junho 2019

Coluna Versátil News

MP do INSS e mais 3 podem perder validade nesta segunda-feira

G1

Plenário do Senado durante sessão em 29 de maio — Foto:  Waldemir Barreto/Agência Senado
Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

Medidas provisórias (MPs) assinadas no fim do governo do presidente Michel Temer e no começo do mandato de Jair Bolsonaro podem perder a validade nesta segunda-feira (3). Dentre as quatro MPs nesta condição, estão a que cria programa de combate a fraudes no INSS e a que trata de um marco legal para o saneamento básico.

As medidas provisórias são editadas pelo Executivo federal e entram imediatamente em vigor. No entanto, elas precisam ser aprovadas pelo Congresso Nacional em até 120 dias para virarem lei em definitivo. Quando isso não acontece, elas caducam e voltam a valer as regras anteriores.

No caso das MPs que vencem nesta segunda, nem todas chegaram a ser votadas pela Câmara dos Deputados. Elas precisam ser analisadas, primeiro, na Câmara, para depois serem votadas no Senado. Só após aprovadas nas duas casas que elas seguem para promulgação do Congresso.

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No Senado, CCJ deve deliberar sobre decreto de armas na quarta-feira

Agência Brasil

Senador Marcos do Val (Cidadania - ES).
Marcos Oliveira/Agência Senado

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado deve discutir na próxima quarta-feira (5), o relatório do senador Marcos do Val (Cidadania-ES) sobre os projetos de decreto legislativo (PDLs) que pretendem derrubar as novas regras sobre armas de fogo editadas pelo presidente Jair Bolsonaro.

No documento, lido na CCJ na semana passada, o relator defendeu que as seis propostas que argumentam ilegalidade e inconstitucionalidade de iniciativa do Executivo sejam rejeitadas.  Segundo ele, a definição objetiva dos critérios para a aquisição e posse de arma de fogo e a especificação dos indivíduos de efetiva necessidade para o porte “concretizam uma política de segurança pública definida pelo Poder Executivo federal, que buscou atender de modo eficaz as necessidades urgentes da sociedade, dentro das balizas previstas em lei”.

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Neymar é acusado de estupro; jogador nega e fala em tentativa de extorsão

GE

Neymar postou vídeo em rede social defendendo-se da acusação de estupro e dizendo ser vítima de tentativa de extorsão — Foto: Reprodução/Instagram
 Foto: Reprodução/Instagram

Uma mulher registrou Boletim de Ocorrência em São Paulo, nesta sexta-feira, acusando Neymar de estupro. O crime, segundo ela, teria ocorrido num hotel em Paris, no dia 15 de maio. A identidade da vítima é preservada no B.O.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo confirmou a denúncia à reportagem, em nota curta:

” Houve uma denúncia registrada pela vítima na 6ª DDM (Delegacia de Defesa da Mulher). O inquérito policial segue em sigilo.
São Paulo, 01 de junho de 2019″.

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Relator defende debate sobre previdência de Estados e municípios

R7

O relator Samuel Moreira conversou com os jornalistas neste sábado (1°)

Relator da Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisa o projeto que visa a modificar as atuais regras de aposentadoria, o deputado federal Samuel Moreira (PSDB-SP) disse neste sábado (1º) que a situação das contas da previdência de Estados e municípios precisa ser discutida com os líderes partidários.

Mais cedo, Moreira já tinha escrito no Twitter que não firmou nenhum acordo com o governo para excluir estados e municípios da reforma. “Também não bati o martelo sobre nenhum ponto dessa questão. Seguimos estudando as várias possibilidades”, tuitou o parlamentar.

“Há um déficit grande na previdência dos estados e municípios. Devemos aproveitar esta oportunidade para corrigi-lo. A forma de fazer isso nós estamos debatendo. Há três ou quatro opções que vamos escolher junto com os líderes [partidários]”, disse o deputado.

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Reforma política tem que nascer no Congresso, diz Bolsonaro

Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro vem até a entrada do Palácio da Alvorada, e conversa com crianças e posa para fotos.
Valter Campanato/Agência Brasil

O presidente da República, Jair Bolsonaro, disse ontem (1º) que a iniciativa de apresentar uma proposta de reforma política deve partir do Congresso Nacional, caso os parlamentares considerem oportuno. “Minha experiência [diz] que, geralmente, [uma proposta de] reforma política nasce dentro da Câmara dos Deputados. O presidente pode dar opiniões sobre um ou outro assunto, se a Câmara tiver clima para aprová-la. Fora isso, quem decide é o Parlamento”, disse Bolsonaro a jornalistas logo após almoçar na casa de um amigo, no Lago Sul, em Brasília.

“Reforma política sempre tem que ter o consenso do Parlamento. Não adianta o Executivo querer uma reforma porque [sem o apoio do Congresso] vai para a demagogia”, acrescentou.

O presidente também disse ser favorável à aprovação de novas regras previdenciárias para estados e municípios. “Nós gostaríamos que fosse tudo junto, mas como tem partidos que querem que aprove corrido [separado], tem um impasse dentro da Câmara. Eu não tenho nada a ver com isso. A Câmara que decide agora”, afirmou Bolsonaro, reforçando o desejo de ver aprovado o texto enviado pelo governo federal, e manifestando a expectativa de que a comissão especial da Câmara dos Deputados vote o texto em, no máximo, 20 dias.

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