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Samsung terá pavilhão de exposição independente na CES 2026 para apresentar experiência de ecossistema de AI

Exposição propõe transformar o paradigma dos estandes tradicionais com experiências imersivas e Tech Forums que incluem painéis de liderança de pensamento

Imagem meramente ilustrativa

SÃO PAULO, Brasil – 26 de dezembro de 2025– A Samsung Electronics Co., Ltd. anuncia hoje que irá romper de forma ousada com o modelo convencional de exposições e apresentar um novo paradigma com o evento The First Look na CES 2026, a maior feira de eletrônicos de consumo do mundo, que acontece em Las Vegas, Nevada (EUA), de 6 a 9 de janeiro.

Para o The First Look, a empresa deixará de operar um estande público dentro do Las Vegas Convention Center (LVCC) e passará a contar com um pavilhão de exposição independente no hotel The Wynn Las Vegas. No local, a Samsung oferecerá aos visitantes uma experiência inspirada em técnicas utilizadas por galerias de arte e museus para apresentar seus novos produtos e tecnologias.

Com esse objetivo, a empresa construiu seu espaço de exposição, a Samsung Exhibition Zone, em uma escala líder no setor, permitindo que todas as atividades, como exposições de produtos, apresentações, eventos, fóruns de tecnologia e reuniões com clientes e parceiros estratégicos, aconteçam de forma integrada em um único local. A Exhibition Zone reflete o forte compromisso da Samsung em transformar o paradigma das exposições, indo além de uma simples mudança de local para uma abordagem verdadeiramente centrada na experiência do consumidor.

Além de portfólios de produtos: vivenciando a essência da AI em um espaço elaborado cuidadosamente

Na CES 2026, a Samsung apresentará sua abordagem unificada de inteligência artificial para a divisão Device eXperience (DX) e destacará a direção estratégica global da companhia. É justamente essa visão ambiciosa que levou a empresa a estabelecer um espaço de exposição independente, premium e em grande escala no The Wynn. Ali, a Samsung não terá limitações para demonstrar suas inovações, comunicando de forma completa sua estratégia e visão de AI, assim como o valor real que essa tecnologia pode oferecer aos consumidores.

O evento The First Look foi concebido para demonstrar como as tecnologias da Samsung transformam a vida das pessoas, indo além da simples apresentação de funcionalidades de novos produtos. Para proporcionar um ambiente totalmente imersivo, a exposição contará com menor fluxo de visitantes e uma programação aprimorada, garantindo uma experiência mais profunda e significativa.

Uma grande vitrine da Samsung AI no maior espaço da indústria

Por meio de uma narrativa cuidadosamente curada, a Samsung Exhibition Zone foi projetada para permitir que os visitantes se conectem de forma intuitiva às inovações em AI da Samsung, às principais tecnologias atuais e à visão de futuro da empresa. Sob o tema “Vem AI a Casa do Futuro”, a exposição demonstra como a Samsung aplicou amplamente tecnologias de AI não apenas em todas as suas categorias de produtos, incluindo dispositivos móveis, eletrodomésticos e displays, mas também nas funções e serviços que os conectam.

Os visitantes poderão vivenciar essas capacidades diferenciadas de AI, que oferecem conectividade contínua, inteligente e sempre ativa, a qualquer hora e em qualquer lugar. Esse ecossistema hiperconectado, no qual software e AI trabalham juntos para superar as limitações tradicionais do hardware, é algo que somente a Samsung é capaz de entregar.

Novos Tech Forums destacam tendências e tecnologias emergentes do setor

Na CES 2026, a Samsung também promoverá uma série de painéis do Tech Forum dedicados à explorar as principais tendências do setor e das tecnologias do futuro. As discussões acontecerão ao longo de dois dias, em 5 e 6 de janeiro (horário local), e contarão com quatro sessões focadas em AI, eletrodomésticos, serviços e design.

Cada sessão reunirá especialistas da Samsung e participantes de empresas parceiras, do meio acadêmico, da imprensa e da comunidade de analistas, que participarão de debates aprofundados sobre as tendências do setor, novas tecnologias e o futuro da indústria.

Para saber mais sobre o The First Look, visite a página especial da CES 2026 na Samsung Newsroom Brasil.

Sobre a Samsung Electronics Co. Ltd.

A Samsung inspira o mundo e molda o futuro com ideias e tecnologias transformadoras. A empresa está redefinindo os universos de TVs, sinalização digital, smartphones, vestíveis, tablets, eletrodomésticos e sistemas de rede, além de memória, sistemas LSI e semicondutores. A Samsung também avança em tecnologias de imagem médica, soluções de climatização e robótica, enquanto desenvolve produtos automotivos e de áudio inovadores por meio da Harman. Com o ecossistema SmartThings, a colaboração aberta com parceiros e a integração da Inteligência Artificial em todo o portfólio, a Samsung oferece uma experiência conectada, inteligente e fluida, além dos produtos e soluções de B2B, como a Linha Galaxy Robusta, Knox Suite e VXT. Para as notícias mais recentes da marca, acesse a Samsung Newsroom em news.samsung.com/br.

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A nova infraestrutura da inteligência artificial: o que vem depois do hype

Por Edgard Nienkotter, CEO da Hexa IT

Nos últimos dois anos, o mercado corporativo foi inundado por promessas de que a inteligência artificial (IA) transformaria tudo, da produtividade à experiência do cliente. De fato, o potencial é real, mas o que poucas empresas admitem é que boa parte dessas iniciativas trava antes mesmo de escalar, não por falta de modelos de IA, mas por ausência de infraestrutura preparada para sustentá-los.

