18 de junho de 2018

CLICKS E EVENTOS

Detran realiza fiscalização da Lei Seca no Mossoró Cidade Junina

As fiscalizações resultaram na realização de 1.060 testes de alcoolemia em motoristas que foram abordados durante os dois dias das operações. “Ainda é possível encontrar muito motoristas desrespeitando a Lei Seca, porém as fiscalizações estão mais presentes e com isso podemos contribuir com a segurança no trânsito como estamos fazendo durante o Mossoró Cidade Junina”, comentou o coordenador da Operação Lei Seca no RN, capitão Isaac Paiva.

No caso da Lei Seca, o motorista flagrado dirigindo embriagado é punido com retenção da CNH, apreensão do veículo, que só será liberado com a presença de um condutor habilitado, multa no valor de R$2.934,70 e sete pontos na carteira, além de outras penalidades administrativas (artigo 165 CTB). Isso se o teste de bafômetro acusar até 0,33 mg/l de álcool por litro de sangue no organismo ou se ele se recusar a fazê-lo.

Se o teste acusar a partir de 0,34 mg/l, ou se ele se recusar a fazê-lo, mas apresentar sinais visíveis de embriaguez, além de responder nos termos do artigo 165, vai ser enquadrado no artigo 306 (crime de trânsito): será preso e conduzido à Delegacia de Polícia, onde será iniciado o devido processo legal, respondendo pelo crime que prevê a punição de seis meses a três anos de prisão.

Copa do Mundo

A operação também foi empreendida nesse domingo (17), em Natal, durante o jogo da seleção brasileira na Copa do Mundo. Foram realizados 315 testes de alcoolemia que resultaram na notificação administrativa de 35 condutores. Também foram contabilizados 19 autos de infração por desrespeito a diversos artigos do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

 

Assessoria de Comunicação Detran/RN

DIA DIA

Começam os saques do PIS/Pasep

Brasília – Pessoas enfrentam filas no primeiro dia de saque do FGTS de contas inativas (Antonio Cruz/Agência Brasil)

A partir de hoje (18), os brasileiros com mais de 57 anos, que são titulares de contas inativas dos fundos dos programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), poderão sacar esses recursos.

Entre os dias 14 e 28 de setembro, a autorização será ampliada para todas as idades, diferentemente do que ocorria até então, quando o saque total só podia ser feito quando o trabalhador completasse 70 anos, se aposentasse, tivesse doença grave ou invalidez ou fosse herdeiro de titular da conta.

A mudança da regra ocorreu na última semana, quando o presidente Michel Temer assinou decreto que amplia as possibilidades de saque até o dia 28 de setembro. A estratégia do governo é impulsionar a economia, seguindo o modelo adotado na liberação de saques das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que representaram cerca de R$ 43 bilhões em movimentação.

Pelas contas do governo, 28,7 milhões de pessoas serão beneficiadas. Em cifras, são R$ 34,3 bilhões disponíveis para saque no Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal. Isto porque 3,6 milhões de pessoas já resgataram R$ 5 bilhões em recursos dos dois programas.

Quem tem direito

Tem direito ao saque servidores públicos e pessoas que trabalharam com carteira assinada de 1971, quando o PIS/Pasep foi criado, até 1988. Quem contribuiu após 4 de outubro de 1988 não tem direito ao saque.

Isso ocorre porque a Constituição, promulgada naquele ano, passou a destinar as contribuições do PIS/Pasep das empresas para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que paga o seguro-desemprego e o abono salarial, e para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Para saber se tem direito ao benefício, o trabalhador pode acessar os sites www.caixa.gov.br/cotaspis e www.bb.com.br/pasep.

DIA DIA

Lei Seca completa 10 anos

Na madrugada da última segunda-feira (11), Luiz Carlos Mello Silva, 15, andava de bicicleta em uma avenida na zona sul de São Paulo.

Sem que percebesse a aproximação de um carro em alta velocidade, o garoto foi atingido pelas costas e lançado a uma altura de cerca de cinco metros. Na queda, o magro adolescente bateu com o rosto na guia e morreu no local.

O motorista foi submetido a um exame de bafômetro, que acusou a embriaguez. Ele está preso à espera de julgamento.

