Diretoria do Sindivarejo Currais Novos visita instalações do Sistema Fecomércio RN em Natal

A diretoria do Sindicato do Comércio Varejista de Currais Novos esteve em Natal, nesta quinta-feira (4), cumprindo uma série de compromissos articulados com a Fecomércio Rio Grande do Norte.

 

O grupo, liderado pelo presidente do Sindivarejo Currais Novos, Helder Araújo, acompanhado pelo presidente da Federação, Marcelo Queiroz, e diretores do Sistema Fecomércio, conheceu as instalações da Fecomércio, Senac Alecrim, Sesc Zona Norte e Senac Barreira Roxa.

 

“Hoje, tivemos a oportunidade de trazer os nossos diretores e a Fecomércio, o Sesc e o Senac abriram as suas portas e mostraram o que de melhor oferecem aos potiguares. Agradeço ao presidente Marcelo por nos receber nesta casa, que é a casa de todos os empreendedores”, declarou o dirigente curraisnovense.

 

O presidente Marcelo, que acompanhou as visitas, reforçou que o Sistema Fecomércio RN está sempre presente e próximo do empresariado de Currais Novos, por meio do Sindivarejo.

 

Ele também apontou ainda algumas ações desenvolvidas pelas casas para o fomento da economia local.

 

“Somo ação beneficia vários eixos. Estamos compilando os dados do impacto da tradicional Festa de Sant’Anna no munícipio. Já estacionamos, diversas vezes, a Unidade Móvel do Sesc Saúde Mulher que, em quatro anos, atendeu mais de 4.500 mulheres, bem como realizamos a distribuição de alimentos pelo programa Mesa Brasil do Sesc”, detalhou Queiroz.

 

O Sistema Fecomércio RN também oferece os serviços do Senac para capacitação e qualificação profissional no município.

 

“Nos últimos anos, foram 600 matrículas realizadas nos mais variados cursos, sendo 430 de forma gratuita. Mais recentemente, com o projeto ‘Qualifica Varejo Currais Novos’, iniciativa capitaneada pelo Sindicato, tivemos registrado a realização de workshops com o foco ao atendimento de empresários, gerentes, supervisores e colaboradores indicados, beneficiando 25 empresas da região”, afirmou.

“Algodão agroecológico potiguar” prospera e marca retorno do ouro branco ao RN

Executado pelo Governo do Estado via SEDRAF e EMATER-RN, projeto de retomada da cultura algodoeira – lançado em dezembro de 2021 – renova a esperança no campo

Em apenas seis meses, agricultores e agricultoras familiares que compõem o projeto Algodão Agroecológico Potiguar realizaram as primeiras colheitas. A ação foi lançada oficialmente em 22 de dezembro de 2021, sob a coordenação do Governo do RN, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar (SEDRAF) e do Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER), e já se consolida como um verdadeiro caso de sucesso, demarcando o retorno do chamado “ouro branco” à agricultura familiar do Rio Grande do Norte.

Ao visitar campos de algodão cultivados por algumas dentre as 361 famílias beneficiadas pelo projeto, o titular da SEDRAF e professor licenciado do departamento de Gestão Ambiental da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Alexandre Lima, destacou a magnitude da iniciativa, desenvolvida em regime consorciado a outras culturas, como feijão, milho e gergelim, com técnicas agrícolas de base agroecológica que ajudam a preservar o meio ambiente e potencializam a produção de alimentos saudáveis. “É uma realidade que está transformando vidas no semiárido potiguar”, declarou, na companhia do grupo de mulheres que tem o apoio de duas das organizações envolvidas na iniciativa, Justa Trama e Rede Xique Xique.

Em Baraúna, no assentamento Tiradentes, o gestor atestou que o Projeto Algodão Agroecológico Potiguar mostra a viabilidade técnica, social, ambiental e econômica da retomada do cultivo do algodão no Rio Grande do Norte. O modelo se mostra sustentável e tem garantido a produção da fibra natural sem a infestação de pragas como o bicudo, um dos fatores que dizimou a cultura algodoeira potiguar entre o período considerado seu apogeu, entre os anos 70 e 80, ao declínio, na década de 90.