A infraestrutura é o alicerce invisível da inteligência artificial, já que modelos generativos e algoritmos preditivos exigem volumes massivos de dados, processamento em alta densidade, latência mínima e conectividade constante. Essa combinação não é trivial. A maioria dos ambientes corporativos ainda opera com redes fragmentadas, políticas de acesso obsoletas e camadas de segurança que não dialogam entre si. É o cenário perfeito para gargalos e riscos.

Executivos que tratam a IA como uma ferramenta plug-and-play ignoram o custo real de torná-la escalável e confiável. Processar grandes modelos em nuvem pública sem uma estratégia híbrida, por exemplo, pode gerar consumo descontrolado e impacto financeiro severo. Ao mesmo tempo, insistir em manter tudo on-premises impede a agilidade que o aprendizado de máquina exige. O equilíbrio está na arquitetura híbrida, desenhada com inteligência de dados, governança e automação desde o início.

Outro ponto crítico é o armazenamento, considerando que a IA vive de dados limpos, acessíveis e rastreáveis. No entanto, boa parte das organizações ainda opera com silos e repositórios isolados. O dado é visto como insumo, mas raramente como ativo estratégico. Sem pipelines estruturados, políticas de versionamento e integração entre fontes, os algoritmos consomem informação imprecisa e produzem resultados questionáveis, o que compromete toda a credibilidade da aplicação.

A segurança também entra em uma nova dimensão, sendo que em ambientes impulsionados por IA, o perímetro tradicional de cibersegurança desapareceu. A proteção passa a ser por identidade e contexto, onde cada usuário, sistema e processo deve provar continuamente quem é e o que pode acessar. É a lógica Zero Trust aplicada não só à rede, mas ao próprio ciclo de aprendizado das máquinas.

Nesse cenário, a conectividade deixa de ser apenas meio e se torna parte estratégica da inteligência

Redes SDN (Rede Definida por Software), segmentação dinâmica e visibilidade ponta a ponta são pré-requisitos para o bom funcionamento de modelos de IA distribuídos entre data centers, nuvens e dispositivos de borda. A latência e a disponibilidade, antes vistas como métricas operacionais, passam a ter impacto direto na qualidade das decisões tomadas pelos algoritmos. É a infraestrutura, e não o software, que garante que a inteligência chegue ao lugar certo no tempo certo.

Outro desafio é o da governança e sustentabilidade tecnológica, em que à medida que o consumo energético e o footprint digital aumentam, a eficiência da infraestrutura passa a ser também uma questão ambiental e de reputação. Projetar arquiteturas mais enxutas, aproveitar recursos de computação sob demanda e adotar práticas de green IT não são apenas medidas de custo, são decisões éticas e estratégicas. O equilíbrio entre performance, segurança e responsabilidade será o verdadeiro diferencial competitivo na era da IA corporativa.

O próximo estágio da inteligência artificial não será definido por quem treina os melhores modelos, mas por quem constrói as infraestruturas mais resilientes, inteligentes e éticas. Isso exige um olhar sistêmico, que una engenharia, dados, segurança e negócio sob uma mesma estratégia digital. O hype da IA já passou, o que começa agora é a fase da maturidade técnica.

Edgard Nienkotter é um executivo de tecnologia com mais de 19 anos de experiência em vendas, operações e segurança da informação atuando em integradoras multinacionais. Atualmente ocupa o cargo de CEO na Hexa IT, onde lidera iniciativas de transformação digital, governança de TI e adoção de arquiteturas de cibersegurança para clientes dos mais diversos segmentos.

Sobre a HEXA IT

A HEXA IT é uma das maiores provedoras de soluções de TI do Brasil, especializada em Segurança da Informação, Conectividade e Infraestrutura, Sistemas Cloud, Centro de Serviços e Operações (SOC e NOC), Professional Services e alocação de profissionais.

Presente em todo o território nacional, a empresa está há dez anos no mercado, entregando soluções que aceleram a transformação digital nas empresas, reduzem custos e aumentam a eficiência e produtividade dos processos.

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Leitura transformada em experiência cinematográfica

Romance “Retratos no espelho”, de José Cristovam, combina diálogos contínuos, trilha sonora e estrutura de roteiro para explorar memórias e relações familiares

Um olhar íntimo sobre relações humanas, memórias e segredos familiares: na ficção Retratos no espelho, o escritor José Cristovam oferece uma experiência literária com o ritmo envolvente de uma produção cinematográfica. Construída inteiramente em diálogos profundos, a trama começa quando um psicólogo decide revisitar um caso que marcou sua carreira — o da família Lebazi Estevam. A partir de lembranças, a narrativa não linear leva o leitor a diferentes épocas: dos anos 1960 ao início de 2020, momentos importantes na trajetória de diversos personagens se sucedem como as cenas de um filme. 

Os diálogos retratam eventos decisivos na vida dos Lebazi Estevam, como conflitos no casamento, tensões entre pais e filhos, expectativas frustradas, reencontros inesperados e mágoas que atravessam décadas. Em cada conversa, fragmentos do passado surgem e ajudam o público a montar um “quebra-cabeça” dessa história familiar, a fim de desvendar as camadas emocionais que moldam o presente dos protagonistas. O autor também traz reflexões sobre temas universais: traumas do passado na formação adulta, os limites da culpa, a urgência da reconciliação e a busca por sentido diante de perdas. O amor e a amizade permeiam todas as falas do livro — nas relações desgastadas, mas também nas que resistem ao tempo. 

