demonstram a grande importância econômica e social do setor no estado”, analisa Carlito Lira Presidente da ACOMAC-CE.

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CRA-SP

Geopolítica da incerteza: o triângulo Irã-Israel-EUA e os reflexos na gestão global

Adm. Dr. Edmir Kuazaqui, coordenador do Grupo de Excelência em Relações Internacionais e Comércio Exterior – GERICE, do CRA-SP, analisa os impactos do conflito no Brasil e o papel do administrador diante da instabilidade geopolítica

O cenário internacional enfrenta um dos seus momentos mais críticos com a escalada das hostilidades entre o Irã, Israel e os Estados Unidos. O que anteriormente era classificado como uma “guerra nas sombras” evoluiu para um conflito direto com repercussões sistêmicas em escala global. 

Para o administrador e o profissional de relações internacionais, este embate transcende a disputa territorial ou ideológica. “Ele deve ser interpretado como um choque de forças que redesenha as cadeias de suprimentos globais, altera a precificação de commodities e redefine a gestão de riscos corporativos”, avalia o Adm. Dr. Edmir Kuazaqui, coordenador do Grupo de Excelência em Relações Internacionais e Comércio Exterior – GERICE, do Conselho Regional de Administração de São Paulo – CRA-SP

Dinâmicas de relações internacionais e comércio exterior 

A dinâmica entre Teerã, Tel Aviv e Washington é regida por um complexo equilíbrio de dissuasão nuclear, alianças regionais e o controle estratégico de rotas marítimas. Já a aliança entre EUA e Israel foca primordialmente na contenção do programa nuclear iraniano e na limitação da influência do chamado “Eixo de Resistência” na região. “Do ponto de vista do comércio exterior, as sanções impostas pelos EUA ao Irã funcionam como barreiras técnicas e políticas que segmentam o mercado global e forçam empresas a adotarem protocolos rígidos de conformidade”, explica o coordenador. 

O gargalo logístico: o Estreito de Ormuz 

O Irã detém o controle geográfico sobre o Estreito de Ormuz, por onde circula cerca de 20% do petróleo mundial. Assim, explica Kuazaqui, qualquer instabilidade nesta via gera um aumento imediato nos prêmios de seguro marítimo e nos custos de frete internacional. 

Para o Brasil, embora distante fisicamente, os laços comerciais são relevantes: o Irã é um importante destino para a soja e o milho brasileiros, somando quase US$ 3 bilhões em exportações em 2025, enquanto fornece fertilizantes essenciais para o nosso agronegócio. “A gestão dessas trocas exige uma ‘diplomacia corporativa’ ágil para evitar que as sanções americanas inviabilizem transações financeiras e logísticas”, comenta o coordenador. 

Impactos na administração e na estratégia empresarial 

Para o gestor, o conflito no Oriente Médio deixa de ser um evento externo isolado para se tornar uma variável crítica no planejamento estratégico. A crise evidenciou a fragilidade do modelo Just-in-Time. Empresas que dependem de insumos globais agora enfrentam:  

  • Volatilidade de custos: o redirecionamento de rotas para evitar zonas de conflito aumenta o lead time e o consumo de combustível, encarecendo o produto final;
  • Transição de modelo:  administradores estão sendo forçados a migrar para o modelo Just-in-Case, aumentando estoques de segurança para mitigar rupturas no fornecimento. 

Gestão financeira, risco cambial e exposição ao risco

De acordo com Kuazaqui, a instabilidade geopolítica gera uma “fuga para a qualidade”, que fortalece o dólar frente ao real e outras moedas emergentes. “O gestor financeiro precisa dominar ferramentas de hedge cambial (estratégia de proteção) e derivativos para proteger margens de lucro, especialmente em setores dependentes de insumos químicos e tecnológicos importados”, orienta. 

Além disso, é recomendável também o monitoramento contínuo dos indicadores de inflação (IPCA) e do preço do barril de petróleo (Brent), visto que a persistência do conflito pode elevar o custo da energia em todos os setores da economia brasileira. 

O papel do administrador frente ao mundo BANI 

A Administração, como ciência, oferece as ferramentas necessárias para navegar em um ambiente BANI (frágil, ansioso, não linear e incompreensível). São elas:

  • Análise de cenários: o administrador deve utilizar a tomada de decisão sob incerteza. Não basta um plano único; é imperativo prever desdobramentos como o fechamento de portos ou novas listas de sanções que afetem parceiros comerciais indiretos.  
  • Resiliência organizacional: a capacidade de adaptação rápida a choques externos tornou-se uma vantagem competitiva central. Isso demanda a diversificação de fornecedores (Sourcing Global) e a digitalização da cadeia de suprimentos para obter visibilidade em tempo real.  
  • Compliance e ética: gestores são desafiados a equilibrar a eficiência operacional com o estrito cumprimento de normativas internacionais, evitando danos reputacionais e sanções jurídicas. 

Para Kuazaqui, o conflito entre Irã, Israel e Estados Unidos é um lembrete severo de que a economia global está interconectada. Contudo, o desafio para os profissionais de Administração é transformar a análise geopolítica em inteligência competitiva. “O administrador deve atuar não apenas como um gestor de processos internos, mas como um ‘analista do mundo’. O sucesso das organizações em 2026 dependerá da habilidade de seus líderes em ler as entrelinhas das tensões globais e proteger o ecossistema empresarial contra as ondas de choque que emanam do Oriente Médio”, conclui o coordenador. 