Luiz Carlos morreu no mês de aniversário de dez anos da Lei Seca, completados nesta terça (19). A legislação estabeleceu maior rigor contra quem bebe e dirige —regras endurecidas cinco anos depois.

Embora não disponham de série completa comparativa de dados com os critérios iguais desde antes da Lei Seca, autoridades de trânsito de São Paulo e do Rio indicam que, nos últimos anos, parte dos motoristas mudou de comportamento e ficou mais difícil flagrar embriagados.

Por outro lado, especialistas temem relaxamento nessa mudança de comportamento e alertam que apenas com mais fiscalização será possível reverter o cenário de mortes como a de Luiz Carlos.

“De que adianta existir a Lei Seca e meu filho ter morrido por culpa de um motorista bêbado?”, questiona o comerciante Luiz Aparecido da Silva, 39, pai de Luiz Carlos.

Balanço do Detran de SP aponta que em 2013 houve 12.746 abordagens, das quais 1.226 resultaram em multas.

Ou seja, 9,6% dos motoristas foram autuados pelo departamento por terem se recusado a fazer o teste do bafômetro ou por estarem comprovadamente alcoolizados.

Em 2017, o Detran paulista bateu o seu próprio recorde de testes realizados: foram 78.009 abordagens e 5.179 autuações —6,6% do total.

A queda do percentual de motoristas autuados ocorre também no estado do Rio de Janeiro. Entre 2013 e 2018, o índice de motoristas flagrados sob efeito de álcool ou que se recusaram a fazer o teste do bafômetro caiu de 6,7% para 4,4%. Em 2011, esse número chegou a ser de 11,6%.

Logo no primeiro mês da lei, em 2008, o Ministério da Saúde divulgou um levantamento que indicava que ela tinha ajudado a reduzir em 24% os atendimentos emergenciais a feridos em acidentes de trânsito feitos pelo Samu.

Porém, outros dados da pasta apontam que, ao longo desta década, o número de pessoas que admitem beber e dirigir teve pequenas variações —e continua preocupante.

Em 2011, pesquisa anual feita por telefone com pacientes do SUS mostrava que 6% dos entrevistados admitiam dirigir após ingerir álcool. Em 2013, o índice foi o menor da série, 5,2%, mas em 2016 foi de 7,3%. Em 2017, ficou em 6,7%.

Outros dois estudos da USP apontam que, nos casos em que há morte da vítima de trânsito, a presença de álcool subiu entre 2005 e 2015.

Em 2005, o estudo analisou amostras de sangue de 907 vítimas do trânsito paulistano (60% dos casos naquele ano). Em 39% das vezes, a vítima tinha algum vestígio de álcool. A maior preponderância de álcool era entre os motoristas e passageiros de carros.

Em 2015, o mesmo laboratório analisou 56 amostras de sangue de novas vítimas do trânsito paulistano, numa amostragem que estatisticamente representa as vítimas de toda a cidade. Em 43% dos casos, o álcool estava presente no sangue das vítimas.

Para Gabriel Andreuccetti, pesquisador do departamento de medicina legal da Faculdade de Medicina da USP, o dado mostra que, apesar da diminuição geral das mortes no trânsito nos últimos anos, o álcool continua bastante presente como causa de acidentes fatais.

Para Nilton Gurman, do movimento “Não foi acidente”, o que se percebeu ao longo da última década foi uma adesão inconstante dos motoristas à restrição do uso do álcool no trânsito, a depender do aperto da legislação e do comportamento da população.

Segundo ele, a criação da lei em 2008 foi só um degrau, mas que logo acabou prejudicado pelo que chama de distorção no Judiciário, que adotou a tese de que ninguém poderia produzir provas contra si.

“Isso prejudicou muito a eficácia da lei. Mas, desde então, a lei mudou e os prazos das penas aumentaram. A partir de 2012, por exemplo, a recusa ao bafômetro passou a ser multada. E cada um desses avanços foi um novo degrau”, disse.

Nilton Gurman é tio de Vitor Gurman, morto atropelado em julho de 2011 por uma nutricionista que estava alcoolizada e em alta velocidade.

Outro fator preocupante é o aumento do número de motoristas que se recusam a fazer um teste de bafômetro para escaparem de uma prisão, como mostrou a Folha em dezembro de 2017.