Jô, eu concordo que o amor muda as pessoas, mas só as pessoas que amam de verdade.  
(Retratos no espelhop.33) 

A obra, que se passa na região do ABC paulista, não traz descrições detalhadas dos protagonistas ou cenários: o formato dialogado estimula a imaginação, convida o leitor a ocupar o centro do enredo, imaginar rostos e preencher as pausas das interlocuções com as próprias emoções. Outro diferencial é a trilha sonora integrada com QR codes. Canções como “Exagerado”, de Cazuza, “Se eu quiser falar com Deus”, de Gilberto Gil, “Como uma onda”, de Lulu Santos, “Eduardo e Mônica”, do Legião Urbana, e “Caso Sério”, de Rita Lee, acompanham os sentimentos expressos em cada cena, reforçando a experiência sensorial. 

Ao apostar em um “filme escrito” — como José Cristovam descreve o livro, Retratos no espelho avança e recua apenas pelas vozes dos personagens, e permite que o leitor viva cada cena com intensidade, sem interrupções de capítulos ou narradores. O resultado é um romance que se lê como um roteiro: imersivo e guiado por camadas de verdades que só se revelam quando os membros familiares olham, sem filtros, para o próprio reflexo. 

Ficha técnica: 
Título: Retratos no espelho 
Subtítulo: Um filme de romance escrito 
Autor: José Cristovam 
Categoria: Romance 
ISBN: 978-65-5822-321-4 
Páginas: 628  
Preço: R$119,90 
Onde encontrar: Amazon 

Sobre o autor: José Cristovam, nascido na cidade de Santo André, é o segundo de uma família de cinco irmãos. Sua família chegou no ABC Paulista no início de 1960, oriunda do Sertão de Pernambuco. Trabalhou em feira livre dos cinco aos 16 anos. Formado como Técnico em Eletrônica, Bacharel em Administração de Empresas, Pós-Graduado em Marketing pela Fundação Santo André, Cursou Gestão Ambiental pela FGV. É empresário no segmento de reciclagem de resíduos tecnológicos, consultor e palestrante. Amante das artes, música, literatura, teatro, cinema e fotografia. Leitor eclético e apaixonado pela vida. Suas principais fontes de inspiração são a natureza e histórias de pessoas comuns, aliadas à sensibilidade traduzida por artistas das mais diversas formas de expressão. 

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Let’s Pipa traz curadoria gastronômica e open bar ultra premium na programação de grandes shows


Réveillon mais badalado do Rio Grande do Norte e um dos principais do Nordeste, o Let’s Pipa investe não só em grandes atrações para quase uma semana de shows como também busca proporcionar ao público o melhor da gastronomia e um open bar de alta qualidade que, de forma exclusiva no Brasil, trouxe a Beam Suntory, marca japonesa de bebidas ultra premium.

Prova é que a organização fechou com o restaurante Cicchetti que vai assinar a curadoria da praça de alimentação levando os melhores sabores, texturas e pratos pensados pra acompanhar cada momento dos shows. Tudo isso inspirado nos restaurantes de Veneza, com pratos perfeitos para dividir com os amigos durante as festas, com diversas opções no cardápio.

Diretor e sócio do Let’s Pipa, Rafael Almeida, ressaltou que as marcas são parte essencial da experiência proporcionada. “Temos parceiros como Beam Suntory, Aperol e Corona que elevam o nível do evento para um patamar diferente”, afirmou. Sem falar no energético Red Bull e no licor Ballena.

Já o open bar tem à frente a cerveja Corona, conhecida por embalar grandes momentos ao redor do mundo. Isso sem falar da Beam Suntory que traz dentro a Vodka Haku e gin Roku todos os dias dos shows e na virada o whisky especial The Chita em uma ativação exclusiva. Além disso, tem o lounge Aperol servindo o clássico Aperol spritz sem falar em um bar secreto da Campari com drinks especiais. “O público pode esperar drinks maravilhosos, ativações exclusivas e surpresas durante o evento”, garantiu.

Além disso, a Aciolly Distribuidora é a responsável exclusiva no Rio Grande do Norte pela distribuição do energético Red Bull e do licor Ballena, que também estão dentro da carta de opções do open bar no Let’s Pipa.

A empresa conseguiu este ano a chancela do selo Bebida Segura, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e Fecomercio, que atesta mais confiança em quais estabelecimentos oferecem bebidas alcoólicas seguras para o consumo.

A organização também planeja ativações especiais para o público que curtir os dias de festa no Let’s Pipa. “Cada detalhe aqui é pensando pro público curtir: Vans rodando a noite toda, cenografia que muda diariamente, lounges de descanso e banheiros que sempre estão impecáveis”, disse.

Com infraestrutura preparada para receber um grande público, o evento promete oferecer uma experiência completa e colocar o Rio Grande do Norte no mapa dos grandes réveillons do país. A venda de ingressos para o Let’s Pipa está disponível no link hospedado na bio do perfil oficial @letspipa no Instagram.