Sobre o CRA-SP: O Conselho Regional de Administração de São Paulo – CRA-SP é uma autarquia federal, criada em 1968 (três anos após a regulamentação da profissão de Administrador) que atualmente reúne cerca de 8 mil empresas e 60 mil profissionais registrados. Embora suas principais funções sejam o registro e a fiscalização do exercício profissional nas áreas da Administração, o CRA-SP tornou-se referência na qualificação de profissionais, ao disponibilizar, de forma gratuita, palestras e eventos em um ambiente onde o conhecimento é tratado como uma poderosa ferramenta, capaz de promover profundas mudanças sociais. Atualmente, o CRA-SP é presidido pelo Adm. Alberto Whitaker.

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HM Engenharia se aproxima de meta de 50% de liderança feminina da ONU

Empresa que é referência em soluções imobiliárias acessíveis e de qualidade também informa que 66,7% de cargos de diretoria são atualmente ocupados por mulheres

São Paulo, março de 2026 – HM Engenharia, referência em soluções imobiliárias acessíveis e de qualidade, tem razões de sobra para celebrar este Mês da Mulher. É que, conforme a última contagem de seu departamento de Recursos Humanos, realizada em fevereiro, a empresa atingiu um quadro funcional com 66,7% de mulheres em cargos de diretoria. O dado representa um aumento de quase 25% em relação ao mesmo período do ano passado, quando elas ocupavam 50% dessas posições. Atualmente, 47,7% das lideranças da HM Engenharia são mulheres. 

Dessa forma, a empresa está a ponto de cruzar a meta de paridade de gênero de 50% de mulheres em cargos de liderança e de alta liderança no ambiente corporativo até 2030, estabelecida pelo Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 5 – Igualdade de Gênero (ODS 5), no âmbito da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU). 

Além disso, os números da HM Engenharia superam, em 17,7%, a meta de ocupação, até o final do ano passado, de 30% de mulheres em cargos de alta liderança, definida pelo Movimento Elas Lideram 2030, iniciativa do Pacto Global da ONU – Rede Brasil e da ONU Mulheres. 

“Estamos muito contentes por contribuir para um ambiente de trabalho mais equitativo e justo do ponto de vista da questão de gênero. O setor da construção civil é visto como sendo majoritariamente masculino, e, nesse sentido, a ascensão feminina dentro de uma empresa atuante nesse segmento também é uma quebra de tabu histórica”, afirma Simone Vieira Neto, porta-voz da HM Engenharia. 

E conclui: “Esperamos servir de exemplo para que outras companhias reconheçam suas profissionais e valorizem o toque feminino na hora de conduzir os negócios da construção e do mercado imobiliário no país.” 

Sobre a HM Engenharia

Com 49 anos de história, a HM Engenharia é uma construtora e incorporadora que atua em mais de 120 cidades entre São Paulo e o sul de Minas Gerais, com foco em empreendimentos imobiliários acessíveis. A empresa já projetou e construiu mais de 140 mil unidade e conta com certificações como PBQP-H/SIAC, ISO 9001, ISO 45001 e Qualihab. Também foi reconhecida como Empresa Amiga da Justiça pelo TJ-SP e no Prêmio Inspiração para Transformar, pelas suas iniciativas de voluntariado corporativo. 

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NOVO RG JÁ PODE SER SOLICITADO PELA INTERNET E CHEGA DIRETO NA SUA RESIDÊNCIA

Tirar um documento novo sempre foi sinônimo de enfrentar filas, agendar horários disputados e perder boa parte do dia em postos de atendimento. No entanto, uma novidade tecnológica está mudando essa realidade para milhões de brasileiros. Agora, a Nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), o documento que unifica o RG ao CPF, já pode ser solicitada de forma totalmente online em diversas regiões.

O processo para solicitar a nova identidade online é feito através de portais oficiais integrados ao sistema Gov.br. O primeiro passo é verificar se o seu estado já liberou essa funcionalidade, já que a implementação está ocorrendo de forma gradual em todo o Brasil. Caso esteja disponível, você precisará ter uma conta com nível de segurança prata ou ouro no sistema do governo.

Dentro do portal ou aplicativo de serviços do seu estado, você deve preencher um formulário com seus dados básicos e anexar fotos dos documentos solicitados, como a certidão de nascimento ou casamento. Em alguns casos, o sistema utiliza a biometria e a foto que já estão cadastradas no banco de dados do governo (como as do título de eleitor ou da CNH), o que dispensa a necessidade de uma nova coleta presencial.

Após o preenchimento e a validação das informações, o sistema gera uma guia para o pagamento da taxa de emissão, caso não seja a sua primeira via do documento nacional. Assim que o pagamento é confirmado, a identidade entra em fase de produção e, em poucos dias, é despachada para o endereço que você cadastrou no sistema.

A grande vantagem desse novo sistema é a logística de entrega. O documento é enviado de forma segura e o cidadão recebe um código de rastreio para acompanhar o trajeto da sua identidade. Isso elimina aquela segunda viagem ao posto de atendimento apenas para buscar o cartão pronto, economizando tempo e dinheiro com transporte.

O prazo para a entrega varia de acordo com a região, mas a estimativa média é que o documento chegue entre 7 a 15 dias úteis após a aprovação do pedido. É fundamental que haja alguém na residência para receber o envelope, já que, por se tratar de um documento oficial, os Correios exigem uma assinatura no ato da entrega para garantir a segurança da operação.

Se houver alguma inconsistência nos dados enviados online, o cidadão é notificado pelo próprio sistema e pode realizar as correções sem precisar iniciar um processo novo do zero. Essa agilidade na comunicação evita que o pedido fique “travado” por meses, como acontecia antigamente nos processos manuais.

Fonte: https://hilnethcorreia.com.br/2026/03/14/novo-rg-ja-pode-ser-solicitado-pela-internet-e-chega-direto-na-sua-residencia/

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