19 de novembro de 2018

Coluna Versátil News

F-5M brasileiros e caças F-16 chilenos abrem primeiro dia de exercícios de guerra em Natal; veja fotos

G1 RN
Caças brasileiros e chilenos participaram do primeiro dia de exercícios do Cruzex 2018, em Natal — Foto: Sargento Johnson/FAB

Caças brasileiros e chilenos participaram do primeiro dia de exercícios do Cruzex 2018, em Natal — Foto: Sargento Johnson/FAB

Os F-5M brasileiros e o os caças F-16 chilenos abriram o primeiro dia de exercício do Cruzex 2018 nesta segunda-feira (19), em Natal. Os treinamentos aconteceram no cenário FAM-FIT, sigla para Familiarization Flight (FAM) e Forces Integration Training (FIT).

FLASHES E BRILHOS

Deputados votarão redistribuição de arrecadação de loterias

A distribuição do dinheiro arrecadado com as loterias vai estar em debate no Plenário da Câmara dos Deputados a partir de terça-feira, 20. É que está pronta para ser votada a Medida Provisória 846/18, que traz novas regras para a divisão desses recursos entre diversos setores.
No ano passado, as loterias arrecadaram quase R$ 14 bilhões em apostas. Cerca de R$ 3 bilhões foram distribuídos para educação, cultura, esporte e segurança pública. A MP 846 quer aumentar o que é destinado para segurança, saindo dos cerca de R$ 400 milhões no ano passado para mais de R$ 1 bilhão no ano que vem.
Como o dinheiro que vai para as outras áreas é praticamente mantido, o texto tem consenso entre os partidos e poderá ser aprovado com facilidade. O assunto já passou por uma longa negociação, inicialmente com fortes reações e até protestos das classes artísticas e esportivas.
Na próxima legislativa, o Congresso Nacional deve retomar a discussão sobre as mudanças na Previdência e no sistema tributário
Votação envolve polêmica em decorrência das destinações dos valores arrecadados pelas loterias
A deputada Laura Carneiro (DEM-RJ) lembra que o governo editou anteriormente outra medida provisória que alterava a distribuição dos recursos das loterias (MP 841/18). “A medida provisória inicial era a 841, que era muito ruim porque retirava dinheiro tanto do esporte como da cultura, embora desse para segurança. Essa medida foi retirada e apresentada uma nova medida [MP 846], que é fruto de um grande acordo feito com vários setores”, disse a parlamentar.
O deputado Pastor Eurico (Patri-PE) concordava com a primeira versão, que dava mais dinheiro para as forças de segurança. No entanto, diante dos protestos e negociações, ele vai apoiar o novo texto. “A nossa luta era que houvesse um investimento maior na segurança, porque é uma calamidade a questão da segurança em nosso Brasil. Porém, com esses contratempos e discussões, não diria jogos de interesses, mas alguns defendendo as questões de educação, saúde, segurança, esporte e tal, resolveu-se dividir”, afirmou.
FLASHES E BRILHOS

Em 6 meses, Lula recebe 572 visitas na sede da Polícia Federal

Em seis meses de prisão, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu 572 visitas em sua cela especial na Polícia Federal em Curitiba (PR). A maioria foi feita por advogados com procuração para defender o petista, entre eles, políticos como o candidato derrotado do PT à Presidência, Fernando Haddad – que, embora seja advogado, não atua nos processos contra o ex-presidente.

A nomeação de políticos aliados como defensores permitiu ao ex-presidente comandar o PT e a campanha de Haddad da prisão – onde cumpre pena de 12 anos e um mês desde o dia 7 de abril. A presidente do partido, Gleisi Hoffmann, o tesoureiro, Emídio de Souza, o deputado Wadih Damous e os ex-deputados Luiz Eduardo Greenhalgh e Luiz Sigmaringa Seixas também receberam procurações. Isso possibilitou visitas a Lula de segunda a sexta – direito previsto em lei para defensores de presos.

O período de maior movimento na cela de Lula foram os dias que antecederam e sucederam a cassação de sua candidatura pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Haddad visitou Lula nos dias 27 e 30 de agosto. Na semana seguinte, a cela – de cerca de 15 metros quadrados – ficou pequena para a maior reunião realizada por Lula, com 10 advogados no dia 3 de setembro.

Entre eles, Haddad, que voltou na tarde daquele mesmo dia. O ex-prefeito de São Paulo foi oficializado candidato na semana seguinte. Na véspera e no dia do registro, 11 de setembro, Haddad e Lula tiveram quatro encontros que duraram, ao todo, cerca de dez horas.

Haddad fez 21 visitas entre 17 de maio e 8 de outubro, um dia depois da votação em primeiro turno – foram cerca de 400 horas de conversas, segundo os registros da PF. No dia 9, a presidente do PT anunciou que Lula teria mandado um recado: “Manda o Haddad fazer campanha, não precisa vir mais aqui”. E assim foi feito.

Além dos políticos, 21 advogados – defensores que atuam nas áreas criminal, cível e eleitoral – se revezaram nas visitas diárias. Os mais presentes foram os paranaenses Manoel Caetano Ferreira e Luiz Carlos da Rocha, com mais de 100 visitas cada. O criminalista Cristiano Zanin Martins, dos processos da Lava Jato, fez pelo menos 31 visitas no período. A banca constituída por Lula inclui ainda o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Sepúlveda Pertence (três visitas), o ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão (11), José Roberto Batochio (sete) e Roberto Teixeira (quatro).