A agricultora Neneide Lima (Francisca Eliane), presidente da União das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (UNICAFES) e representante da Rede Xique Xique, falou do trabalho que está sendo desenvolvido de forma coletiva em diversas comunidades do estado, tal conforme mostrado em Tiradentes. “É muito importante essa parceria. Nesse plantio, o Sindicato dos Trabalhadores Rurais, que tem a companheira Rosângela Santos como presidente, tem somado bastante para que as mulheres permaneçam no campo. Aqui, tem jovem produzindo e participando, como também mulheres de 70 anos”, afirmou.

O projeto beneficia diretamente pessoas como a camponesa Nilda Silva, que está vivenciando uma nova oportunidade com o cultivo do algodão agroecológico. “Só temos a agradecer a participação de todas, porque não foi nada fácil. Havia muita gente na comunidade que não acreditava no nosso trabalho. Como já temos o trabalho de apicultura, achavam que quando a gente fosse para a enxada seria mais difícil. Mas, nós limpamos, nós conseguimos vencer e está aqui o resultado. A gente só tem a agradecer ao CF8 [Centro Feminista 8 de Março), à Rede Xique Xique e ao Sindicato, que contribuíram, plantaram com a gente e nos ajudaram a limpar, apanhar e está aqui o nosso resultado”, disse, apontando as sacas de algodão.

Ao seu lado, a senhora Maria das Dores, a mais velha do grupo, com 74 anos, também apicultora e agricultora, mostra-se feliz da vida com o resultado obtido em tão pouco tempo. “Graças a Deus, estou achando bom e fico doente quando não estou aqui, por mim eu estava aqui todo dia”, confirma. O projeto está contribuindo para reativar a memória afetiva até de quem não cultivou o algodão potiguar, mas ouviu muito falar na cultura algodoeira.

Nos campos potiguares, principalmente situados nas regiões do Alto Oeste ao Seridó, onde tem uma cidade chamada Ouro Branco, o plantio da fibra natural liderou os meios de produção do estado por várias décadas. Seu cultivo no Brasil remonta aos indígenas, com a espécie nativa conhecida como “algodão mocó”, antes mesmo da ocupação europeia, sendo que os colonos introduziram outras espécies que constituíram a cultura algodoeira brasileira.

OURO BRANCO

As organizações Diaconia, ACOPASA, Instituto Casaca de Couro e o Centro Pastoral da Terra (CPT), além de entidades de ATER – Assistência Técnica e Extensão Rural contratadas pelo Governo do Estado, passaram todo esse semestre indo a campo para orientar e ajudar as 361 famílias sediadas em 41 municípios de oito dos dez territórios do Rio Grande do Norte. Nos 458,8 hectares de algodão cultivados em sistema de consórcio agroecológico, o Projeto tem contribuído decisivamente para ressignificar a expressão “ouro branco” na agricultura familiar do Rio Grande do Norte.

Ainda em Baraúna, na comunidade de Santa Clara, a equipe da EMATER relata como foi feita a mobilização na região. “Começamos a divulgar a iniciativa do Governo do Estado com o pessoal dessas comunidades e procuramos selecionar agricultores(as) familiares que pudessem se adequar à iniciativa, como é o caso de Amauri. Esse trabalho agroecológico tem a tendência de crescer aqui no município e acredito que ele está satisfeito com esse trabalho”, disse o extensionista Júnior, fato confirmado pelo agricultor. “Graças a Deus estou feliz demais e a tendência é que o próximo ano melhore cada vez mais”.