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Como proteger o seu ar-condicionado da maresia e garantir maior durabilidade

Gree Eletric Appliances

Em cidades litorâneas, corrosão causada pelo sal pode reduzir vida útil do ar-condicionado pela metade; Consumidores devem estar atentos a materiais anticorrosivos e garantia estendida oferecida por algumas marcas

A maresia é um velho problema para moradores de cidades litorâneas, mas poucos sabem que ela pode ser a responsável por encurtar (e muito) a vida útil do ar-condicionado. Em vez de durar 10 ou 15 anos, como em regiões urbanas comuns, o equipamento pode apresentar falhas graves em menos de cinco anos, principalmente se não contar com proteção adequada contra corrosão.

A brisa do mar, rica em partículas de sal, é altamente corrosiva para metais. Como o ar-condicionado possui diversos componentes metálicos em sua estrutura e funcionamento, ele está entre os eletrodomésticos mais vulneráveis a esse tipo de desgaste.

“O sal acelera a oxidação de serpentinas, gabinetes, conexões e até placas eletrônicas. Isso compromete o desempenho térmico e, com o tempo, torna o reparo economicamente inviável”, explica Romenig Magalhães, instrutor de P&D da Gree Electric Appliances.

Segundo dados de fabricantes, a vida útil média de um ar-condicionado em áreas urbanas varia entre 10 e 15 anos. Já em regiões litorâneas, essa estimativa pode cair pela metade ou até menos, caso o equipamento não possua tecnologias específicas, como serpentinas com revestimento anticorrosivo e componentes eletrônicos tropicalizados.

Tecnologia e garantia: aliados contra a maresia

A indústria de climatização tem respondido a esse desafio com o desenvolvimento de modelos projetados especificamente para ambientes costeiros, incorporando tecnologias anticorrosivas nas serpentinas e gabinetes. Além disso, algumas marcas, a exemplo da Gree (maior fabricante mundial do segmento), passaram a oferecer garantias estendidas que se destacam no mercado, cobrindo até 10 anos de funcionamento em condições adversas, como a maresia — um indicativo de maior confiança na durabilidade do produto.

“O ar-condicionado instalado em regiões litorâneas exige cuidados especiais devido à ação da maresia, que pode reduzir drasticamente a vida útil do equipamento. Pensando nisso, modelos com proteção anticorrosiva, como o Golden Fin, são ideais para esses ambientes”, explica Romenig Magalhães, instrutor de P&D da Gree Electric Appliances.

Um exemplo recente dessa tendência é o modelo Cassete G-Línea 1 Via, da Gree, lançado em julho, que conta com serpentina de cobre e proteção Golden Fin, a exemplo de outros modelos da marca. Esses aparelhos são especialmente desenvolvidos para suportar as condições desafiadoras de cidades litorâneas, garantindo maior durabilidade e tranquilidade para o consumidor.

Como proteger seu ar-condicionado da maresia

Além de escolher modelos com tecnologias anticorrosivas, os consumidores podem adotar algumas práticas para prolongar a vida do equipamento:

  • Escolha modelos com proteção Golden Fin, Blue Fin ou Black? Fin (anticorrosiva);
  • Instale a unidade externa em local protegido da ação direta do vento marinho;
  • Realize lavagens com água doce regularmente na parte externa do aparelho;
  • Contrate profissionais credenciados e exija o termo de garantia preenchido;
  • Faça manutenções preventivas semestrais e mantenha o histórico registrado.

Investir em um aparelho com proteção anticorrosiva e garantia estendida é uma decisão inteligente para evitar dores de cabeça no futuro, além de garantir melhor custo-benefício. Com a escolha certa e manutenção adequada, é possível manter o conforto e a eficiência do equipamento por muito mais tempo, mesmo com a maresia à espreita

Sobre a Gree Electric Appliances 

Fundada em 1991 e listada na Bolsa de Valores de Shenzhen em 1996, a Gree Electric Appliances, Inc. é um líder global em soluções de climatização e eletrodomésticos, com sede em Zhuhai, China. Com cerca de 80.000 funcionários e 77 bases de produção em todo o mundo, a Gree oferece produtos inovadores em mais de 190 países. A empresa se destaca por seu compromisso com a qualidade, desenvolvimento sustentável e inovação tecnológica, possuindo mais de 120 mil patentes. Presente no Brasil desde 2001, conta com uma filial em Manaus, capital do Amazonas. A Gree é a primeira empresa chinesa de eletrodomésticos a investir e construir uma fábrica no Brasil, tornando-se símbolo da capacidade de cooperação entre China e Brasil. A fábrica brasileira tem cerca de 100 mil metros quadrados e conta com mais de 1.500 funcionários. 

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Inteligência artificial na manufatura aumenta precisão e agilidade na produção de máquinas agrícolas

Tecnologia reduz tempo de análise de alterações em produtos e otimiza decisões técnicas na linha de produção

Mogi das Cruzes (SP) – A AGCO, líder global em projeto, fabricação e distribuição de máquinas agrícolas e tecnologia de agricultura de precisão, está ampliando o uso de inteligência artificial (IA) em suas operações industriais. Com tecnologia desenvolvida pela equipe de Engenharia de Manufatura, a unidade conseguiu reduzir em 90% o tempo de análise de alterações de engenharia de produto.

