26 de setembro de 2020

Coluna Versátil News

Fecomércio: Intenção de consumo das famílias volta a crescer após cinco quedas consecutivas

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), medida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), voltou a crescer em setembro (+1,3%), após cinco quedas consecutivas, e subiu a 67,6 pontos. Mesmo com a alta, o índice registrou o pior desempenho para um mês de setembro desde o início da série histórica, em janeiro de 2010. Além disso, no comparativo anual, houve recuo de 26,9% – a sexta retração seguida nesta base comparativa. O indicador está abaixo do nível de satisfação (100 pontos) desde abril de 2015.

Para o presidente da CNC, José Roberto Tadros, a flexibilização do funcionamento dos estabelecimentos comerciais tem ajudado na recuperação do consumo dos brasileiros. “As famílias têm se revelado mais satisfeitas diante das novas regras de abertura do comércio, mesmo que o momento atual ainda exija cautela”, ressalta Tadros.

Contenção de renda

O único indicador relativo ao momento atual que apresentou retração foi o relacionado à renda (-1,1%). O item acumulou a sexta queda seguida e caiu a 76,5 pontos – o menor patamar da série histórica. “A renda continua sendo um fator sensível para as famílias, mesmo tendo melhora nas percepções em relação ao mercado de trabalho, que se tornaram menos negativas”, destaca Catarina Carneiro da Silva, economista da CNC responsável pelo estudo. O subíndice que mede a satisfação dos consumidores com relação ao emprego voltou a registrar crescimento (+0,3%), após cinco quedas seguidas, e fechou o mês como o item de pontuação mais elevada (85,7 pontos).

Na esteira do aumento do indicador Emprego Atual, o subíndice que avalia a perspectiva profissional dos brasileiros apresentou o maior crescimento mensal em setembro (+5,9%), chegando a 75,2 pontos. Catarina chama a atenção para o fato de o item ter obtido a segunda variação positiva consecutiva, ainda mais acentuada que a anterior (+4,6%). “Esses fatores revelam que a percepção mais favorável do mercado de trabalho atual já se reflete positivamente e de forma mais intensa nas perspectivas em relação ao futuro profissional para os próximos seis meses”, afirma a economista da Confederação.

Em relação às condições de consumo, o subíndice Consumo Atual voltou a apresentar crescimento (+1,6%), após cinco quedas consecutivas, chegando a 50,7 pontos. O item Acesso ao Crédito seguiu o mesmo caminho, registrando aumento mensal de 0,8% – depois de quatro recuos seguidos – e atingindo 81,1 pontos. Assim como os dois primeiros, o indicador Momento para Duráveis também subiu em setembro (+3,2%) – a segunda alta consecutiva e mais intensa que a anterior –, chegando a 42,3 pontos. No entanto, o subíndice, que avalia o que os consumidores pensam sobre a aquisição de bens como eletrodomésticos, eletrônicos, carros e imóveis, permaneceu como o menor da pesquisa em setembro.

Com relação à perspectiva de consumo, houve leve retração mensal (-0,1%), o que, segundo Catarina, “mostra que, apesar da melhora na percepção de consumo atual, as famílias continuam seletivas com sua renda”.

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Governo e Sebrae firmam acordo para capacitar beneficiários das queijeiras

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A partir de acordo de cooperação firmado entre o Governo do Estado e o Sebrae RN, as queijeiras beneficiadas pelo Edital de Leite e Derivados, do Projeto Governo Cidadão e da Secretaria de Agricultura e Pesca (Sape RN), receberão capacitações que vão desde a confecção de toda a identidade visual dos produtos beneficiados nas indústrias de agricultores familiares, passando pelos materiais de expediente e papelaria, até a fachada do empreendimento. A construção da imagem terá um apelo artesanal, destacando peculiaridades das comunidades onde as queijeiras estão inseridas.

As informações nutricionais terão um capítulo à parte nestas qualificações, que antes de serem impressas nos rótulos, precisarão passar pela análise e aprovação do Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária do RN (Idiarn), finalizando com capacitação nas áreas de gestão (tributária e fiscal) e financeira. Os membros das duas cooperativas beneficiadas pelo Edital, Cooperativa Agropecuária do Seridó (Capesa) e Cooperativa Mista dos Agricultores Familiares do Seridó (Coafs), receberam a notícia nesta quarta-feira (23), com a visita dos entes envolvidos.

“Esse tipo de iniciativa é de fundamental importância no fortalecimento da cadeia produtiva do Leite no Seridó, afinal, se trata de uma região em que a pecuária leiteira é muito forte, e onde é produzido os melhores e mais deliciosos queijos artesanais. É preciso fomentar o trabalho desse nosso povo”, pontuou a governadora Fátima Bezerra.