Também extensionista, a técnica Grasiela Abreu reforça a importância da instituição em campo, para o desenvolvimento do projeto. “Eu considero que a gente está fazendo um trabalho no sentido de fortalecer a agricultura familiar, fazer esse despertar para uma consciência agroecológica, de que é possível produzir e lembrar que esse é um projeto piloto. Ainda estamos errando muito, precisamos acertar mais, precisamos envolver outras famílias para que assim possa haver uma maior participação, para que o projeto venha a se tornar sustentável, garantindo comercialização e tecnologia agregada”, explanou.

As visitas foram realizadas entre os dias 28 e 30 de julho de 2022 e contaram com a presença da coordenadora da SEDRAF Gabrielly P. Sousa (Mulheres e Juventude Rural), por haver esse recorte significativo entre as famílias beneficiárias. “É lindo ver a satisfação das famílias, principalmente das mulheres que fizeram uma árdua luta e demonstram forte resiliência para conseguirem colher hoje. Foi enriquecedor nos depararmos com uma senhora de mais de 70 anos e uma jovem de uns 20 anos partilhando a experiência da colheita”. A visita se estendeu à experiência do algodão colorido, que tem uma coloração marrom.

EXPECTATIVA X REALIDADE

O projeto Algodão Agroecológico Potiguar é a maior iniciativa de revitalização do algodão, em bases agroecológicas, em todo o Nordeste. Na época do lançamento, estimou-se que a colheita atingiria a marca de mais de 250 toneladas de algodão orgânico/agroecológico produzidas em terras potiguares. Grande parte das 392 famílias mobilizadas permanece no projeto.

Destas, 361 famílias resistiram às intempéries do tempo e hoje participam das colheitas; todas receberão a certificação agroecológica de sua produção. Dentre elas, 150 serão selecionadas pela SEDRAF para receber o Certificado de Produção Agroecológica garantido pelo Projeto de Certificação Participativa executado com as entidades ACOPASA e Rede Xique Xique, que são habilitadas pelo MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e foram contratadas pelo Governo do Estado através de um termo de cooperação. As demais terão a certificação agroecológica por processo de auditoria.

O projeto abrange oito territórios potiguares – Alto Oeste, Sertão de Apodi, Sertão Central, Seridó, Assú/Mossoró, Mato Grande, Trairi e Potengi. A previsão é de movimentar mais de R$ 1 milhão entre as famílias envolvidas.

Fotos: Gabrielly P. Sousa/SEDRAF-RN. 

Natal Shopping inaugura 18 novas operações no segundo semestre

Renovação do mix de lojas traz novidades nos setores feminino, gastronômico e de games; grande projeto de lazer ao ar livre, o Alpendre também será aberto até o final do ano

A chegada do segundo semestre de 2022 trouxe muitas novidades para o Natal Shopping: inaugurados em meados de julho, o empório de delícias mineiras Cheirin Bão, a marca de camisetas potiguar Sem Etiqueta, a loja referência no varejo online de calçados UZA Shoes e a franquia Mr. Pretzels são as primeiras das 18 novas operações que vão abrir as portas no empreendimento até dezembro deste ano.

“Oferecer a melhor experiência aos nossos clientes, junto da valorização da identidade local e do que há de mais inovador, é primordial na essência do Natal Shopping como  empreendimento da Ancar Ivanhoe. Então, estamos muito felizes em receber essas duas lojas que acabam de abrir e que exaltam produtos das suas culturas e do seu terroir, e ansiosos pelas que já estão confirmadas para os próximos meses: serão ótimas aquisições que vão agradar muito aos potiguares”, adianta Felipe Furtado, superintendente do NAT.

Ainda no final de julho, também inauguraram no shopping quiosque Fábrica di Chocolate, Loucos por Coxinha e Açaí Concept  na área de gastronomia e estão previstos para agosto o Espaço Gourmet, mercado de frutos do mar, carnes nobres, adega e cozinha funcional, que contará com uma programação de gravações de vídeos, apresentações e cursos abertos aos clientes e a House of Games – loja local para a venda de jogos, consoles de videogames e consertos desses eletrônicos.

