16 de dezembro de 2018

FLASHES E BRILHOS

Centro de Convenções dobra capacidade

Na manhã do sábado (15) o novo pavilhão do Centro de Convenções de Natal foi inaugurado. A obra duplicou a capacidade do espaço, que antes era de 6 mil pessoas e agora pode receber até 13 mil. O centro agora  conta com 575 vagas de estacionamento, a área construída passou de  14.250 m² para 23.640 m².

O novo pavilhão tem uma linda vista para o Morro do Careca. Obra recebeu R$ 30 milhões em recursos do Governo Federal

O novo pavilhão tem uma linda vista para o Morro do Careca. Obra recebeu R$ 30 milhões em recursos do Governo Federal

A reforma recebeu R$ 30 milhões do Ministério do Turismo, e R$ 10 milhões  de contrapartida do estado.

O evento contou com a presença do ministro do Turismo Vinícius Lummertz, além do governador Robinson Faria, do prefeito de Natal Álvaro Dias. Para Vinícius Lummertz, o Centro de Convenções abre portas para atrair mais negócios e mais empregos a cidade.

“O Centro de Convenções é uma máquina de trazer turistas, e turistas bem remunerados todo o ano. Em especial, Natal é uma cidade muito bonita, o RN é um estado turístico forte. O estado precisa deste Centro de convenções e de mais conexões, mais vôos, além de continuar investindo”, disse o ministro do Turismo.

Robinson Faria disse que o turismo recebeu uma atenção especial no seu governo. O governador relatou ainda que o Centro de Convenções é importante pois vai atrair turistas também na baixa estação. “O Centro de Convenções já está em pleno funcionamento, e já funcionou no Jogos Escolares da Juventude no início de novembro.”, afirmou o governador.

O prefeito de Natal reafirmou importância do Centro para o turismo na cidade. “Com a captação de eventos, com a realização de outras atividades, o Centro vai gerar empregos e trazer renda para Natal”, disse o prefeito da capital. Para o secretário de Turismo do estado, Manuel Gaspar, o espaço também abrirá portas no turismo de negócios.

Recursos
Em seu discurso, o ministro do Turismo agradeceu  ao ex-ministro Henrique Alves que, segundo ele, teve um papel importante na captação de recursos para o turismo RN. Em entrevista, o ex-ministro Henrique Eduardo Alves também comemorou a conclusão da obra. Ele explica que  articulou desde 2013 a liberação de recursos para a obra, após reuniões com o então ministro do Turismo Gastão Vieira. Presidente da Câmara dos Deputados à época, Henrique recebeu a confirmação de que haveria a liberação da verba para uma obra de grande porte no Estado e, após reunião com a ex-governadora Rosalba Ciarlini, ficou definido que a reforma do Centro de Convenções seria a ação indicada para receber os recursos do PAC do Turismo. “Eu sabia que João Pessoa também estava fazendo o seu Centro de Convenções e que isso poderia gerar uma disputa e prejudicar o Rio Grande do Norte economicamente, por isso pedimos a liberação dos recursos para fazer a reforma e melhoria do nosso Centro de Convenções”, explicou Henrique.

No entanto, devido a entraves burocráticos, a verba não foi executada no cronograma inicialmente previsto, o que levou também ao risco de que o convênio expirasse, o que inviabilizaria a obra do Centro de Convenções. Segundo Henrique, o trabalho de técnicos de membros do Governo do Estado – principalmente o então secretário Ruy Gaspar –  e do Ministério do Turismo, posteriormente comandado pelo ex-presidente da Câmara dos Deputados, adequou o projeto, garantiu a prorrogação do convênio e execução da obra.

“Foi uma ginástica administrativa e política, já que houve muitos desacertos. Tem que se registrar o trabalho dos técnicos, como Ieda Cortez, que tiveram atuação decisiva para que a reforma pudesse, enfim, ser realizada. Eu me orgulho muito, apesar de não ter sido convidado para a reinauguração, da parcela de contribuição que eu dei para o Rio Grande do Norte em uma obra tão importante para o desenvolvimento do nosso estado”, disse Henrique.
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Público aprova formato de shows intimistas no Fest Bossa e Jazz, na Pipa

