16 de dezembro de 2018

FLASHES E BRILHOS

Marília Mendonça exibe nova silhueta em look nada discreto e rouba a cena

 

Marília Mendonça
Marília Mendonça Reprodução/ Instagram

Marília Mendonça não esconde que tem vivido uma ótima fase e a felicidade também reflete em seu corpão escultural.

Dessa vez, ela entrou na moda lançada pelas famosas Kardashians, aderida até por Bruna Marquezine, e apostou em look e acessórios neon para arrasar.

Pelo Stories, ela posou em frente ao espelho exibindo a sua cinturinha fina em uma camiseta em tom de amarelo combinando com os chinelos.

Na legenda, ela ainda fez uma referência divertida sobre a escolha de tons.

“Marca texto ataca novamente. Que a sua energia seja vibrante como esse neon”,escreveu.

Marília passou por um processo de reeducação alimentar e secou por volta de 20kg nos últimos anos.

Confira:

FLASHES E BRILHOS

Um terço dos brasileiros inscritos no Mais Médicos não se apresenta para trabalhar

Mulher espera atendimento médico após fim de programa Mais MédicosFim do programa Mais Médicos deixou muitas comunidades desassistidas

A médica de família Marina Abreu admite que não conhecia a real complexidade do Brasil até começar a trabalhar como tutora de coordenadores do programa Mais Médicos. No Norte do país, ela conheceu locais que nunca tinham recebido um médico, aonde só se pode chegar após longas viagens em barcos com furos e sem assentos. Ela se emociona ao falar sobre a situação das comunidades que voltaram a ficar sem atendimento após a saída dos profissionais cubanos no último mês.

“O programa vinha avançando e tinha passado da fase de novidade pela chegada dos médicos. Havia projetos em andamento e uma forte adesão aos tratamentos pela população, que criou vínculos com os profissionais. Estavam sendo feitos procedimentos como a colocação de DIU, que é simples, mas não era feito antes por uma série de limitações. O médico já conhecia aquela população e conseguia fazer um trabalho específico.”

Visando à reposição dos profissionais cubanos, o governo brasileiro abriu um edital para os médicos interessados em participar do programa. Na última sexta-feira (14/12), acabaria o prazo para que os 8.411 inscritos se apresentassem nos novos postos de trabalho. Entretanto, 2.520 (cerca de 30%) não compareceram. A situação levou o Ministério da Saúde a prorrogar para a próxima terça-feira a data limite para início das atividades.

Outras 106 vagas do edital sequer tiveram interessados. Elas correspondem a 31 localidades, sendo 23 municípios do Amazonas, Pará, Piauí e Rondônia, além de oito Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs), unidades de responsabilidade sanitária federal correspondentes a uma ou mais terras indígenas.

Marina trabalhou até fevereiro deste ano como supervisora de DSEIs no município de Marechal Thaumaturgo, no Acre. Há voos comerciais duas vezes por semana para lá, num avião que comporta de seis a oito pessoas. A alternativa é a viagem de barco, que dura oito horas.

“A maioria dos barcos não tem cobertura ou assento para encostar as costas. É bem precário e toma tempo. No Norte do Brasil, o clima define muito o que dá para fazer. Se chove muito, o rio fica cheio demais e se torna perigoso, pois a correnteza é forte e descem troncos e árvores inteiras que se soltaram. Quando chove pouco, o motor do barco não circula, e aí o barco pode virar porque o rio está barrento. A logística era difícil, complicada, e dá uma ideia de como é complexo fazer o atendimento em áreas indígenas.”

Indígenas do povoado de Bahias Viana, no MaranhãoInteração com populações indígenas é delicada

Como supervisora, Marina recebia relatos de situações em que não fora possível transportar pacientes para uma cidade maior, com melhor estrutura. Se fosse necessário, os profissionais realizavam partos e suturas, pois não haveria tempo de chegar a um local com condições mais adequadas. Além dessa adequação, o trabalho nas DSEIs também demanda uma compreensão dos costumes da comunidade.

“Estávamos levando a medicina do homem branco para uma área indígena, e isso traz conflitos de medicação. A ideia não era impor a medicina do homem branco, e sim contribuir e colaborar com o que eles já praticam na medicina deles. No caso de etnias com pajés, o médico só entrava na aldeia com autorização dele. Há grupos que não têm o costume de ter banheiro, outras que não têm construções. O médico se adaptava àquilo e fazia o trabalho de orientação, principalmente. Quando necessário, fazia intervenção mesmo, com tratamento medicamentoso, sempre com consentimento ou de forma compartilhada com os pajés e demais lideranças.”