Para cada uma das cooperativas será investido o valor de R$ 134 mil sendo, em ambos os casos, R$ 94 mil de subsídio do Sebrae-RN e R$ 40 mil como contrapartida da cooperativa, viabilizada pelo Executivo estadual com recursos do acordo de empréstimo com o Banco Mundial.

“Estamos prontos para mais esse desafio na busca por melhorias para esses pequenos produtores do RN.  O objetivo é de que o beneficiamento não pare ao final das construções, adequações e aparelhagem das queijeiras, mas que promovam a sustentabilidade em seus negócios, possibilitando a competição e o acesso a novos mercados”, explicou o secretário de Gestão de Projetos e Metas do RN, Fernando Mineiro, durante visita a queijeiras beneficiárias do Edital, nos municípios de Sant’ana do Seridó e em São João do Sabugi, no Seridó.

“A ideia das capacitações é de fazer com que as queijeiras comecem a funcionar de forma profissional, sabendo lidar com questões burocráticas, financeiras, mostrando também a importância de se estar com as identidades visuais estabelecidas”, destacou o gerente do Sebrae Caicó, Pedro Medeiros. O diretor do Sebrae RN, João Hélio Cavalcanti completou: “Além disso, receberão consultorias que possibilitarão a construção de um quadro nutricional informativo e claro, que esteja, assim como a própria estrutura da indústria da agricultura familiar, dentro dos padrões sanitários vigentes”.

O secretário de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar (Sedraf RN), Alexandre Lima, finalizou reforçando o compromisso do Executivo estadual para a continuidade das ações após o término do Projeto Governo Cidadão, em maio de 2021. “Mesmo com a finalização do acordo de empréstimo, as iniciativas serão mantidas, sempre com o foco na sustentabilidade dos negócios de nossos agricultores familiares. Nós entendemos que esse é um de nossos deveres”.

Também estiveram no encontro, o gerente e supervisora técnica da Unidade Executora de Serviços (UES Sape), Fabiano Lima e Paloma Araújo.

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Fecomércio: Resgates superam investimentos no Tesouro Direto em R$ 1,14 bilhão

O Tesouro Direto registrou mais resgates do que investimentos em agosto. Foram realizadas 419.578 operações de investimento em títulos do Tesouro Direto, no valor total de R$ 2,22 bilhões. Os resgates chegaram a R$ 3,36 bilhões, sendo R$ 1,39 bilhão referente ao pagamento de juros semestrais. Dessa forma, houve resgate líquido de R$ 1,14 bilhão.

As aplicações de até R$ 1 mil representaram 66,48% das operações de investimento no mês. O valor médio por operação foi de R$ 5.295,77.

Os títulos mais demandados pelos investidores no mês foram os indexados à taxa Selic (Tesouro Selic) que totalizaram R$ 825,05 milhões, representando 37,13% das vendas. Os títulos indexados à inflação (Tesouro IPCA+ e Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais) somaram, em vendas, R$ 865,32 milhões e corresponderam a 38,94% do total, enquanto os títulos prefixados (Tesouro Prefixado e Tesouro Prefixado com Juros Semestrais) totalizaram R$ 420,19 milhões em vendas, ou 23,93% do total.

Nas recompras (resgates antecipados), também predominaram os títulos indexados à taxa Selic, que somaram R$ 1,11 bilhão (56,62%). Os títulos remunerados por índices de preços (Tesouro IPCA+, Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais e Tesouro IGP-M+ com Juros Semestrais) totalizaram R$ 597,45 milhões (30,36%), os prefixados, R$ 256,28 milhões (13,02%).

Quanto ao prazo, a maior parcela de vendas se concentrou nos títulos com vencimento entre 1 e 5 anos, que alcançaram 41,87% do total. As aplicações em títulos com vencimento acima de 10 anos representaram 28,93%, enquanto os títulos com vencimento de 5 a 10 anos corresponderam a 29,2% do total.

Investidores ativos

O total de investidores ativos no Tesouro Direto, isto é, aqueles que atualmente estão com saldo em aplicações no programa, atingiu a marca de 1.344.655 pessoas em agosto de 2020, aumento de 19.740 investidores no mês. Já o número de investidores cadastrados no programa cresceu em 315.683, ou 4,06% na comparação com julho de 2020, atingindo 8.096.273 pessoas.

Estoque

Em agosto de 2020, o estoque do programa fechou em R$ 61,23 bilhões, queda de 1,2% em relação ao mês anterior (R$ 61,98 bilhões). Os títulos remunerados por índices de preços se mantêm como os mais representativos do estoque somando R$ 29,55 bilhões, ou 48,27% do total. Na sequência, vêm os títulos indexados à taxa Selic, totalizando R$ 19,9 bilhões (32,5%), e os títulos prefixados, que somaram R$ 11,78 bilhões, com 19,24% do total.