A ferramenta utiliza IA para gestão de introdução de alterações de engenharia de produto na fábrica, desde itens simples, como parafusos e porcas, até componentes completos, como faróis, capôs e motores. O sistema analisa os componentes cruzando informações sobre locais de montagem, postos de utilização e armazenagem e a partir desses dados, identifica qual área da fábrica receberá a respectiva informação de melhorias para análise.

“Antes da automação, o trabalho era feito manualmente por dois engenheiros e consumia, em média, um dia inteiro de trabalho. Com a IA, a tarefa passou a ser realizada em cerca de duas horas, com classificação automática das ordens e direcionamento para os times responsáveis”, explica Giuliano Scapin, supervisor de manufatura da AGCO e um dos responsáveis pelo projeto.

Além da automação do fluxo de alterações técnicas no produto, a equipe de Engenharia de Manufatura também iniciou o desenvolvimento de uma ferramenta com foco em organização de dados para apoio técnico. O projeto é baseado em dados internos da companhia e utiliza inteligência artificial para estruturar informações sobre o desempenho das máquinas agrícolas nas primeiras 50 horas de uso.

A partir da análise dessas informações, o objetivo da equipe é formar um banco de dados que permita visualizar com mais clareza os pontos que já possuem solução registrada e aqueles em que é possível avançar em melhorias. O sistema reúne informações históricas de diferentes modelos e componentes, indicando onde já existem encaminhamentos em andamento e onde o processo ainda não foi iniciado.

“A proposta é estruturar uma base que possa ser consultada para facilitar a busca de soluções, incluindo informações de diferentes regiões e diferentes contextos. A aplicação em desenvolvimento tem como referência o conceito de assistente virtual, organizando os dados de forma que técnicos, concessionários e analistas consigam identificar de maneira mais rápida quais etapas seguir diante de determinadas situações”, detalha Scapin.

O uso de inteligência artificial também reforça uma abordagem mais eficiente e sustentável no processo produtivo. “A expectativa é que a automação contribua para decisões técnicas mais rápidas, reduzindo retrabalho e desperdícios, e aumentando a eficiência operacional ao longo de toda a cadeia produtiva”, afirma Paulo Vilela, diretor de engenharia da AGCO.
 

Sobre a AGCO

A AGCO (NYSE: AGCO) é líder global em design, fabricação e distribuição de máquinas agrícolas e tecnologia agrícola de precisão. A AGCO agrega valor aos agricultores e clientes OEM por meio de seu portfólio de marcas diferenciadas, incluindo as marcas líderes Fendt®, Massey Ferguson®, PTx e Valtra®. A linha completa de equipamentos, soluções agrícolas inteligentes e serviços da AGCO ajuda os agricultores a alimentar nosso mundo de forma sustentável. Fundada em 1990 e sediada em Duluth, Geórgia, EUA, a AGCO teve vendas líquidas de aproximadamente US$ 11,7 bilhões em 2024. Para obter mais informações, visite www.agcocorp.com.

AGCO – Atendimento à Imprensa
E-mail: agco@fsb.com.br

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Top 5 tendências que irão moldar a indústria e o varejo em 2026

Yalo

Entenda como agentes inteligentes guiados por IA poderão escalar com disciplina, governança e retorno financeiro moldando completamente o cenário da indústria varejista global

O ano de 2025 foi marcado pelo boom de tecnologias avançadas guiadas por Inteligência Artificial (IA). A indústria, de modo geral, especificamente o setor varejista, observou e acompanhou as mudanças do consumidor, como, por exemplo, sua forma de se relacionar, consumir e comprar. A fronteira entre o espaço físico e o cenário online foi superada e a experimentação das novas ferramentas inteligentes convenceu grande parte das empresas, mas a maioria segue presa em pilotos isolados, com retorno limitado. Essa é a grande virada de 2026: escalar tecnologia com coerência, administração e lucro, transformando as tendências de mercado em uma necessidade estratégica. 

 
É justamente essa transição da fase de testes para a implantação em escala que traduz o principal desafio enfrentado pelas organizações do mundo inteiro. Embora o valor da IA já seja capturado, a percepção do impacto ainda está em construção. Segundo a pesquisa global “The State of AI 2025”, conduzida pela McKinsey, apenas 39% das empresas atribuem qualquer nível de impacto do lucro à IA. Para Danilo Rocha, Diretor de Vendas Brasil da Yalo, especialista em integração de IA em canais conversacionais e agentes inteligentes focados na indústria, com dados abundantes e maturidade das ferramentas, em 2026 o mercado será moldado por tendências que ganharam ainda mais força, já que, ainda de acordo com o relatório, 80% dos entrevistados afirmam definir a eficiência como um objetivo de suas iniciativas de IA, além de estabelecerem o crescimento e a inovação como medidores adicionais do impacto. 

Novo comportamento do consumidor supera “Crise da Confiança” 

De acordo com o relatório “NIQ’s 2026 Consumer Outlook”, da NielsenIQ, a cautela e a percepção de valor moldaram profundamente o comportamento do consumidor que enfrentou transformações significativas ao longo dos anos. O estudo afirma que 95% dos consumidores definem a confiança como elemento fundamental para escolher uma marca. “Apesar da crescente cautela do consumidor, as marcas podem conquistar a lealdade construindo confiança e oferecendo valor além do preço”, disse Marta Cyhan-Bowles, diretora de comunicações e chefe de marketing global COE da NIQ. 

