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Comitê de oito estados valida Observatório Imobiliário e Brasil ganha a maior plataforma de BIG DATA do setor na América do Sul

O mercado imobiliário do litoral norte de Santa Catarina (SC) encerra 2025 como líder incontestável no preço médio do metro quadrado no país e, além disso, como o pioneiro de um novo benchmark de valor global para um ativo imobiliário brasileiro. A negociação de apartamentos triplex em Balneário Camboriú, no edifício residencial que deve se tornar o mais alto do mundo, o Senna Tower, já alcança faixa de R$ 300 mil o metro quadrado, com unidades exclusivas que podem alcançar até R$ 300 milhões, segundo informações divulgadas pela construtora.

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    Créditos: Júlio Trindade
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Florianópolis, SC, 6 de fevereiro – Representantes da Comissão Gestora validaram por unanimidade, nessa quinta-feira (5), a estrutura técnica do novo Observatório Imobiliário, um projeto inédito no país ao setor, realizado pelo Sistema COFECI-CRECI e com a operação e o rigor científico da Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos (FEPESE), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Líderes do Amapá, Rondônia, Santa Catarina, Mato Grosso, Goiás, Paraná, Rio Grande do Sul e Pernambuco participaram de uma imersão técnica para entender o conceito macro e a metodologia de coleta de dados de um setor que registrou R$ 254,8 bilhões, alta de 5,6% no valor de venda (VGV) no acumulado de 12 meses (outubro de 2025), de acordo com  pesquisa da CBIC/Brain. O detalhamento do projeto, a apresentação da primeira etapa da coleta de dados e o lançamento do website com central de notícias serão em abril, com a presença de todos os CRECIs do país.

O projeto atua de forma colaborativa e, além das suas análises, visa centralizar informações e pesquisas dispersas sobre o setor imobiliário e da construção civil. Juntos, representam cerca de 17% do PIB nacional (considerando a cadeia estendida). “O Observatório Imobiliário nasce como um instrumento de leitura ampla do mercado imobiliário brasileiro. A iniciativa representa um passo importante na evolução do sistema e do setor, ao estruturar uma base nacional capaz de qualificar informações e decisões. Apesar da existência de diversos instrumentos de precificação, faltava uma estrutura de abrangência nacional, com método e capacidade de dialogar com organismos internacionais. Inédito no país, o OBI tem como princípio beneficiar toda a cadeia do mercado imobiliário”, reforça João Teodoro, presidente do Sistema COFECI-CRECI. 

“Falamos de uma indústria que sustenta milhões de empregos. O Observatório Imobiliário, com a auditoria acadêmica da UFSC e a experiência de quase 50 anos da FEPESE com esse tipo de ferramenta, garante que esse volume financeiro seja acompanhado por índices reais, ou seja, uma proteção ao mercado e estímulo para atração de novos investimentos já que diminui o risco Brasil”, explica.

“Com o início das pesquisas, a FEPESE, com uma trajetória de casos de sucesso na implementação de plataformas de Big Data para grandes corporações e entidades, aplica ciência de dados para garantir a realidade econômica de cada município e de cada bairro”, destacou Marcelino Ito, superintendente da FEPESE. Ele explicou ainda que o projeto opera com princípios rigorosos de governança, anonimização irreversível dos dados e filtros estatísticos para eliminar distorções. “Não lidamos com pessoas ou empresas individualmente. Trabalhamos com estatísticas agregadas e em total conformidade com a LGPD”, afirmou.

O Observatório Imobiliário não terá caráter fiscalizatório nem será utilizado para monitorar honorários ou práticas individuais. O foco é a produção de inteligência de mercado com base científica, capaz de apoiar decisões econômicas. Também funcionará como um centro de notícias com foco em análise de especialistas e acompanhamento do projeto. O website também será lançado em abril. Desde já, passou a operar o Instagram do OBI sob o endereço: @obi_brasil.

“A criação de um Observatório com alcance nacional representa um legado para o setor, um avanço estrutural para o mercado imobiliário brasileiro, que historicamente convive com grande heterogeneidade regional e baixa padronização de informações. Em um cenário de maior seletividade de crédito, decisões mais fundamentadas passam a ser essenciais, e a inteligência de dados contribui para um ambiente mais transparente, previsível e profissional”, afirmou Celso Raimundo, diretor do OBI e do Sistema COFECI-CRECI.