Quanto ao perfil de vencimento dos títulos em estoque, a parcela com vencimento em até 1 ano fechou o mês em R$ 3,76 bilhões, ou 6,15% do total. A parcela do estoque vincendo de 1 a 5 anos foi de R$ 36,52 bilhões (59,64%) e o percentual acima de 5 anos somou R$ 20,95 bilhões (34,21%).

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Operação do Idema identifica área de Mata Atlântica degradada

As equipes de Fiscalização e do setor Florestal do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente – Idema, participaram essa semana, nos dias 23 e 24, em parceria com o Ministério Público do RN, da Operação Mata Atlântica em Pé, em áreas desmatadas nos municípios de Extremoz e Pedro Velho.

Em Extremoz, foram identificadas áreas degradadas para empreendimentos imobiliários. Em Pedro Velho, a área desmatada é destinada ao plantio de cana-de-açúcar. Neste último, o responsável foi notificado a paralisar os serviços e comparecer ao Idema para regularizar sua situação junto ao Órgão Ambiental. 

“Recebemos do MP os alertas para possíveis áreas desmatadas, contudo diante das constatações no local, será necessário retornar a região com droner para termos informações mais detalhadas para posterior autuação, uma vez que necessitamos desses dados para subsidiar o Auto de Infração, assim como o bioma existente no local, o qual será confirmado pelo Setor Florestal”, afirma a coordenadora do setor de Fiscalização do Idema, Kelly Dantas.

A iniciativa busca a proteção e a recuperação do bioma a partir da identificação das áreas degradadas nos últimos anos e dos responsáveis pelas agressões, para cobrar a reparação dos danos e outras medidas compensatórias. A Operação Mata Atlântica em Pé é coordenada pelo Ministério Público, e se configura em um trabalho em conjunto visando o combate ao desmatamento do bioma Mata Atlântica em todo território nacional.

O Setor de Geoprocessamento do Idema, pelo levantamento feito nas áreas, tomado com base nos alertas enviados e informações apuradas, fará uma análise detalhada para posterior adoção das medidas cabíveis, caso haja confirmação de desmatamento ilegal.

O bioma Mata Atlântica está presente em 17 estados brasileiros e cobre cerca de 13% do território nacional. No ano de 2019, o Estado do Rio Grande do Norte zerou o desmatamento da Mata Atlântica, segundo a Atlas da Mata Atlântica. Além dele, o Estado de Alagoas também conseguiu zerar os desmatamentos acima de 3 hectares. O Atlas mede desflorestamentos maiores que 3 hectares, portanto os números não atestam que o desmatamento acabou totalmente no estado, mas que ele pode estar ocorrendo em pequena escala. 

Entenda a Operação Mata Atlântica em Pé
1ª fase:
Levantamento das áreas desmatadas:
Com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica e do Mapbiomas Alerta, são identificados via satélite como áreas desmatadas nos 17 estados onde há presença do bioma Mata Atlântica.
2ª fase: Identificação dos proprietários e caracterização das áreas
O Ministério Público, em conjunto com os órgãos públicos ambientais e policiais ambientais, identificação dos proprietários, preenchidos históricos, de uso e conservação da área e cruzamento com bancos de dados
3ª fase: Fiscalização e autuação
Os órgãos públicos ambientais e polícias ambientais realizam a fiscalização das áreas desmatadas, em campo ou meio remoto, e adotam as medidas administrativas cabíveis 
4ª fase: Responsabilização pelos danos ambientais
O Ministério Público, com base nas fiscalizações, adota providências extrajudiciais ou judiciais para um integral dos problemas e responsabilização dos infratores.

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Governadora visita usina Vale Verde que gera 2.200 empregos em Baía Formosa

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Empreendimento fundamental para o desenvolvimento econômico da cidade de Baía Formosa e região, a usina Vale Verde/Grupo Farias é uma das 153 empresas beneficiárias do Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial do Rio Grande do Norte – Proedi. Nesta sexta-feira (25), a governadora Fátima Bezerra e o vice-governador Antenor Roberto fizeram uma visita à empresa situada às margens da rodovia estadual RN-062, a convite do proprietário Eduardo Farias, a fim de conferir os investimentos resultantes dos incentivos fiscais concedidos pelo Governo do RN.