De fato, o que antes podia se resumir em “comprar por impulso”, agora é repensado e avaliado sobre a intenção real por trás de uma compra. Outro levantamento da Euromonitor International revelou que a confiança se tornou ativo estratégico, uma vez que 57% dos consumidores avaliados pesquisaram exaustivamente sobre produtos e serviços antes de realizar uma compra em 2024. O foco foi do preço, único e exclusivamente avaliado, para a confiabilidade, alinhando conveniência, experiência e coerência como os próprios valores dos consumidores. 

Agentes inteligentes de IA 

Os agentes inteligentes de IA continuarão sendo a principal força motriz para 2026, evoluindo da função de possibilitar ganhos operacionais através da análise de dados e de gestão da logística, para impulsionar a expansão de forma controlada, estabelecendo novos padrões de governança e maximizando o retorno sobre o investimento (ROI). No levantamento da McKinsey, 62% dos entrevistados disseram que suas organizações estão pelo menos experimentando agentes de IA e 88% relataram uso regular de IA em pelo menos uma função de negócios.  

O Gartner prevê que, até 2026, 40% das aplicações empresariais contarão com agentes de IA dedicados a tarefas específicas, contra menos de 5% em 2025, ou seja, eles serão elementos fundamentais para escalar a conversação e o atendimento, permitindo interações valiosas e personalizadas com milhões de clientes de forma simultânea e imediata. A grande oportunidade que a tendência traz é de que os assistentes virtuais não respondem apenas às perguntas que recebem, mas antecipam necessidades, sugerem produtos adequados e executam transações completas em nome do consumidor. Danilo alerta que “o desafio é garantir que essa comunicação seja fluida e o mais natural possível”. 

Relacionamento inteligente e ascensão conversacional 

O executivo da Yalo adianta que, em 2026, saber apenas o nome do cliente não será mais o suficiente para um atendimento de valor. “A indústria e o varejo precisarão entender o contexto real do consumidor, antecipando o desejo, oferecendo o produto ideal, no momento perfeito”. Sendo assim, uma das principais tendências de uso será a personalização estratégica, focada em compreender o comportamento do consumidor e do parceiro de negócio em tempo real para fornecer soluções sob medida, tanto na jornada quanto na otimização da cadeia de suprimentos. “O objetivo é ir além da simples automação, buscando construir um relacionamento inteligente e sólido por meio de conversas com histórico e antecipação das necessidades, visto que a inércia ou a irrelevância serão penalizadas com a perda de atenção”, finaliza.  

Conversação por voz e o fim das interfaces tradicionais  

De acordo com o relatório “How the World Does Digital” (2024) da PYMNTS Intelligence, que examinou os comportamentos digitais de mais de 67.000 consumidores em 11 países (representando cerca de 50% do PIB global), a interação por voz já é um meio de compra estabelecido. A pesquisa revela que 17,9% da população em geral utiliza a tecnologia de voz para realizar compras pelo menos uma vez por semana. A tendência é liderada pela Gen Z, já que 30,4% dos jovens fazem compras por voz semanalmente, utilizando assistentes virtuais e dispositivos digitais, indicando a consolidação da conversação por voz como um canal crucial de vendas.  

“A conversação por voz avança como um meio de compra e suporte crucial, uma vez que o uso da voz para pesquisa, compra e serviço ao cliente elimina a necessidade de digitar ou navegar por menus complexos, acelerando o ciclo de compra e melhorando a satisfação. Isso reforça a importância de canais diretos e integrados, além de inclusivos, que funcionem como uma única vitrine, facilitando a fluidez da jornada”, explica Danilo. 

Crescimento das vendas por canais integrados e populares 

O avanço do chat commerce, impulsionado pela IA, redefiniu o relacionamento B2B, conectando grandes marcas a milhões de pequenos e médios varejistas via canais amplamente utilizados como o WhatsApp. Ao automatizar toda a jornada de compra – do pedido à personalização de ofertas e gestão de relacionamento – a Inteligência Artificial garante que o pequeno empreendedor possa, por exemplo, repor seu estoque de forma rápida e intuitiva, 24 horas por dia durante os setes dias da semana.  

O Gartner projeta que, até o ano que vem, quatro em cada dez interações digitais ocorrerão por voz ou linguagem natural, tornando a comunicação com máquinas mais fluida que a navegação por menus ou cliques. Essa tendência se reflete em canais como o WhatsApp, que cresce em países emergentes e redefine o relacionamento entre grandes marcas e microvarejistas. Para Danilo, esse é o próximo campo de disputa do varejo: “O cliente não quer apenas ser atendido rapidamente. Ele deseja ser compreendido. A personalização só tem potencial de conversão quando reflete contexto e timing.” 

“A visão do impacto da IA dentro das organizações precisa ir além para que o desafio da implantação seja vencido com estratégia e inteligência. Mais do que tratar a tecnologia como motor de transformação, redesenhando fluxos de trabalho e acelerando a inovação, é urgente superar as velhas propagandas de interrupção. Estará na frente o negócio que se adaptar ao novo comportamento do consumidor, ofertando um produto ou serviço que nem ele mesmo sabia que precisava tanto naquele exato momento”, finaliza Danilo Rocha, Diretor de Vendas Brasil da Yalo, plataforma inteligente de vendas impulsionada por agentes. 