As áreas contempladas pelo Mais Médicos na região Norte apresentam um perfil populacional heterogêneo. Além dos povos indígenas, há ribeirinhos, quilombolas e também muitas comunidades de agricultores. No sul do Pará, está localizada a comunidade Vila Estrela, no município de Cumaru do Norte, onde trabalha o enfermeiro Valdir dos Reis. Ele conta que a população local está desassistida desde a saída do médico cubano que lá estava.

“O doutor Humberto García está fazendo muita falta. Nossa unidade funciona de 7h às 11h e de 14h às 17h. Ele cumpria rigorosamente os horários, o que infelizmente não se via entre os brasileiros que passaram por aqui. Nós ficamos de sobreaviso para qualquer eventualidade, qualquer emergência que surgir no período noturno e finais de semana também. A população não precisava mais ir para outras cidades para fazer esse tipo de atendimento, porque aqui tinha.”

Com a partida do profissional cubano, Valdir só consegue prestar os atendimentos primários e encaminhar os pacientes para o hospital mais próximo, que fica a 120 quilômetros de distância, sendo 80 quilômetros em estrada de terra. A comunidade conta com uma ambulância antiga, desgastada e pouco confortável. Mesmo serviços mais básicos, como atestados e pedidos de exames, não vêm mais sendo oferecidos.

No edital do governo, foram abertas três vagas para o município de Cumaru do Norte, sendo uma delas justamente na Vila Estrela. Elas haviam sido preenchidas, entretanto os profissionais desistiram após conhecer a realidade do local. Hoje, o Brasil tem cerca de 5 mil médicos especializados em Saúde da Família, para atender a mais de 25 mil unidades de saúde. Marina Abreu, que estudou Medicina em Cuba, destaca a valorização que essa especialidade recebe no país caribenho.

“Antes de fazer outra especialização, todos os médicos que se formam em Cuba precisam fazer dois anos de residência em Saúde da Família. Além disso, o curso é completamente voltado para a medicina de família e comunidade. A disciplina de Medicina Geral e Integral é oferecida em todos os anos. Desde 2014 vem se tentando no Brasil fazer com que essa área seja a principal disciplina do curso, o que é feito desde sempre em Cuba.”

Além de prorrogar o prazo de apresentação dos médicos inscritos no edital até a próxima terça-feira, o Ministério da Saúde também estendeu a inscrição até este domingo. Houve picos de instabilidade no site, causados pelo grande número de acessos, o que pode ter ocasionado dificuldades no momento da inscrição. Estrangeiros formados no exterior e sem registro no Brasil também podem participar

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Polícia Civil já fez buscas por João de Deus em mais de 30 endereços

A Polícia Civil já realizou buscas para tentar prender João de Deus em mais de 30 endereços, segundo fontes da Polícia Civil de Goiás. Ele é procurado desde sexta-feira (16), quando um juiz expediu um mandado de prisão após mais de 300 mulheres relatarem terem sido abusadas sexualmente pelo médium. Ele nega.

Fontes com acesso à investigação dizem que ele pode ter saído do país. Mas a promotora responsável pelo caso, Gabriella de Queiroz Clementino, afirma que não há “nada concreto” sobre isso.

“Não temos nada concreto em relação a ele ter saído do país. É só um receio. Não temos informação a respeito disso”, afirmou Gabriella neste sábado.

G1 tenta, desde às 7h30 deste domingo (16), falar com o advogado de João de Deus, Alberto Toron, tanto por telefone como via mensagem de texto. No entanto, não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

A defesa e a polícia afirmam que estão negociando a apresentação voluntária de João de Deus às autoridades. O Ministério Público de Goiás considera o médium foragido, mas a Secretaria de Segurança Pública de Goiás discorda, pois a ordem de prisão não estabeleceu prazo para que se entregasse.

A prisão determinada pela Justiça é preventiva. Não significa que o médium já tenha sido julgado.

Justiça decretou a prisão preventiva de João de Deus após denúncias de abuso sexual — Foto: Reprodução/site Casa de Dom Inácio

Justiça decretou a prisão preventiva de João de Deus após denúncias de abuso sexual — Foto: Reprodução/site Casa de Dom Inácio

Tentativa de ocultação de patrimônio

O MP diz que João de Deus pode ter tentado ocultar patrimônio, e que isso levou o órgão a acelerar o pedido de prisão do líder religioso. Segundo o jornal “O Globo”, as investigações apontam que o líder religioso retirou R$ 35 milhões de contas e aplicações financeirasdesde que as primeiras denúncias de abuso vieram à tona.