Mercado imobiliário em alta

Além de um mercado historicamente resiliente e com histórico de altas, pesquisas no segundo semestre de 2025 apontaram que 48% dos brasileiros pretendem adquirir imóveis em até dois anos no país. O destaque é a Geração Z (nascidos entre 1995 e 2010): 61% desse público projeta a compra da casa própria nos próximos 24 meses (CIBIC).

“A Geração Z já nasceu conectada e exige imediatismo. Eles não consomem o mercado imobiliário como seus pais; eles exigem dados organizados e de fácil acesso em tempo real e transparência total que pode ser acessada pelo notebook, pelo Ipad ou pelo celular. A adesão desse jovem à compra de imóveis força o setor a se modernizar e evoluir ao trazer métricas auditáveis”, analisa Raimundo.

Sobre o Observatório Imobiliário (OBI)

O Observatório Imobiliário (OBI) é uma iniciativa nacional que vem sendo estudada pelo Sistema COFECI-CRECI há cerca de 2 anos. Oficializada no final de 2025 e com atividades iniciadas em 2026, foi criada para coletar, organizar, analisar e qualificar informações sobre o mercado imobiliário brasileiro a partir de dados reais. O projeto resulta de uma parceria inédita entre o Sistema COFECI-CRECI e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), por meio da Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos (FEPESE), e tem como objetivo reduzir a assimetria de informação no setor, ampliar a transparência e oferecer uma base técnica sólida para decisões econômicas, institucionais e de política pública. O OBI opera com dados anonimizados e agregados, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), e adota metodologia científica para validação estatística das informações, com governança acadêmica e institucional. 

Mais informações: @obi_brasil

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Inscrições abertas para o XXI Fórum do Diagnóstico Precoce da Casa Durval Paiva

Com o compromisso de fortalecer a rede de cuidados e ampliar o conhecimento sobre o câncer infantojuvenil, a Casa Durval Paiva realiza, no dia 18 de março de 2026, o XXI Fórum do Diagnóstico Precoce, no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), em Natal, das 8h às 13h.

O evento tem como público-alvo profissionais e estudantes da área da saúde e afins, e tem o objetivo de disseminar informações sobre os sinais e sintomas do câncer em crianças e adolescentes, reforçando a importância do diagnóstico precoce. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo link https://forms.gle/g17VbDRnJVu1wuVR7, também disponível na bio do Instagram da instituição (@casadurvalpaiva).

O Fórum integra o projeto “Qualificar para Salvar”, desenvolvido pela Casa Durval Paiva por meio do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (PRONON), do Ministério da Saúde, e que atua nos municípios pertencentes à 5ª e à 6ª Unidade Regional de Saúde Pública (URSAP).

A iniciativa reforça que as chances de cura do câncer infantojuvenil podem chegar a 80% quando há diagnóstico precoce, pois, “no relógio da vida, cada segundo conta”.

PROGRAMAÇÃO:
A programação contará com palestras e mesas redondas conduzidas por profissionais de referência na área. Entre os palestrantes, a médica Ana Eduvirges Carneiro de Oliveira, que fará uma mesa redonda, juntamente com o Dr. Amilcar Cardoso, que é chefe clínico do Hospital Boldrini/SP, sobre “Os tipos mais comuns de câncer infantojuvenil”.

Além dela, a enfermeira Rejane Leite de Souza Soares, fará uma palestra sobre “O Panorama do Câncer Infantojuvenil no Brasil”. Encerrando o evento, uma mesa redonda sobre “Cuidados Paliativos”, com as médicas Ana Edwvirgens e Annick Bougrand, que vão abordar o funcionamento da regulação e fluxos necessários para assegurar o início rápido e eficiente do tratamento oncológico infantil.

SERVIÇO:
XXI Fórum do Diagnóstico Precoce
📍 Local: Auditório da CDL Natal
📅 Data: 18 de março de 2026
🕗 Horário: 8h às 13h
📌 Inscrições: https://forms.gle/g17VbDRnJVu1wuVR7
📞 Informações: (84) 4006-1600 | diagnosticoprecoce@casadurvalpaiva.org.br

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Bloco Rabo do Elefante reúne tradição, intercâmbio internacional e show musical em Baía Formosa

Baía Formosa recebe neste sábado (7) mais uma edição do Bloco Rabo do Elefante, iniciativa cultural que reúne manifestações da cultura popular, intercâmbio artístico e música ao vivo em programação gratuita aberta ao público. A concentração começa às 16h, em frente ao Ponto de Cultura Casa Formosa, e segue em cortejo pelas ruas do centro da cidade até a Praça dos Golfinhos, onde acontece o encerramento com show musical.