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Clube de Costura inicia 2026 com oficinas de férias e atividades criativas que reaproveitam retalhos do polo de moda da Região da 44

Agenda de janeiro já está com inscrições abertas para todas as idades

Goiânia, dezembro de 2025 – O Clube de Costura, projeto institucional do Grupo Mega Moda, divulgou a programação completa de janeiro de 2026 com cursos e oficinas voltadas ao público adulto e infantil. A agenda reúne, atividades criativas e módulos introdutórios que reforçam o espaço como referência regional em capacitação têxtil, sustentabilidade e inovação no maior polo de moda do Centro-Oeste. Para este ano, estão previstos mais de 60 Turmas de Modelagem Corte e Costura e Oficinas, além das turmas mensais de Costura Livre e as de Modelagem que dão continuidade às aulas de acordo com sua disponibilidade e interesse

A grade do janeiro foi planejada para atender iniciantes e alunos em aperfeiçoamento. Os módulos incluem aprendizagem contínua, formação em modelagem e costura, além de oficinas temáticas que aproximam crianças e famílias do universo da criação têxtil, aproveitando o período de férias escolares. —

Costura Livre – Mensal será oferecida às segundas, quartas e sextas, das 9h às 13h ou 14h às 18h, além de turmas aos sábados das 14h às 17h. São 20 horas de acompanhamento técnico, nas quais o participante desenvolve peças próprias sob orientação profissional.

curso Modelagem Básica – Mensal, às terças e quintas das 14h às 18h, também conta com 20 horas de conteúdo. O módulo ensina fundamentos da modelagem plana, habilidade central para quem deseja ingressar ou se aperfeiçoar no mercado de confecção.

Já o Básico de Modelagem, Corte e Costura oferece duas opções: aos sábados, das 8h às 13h (15 horas totais, ou às terças e quintas-feiras, das 14h às 18h (16 horas totais). O curso integra teoria e prática em construção, corte, montagem e acabamentos de peças.

Oficinas de férias e atividades infantis

O Clube de Costura abrirá oficinas de férias para crianças de 6 a 14 anos, com foco em criatividade, expressão e introdução ao universo da moda. Todas as atividades utilizam retalhos doados pelos produtores de moda do Grupo Mega Moda e da Região da 44, reforçando a sustentabilidade e o reaproveitamento têxtil – um dos pilares do projeto.

Roupa de Boneca ou Pelúcia

Oficina voltada à costura de roupinhas para bonecas ou pelúcias, com três turmas disponíveis:
– 6 e 8 de janeiro: 9h às 12h
– 13 e 15 de janeiro: 14h às 17h
– 20 e 22 de janeiro: 9h às 12h
Cada módulo tem carga horária de 6 horas.

Costurar é uma Arte

Voltada à criação de vestido ou macacão sob medida para a criança:
– 6 e 8 de janeiro: 14h às 17h30
– 13 e 15 de janeiro: 9h às 12h30
Carga horária: 7 horas.

Mães e Filhos – Costura Criativa

A oficina será realizada em 10 de janeiro (sábado), das 8h30 às 12h30. A atividade convida mães e filhos a criarem juntos uma peça especial, fortalecendo memórias afetivas por meio da costura.

Pequenos Estilistas – Introdução ao Desenho de Moda

As turmas ocorrem em duas datas:
– 13 e 15 de janeiro: 14h às 17h
– 20 e 22 de janeiro: 9h às 12h
Carga horária: 6 horas por turma.

As turmas possuem vagas limitadas. Informações e inscrições estão disponíveis pelo WhatsApp (62) 98591-6597. As atividades acontecem no Piso G3 do Mega Moda Shopping, Rua 67-B, N165, Norte Ferroviário, em Goiânia. *Dias e horários podem sofrer alteração conforme formação das turmas.

Coluna Versátil News

[Pauta] – Check-up médico: por que incluir ouvido, nariz e garganta na rotina de cuidados com a saúde

Hospital Paulista

Avaliações otorrinolaringológicas ajudam a identificar doenças silenciosas, prevenir perdas auditivas e melhorar sono, respiração e qualidade de vida em todas as idades

Quando se fala em check-up médico, exames de sangue, coração e pressão arterial costumam estar no topo da lista. Já a avaliação de ouvido, nariz e garganta ainda é frequentemente deixada de lado. O problema é que diversas doenças otorrinolaringológicas evoluem de forma silenciosa e só são percebidas quando já causam impactos significativos na audição, na respiração, no sono e na comunicação.

Segundo a Dra. Ana Beatriz, otorrinolaringologista do Hospital Paulista, essa percepção equivocada faz com que muitas pessoas procurem o especialista apenas diante de sintomas evidentes, como infecções ou perda auditiva já instalada.

Doenças que avançam sem dor (e merecem atenção)

Diversas condições comuns podem se desenvolver de forma gradual, sem causar incômodos imediatos. Entre elas estão a perda auditiva progressiva, relacionada à idade ou à exposição ao ruído, muitas vezes percebida apenas quando já interfere na comunicação; otites crônicas e disfunções da tuba auditiva; rinite e sinusite crônicas, que prejudicam respiração, sono e concentração; além da apneia do sono, frequentemente subdiagnosticada, mas associada a riscos cardiovasculares.

Outro sinal de alerta é o zumbido, que pode indicar alterações auditivas ou neurológicas, assim como as lesões iniciais de laringe, comuns em profissionais da voz e que, quando diagnosticadas precocemente, têm tratamento mais eficaz.