O novo formato de shows curtos e descentralizados, realizados em vários espaços da Pipa, atraiu o público numeroso na edição 2018 do Fest Bossa & Jazz.  Atmosfera festiva e informal movimentou a praia desde o começo da tarde, na orla e na rua, até os polos noturnos distribuídos pela avenida Baía dos Golfinhos. A agitação do Fest prossegue até domingo (16) com programação que passeia pelo jazz, bossa, blues, rock, R&B, samba e reggae.
Shows realizados em espaços abertos garantiram plateia numerosa
Shows realizados em espaços abertos garantiram plateia numerosa. Foto Brunno Martins
A potiguar Aline Freitas que já conhecia o evento nas edições anteriores é uma das que aprovou. “Cheguei aqui e fui surpreendida pelo Festival totalmente diferenciado, espalhado por Pipa, com música de alta qualidade, proporcionando lazer, diversão e, ao mesmo tempo, conforto ao transitar pelas ruas”.
Blues Etílicos foi atração de sábado na praça do Pescador
Blues Etílicos foi atração de sábado na praça do Pescador. Fotos: Brunno Martins
Um grupo de amigos formado pela potiguar Eliomaya Mirelle, a pernambucana Thammy Farias, o cearense Sérgio de Sousa e o argentino Emiliano Andía, que se conheceram em Pipa, aproveitaram para curtir o Festival em grande estilo. “Todos estamos viajando sozinhos e chegar aqui no meio do Fest Bossa & Jazz foi a maior surpresa”, disse Sérgio.
Blues Etílicos
Blues Etílicos é destaque na sexta-feira do Fest Bossa e Jazz
A potiguar Eliomaya já tinha ouvido falar muito do evento. “Conhecia o Festival, mas na Pipa foi a primeira vez e ainda pude fazer novas amizades. Tudo novo! ”, explica Eliomaya.
A produtora Juçara Figueiredo, realizadora do Fest Bossa & Jazz, disse que o maior desafio “era manter a essência, mas oferecer ao  público a possibilidade de o público usufruir diferentes estilos simultaneamente”.
Para este sábado (15), Workshop de Gaita com Flávio Guimarães às 14h, na Vila da Pipa Shopping; Master Class de Trompete com Antônio de Pádua, às 15h, também na Vila da Pipa. Já as oficinas “Instrumentos Recicláveis” – Alexandre Ferro e “Reciclando com Arte” – Mônica Lira e Marlene Brasil, acontecem no Kanto da Pipa no mesmo horário. Os Pocket Shows da tarde ocorrem das 15h às 17h e na line-up nomes como Sâmela Ramos, Parahyba Ska Jazz, Los Chaskys, Duo Maresia e Nida Lira.
Na noite, a partir das 19h30, cortejo com a Bossa & Jazz Street Band e em seguida Pris Dené & Tricomas Jazz Band, Família Pádua, Di Steffano Quarteto, Orquestra Filarmônica Mons. Honório, Parahyba Ska Jazz,  Taryn Szpilman e finaliza com duas Jam Sessions, uma na Muxima’s e no Kanto da Pipa. Até domingo (16), muita coisa vai rolar.
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Papa Francisco defende Pacto Mundial para a Migração

Papa Francisco acena ao sair da Catedral de Palermo, na Sicília — Foto:  Guglielmo Mangiapane/ Reuters

Papa Francisco acena ao sair da Catedral de Palermo, na Sicília — Foto: Guglielmo Mangiapane/ Reuters

O papa Francisco expressou neste domingo (16) o seu apoio ao Pacto Mundial das Nações Unidas sobre Migração, apelando à comunidade internacional a trabalhar “com responsabilidade, solidariedade e compaixão” em relação aos migrantes.

Diante de milhares de fiéis que compareceram à missa dominical na Praça São Pedro, no Vaticano, o papa Francisco disse que o texto da ONU oferece parâmetros para a comunidade internacional tratar a migração de maneira “segura, coordenada e regular”.

“Espero que a comunidade internacional, graças a este instrumento, possa atuar com responsabilidade, solidariedade e compaixão para os que, por diversas razões, abandonaram seu país”, afirmou.

O líder da Igreja Católica insistiu que é preciso ter compaixão com os migrantes, que deixam seus países por razões diversas. A defesa dos refugiados tornou-se um ponto forte do pontificado do papa argentino.

Mais de 150 países adotaram na segunda-feira (11) o pacto de 40 páginas proposto pela ONU. Não vinculativo do ponto de vista jurídico, o propósito do acordo é “fomentar a cooperação internacional sobre a migração entre todas as instâncias pertinentes”.

“É crucial que os desafios e as oportunidades da migração sejam algo que nos una, em vez de nos dividir”, diz um dos trechos do documento que ainda deve ser submetido a um último voto de ratificação em 19 de dezembro na Assembleia Geral das Nações Unidas.