Outra operação focada nos games que vai somar ao mix de lojas neste mês é a MK Academy, a maior escola de desenvolvimento de jogos do país, com cursos de elaboração de games para crianças, jovens e adultos, além de treinamento de e-sports como Free Fire, LoL, Valorant e CS:GO. A Game Station também está confirmada no mall, trazendo diversão em jogos eletrônicos para toda família.

Serão inaugurados ainda nos meses seguintes espaços da rede de restaurantes D’Sampa Express e o Camarões, muito apreciado pelos potiguares, prepara uma expansão do seu espaço para operar com mais 70m². Vêm aí lojas das marcas Damyller, de jeans; Vivara Life – com joias colecionáveis para simbolizar os melhores momentos da vida; Bagaggio, com malas e mochilas de viagem, e Samsung, que já possui um quiosque nos corredores do shopping.

Ainda as marcas Osklen e Mr. Cat, de vestimenta e calçados, estão com contratos assinados e devem iniciar suas obras em breve.

Lazer ao ar livre

Além desse grande mix de novas operações de varejo indoor, o Natal Shopping inicia agosto com a construção e garante ainda para 2022 a inauguração do Alpendre – novo espaço de convivência ao ar livre, com opções gastronômicas e de lazer –  como grande projeto em comemoração aos seus 30 anos, celebrados em junho deste ano.

A novidade proporcionará outros ares ao espaço aberto localizado na frente do empreendimento – antigo estacionamento D2 – e promete ser o cenário ideal para viver momentos de lazer com música de qualidade, espaço kids e petfriendly. As obras foram iniciadas após show aberto para o público na última sexta-feira (29).

Entre as marcas já confirmadas para integrar o Alpendre, figuram nomes de destaque local como a cervejaria artesanal Raffe – que tem como charme a valorização da cultura regional; o DD Burguer, com seus sanduíches feitos na brasa, a pizzaria Calígula e o Juáh Gastrobar. Além deles, o boteco Faaca, que veio de Recife e já caiu nas graças do natalense.

 

Lesões por esforços repetitivos: fisioterapeuta dá dicas para prevenir sintomas

Dados da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho apontam que quase 39 mil trabalhadores foram afastados do trabalho em 2019 devido a esse tipo de adoecimento

Celebrado em julho, o Dia Nacional da Prevenção de Acidentes do Trabalho chama atenção para um problema que perdura o ano todo: a incapacitação de milhares de trabalhadores por Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), antigamente conhecidos como Lesões por Esforços Repetitivos (LER).

Segundo dados da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT), em 2019, quase 39 mil trabalhadores foram afastados do trabalho devido a esse tipo de adoecimento. E  entre 2007 a 2016, o levantamento Saúde Brasil 2018, produzido pelo Ministério da Saúde, apontou o crescimento de 184% de trabalhadores atingidos pela doença, principalmente em mulheres de 40 a 45 anos.

A fisioterapeuta Ana Fraga, professora do curso de Fisioterapia da Estácio, assegura que é possível prevenir os sintomas e explica o quadro clínico. “As LER não são consideradas uma doença, são afecções do sistema músculo esquelético que apresentam sinais clínicos que variam sua intensidade, o que nos deixa aptos a melhorar nossas condições de trabalho para que elas não se desenvolvam ou até mesmo para que possamos nos prevenir e evitar que ocorram”, esclarece.

Ana Fraga esclarece que o termo DORT foi criado para substituir LER, pois a maioria dos trabalhadores com esses sintomas clínicos não apresenta evidência de lesão em qualquer estrutura. Além do esforço repetitivo, existem também outros tipos de sobrecarga no trabalho que podem ser prejudiciais como excesso de força, vibração excessiva de algum objeto de trabalho e as posturas inadequadas para a execução das tarefas.

