A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado está disponibilizando atendimento telefônico para prestar esclarecimentos, dar detalhes e tirar dúvidas dos empreendedores do Estado acerca da Retoma Gradual das Atividades Econômicas. Pelos telefones: (84) 3026-9416, (84) 3026-9417 e (84) 99852-0385, de segunda a sexta, das 8h às 18h, é possível receber todas as informações como ações transversais, protocolos gerais e por segmento, quais segmentos estão permitidos funcionar e em que datas.
O presidente da entidade, Marcelo Queiroz, explica que este é mais um serviço prestado pela federação para os empreendedores do Comércio, dos Serviços e do Turismo, com vistas a dar mais firmeza à retomada.
“Construímos esta retomada com muito cuidado, responsabilidade e zelo. Fazer com que ela seja conduzida da forma correta, com o atendimento a todas as exigências, dando todas as orientações aos empreendedores, colaboradores e consumidores, é papel de todos nós. Tenho conversado com os Poderes Públicos, inclusive, no sentido de que as primeiras ações de fiscalização sejam educativas, evitando truculências e punições nos primeiros contatos. Afinal, tudo isso é muito novo para todos nós”, diz Queiroz.
A Fecomércio RN vem a público registrar sua imensa satisfação e alívio com as medidas anunciadas nesta segunda, 29, pelo prefeito de Natal, Álvaro Dias, e pela governadora do Estado, Fátima Bezerra, ambos confirmando, respectivamente para os dias 30.06 e 1º de julho, o início da Retomada Gradual das Atividades Econômicas na cidade de Natal e no estado do Rio Grande do Norte.
Desde 5 de maio, quando entregamos ao Governo do Estado o Protocolo de Retomada, nutríamos esta expectativa. O setor de comércio perdeu cerca de R$ 300 milhões em faturamento e se viu obrigado a demitir mais de 10 mil pessoas. O percentual de desemprego no RN, que era de 11,2% em fevereiro, atingiu 12,3%. Estimamos que entre 10 mil e 15 mil empresas simplesmente não vão mais conseguir reabrir suas portas.
Um levantamento feito pela Emproturn aponta que 42% das empresas turísticas potiguares já chegaram ao seu limite. Nos próximos 30 dias, 72% delas dizem que não terão mais condições de continuar funcionando.
Foram mais de 100 dias de muita angústia para inúmeras famílias de empreendedores e seus colaboradores. A reabertura é fruto de incontáveis debates que tivemos com as autoridades. Alguns mais acalorados, alguns mais tensos. Mas todos foram válidos e nos conduziram, da melhor maneira, até aqui.
À sociedade potiguar, nosso compromisso de que estamos preparados e seguiremos nos aprimorando para que esta retomada gradual se dê com toda a segurança e firmeza. Fazer desta reabertura algo definitivo e positivo é tarefa de todos nós. Empreendedores, autoridades, consumidores, colaboradores. Atender os protocolos, fiscalizar sua aplicação, orientar eventuais ajustes, fazer o RN retomar o rumo do crescimento. São estes os mais novos desafios, deste período que tantos obstáculos nos tem imposto.
A partir desta segunda-feira (29), os devedores com o nome inscrito na Serasa poderão renegociar os débitos atrasados ou negativados em mais de 7 mil agências dos Correios espalhadas por todo o Brasil. Com descontos que podem chegar a 90%, os refinanciamentos podem ser feitos diretamente nos guichês de atendimento.
Segundo a Serasa, a parceria com os Correios é importante para ajudar a parcela da população sem acesso à internet. O processo é rápido. Basta o consumidor ir à agência mais próxima com o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e algum documento oficial com foto e pedir o serviço Serasa Limpa Nome no balcão. A consulta e a impressão do boleto para o pagamento levarão de dois a cinco minutos.
Esse é o terceiro serviço oferecido pela Serasa nas agências dos Correios. Atualmente, o cliente também pode verificar a situação do CPF por meio do serviço Meu Serasa e analisar o CPF, o Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) e a pontuação na Serasa de terceiros por meio do serviço “Você Consulta”. A consulta aos dados de terceiros permite proteger o consumidor de fraudes e de prejuízos com quem se deseja fazer uma negociação.
Relançado há quase dois anos, o Serasa Limpa Nome fechou mais de 9,7 milhões de acordos e concedeu mais de R$ 344 bilhões em descontos na plataforma. Além das agências dos Correios, o serviço de renegociação está disponível no site da Serasa e nos pontos de atendimento da empresa.