Realizado pela Associação Casa Formosa – Ponto de Cultura, o bloco integra ações de fortalecimento da economia criativa e do turismo cultural no litoral sul potiguar, articulando artistas da cultura popular, grupos tradicionais e convidados internacionais e regionais.

A abertura será marcada pelo Toré de Azevedo, conduzido por indígenas da Baía da Traição (PB), reafirmando o protagonismo dos povos originários dentro da proposta cultural do evento. Em seguida, às 16h45, o grupo Batuqueria de Bruxelas (Bélgica) apresenta sua percussão, preparando o público para a saída do cortejo, às 17h, com estandartes e participação dos brincantes do Urso Amigo Batucada.

O trajeto segue pelas principais ruas do centro da cidade até a Praça dos Golfinhos, onde, a partir das 18h, a programação culmina em show musical com Sandra Belê, Lis Albuquerque e Ceiça Farias.

Segundo a coordenação do projeto, a proposta vai além da folia carnavalesca e busca promover integração cultural e participação comunitária.

“O Bloco Rabo do Elefante nasce como um espaço de encontro entre tradições, linguagens artísticas e pessoas. Mais do que festa, é uma ação de cidadania cultural que fortalece identidades, movimenta a economia local e valoriza quem faz cultura popular e regional”, destaca a jornalista e produtora cultural Edileide Vilaça, coordenadora da iniciativa.

O evento conta com apoio institucional da Fundação José Augusto, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria Extraordinária de Cultura (Secult-RN), além do apoio da deputada estadual Divaneide Basílio.

🐘 Você sabia?

O nome Bloco Rabo do Elefante nasce da própria geografia de Baía Formosa. Observando o mapa do Rio Grande do Norte que lembra o formato de um elefante — e a cidade aparece simbolicamente na área que corresponderia ao “rabinho” do animal.

A referência transformou-se em identidade cultural: o bloco incorporou o nome como forma de valorizar o território, reforçar o pertencimento local e celebrar a ligação afetiva entre a comunidade e o lugar onde vive.

SERVIÇO

Bloco Rabo do Elefante — Programação
📍 Baía Formosa – RN
📅 Sábado, 7 de fevereiro

  • 16h — Concentração (Casa Formosa) e Toré de Azevedo
  • 16h45 — Batuqueria de Bruxelas (Bélgica)
  • 17h — Saída do cortejo com Urso Amigo Batucada
  • 18h — Show musical na Praça dos Golfinhos
    🎤 Sandra Belê, Lis Albuquerque e Ceiça Farias

Realização: Associação Casa Formosa – Ponto de Cultura
Apoio: Fundação José Augusto | Governo do RN | Secult-RN | Dep. Divaneide Basílio

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Obras de duplicação da BR-304 avançam em ritmo acelerado

Trecho de 57,6 quilômetros com investimento de R$ 376 milhões está inserido no Programa de Aceleração do Crescimento

As obras de duplicação da BR-304, no trecho entre Assu e Mossoró, avançam com a fase de preparação e regularização do terreno e demais serviços característicos dessa etapa do projeto. Com as novas máquinas, previstas para chegar nos próximos dias, o planejamento das atividades de execução aponta que haverá aumento de produtividade e ritmo ainda mais acelerado. Nesta fase, os trabalhos ocorrem no sentido Assu-Mossoró.

“Estamos, neste primeiro momento, dentro de um segmento de três quilômetros, de acordo com a previsão. Com a otimização e a chegada de mais equipamentos, teremos ainda mais produtividade”, afirmou o encarregado-geral da obra, Lindomar dos Santos.

Ele informou que inicialmente é feito o “processo de supressão”, ou seja, a limpeza e remoção de obstáculos para circulação de trabalhadores, profissionais e equipamentos. Também se inicia a fase de terraplanagem, que envolve compensação e regularização do terreno no trecho em que será duplicada a via.

O local corresponde à etapa inicial do trecho da duplicação, com 57,6 quilômetros, que recebe investimento de R$ 376 milhões.

“O trabalho é onde há pontos de corte para dar um perfil longitudinal uniforme à rodovia, iniciado no quilômetro 57, na saída de Paraú, seguindo no sentido de Mossoró”, explica.