“Existem alguns distúrbios mais comuns como tendinites, que podem se desenvolver em vários locais, entre eles ombro, cotovelo e punho; as lombalgias, que são dores na região lombar; e as mialgias que são dores musculares em diversas regiões do corpo”, enumera a fisioterapeuta.

De acordo com a Ana Fraga, nem toda pessoa que sente dor está com LER ou DORT, pois existem muitas patologias que geram sintomas como dormência, inchaço, cansaço, pontadas, agulhadas, e compreendem outros tipos de distúrbios. Daí a necessidade de procurar um especialista (reumatologista) a fim de obter o diagnóstico correto e traçar uma estratégia de tratamento adequada.

“Quando a pessoa é encaminhada para a fisioterapia, o profissional dessa área não tem apenas a função de tratar a LER/DORT quando já instalada, mas de informar e orientar o trabalhador a exercer suas tarefas da forma correta e segura e a manter uma postura adequada nas tarefas domiciliares ou no trabalho”, diz a profissional.

Como criar um ambiente de trabalho seguro

A professora do curso de Fisioterapia da Estácio afirma que é necessário conhecer a rotina do trabalhador, saber o tipo de atividade, o tempo que leva para realizá-la, as horas de descanso, o controle do local (como iluminação, temperatura, equipamento) para estabelecer um ambiente de trabalho seguro.

“As LER ou DORT podem ser evitadas proporcionando um ambiente de trabalho adequado, com horários de descanso flexíveis, equipamentos adequados ergonomicamente e promoção de ginásticas laborais. A necessidade da melhora da condição de vida é um benefício para todos: empregador e empregado. Um profissional bem treinado e orientado jamais irá desenvolver esses sintomas”, adverte.

Ana Fraga salienta que normalmente as pessoas que desenvolvem LER/DORT costumam ter picos de seus sintomas ao final do dia ou em horários de mais intensidade no trabalho. Esses sintomas também podem ser exacerbados quando são realizados determinados movimentos e por isso é necessário observar o momento desses picos e quando os sintomas estão mais intensos.

“Sobretudo, devemos ter conhecimento do nosso corpo e perceber os sinais de alerta para qualquer tipo de patologia. Além disso, devemos nos conscientizar que a prevenção ainda é o melhor remédio e que, com isso, conseguimos evitar que determinadas patologias se instalem e venham a desenvolver maiores prejuízos em nosso organismo”.

A fisioterapeuta ainda sugere algumas boas práticas como pausar as tarefas e fazer alongamentos nos períodos que não prejudiquem sua produção; trocar de tarefas ao longo do dia, evitando assim os esforços repetitivos; fazer pausas de 15 a 20 minutos a cada três horas, a fim de poupar os músculos e tendões e ingerir líquidos para que todas as estruturas corporais sejam bem hidratadas, o que diminui o risco de lesões.

Colégio das Neves encerra celebração de 90 anos com festa na Arena das Dunas

Programação de shows contará com a presença das bandas Circuito Musical e Pagode do Coxa

 

Na próxima sexta-feira (5), o Colégio Nossa Senhora das Neves comemora 90 anos de existência em Natal. Para celebrar a data e marcar o encerramento da programação festiva do jubileu, a escola promoverá o evento “90 Anos, A Festa”, que será realizado na Arena das Dunas, a partir das 19h, com a proposta de reunir alunos, ex-alunos, familiares, amigos e colaboradores.

A festa contará com shows das bandas Circuito Musical e Pagode do Coxa, que darão o ritmo da noite, embalando o encontro e o reencontro das pessoas que fizeram e fazem parte da história do Colégio das Neves.

 

Para participar do encerramento, é necessário adquirir o ingresso, que está à venda no link: https://www.outgo.com.br/neves-90-anos-a-festa por R$160 (inteira), e R$80 (meia entrada ou entrada solidária – disponível para quem levar uma lata de leite para doação no dia do evento).

