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ENFRENTAMENTO À COVID-19, PREVIDÊNCIA E DÉFICIT HABITACIONAL PAUTAM OS DEPUTADOS

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Os parlamentares utilizaram o horário destinado aos deputados, na sessão ordinária desta terça-feira (14), por Sistema de Deliberação Remota da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, para comentar assuntos como o enfrentamento à covid-19 no Estado, o adiamento da votação da PEC da Previdência e o déficit habitacional do RN.

O deputado estadual Vivaldo Costa (PSD) aproveitou para parabenizar o Governo do Estado, os prefeitos dos municípios do RN e o ex-governador Robinson Faria pela estrutura da saúde organizada em Caicó, que está proporcionando uma boa atenção aos doentes nesse momento de pandemia.

De acordo com ele, existe hoje em Caicó um serviço de enfrentamento ao coronavírus muito bem montado e dirigido, mas lembrou que o governador Robinson Faria, que antecedeu Fátima Bezerra, dotou Caicó com um dos centros de UTI mais modernos do Brasil. “Este centro está ajudando a salvar muitas vidas, por isso não poderia deixar de registrar a participação importante do ex-governador nisso”, falou.

O deputado José Dias (PSDB), por sua vez, comentou a votação na sessão plenária desta terça-feira (14) do requerimento apresentado pelo deputado Kelps Lima (SDD) pedindo o adiamento da votação da PEC da Previdência. O requerimento foi rejeitado por 13 dos 24 deputados. “Hoje é um dia de glória para a Assembleia Legislativa porque nós tivemos 11 deputados que manifestaram independência e coerência. Se a governadora tentar votar essa reforma online, ela vai perder. Só vai ter 13 votos e são necessários 15 votos. Não há pressão que modifique as nossas posições”, declarou. Ele aproveitou para dizer que a diminuição do número de casos do coronavírus no Rio Grande do Norte não era mérito do Governo do Estado, mas sim pelo uso do medicamento ivermectina.

Já o parlamentar Hermano Morais (PSB) usou o momento para falar do déficit habitacional no Rio Grande do Norte. De acordo com ele, só na capital do Estado, Natal, 13% dos domicílios em estão em condições precárias. “O déficit considera não apenas aqueles que não têm casa, mas também aqueles que moram em condições subumanas”, explicou.

Ele informou que o Programa Pró-moradia/ Viver Melhor foi retomado pelo Governo do Estado e deve beneficiar 6 mil pessoas no RN. “É preciso dar o crédito, porque esses recursos foram consignados no governo passado e estão sendo concretizados agora. Estão sendo liberados R$ 51 milhões. É uma ajuda, que não vai resolver o problema, porque o déficit é muito maior, mas pelo menos teremos amenizada a situação para 765 famílias”.

Por último, o deputado Coronel Azevedo (PSC) mencionou a situação da saúde no município de João Câmara. “O Governo do Estado anunciou que estava colocando cinco UTIs na cidade, mas, no dia 2 de julho, apenas dois leitos foram habilitados. Nos últimos dias, estive visitando a localidade e descobri que nenhum leito da covid-19 está funcionando. Por isso, gostaria de saber da Secretaria de Saúde do Estado o que está acontecendo. O município de João Câmara atende a 26 municípios próximos, então por que essa lentidão?”, questionou o parlamentar.

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Sistema Fecomércio RN oferece capacitação gratuita para preparar escolas em tecnologias digitais e biossegurança

Em mais uma ação de parceria e atuação reforçada em virtude da Pandemia, o Sistema Fecomércio RN, por meio do Sesc e Senac RN, abre, na próxima segunda-feira, 20, as inscrições para os cursos gratuitos do seu Programa de Assistência Educacional. A ideia é oferecer um pacote de serviços gratuitos para orientação e capacitação, com foco nas tecnologias e biossegurança no ambiente escolar. O pacote inclui consultoria, cursos on-line, lives e aula experimental.

Nesta primeira etapa, o programa irá disponibilizar 300 vagas em cursos de aperfeiçoamento em ferramentas e aplicativos para a realização de aulas on-line; formação tecnológica para docência e capacitação de boas práticas de prevenção à Covid-19 para creches e escolas.