Taxas
Para usar os serviços da Serasa nos Correios, o consumidor precisa pagar taxas de administração. Cada dívida renegociada custa R$ 3,60. A impressão da segunda via de boletos custa R$ 2,60 por acordo. O serviço Meu Serasa, de autoconsulta, custa R$ 14. O serviço Você Consulta, para análise de dados de terceiros, cobra R$ 21,60.
Multa para o contribuinte que não fizer a declaração ou entregá-la fora do prazo será de, no mínimo, R$ 165,74.
G1
Termina nesta terça-feira (30), às 23h59, o prazo para entregar a declaração do Imposto de Renda 2020, referente ao ano-base 2019. A Receita Federal espera o envio de 32 milhões de declarações.
A multa para o contribuinte que não fizer a declaração ou entregá-la fora do prazo será de, no mínimo, R$ 165,74. O valor máximo será correspondente a 20% do imposto devido.
Para os contribuintes que ainda não conseguiram reunir todos os dados e documentos necessários para enviar a declaração, uma opção é a entrega incompleta, seguida de uma declaração retificadora, ou seja, corrigindo dados ou acrescentando novas informações.
O programa para fazer a declaração está disponível no site da Receita (clique aqui).
Quem deve declarar?
Deve declarar o IR neste ano quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2019. O valor é o mesmo da declaração do IR do ano passado;
Contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado;
Quem obteve, em qualquer mês de 2019, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;
Quem teve, em 2019, receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 em atividade rural;
Quem tinha, até 31 de dezembro de 2019, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil;
Quem passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês do ano passado e nessa condição encontrava-se em 31 de dezembro de 2019;
Quem optou pela isenção do imposto incidente em valor obtido na venda de imóveis residenciais cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda.
RIO – Com 727 óbitos por Covid-19 confirmados nas últimas 24 horas, o Brasil atingiu, nesta segunda-feira, o total de 58.385 mortes causadas pela doença. Foram notificados 25.234 novos casos, elevando para 1.370.488 o total de pessoas contaminadas pelo vírus no país.PUBLICIDADEnull
As informações que constam do boletim das 20h são do levantamento realizado por um consórcio de veículos de imprensa formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo. Três vezes ao dia, as informações sobre casos e mortes causadas pelo novo coronavírus no Brasil são atualizadas com base nas informações das secretarias estaduais de saúde.
O Ministério da Saúde também divulgou, na tarde desta quinta-feira, os dados da Covid-19 atualizados até as 18h30. De acordo com o órgão, o Brasil tem 1.368.195 casos confirmados da doença com 58.314 mortes. Nas últimas 24 horas, foram registrados 24.052 casos da doença e 692 mortes.
De acordo com o ranking divulgado pela Universidade Johns Hopkins, o Brasil segue na segunda colocação mundial tanto em número de casos quanto no número de mortos. Apenas os Estados Unidos têm mais casos e mortes pela Covid-19 que o Brasil. Lá, foram registrados 2.564.163 casos e 126.089 mil mortes.
De acordo com o boletim divulgado pelo governo, os cinco estados com o maior número de casos são: São Paulo (275.145), Rio de Janeiro (111.883), Ceará (108.225), Pará (101.207) e Maranhão (78.969).
Os cinco estados com o maior número de mortes são: São Paulo (14.398), Rio de Janeiro (9.848), Ceará (6.076), Pará (4.870) e Pernambuco (4.782).
O estudo da Rede de Pesquisa Solidária, formada por mais de 50 pesquisadores brasileiros que monitoram os dados da pandemia, indica que nenhum estado brasileiro alcançou a taxa de positividade em testes para o novo coronavírusrecomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um dos critérios seguros para afrouxamento das medidas de isolamento social. A insuficiência de testagem, problema crônico na evolução da doença no país, e a falta de estratégias detalhadas comprometem o combate à Covid-19 e expõem a população.
Os especialistas analisaram dados e boletins oficiais dos estados sobre testagem até o dia 20 de junho. A média de positividade dos testes no país, indicam, foi de 36% no mês. A OMS recomenda que as autoridades de saúde só flexibilizem ações de distanciamento social quando essa taxa for de 5%, e se mantiver estável durante duas semanas, pelo menos. Na prática, isso quer dizer que, de cada cem exames realizados, apenas cinco tenham resultado positivo, durante 14 dias, em média.
No documento enviado ao presidente do tribunal de contas, José Mucio, Furtado justifica a necessidade do acompanhamento, afirmando que, “diante da situação de crise sanitária e econômica por que passa o país, a utilização regular e eficiente dos escassos recursos públicos se revela ainda mais necessária”.