As obras começaram oficialmente no dia 21 de janeiro. Na ocasião, com a presença do ministro dos Transportes, Renan Filho, a governadora Fátima Bezerra enalteceu a relevância do projeto para o Estado.

“Esta é uma obra prioritária do Rio Grande do Norte que conseguimos inserir no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Representa o compromisso do nosso governo com a infraestrutura e o desenvolvimento sustentável de todas as regiões potiguares”, afirmou.

Com mais de 400 quilômetros em território potiguar, a BR-304 corta o Rio Grande do Norte, ligando a capital do Estado a Mossoró, sendo uma das principais vias de escoamento da produção econômica da região.

O secretário de Estado da Infraestrutura também tem destacado a relevância da duplicação da BR-304 para o RN. “A BR-304 é o principal eixo rodoviário do Estado, responsável pela conexão com as principais rodovias estaduais e demais federais. Portanto, essa obra terá impacto positivo para a infraestrutura no RN e o avanço das condições de desenvolvimento em todo o território potiguar”, afirmou.

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Sinduscon/RN participa da primeira reunião de governança do Ecossistema de Inovação Local da Construção Civil 

Encontro no Sebrae/RN, em Natal, marca início prático do projeto 

Na tarde desta quinta-feira (05), o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio Grande do Norte (Sinduscon/RN) participou da primeira reunião de governança do Ecossistema de Inovação Local da Construção Civil (ELI Construção Civil). A iniciativa representa um avanço estratégico para o fortalecimento da inovação, da competitividade e do desenvolvimento sustentável do setor no estado. 

A reunião teve como principal objetivo dar início à execução das ações estratégicas definidas durante a construção do ELI, em 2025, consolidando um modelo colaborativo que integra construtoras, entidades representativas, instituições de ensino e pesquisa, ambientes de inovação, poder público e agentes de fomento. 

De acordo com Adelle Nogueira, consultora do Sebrae/RN e consultora sênior dos Agentes Locais de Inovação em Ecossistemas, o encontro teve como foco a estruturação da governança, a validação do plano de ação e o desdobramento das ações que irão impulsionar o desenvolvimento do setor. 

“Hoje estruturamos a governança, alinhamos regras, princípios e normas, revisitamos alguns pontos que já foram debatidos anteriormente pelo grupo. Além disso, validamos as ações do plano de intervenção. Após essa validação, avançamos para o desdobramento dessas ações no formato 5W2H, detalhando a justificativa de cada ação, os indicadores que esperamos alcançar e como tudo isso será executado”, explica a consultora. 

Débora Melo, agente local de inovação responsável por acompanhar de perto a governança, enfatiza o trabalho colaborativo do projeto. “É importante lembrar que este é um ecossistema setorial, que envolve todo o Rio Grande do Norte. Embora a atuação esteja concentrada na Grande Natal, sempre que houver eventos e agendas estratégicas, vamos buscar essa integração em todo o estado”, pontua. 

Durante o encontro, foi reforçado o papel da governança como guardiã do propósito do ecossistema, com a responsabilidade de criar condições favoráveis à implementação das ações prioritárias, ao acompanhamento de indicadores, ao estímulo à cultura de inovação e à realização de ajustes estratégicos, sempre que necessário. 

Além do Sinduscon/RN, Sebrae/RN e Fiern, participam da governança do ELI Construção Civil instituições como Senai, Coopercon, Metrópole Parque UFRN, ITNC/IFRN, Pax, CREA/RN, Idema, Corpo de Bombeiros, Banco do Nordeste e Caixa Econômica Federal. 

Com vigência inicial de dois anos, a governança do ELI Construção Civil prevê a implementação de ações voltadas ao intercâmbio de boas práticas entre construtoras, à digitalização de processos, à adoção de tecnologias como o BIM, à integração entre indústria e varejo e ao desenvolvimento de soluções inovadoras para os principais desafios do setor. Ao final desse período, o modelo poderá ser renovado, assegurando a continuidade e a evolução do ecossistema. 

Para Ismália Carvalho, diretora executiva do Sinduscon/RN, essa primeira reunião representou um avanço importante para a construção civil do nosso estado. “A estruturação dessa agenda colaborativa, com metas claras e foco em inovação, modernização dos processos e integração entre os diversos atores do setor, é fundamental para acompanhar resultados, alinhar interesses e garantir que as iniciativas previstas no plano de ação gerem impactos concretos e sustentáveis para a indústria da construção civil potiguar”, finalizou. 

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