“Desde o início da crise instalada pela pandemia Covid-19 o Sistema Fecomércio RN vem investindo em ações e medidas que atendam todos os profissionais e também empresas. O Programa de Assistência Educacional é parte dessas ações. Uma iniciativa construída pelas equipes do Sesc e Senac RN, com o objetivo de auxiliar os educadores e escolas nesse novo ambiente educacional”, disse o presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz.

As aulas dos próprios cursos serão ministradas no ambiente virtual, com toda a estrutura de apoio aos alunos. O curso básico de aperfeiçoamento em tecnologias digitais para sala de aula, por exemplo, é voltado preferencialmente aos educadores de escolas públicas e privadas, conduzida pela equipe pedagógica do Sesc RN, por meio do Google Meet, Classroom e WhatsApp. São 50 vagas e os conteúdos abrangem a plataforma Google e seus principais aplicativos como atividades remotas e sala de aula on-line.

As interações em tempo real serão de duas horas, com aulas de segunda a sexta-feira, respectivamente nos horários das 8h às 10h e das 14h às 16h. Inclusive, o ensino on-line foi destaque no Censo de Educação realizado pelo Sesc RN com os pais e responsáveis dos alunos das escolas Sesc. O índice de aceitação das aulas virtuais foi de 92%, o que indica a satisfação com a nova metodologia adotada.

Os outros dois cursos oferecidos dentro do programa são o de Formação Tecnológica para Docência, com 150 vagas, e o de Boas Práticas de Prevenção à Covid-19 em Creches e Escolas, com 100 vagas. Ambos os cursos serão on-line e ao vivo, por meio da Sala de Aula Virtual do Senac RN, através da plataforma Microsoft Teams. As escolas também terão acesso a um serviço de consultoria, que orientará as tecnologias adequadas a cada realidade.

As vagas são limitadas. O período de inscrição é de 20 a 27 de julho, por meio dos sites www.sescrn.com.br e www.rn.senac.br. Os participantes recebem o certificado digital após conclusão do curso, mediante o cumprimento de carga horária estabelecida.

No dia 21 julho será realizado uma live de lançamento, às 18h30, com o tema “Os desafios das escolas e dos educadores para enfrentar as mudanças em virtude da Covid-19”. O bate papo será transmitido nos canais do Sesc e Senac no Youtube e que conta com a mediação da jornalista e educadora, Érika Zuza, com participação dos diretores regionais do Sesc e do Senac, Fernando Virgilio e Raniery Pimenta.  Já no dia 23 de julho haverá uma aula experimental, aberta ao público e também virtual, na qual qualquer pessoa poderá conhecer melhor o programa e os cursos.

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Natal tem 12.570 recuperados da Covid-19

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A Secretaria Municipal de Saúde de Natal (SMS-Natal) divulga balanço dos números dos casos da Covid-19 até às 19h da quarta-feira (15/07). Em Natal, dos 16405 casos positivos, 291 estão internados, 2.997 estão em quarentena domiciliar, 607 foram a óbitos e 12.570 foram considerados recuperados.
 

“De acordo com o protocolo do Ministério da Saúde, um paciente sintomático deve permanecer em quarentena por 14 dias. Após esse período, o isolamento pode ser interrompido se não apresentar mais nenhum sintoma. Se o paciente permanecer sintomático, deve manter o isolamento até 72h após os sintomas desaparecerem”, esclarece Juliana Araújo, diretora do Departamento de Vigilância da SMS-Natal.

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Câmara aprova projeto que garante acesso à informação de pacientes internados

Elpidio Júnior

A Câmara Municipal de Natal aprovou na tarde desta quinta-feira (16), em sessão ordinária virtual, um Projeto de Lei, em regime de urgência, que tem como objetivo, contribuir para que familiares de pacientes internados em hospitais públicos, unidades de pronto-atendimento, asilos e similares, na capital potiguar, possam ter acesso à informação do estado do quadro clínico, eventuais intercorrências, agravamentos e melhorias dos pacientes durante o período de internação ou isolamento. 

O PL N° 202/2020 é de autoria do vereador Preto Aquino (PSD) e garante que as informações possam ser transmitidas virtualmente e/ou presencialmente, ao menos uma vez ao dia, podendo ser feita até às 20h, ordinariamente, e extraordinariamente em horário diverso no caso de intercorrências graves ou que exijam a participação ou anuência do familiar.  