Crianças, idosos e quem convive com ruído

Alguns públicos merecem acompanhamento ainda mais atento. No caso das crianças, a avaliação auditiva começa ao nascimento, com o teste da orelhinha, e deve seguir ao longo da infância, especialmente diante de atrasos de fala, dificuldades escolares ou infecções de repetição. Avaliações respiratórias também são fundamentais, já que crianças respiradoras bucais tendem a dormir mal, o que impacta diretamente o rendimento escolar e o comportamento.

Entre idosos, a recomendação é realizar audiometria periódica (de preferência, anual) para detectar precocemente a perda auditiva relacionada à idade. Já pessoas expostas a ruído intenso, como quem frequenta shows, utiliza fones de ouvido com frequência ou trabalha em ambientes barulhentos, devem incluir exames auditivos preventivos na rotina.

Exames como audiometria, imitanciometria, nasofibroscopia e, em alguns casos, avaliações do sono, fazem parte desse acompanhamento e ajudam a mapear alterações antes que elas se tornem irreversíveis.

Prevenção hoje, qualidade de vida amanhã

A detecção precoce é um dos principais benefícios do check-up otorrinolaringológico. Identificar alterações no início permite tratar, controlar ou reduzir significativamente a progressão de diversas doenças.

Entre os ganhos estão a preservação da audição e da comunicação, melhora da qualidade do sono e da respiração, prevenção de impactos cognitivos (especialmente em idosos) e um desenvolvimento mais saudável da linguagem em crianças.

“O check-up otorrinolaringológico deve ser encarado como uma estratégia de prevenção, não apenas de tratamento. Incluir ouvido, nariz e garganta na rotina de cuidados é investir em bem-estar, autonomia e qualidade de vida ao longo de todas as fases da vida”, reforça a médica.

Sobre o Hospital Paulista de Otorrinolaringologia

Fundado em 1974, o Hospital Paulista de Otorrinolaringologia possui cinco décadas de tradição no atendimento especializado em ouvido, nariz e garganta e durante sua trajetória, ampliou sua competência para outros segmentos, com destaque para Fonoaudiologia, Alergia Respiratória e Imunologia, Distúrbios do Sono, procedimentos para Cirurgia Cérvico-Facial, bem como Buco Maxilo Facial.  Referência em seu segmento e com alta resolutividade, conta com um completo Centro de Medicina Diagnóstica em Otorrinolaringologia. Dispõe de profissionais de alta capacidade oferecendo excelentes condições de suporte especializado 24 horas por dia.

Coluna Versátil News

Câncer Infantojuvenil: Casa Durval Paiva lança Campanha Diagnóstico Precoce 2026 com o mote “Seja um porta-voz do Diagnóstico Precoce”

Há 30 anos, atuando na promoção da qualidade de vida de crianças e adolescentes em tratamento contra o câncer e doenças hematológicas crônicas, a Casa Durval Paiva dará continuidade, em 2026, à Campanha do Diagnóstico Precoce do Câncer Infantojuvenil. A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso à informação e sensibilizar a sociedade para o reconhecimento dos principais sinais e sintomas da doença, fator decisivo para o aumento das chances de cura.

Com o mote “Seja um porta-voz do Diagnóstico Precoce”, a campanha trabalhará, ao longo de todo o ano, os principais tipos de neoplasias que acometem crianças e adolescentes. A cada mês, um tipo específico de câncer será destacado, promovendo ações educativas, informativas e de mobilização social. “Seja um porta-voz do Diagnóstico Precoce” traduz o propósito central da campanha da Casa Durval Paiva em 2026: transformar a informação em uma ferramenta de cuidado e proteção à vida. A proposta vai além da conscientização individual e convida toda a sociedade a assumir um papel ativo na identificação precoce do câncer infantojuvenil: cada pessoa informada pode ser um elo decisivo na rede de cuidado e esperança.

Janeiro será dedicado ao alerta sobre a Leucemia, tipo de câncer mais frequente na infância. Durante o mês, a Casa Durval Paiva reforçará a importância de observar sinais como palidez, cansaço excessivo, febre persistente, sangramentos e dores ósseas, estimulando a busca por avaliação médica diante de qualquer suspeita. O vídeo oficial da campanha pode ser encontrado, a partir do dia 01 de janeiro de 2026, no canal do YouTube da Casa: https://youtu.be/w-PMjISScpo.

O cronograma da campanha seguirá com destaque mensal para Tumores do Sistema Nervoso Central (fevereiro e dezembro), Osteossarcoma (março), Linfoma (abril), Neuroblastoma (maio), Câncer dos Tecidos Moles (junho), Retinoblastoma (julho), Tumor de Wilms (agosto), além do Setembro Dourado, mês de conscientização do câncer infantojuvenil, e o Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantojuvenil (DNCCI), em novembro.

A Casa Durval Paiva ressalta que não existe um exame específico de rastreamento para o câncer infantojuvenil, tornando fundamental a atenção de pais, responsáveis, professores, médicos, dentistas e demais profissionais que convivem com crianças e adolescentes. Reconhecer precocemente os sinais pode salvar vidas e transformar histórias.

Por meio da Campanha Diagnóstico Precoce 2026, a instituição reafirma seu compromisso com a informação, a prevenção e a mobilização social em prol da vida.

Conheça outras ações e projetos desenvolvidos pela Casa em www.casadurvalpaiva.org.br ou nas redes sociais da instituição (@casadurvalpaiva).

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