O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), disse lamentar o anúncio de PSOL e PT, de que seus deputados e senadores não vão participar da cerimônia de posse, no dia 1º de janeiro, no Congresso. “Soube que PT e PSOL não comparecerão à cerimônia de posse presidencial em repúdio a mim. Lamento!”, escreveu, no Twitter.
Bolsonaro será empossado como presidente no dia 1º de janeiro
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Líderes do PT, PSOL e PCdoB anunciaram ontem, 28, que seus deputados e senadores não vão participar da cerimônia. Outros partidos que já declararam oposição ao futuro governo, como PDT e PSB, informaram que alguns líderes também não devem comparecer à solenidade.
Em nota, o PT disse reconhecer o resultado da eleição, mas disse que o processo foi descaracterizado pela ausência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa, além de criticar a propagação de mentiras nas redes sociais contra o candidato Fernando Haddad, derrotado no segundo turno.
Faltando menos de três dias para o fim do prazo de apostas, já foram registrados mais de 90 milhões de jogos na 10ª edição da Mega da Virada. O volume representa uma arrecadação superior a R$ 548 milhões.
Para concorrer ao prêmio estimado em R$ 280 milhões, apostadores ainda podem tentar a sorte até as 16h da próxima segunda-feira (31) em qualquer lotérica do país ou no Portal Loterias Online.
Pela internet, o valor mínimo exigido para apostas por dia é de R$ 30,00 e o máximo de R$ 500,00. Titulares de conta corrente na Caixa podem fazer jogos pelo computador, tablet ou smartphone utilizando o Internet Banking.
A aposta simples custa R$ 3,50, mas há outras modalidades que podem ampliar as chances para quem sonha em receber o dinheiro. Uma das maneiras é reunir grupo de apostadores e escolher os números da aposta e marcar a quantidade de cotas. São gerados recibos de cota para cada participante e, em caso de premiação, cada apostador poderá resgatar a sua parte do prêmio individualmente.
Um bolão com dez pessoas para um jogo de 10 números, por exemplo, tem custo individual de R$ 73,50. Se o jogo for contemplado, cada apostador do grupo receberá R$ 28 milhões.
De acordo com a Caixa, responsável pela loteria, a probabilidade de acerto da aposta simples de seis números é de uma em 50 milhões. Já no caso da aposta de 10 números, aumenta para uma em 238 mil. O apostador também pode adquirir cotas de bolões organizados pelas lotéricas.
O futuro ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno Ribeiro, destacou na tarde deste sábado que a proposta de decreto para garantir a posse de arma de fogo, divulgada pelo presidente eleito Jair Bolsonaro no Twitter, deverá manter exigências legais. Em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, o general reformado observou que a proposta foi apresentada por Bolsonaro ao longo da campanha e reiterada após as eleições. Heleno ressaltou que quem estiver disposto a ter arma em casa terá de cumprir exigências como não ter antecedentes criminais, fazer exames de vista e observar as regras de registro da arma. “É preciso ter ficha limpa”, afirmou.
General Augusto Heleno, futuro ministro do Gabinete de Segurança Institucional
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No Twitter, Bolsonaro escreveu: “Por decreto pretendemos garantir a posse de arma de fogo para o cidadão sem antecedentes criminais, bem como tornar seu registro definitivo”. “Isso é uma declaração de campanha e o próprio ministro (da Justiça e Segurança Pública) Sérgio Moro já se colocou favorável, acha normal”, ressaltou Augusto Heleno Ribeiro.
À reportagem, o futuro ministro do GSI destacou que é preciso diferenciar a “posse” do “porte” de armas. Ter a “posse” é o direito de manter uma arma em casa ou no local de trabalho. Já o “porte” garante à pessoa fazer deslocamentos com a arma. “São situações completamente diferentes”, ressaltou. “Mas mesmo no caso da posse, o cidadão terá de cumprir exigências legais. É lógico que ninguém vai vender arma na esquina, não é isso”, esclareceu. “A posse será facultada para quem se submeter às exigências, será mais fácil ter a posse, para o cidadão de bem, que nas regras de hoje.”
A decisão de Bolsonaro de manter a proposta de facilitar a posse de arma foi tomada depois de conversas com o futuro ministro da Justiça, Sérgio Moro. Ele não pôs resistência à medida. Uma flexibilização das regras para o porte de armas, no entanto, não está na lista de propostas que a sua pasta ou o Planalto pretendem colocar para os primeiros cem dias de governo.