O pacto detalha 23 objetivos, entre eles “minimizar os fatores adversos e estruturais que obrigam as pessoas a abandonar seu país de origem”, “salvar vidas”, “reforçar a resposta transnacional ao tráfico ilícito de migrantes”, “utilizar a detenção de migrantes só como último recurso”, e “proporcionar aos migrantes acesso a serviços básicos”.

Migrantes hondurenhos atravessam uma criança por cima do muro na fronteira entre México e EUA perto de Tijuana, no domingo (2). Eles viajaram na caravana que reuniu cerca de 6 mil pessoas da América Central, a maioria de Honduras — Foto: Alkis Konstantinidis/Reuters

Migrantes hondurenhos atravessam uma criança por cima do muro na fronteira entre México e EUA perto de Tijuana, no domingo (2). Eles viajaram na caravana que reuniu cerca de 6 mil pessoas da América Central, a maioria de Honduras — Foto: Alkis Konstantinidis/Reuters

Saída do Brasil

O governo Bolsonaro já anunciou que vai se desligar do texto adotado esta semana em Marrakech, por considerá-lo “um instrumento inadequado para lidar com o problema”, segundo o futuro chanceler Ernesto Araújo.

O atual chanceler Aloysio Nunes, que assinou o documento no Marrocos, criticou a decisão anunciada pelo futuro governo brasileiro, dizendo que seria um “retrocesso” abandonar o pacto.

“Eu acho que não é bom. O Brasil tem se distinguido por uma dedicação a temas que têm nos credenciado, que fazem parte do nosso perfil diplomático, que valorizam o Brasil, como imigração, direitos humanos e clima”, avaliou o ministro do governo Temer.

Segundo Aloysio Nunes, o pacto “não se sobrepõe à soberania dos países”, conforme insinuou o futuro ministro das Relações Exteriores, e supõe “uma colaboração voluntária”, já que não é um tratado nem uma convenção que estabelece obrigações jurídicas.

O anúncio de saída do Brasil foi mais um sinal de aproximação com a diplomacia do governo de Donald Trump. Os Estados Unidos abandonaram a elaboração do texto em dezembro de 2017.

Existem hoje no mundo cerca de 258 milhões de pessoas em situação de mobilidade e migrantes, ou seja, 3,4% da população mundial.

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Miss Universo 2018 será escolhida na Tailândia; veja fotos das candidatas

A vencedora do Miss Universo 2018 será conhecida na noite deste domingo (16) pelo horário de Brasília, em Bangcoc, na Tailândia. A amazonense Mayra Dias, de 27 anos, tenta ganhar o concurso representando o Brasil. Veja as fotos de algumas das mais de 90 candidatas:

Mayra Dias, candidata que representa o Brasil no Miss Universo 2018 — Foto: Lillian Suwanrumpha/AFP

Mayra Dias, candidata que representa o Brasil no Miss Universo 2018 — Foto: Lillian Suwanrumpha/AFP

Anishka Tonge, representante das Ilhas Virgens — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Anishka Tonge, representante das Ilhas Virgens — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

H'Hen Nie, do Vietnã — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

H’Hen Nie, do Vietnã — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Sthefany Gutierrez, da Venezuela — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Sthefany Gutierrez, da Venezuela — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Sarah Rose Summers, dos Estados Unidos — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Sarah Rose Summers, dos Estados Unidos — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Sofia Abigail Marrero Moreira, do Uruguai — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Sofia Abigail Marrero Moreira, do Uruguai — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Karyna Zhosan, da Ucrânia — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Karyna Zhosan, da Ucrânia — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Tara De Vries, da Turquia — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Tara De Vries, da Turquia — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Sophida Kanchanarin, da Tailândia — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Sophida Kanchanarin, da Tailândia — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Jastina Doreen Riederer, da Suíça — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Jastina Doreen Riederer, da Suíça — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Emma Strandberg, da Suécia — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Emma Strandberg, da Suécia — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Ornella Gunesekere, do Sri Lanka — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Ornella Gunesekere, do Sri Lanka — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Angela Ponce, da Espanha — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Angela Ponce, da Espanha — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Melba Shakabozha, da Zâmbia — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Melba Shakabozha, da Zâmbia — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Tamaryn Green, da África do Sul — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Tamaryn Green, da África do Sul — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Yulia Polyachikhina, da Rússia — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Yulia Polyachikhina, da Rússia — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Kiara Ortega, de Porto Rico — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Kiara Ortega, de Porto Rico — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Catriona Gray, das Filipinas — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Catriona Gray, das Filipinas — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Rahima Dirkse, da Holanda — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Rahima Dirkse, da Holanda — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Yuumi Kato, do Japão — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

Yuumi Kato, do Japão — Foto: Lilian Suwanrumpha/AFP

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