“Nós fortalecemos o Proedi por entendermos que este programa seja de suma importância para o crescimento da economia do Estado. Estamos zelando pelo desenvolvimento econômico do Rio Grande do Norte”, disse Fátima. Ela enfatizou que um dos objetivos desta gestão é fomentar a economia do Estado por meio de políticas públicas, como o já citado Proedi, o programa RN Mais Competitivo e o recém-lançado RN Cresce Mais, para que as empresas potiguares tenham capacidade de competitividade no mercado.

A visita foi articulada pelo secretário Jaime Calado e pelo adjunto Sílvio Torquato, da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, que integraram a comitiva oficial, mais o secretário Guilherme Saldanha (Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca-Sape). “A principal contrapartida das empresas beneficiárias do Proedi é a oferta e manutenção de empregos. A cada visita, temos nos surpreendido com os resultados. Incentivo gera emprego e emprego gera renda. A nossa lógica é seguir esse caminho, tendo a professora Fátima como nosso guia”, reforçou Jaime Calado.

A Vale Verde Baía Formosa, fundada pelo ex-senador Antônio Farias, é uma empresa do segmento sucroenergético, com produção de açúcar, etanol e energia renovável. Em 2006, a empresa se cadastrou no Proadi – Programa de Apoio à Indústria, que antecedeu ao Proedi, e migrou para o novo programa ano passado. A usina pertence ao Grupo Farias, importante conglomerado empresarial brasileiro, com presença nos Estados de Pernambuco, Goiás, Acre e São Paulo. Atualmente, mantém mais de 2.200 empregos diretos e fomenta cerca de 9.000 indiretos.

O presidente do Grupo, Eduardo Farias, falou sobre o açúcar triturado em processo mecânico, sem adição de produtos químicos, e que tem ótima aceitação no mercado mais popular.  “Nossa indústria tem no seu DNA a preocupação com sustentabilidade e meio ambiente. Temos parceria com CPFL Energias Renováveis, de energia eólica. Na década de 60, meu pai teve a iniciativa de preservar a Mata da Estrela. Além disso, preservamos 14 km de praias até Sagi”, explicou.

Ele afirmou que o grupo tem apostado nas políticas públicas para o crescimento econômico do RN e elogiou a nova roupagem que o governo deu ao programa de incentivos fiscais, proporcionando descontos significativos no ICMS. “Temos demonstrado nossa crença no Estado, aumentamos nossa área de plantio. Estamos investindo mais em irrigação, porque justamente acreditamos no trabalho que vem sendo realizado para alavancar o desenvolvimento econômico”, destacou.

A unidade Baía Formosa iniciou suas atividades de produção na safra 1977/1978, fabricando etanol anidro e hidratado. A partir de 2003, investiu na implementação da fabricação de açúcar. E na linha dos investimentos, iniciou também uma cogeração de energia renovável a partir da biomassa. A Destilaria, como é conhecida entre os formosenses, representa oferta de empregos e qualificação da mão de obra local, especialmente de Baía Formosa, contribuindo ainda na melhoria de vida das pessoas que residem no município e na região onde a empresa está inserida.

Segundo Saulo Vasconcelos, administrador da Unidade Baía Formosa, o Proedi é de suma importância para o segmento sucroenergético no RN. “Sem esse incentivo, as empresas perdem sua capacidade de competitividade. É um incentivo que trouxe simplificação nas regras e procedimentos, além de buscar a isonomia em relação aos Estados vizinhos”.

Também estavam presentes o vice-presidente do Grupo Farias, Arlindo Farias; o diretor do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool no Estado de Pernambuco (Sindaçúcar), Renato Cunha; e o diretor técnico comercial da Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern), Francisco Mont’Alverne Pires.

PROEDI

Coordenado pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico – Sedec, até o momento o Proedi tem 153 empresas com cadastro ativo e usufruindo do benefício do programa. Também temos 11 empresas em trâmite de aprovação. Através do Proedi, as empresas potiguares que aderiram ao programa garantem a preservação de 25.150 empregos diretos no RN.

Com a aprovação das empresas que estão em análise, serão gerados aproximadamente mais 329 empregos diretos. Atualmente existem três  empresas sucro-alcooleiras cadastradas no programa, a Vale Verde Baía Formosa, a Usina Estivas/Arês e Ceará-mirim Agroindustrial S.A.

MATA ESTRELA – PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE

A Vale Verde/Grupo Farias é proprietária do maior remanescente de Mata Atlântica do Rio Grande do Norte e o maior sobre dunas do País, a Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN Mata Estrela. Para manter essa reserva de 2.039 hectares preservada, a Vale Verde adota práticas e ações ambientais, promovendo educação ambiental envolvendo as instituições de ensino da região, convênios com Universidades do País, permitindo que seus centros científicos realizem pesquisas e estudos relacionados a importantíssima fauna e flora da Mata Estrela.

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