Além dos ingressos individuais, é possível comprar também um voucher de mesa com 4 lugares, por uma taxa de R$ 80 – que pode ser efetuada junto à compra dos ingressos.

Com Thiaguinho, Sorriso Maroto e muito mais, Samba Brasil inicia vendas para maior festival de samba e pagode em Natal

Maior projeto de samba e pagode do país, que vai percorrer seis estados a partir do próximo mês, o Samba Brasil desembarca em Natal dia 12 de novembro, na Arena das Dunas, com grandes atrações em um evento que vai percorrer cidades de três regiões do Brasil.A venda de ingressos começa na quarta-feira (3) no site Brasil Ticket (clique aqui). Com produção no RN da Clap Entretenimento, o Samba Brasil Natal tem confirmados Thiaguinho, Sorriso Maroto, Menos é Mais, Dilsinho, Molejo e Chrigor para mais de 10 horas de muito samba e pagode no gramado da Arena das Dunas.Mais informações nos perfis @maisclap_ e @sambabrasil_natal no Instagram.

Chefs com atuação no RN concorrem a uma das maiores premiações da gastronomia brasileira

Prêmio Nacional Dólmã é considerado o “Oscar” da gastronomia no País

Três chefs que atuam no Rio Grande do Norte estão concorrendo ao Prêmio Nacional Dólmã, considerado o Tapete Vermelho da gastronomia no País. Elizabeth Assunção, Jefferson Mikael e Josifran Gomes são os representantes potiguares na categoria Estadual da premiação, que na edição deste ano acontece no Amapá.

Egressos do curso de Gastronomia da Universidade Potiguar (UnP), os chefs contam da honra em terem sido indicados à premiação e do significado dessa conquista em suas vidas.

“É um reconhecimento importantíssimo da minha trajetória e da minha dedicação à gastronomia. Para mim, a gastronomia significa transformar vidas”, afirma a Chef Elizabeth Assunção.

“Esse evento de tanta importância para a gastronomia brasileira precisa ser reconhecido. Como professor, sou propagador de conhecimentos e levo sempre comigo a importância de nossa cultura e o dever da valorização de nossos produtos e produtores”, destaca o Chef Jefferson Mikael.

“Essa indicação tem muito significado pra mim. Isso me deixa muito gratificado, é um reconhecimento da minha dedicação à gastronomia e à minha vida profissional”, ressalta o Chef Josifran Gomes.

A votação segue online até o dia 11 de agosto, através do link disponível no Instagram do evento @premiodolma. Embora a votação seja aberta ao público, o internauta poderá votar apenas uma vez em um chef de um único estado ou nos chefs de todos os estados.

O resultado final da votação será anunciado no dia 12 de agosto durante a realização da cerimônia de premiação.

Elizabeth Assunção: Natural de Recife/PE, é administradora de empresa formada pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), cozinheira formada pelo Senac Barreira Roxa, ProChef pelo Culinary Institute of America e graduada em gastronomia pela UnP (2012). Pós-graduada em Docência do Ensino Profissionalizante pelo Senac Nacional e também em Docência para a Gastronomia pelo Senac Campos do Jordão. Atua como docente na área desde 2007.

Jefferson Mikael: Natural da Zona Norte de Natal (RN), iniciou na cozinha tendo como referência sua mãe. De auxiliar de cozinha, sua primeira conquista na vida profissional foi o diploma em Gastronomia pela UnP e logo depois a Pós-graduação em Confeitaria e Panificação também pela instituição. Já comandou a bancada de confeitaria em grandes restaurantes de Natal. Atualmente, é instrutor de cursos técnicos em confeitaria e em cozinha profissional, graduando em Gestão Estratégica de Pessoas (MBA) e comanda a própria confeitaria online ao lado do esposo.