Naquele ano (entre janeiro e setembro), as recusas ao bafômetro foram de 10%. No mesmo período de 2015, esse índice era de somente 1,4%.

Ainda que o motorista recuse o teste de bafômetro para evitar uma prisão, as penalidades são de multa de R$ 2.934,70 e suspensão do direito de dirigir por um ano.

Para o especialista em segurança viária Horácio Figueira, é preciso criar ainda mais restrições ao motorista que decida recusar o teste, para que essa não seja uma alternativa viável.

“Por que uma pessoa se recusou a usar o bafômetro? É porque ela bebeu. Acho que a lei deveria mudar para que, no momento de obtenção da CNH (Carteira Nacional de Habilitação), o novo motorista soubesse que, se um dia ele recusar o teste de bafômetro, ele terá a habilitação suspensa por cinco anos”, sugere.

Figueira defende que a estratégia de blitz também deve ser aperfeiçoada.

Além das grandes blitze, a Polícia Militar deveria investir em pequenas abordagens, com curto tempo de duração na mesma rua, para driblar aplicativos e redes sociais que avisam sobre a presença de policiais. “A blitz não pode ser previsível”, comenta.

Maurício Januzzi, presidente da comissão de direito viário da OAB-SP, diz que a fiscalização no país ainda não é efetiva. “Ela é por amostragem. O motorista não sabe se vai ser abordado ou não. Por isso, o comportamento continua o mesmo, que é o de beber e dirigir. Isso só mudará quando o motorista tiver a certeza absoluta de que ele será abordado. Não basta o rigor da punição [com penas e multas altas], é preciso a certeza da punição”, diz Januzzi.

O QUE ACONTECE COM QUEM É PEGO NO TESTE DO BAFÔMETRO
Se o aparelho indicar…

… menos de 0,3 mg de álcool por litro de ar soprado ou se o motorista se recusar a fazer o exame Multa de R$ 2.934 e suspensão da CNH

… 0,3 mg ou mais 6 meses a 3 anos de prisão, multa de R$ 2.934 e suspensão da CNH

O que mudou em 10 anos

Jul.2008 Lei Seca é promulgada

Dez.2012 Vídeos e exames clínicos passam a servir como provas. Recusa a fazer teste passa a render multa (R$ 1.915 )

Nov.2016 Multa aumenta para R$ 2.934

Abr.2018 Penas mais duras para motorista bêbado que mata ou fere alguém

Esporte

Brasil estreia na Copa do Mundo com empate diante da Suíça

Começou a Copa do Mundo FIFA 2018 para a Seleção Brasileira! Neste domingo (17), a equipe comandada pelo técnico Tite enfrentou a Suíça, na Arena Rostov, na Rússia, e empatou em 1 a 1. O golaço da Canarinho foi marcado por Philippe Coutinho, que finalizou de fora da área e acertou o ângulo do goleiro suíço.

Com o ponto somado, o Brasil aparece na segunda posição do Grupo E, liderado pela Sérvia, que venceu a Costa Rica por 1 a 0 na manhã deste domingo. O próximo compromisso da Seleção será na sexta-feira (22), às 9h (de Brasília), contra a Costa Rica, em São Petesburgo.

O jogo

O início do Brasil na Copa do Mundo foi como o torcedor gosta de ver: o time pressionando e próximo ao gol a todo instante. A primeira chegada da Canarinho foi aos cinco minutos de jogo, quando Willian avançou pela direita e cruzou bem, mas viu a bola passar por todo mundo e sair. A equipe brasileira foi tocando a bola com paciência, enquanto a Suíça se fechava. Aos 11, uma ótima chance. Após boa jogada pela esquerda com Philippe Coutinho e Neymar, Paulinho recebeu e desviou para o gol, que por muito pouco não foi marcado.

Com maior posse de bola e mais criativo, o Brasil chegou perto novamente aos 16 minutos. Coutinho arrancou sem marcação e passou para Gabriel Jesus, que finalizou cruzado e viu Sommer fazer a defesa. Na sequência, aos 19, saiu um golaço! Marcelo cruzou, a zaga adversária cortou, mas a bola sobrou para Coutinho, de fora da área, acertar a gaveta do goleiro suíço: 1 a 0. O Brasil ficou perto de ampliar os 32, quando Neymar cobrou escanteio, e Jesus cabeceou muito perto do gol suíço.