Em seis meses de prisão, Lula recebeu 54 visitas “sociais”, entre elas, as da ex-presidente Dilma Rousseff (duas visitas), Jaques Wagner (três) e de celebridades como Chico Buarque, Martinho da Vila e o ator e ativista americano Denny Glover.

Os registros da PF mostram que o ex-presidente recebeu 116 visitas da família, a maioria dos filhos, sempre às quintas-feiras – os demais presos da carceragem da PF recebem familiares e amigos às quartas.

Na prisão, o ex-presidente petista também teve o direito de receber visitas “religiosas” às segundas-feiras. Foram 17. O mais assíduo é o pai de santo Antonio Caetano de Paula Júnior, o Caetano de Oxóssi (três visitas), da Cabana Pai Tobias de Guiné, conhecida como Terreiro Tulap. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

FLASHES E BRILHOS

Após foto de biquíni, Maisa Silva é vítima de assédio no Instagram

Aos 16 anos e com mais de 17 milhões de seguidores no InstagramMaisa Silvaprecisa lidar diariamente com uma enxurrada de opiniões na caixa dela de comentários. Algumas elogiosas, outras sem um pingo de educação e, infelizmente, algumas tantas que fogem de qualquer limite e podem entrar na esfera criminal.

Curtindo o feriadão com as amigas, no sábado (17), a atriz e apresentadora publicou uma foto usando um biquíni vermelho. “Bracinho cruzado e carinha de meiga porque eu estava um nojo pegando esse sol. Praia com as amigas é tudo que eu precisava”, escreveu na legenda.

Não demorou muito para a imagem ser invadida com os mais diversos tipos de opinião. Uma, no entanto, recebeu merecidamente resposta dela. “A cadeia não deve ser tão ruim assim”, comentou o seguidor Mateus Basilio, de 19 anos, fazendo alusão ao crime de pedofilia. “Tomara que você apodreça lá [na prisão]. Nojento, rebateu Maisa. Além disso, no Twitter, ela expôs o homem:

Ver imagem no Twitter
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EUA elogiam postura de Bolsonaro na questão do Mais Médicos

FOTO: ELZA FIUZA/AGÊNCIA BRASIL

O Conselho de Segurança dos Estados Unidos elogiou o presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, por sua posição em relação aos profissionais cubanos no programa Mais Médicos.

“Elogiamos o presidente eleito do Brasil, @JairBolsonaro, por tomar posição contra o regime cubano por violar os direitos humanos de seu povo, incluindo médicos enviados para o exterior em condições desumanas”, disse o conselho, em sua conta oficial no Twitter, na noite de sexta-feira (16). A postagem tem uma versão em português e outra em inglês.

O conselho é um órgão ligado diretamente ao presidente americano com a responsabilidade de assessorar em questões de política externa e segurança nacional.

Também pelo Twitter, na quinta-feira, a secretária assistente do Departamento de Estado (o órgão de diplomacia dos Estados Unidos), Kimberly Breier, também elogiou Bolsonaro. “Que bom ver o presidente eleito Bolsonaro insistir em que os médicos cubanos no Brasil recebam seu justo salário em vez de deixar que Cuba leve a maior parte para os cofres do regime”, escreveu Kimberly no Twitter.

No último dia 14, o governo de Cuba informou que deixará de fazer parte do programa Mais Médicos. A justificativa do Ministério da Saúde cubano é que as exigências feitas pelo governo eleito são “inaceitáveis” e “violam” acordos anteriores. O presidente eleito Jair Bolsonaro disse, em sua conta do Twitter, que a permanência dos cubanos está condicionada à realização do Revalida pelos profissionais, Revalida é o exame aplicado aos médicos que se formam no exterior e querem atuar no Brasil.

“Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos à aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e à liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou”, disse o presidente eleito, na rede social, no dia 14. “Além de explorar seus cidadãos, ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos”, publicou.

O programa foi criado em 2013, na gestão da presidente Dilma Rousseff, para levar médicos a regiões distantes e periferias do país. A vinda dos médicos cubanos foi acertada em convênio firmado entre os governos do Brasil e de Cuba, por meio da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), e que dispensava a validação do diploma dos profissionais.

“Graças a Deus”

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) publicou hoje (17) em sua página no Twitter que no Brasil “graças a Deus temos internet para ter informação e desenvolvimento”. A mensagem foi uma resposta ao governo de Cuba, que decidiu, na última quarta-feira (14), retirar seus profissionais do Programa Mais Médicos, do governo federal. Em Cuba, o acesso à internet é limitado.

O governo cubano alegou que as declarações feitas por Bolsonaro sobre a continuidade do programa foram “ameaçadoras e depreciativas”. O presidente eleito exigiu que os profissionais cubanos fizessem o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos (Revalida) para continuar no programa. O Revalida é um exame realizado anualmente para validar diplomas expedidos por universidades estrangeiras para médicos que precisam exercer a profissão no Brasil.

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