Josifran Gomes: Natural de Caicó, Região do Seridó Potiguar, participou e ganhou por dois anos consecutivos o concurso Chef Arretado de Caicó (2017-2018), quando era auxiliar de cozinha, em Caicó. Ainda em 2018, mudou-se para Natal com o objetivo de cursar Gastronomia na UnP. Após a formação, comandou cozinhas e equipes de várias casas, chegando a participar e vencer, em 2021, o Festival EnChefs RN. Isso deu a oportunidade de concorrer ao Prêmio Nacional Dólmã Pará 2021.

Choro da Terra estreia o projeto Concertos Potiguares

A primeira atração do Concertos Potiguares será o grupo Regional Choro da Terra. Com um repertório totalmente dedicado ao gênero tipicamente brasileiro, o grupo homenageará grandes compositores da música popular instrumental como Joaquim Calado, Chiquinha Gonzaga, Pinxinguinha e outros. Executado pelos músicos Anchieta Meneses (violão sete cordas), Jonathas Marques (clarinete), David Silva (pandeiro) e Alexandre Moreira (bandolim e cavaquinho), apresentam o jovem Dimitri Rezende(flauta transversal), que iniciou seus estudos em 2012 e atualmente cursa a graduação na UFBA, em Salvador.O Regional divulga, além do Choro, estilos como Polca, Maxixe e Valsa. O projeto Concertos Potiguares acontece graças à renúncia fiscal da Prefeitura do Natal através da Lei Djalma Maranhão e do aporte financeiro do Hospital do Coração, além do apoio da SEMURB, que cede o espaço onde acontece o evento, e da Padaria Hora do Pão. SERVIÇO:Show: Regional Choro da TerraLocal: Auditório do Parque da CidadeEnd: Av. Omar O’ Grady, 8080, CandeláriaDia: 06 de agosto – SábadoHora: 16hAcesso ao parque e ao show são gratuitos. Contato para entrevistas: Anchieta 997 106 715

Uma realização:Sádepaula Produções Criativas

Ribeira Boêmia e convidados são atrações do Terraço do Relógio do Sesc Cidade Alta

Evento compõe programação do projeto “Há Gosto no Samba” e está previsto para começar a partir das 19 horas, com entrada gratuita

O Espaço Cultural Terraço do Relógio do Sesc Cidade Alta, recebe o grupo Ribeira Boêmia, nesta sexta-feira, 5, a partir das 19 horas, como atração do projeto “Há Gosto no Samba do Sesc” e com repertório em homenagem a Jorge Aragão e Zeca Pagodinho. O acesso ao local é gratuito.

O Ribeira Boêmia é um projeto cultural que tem o objetivo de promover o samba e a revitalização do histórico bairro da Ribeira, além de apoiar ações sociais. Esta edição contará com participações especiais de Matheus Magalhães, Dani Cruz e Berthone Oliveira.

Em 2022, o Terraço do Relógio está celebrando 20 anos e mantém o intuito de fomentar a cultura local, incentivar os artistas e divulgar a importância histórica dos monumentos.

O espaço está localizado no Sesc Cidade Alta e conta com alguns monumentos arquitetônicos importantes para a história de Natal, como o relógio e a balaustrada do início do século XX. O cenário é um convite à boa música, com atrações locais e serviço de bar.

Há Gosto no Samba 

O “Há Gosto no Samba” é uma iniciativa do Sesc RN que destaca o gênero do samba no mês de agosto e com programação variada na capital e no interior. No Sesc Caicó, o projeto Letra & Música seguirá a mesma proposta, todas as sextas-feiras, com Solange Silva (5/8), S do Samba (12/8), Kanelinha Samba Show (19/08) e Marcus Vinícius e Morada do Samba (26/8). Já no Sesc Mossoró, a atração será Samba Mix (26/8).

Serviço:

O que? Espaço Cultural Terraço do Relógio

Atração?  Ribeira Boêmia com participação especial de Matheus Magalhães, Dani Cruz e Berthone Oliveira.

Onde? Sesc Cidade Alta

Quando? 5 de agosto de 2022

Horário? 19 horas

Saiba mais: sescrn.com.br