Atrás no marcador, a Suíça arriscava em cruzamentos para a área, como no de Ricardo Rodríguez, bem cortado de cabeça por Miranda. Já nos acréscimos, a grande chance foi com Thiago Silva. Novamente Neymar cobrou escanteio com capricho, e o zagueiro cabeceou no meio da área, vendo a bola passar com muito perigo sobre a meta de Sommer.

Na volta do intervalo, a Suíça seguiu apostando nas bolas aéreas e conseguiu o empate aos quatro minutos. Após cobrança de escanteio, Zuber empurrou Miranda na pequena área e cabeceou para o gol: 1 a 1. Buscando a vantagem novamente, o Brasil quase marcou os 11 minutos. Após dois chutes de Coutinho, a bola desviou na zaga adversária e sobrou para Neymar, que finalizou bem, mas por fora das redes. A outra boa chance foi aos 24. Neymar levantou a bola na área para Coutinho, que dominou no peito, se livrou do marcador e viu a finalização passar rente à trave. O Brasil seguiu trocando passes e com maior posse de bola.

Aos 27, Renato Augusto lançou na área, Gabriel Jesus girou sobre a zaga e foi ao chão, mas o árbitro mandou seguir o jogo. Depois, aos 32, Neymar finalizou da entrada da área, e Sommer defendeu. A Seleção seguiu ofensiva, principalmente após a entrada de Roberto Firmino. Aos 36 minutos, o camisa 20 foi lançado na área e soltou uma bomba em direção ao gol suíço, mas a bola saiu por cima da meta. Na sequência, aos 42, Neymar surpreendeu ao cabecear firme após cruzamento de Willian, mas Sommer fez a defesa. Sem desistir, o Brasil insistiu e quase fez nos minutos finais da partida.

Aos 45, Neymar cobrou falta da ponta esquerda, e Firmino cabeceou com perigo, mas foi parado no goleiro suíço. No lance seguinte, após escanteio, Miranda ficou com a sobra na entrada da área e chutou bem, mas a bola passou pela lateral.  E, até o minuto final, a Canarinho permaneceu no ataque. Aos 50 minutos, Neymar levantou, a bola sobrou para Renato Augusto, que ficou cara a cara com o goleiro suíço e soltou uma bomba, mas travou na zaga e não conseguiu marcar.

Brasil: Alisson, Danilo, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Casemiro (Fernandinho), Paulinho (Renato Augusto) e Philippe Coutinho; Willian, Neymar e Gabriel Jesus (Roberto Firmino).

CULTURA

Vem aí o Arraiá das crianças da Casa Durval Paiva

Animação, brincadeiras e solidariedade não vão faltar na festa junina das crianças e adolescentes da Casa Durval Paiva. O tradicional Arraiá do Seu Durvá vai acontecer na próxima quarta, 20/06, das 14 às 17h, no salão Sapekas Play, em Candelária.

Pacientes em tratamento contra o câncer e doenças hematológicas crônicas, seus acompanhantes, bem como, voluntários, doadores, e simpatizantes da causa entrarão no ritmo do forro pé de serra. O coral Bem Viver formado pelas mães da Casa fará uma apresentação especial e personagens vivos caipiras animarão a festa.

Na programação ainda constam: quadrilha improvisada, escolha do rei e rainha do milho, sorteio do balaio, comidas e brincadeiras típicas como: pescaria, jogo de argolas, barraca do beijo, acerte o alvo, correio elegante e estoure o balão.

Quem quiser colaborar com a festa, pode doar: espiga de milho, pamonha, canjica, milho para mungunzá, bolos típicos, polpa de frutas e refrigerantes. Informações: 4006-1600.

Programação:

14:00 às 14:30 – Coral Bem Viver e correio elegante

14:30 às 15:00 – Brincadeiras, escolha do Rei e Rainha do Milho

15:00 às 15:15 – Quadrilha improvisada

15:30 às 16:30 – Trio Pé de Serra, sorteio do balaio e brinquedos

Acesse a Postagem Original: http://www.blogdobg.com.br/#ixzz5ImcCv6rn

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