“A gente já tem informações de que há providências do investigado buscando ocultar patrimônio. Este fato está sendo apurado e todas as medidas cabíveis estão sendo tomadas pelo MP-GO”, disse a promotora Gabriella de Queiroz Clementino.

“Claro que esta notícia de ocultação e patrimônio reforça ainda mais os fundamentos da prisão”, afirmou.

Sobre a questão, o advogado do médium disse que desconhece qualquer retirada de dinheiro. “Isso é da economia dele. Eu não tenho a menor informação a respeito disso. Nunca perguntei e nunca fui informado”, afirmou.

A força-tarefa do Ministério Público divulgou que já recebeu 335 mensagens e contatos por telefones de mulheres que denunciam o médium por abuso sexual. Os relatos chegaram de pessoas de seis países diferentes, além de 13 estados do Brasil e o Distrito Federal.

Última aparição pública de João de Deus foi marcada por muito tumulto e confusão — Foto: Ernesto Rodrigues/Estadão Conteúdo

Última aparição pública de João de Deus foi marcada por muito tumulto e confusão — Foto: Ernesto Rodrigues/Estadão Conteúdo

Última visita à Casa

Na manhã de quarta-feira, João de Deus compareceu à Casa Dom Inácio de Loyola, onde realiza os trabalhos espirituais, pela primeira vez desde que as denúncias vieram à tona. Durante os poucos minutos que ficou no local, ele disse que era inocente e que confiava na Justiça de Deus e dos homens.

“Meus queridos irmãos e minhas queridas irmãs, agradeço a Deus por estar aqui. Ainda sou irmão de Deus, mas quero cumprir a lei brasileira porque estou na mão da lei brasileira. João de Deus ainda está vivo. A paz de Deus esteja convosco”, diz João de Deus.

A assessora de imprensa do religioso, Edna Gomes, afirmou, após as declarações, que o médium era inocente, mas que as denúncias eram graves e deveriam ser apuradas.

Denúncias

O jornal “O Globo”, a TV Globo e o G1 têm publicado nos últimos dias relatos de dezenas de mulheres que se sentiram abusadas sexualmente pelo médium. Não se trata de questionar os métodos de cura de João de Deus ou a fé de milhares de pessoas que o procuram.

O MP-GO e Polícia Civil investigam, de forma independente, a suspeita de crimes sexuais desde segunda-feira (10), depois que o programa Conversa com Bial divulgou o relato de 10 mulheres que disseram ter sido abusadas sexualmente pelo médium.

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Veja a programação do último dia de Carnatal

Vumbora Day (Rafa e Pipo Marques) – 12h Feijoada
17h – PALCO UBER (na concentração)
17h30 – Vumbora Day (Rafa e Pipo Marques)
18h30 – Coruja (Ivete Sangalo)
19h30 – Psi (Psirico)
20h30 – Bicho (Ricardo Chaves)

CAMAROTE SKOL BEATS
Bell Marques e Liu

ESTAÇÃO SKOL
ATRAÇÃO SURPRESA

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Inscrições para concursos da CGE e Ufersa terminam hoje

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Os interessados em participar dos processos seletivos para a Controladoria Geral do Estado e da Universidade Federal do Semi-Árido (Ufersa) têm até este domingo (16) para confirmarem as inscrições, prazo dado pelas bancas organizadoras. As inscrições são feitas pela internet.

No caso do concurso para a CGE, são 53 vagas em disputa, com 30 para Analista Contábil e 23 para Técnico de Controle Interno. Os salários são de R$ 4,3 mil e as vagas são destinadas somente para pessoas com nível superior. As inscrições custam R$ 90 e podem ser realizadas através do site da banca.

Já para a Ufersa, são quatro vagas em disputa: técnico de laboratório da área de física, Tradutor e Intérprete de Libras, engenheiro mecânico e nutricionista. Os salários são de R$ 2,4 mil para nível médio e R$ 4,1 mil para nível superior. A inscrição custa R$ 90 para os cargos de nível superior, enquanto o valor é de R$ 60 para nível médio. As inscrições podem ser feitas através do site da banca organizadora.
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