Segundo o autor, a matéria vai garantir mais humanização. “O objetivo do nosso projeto é tentar diminuir o sofrimento de familiares que tenham pacientes internados ou em isolamento. Os familiares terão que receber diariamente informações sobre o real quadro clínico do paciente, seja de forma presencial, se a família preferir, ou caso contrário, de forma remota, ficando a critério da unidade hospitalar, no ato do prontuário já deixar deferido de que forma vai receber o atendimento, mas que tenha humanização”, ressaltou Preto Aquino. 

O plenário também aprovou, em segunda discussão, o projeto de Lei N° 163/2018, de autoria da ex-vereadora Natália Bonavides, subscrito pela vereadora Divaneide Basílio (PT), que institui o dia 25 de julho como o Dia Municipal de Tereza de Benguela e da Mulher Negra na cidade de Natal. 

“Para nós esse projeto é importante, porque vamos ter um dia para garantir a identidade das mulheres negras na nossa cidade. Esse dia já é celebrado na América Latina, no Caribe, é um dia de luta e nós sabemos que a trajetória das mulheres negras infelizmente é marcada pela exploração, pelo desenho escravocrata que oprimiu e humilhou e muitas mulheres”, explicou Divaneide. 

Texto: Kehrle Junior

Fotos: Elpídio Júnior

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G1Mais de 70% dos pais se recusariam a enviar filhos para escola ainda em julho e 40% só acreditam no retorno em 2021, aponta levantamento

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Desde março, as aulas presenciais estão suspensas em todo o país, e a maioria dos estados não tem previsão de reabertura das salas de aula.

Um levantamento sobre a retomada das aulas presenciais em todo o Brasil aponta que, caso as escolas reabrissem em julho, 73,7% dos pais e responsáveis se recusariam a enviar filhos. Para 40%, o retorno deverá ser em 2021.

Além disso, 94% afirma que o mais importante para a reabertura das salas de aula é respeitar as normas sanitárias como distanciamento, higienização, uso de máscaras, entre outras medidas.

Os dados são da pesquisa “As escolas brasileiras no contexto do coronavírus”, feita a pedido da União pelas Escolas Particulares de Pequeno e Médio Porte, entre 22 e 29 de junho. Participaram 14.307 responsáveis por estudantes em 407 instituições de todo o país, desde a educação infantil até o ensino médio.

Entre os pais e responsáveis que não enviaram os filhos para a escola em julho, 51,9% aponta como principal motivo a indefinição sobre medidas preventivas que devem ser tomadas para preservar a saúde e 21,8% diz que esperaria mais um pouco para saber como será este processo.

A maioria dos pais concorda que haverá alterações na rotina escolar. Para 78,9%, a volta às aulas presenciais deveria ser em dias alternados; 43,2% afirma que deveria ser com horário reduzido e 35,7% afirma preferir manter a carga horária.

Desde março, as aulas presenciais estão suspensas em todo o país, e a maioria dos estados não tem previsão de reabertura das salas de aula. No início de julho, o Ministério da Educação (MEC) divulgou um documento com diretrizes sobre a volta às aulas presenciais, mas sem estipular uma data.

Fora do Brasil, países adotaram medidas de distanciamento, uso de máscaras, instalação de pias para higienização das mãos e controle de temperatura.

Pais enfrentam dilema para voltar ao trabalho e cuidar das crianças com escolas fechadas

A Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep) cobra uma definição do poder público sobre o que é necessário para a volta às aulas presenciais, para que as escolas privadas possam se preparar, independentemente da rede pública.

Em SP, o governo do estado anunciou a reabertura das escolas públicas e particulares juntas, em setembro. Segundo o secretário da Educação, Rossieli Soares, a medida garantirá acesso igualitário ao ensino, sem privar alunos da rede pública do acesso à educação.

Datafolha: 76% dos brasileiros acham que escolas devem continuar fechadas
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Datafolha: 76% dos brasileiros acham que escolas Devem Continuar fechadas

Percentual alto de alunos não tem acompanhado as aulas pela internet durante a pandemia
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Percentual alto de alunos não tem acompanhado as aulas pela internet durante a pandemia

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