8 de janeiro de 2021

Coluna Versátil News

G1: Em ofício, governadora do RN pede a Bolsonaro que inclua profissionais da educação nas fases iniciais da vacina contra Covid-19

Trabalhadores da educação constam nos grupos prioritários, mas ainda não tem fases definidas para vacinação.

Governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT) — Foto: Demis Roussus/Governo do RN
Demis Roussus

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), enviou nesta quinta-feira (7) um ofício ao presidente da República Jair Bolsonaro com um pedido para que os profissionais da educação do Brasil sejam incluídos nas fases iniciais dos grupos prioritários da vacinação contra a Covid-19.

O documento cita que é preciso considerar a importância dos profissionais “para a retomada do desenvolvimento socioeconômico, científico e cultural do país”.

De acordo com o Plano Nacional de Vacinação, os trabalhadores em educação entram nos grupos prioritários, mas o governo ainda não definiu em qual das três fases iniciais esse grupo será inserido. Isso só vai ocorrer após aprovação das vacinas e disponibilidade de doses.

No ofício, a governadora do RN diz que os impactos causados pela pandemia da Covid-19 “diretamente aos profissionais e aos estudantes, em especial na educação pública no País, aprofundam as desigualdades de acesso e de permanência já existentes nas escolas e promovem enormes prejuízos à qualidade da aprendizagem, em todos os níveis e etapas”.

Segundo o documento, são cerca de 50 milhões de estudantes e 2 milhões de professores da educação básica sem aulas presenciais atualmente, comprometendo a aprendizagem de estudantes entre 4 a 17 anos.

A governadora do RN disse ainda que providências para preparação das escolas na volta às aulas presenciais foram adotadas no Brasil. No RN, segundo ela, a previsão é de que o retorno aconteça no dia 1 de fevereiro, “com todas as medidas definidas nos protocolos de segurança internacionais, nacionais e locais”.

A chefe do Executivo potiguar cita também investimentos para reestruturação física das escolas e de profissionais e ações de formação e reorganização curricular.

“Essas providências, no entanto, serão insuficientes sem a garantia da vacinação”, diz o texto da governadora Fátima Bezerra (PT).

“Comprometer ainda mais a educação, retardando o retorno das atividades presenciais, constitui-se substancial ameaça ao avanço e à sobrevivência da ciência brasileira, bem como o futuro do desenvolvimento e soberania do País”.

O pedido da governadora potiguar pede a inclusão dos profissionais da educação sem prejuízo dos profissionais da saúde e demais grupos vulneráveis.

Segundo Fátima, essa medida permitirá a retomada, em menor tempo, das atividades educacionais e vai contribuir “para a redução das desigualdades entre os estudantes, a preservação de seus vínculos com a escola, a diminuição dos riscos de ficarem ainda mais para trás ou abandonarem os estudos, assegurando a reabertura das escolas e das instituições de educação superior, com seus profissionais protegidos e imunizados”.

Plano Nacional de Vacinação

De acordo com o Plano Nacional de Vacinação, os grupos prioritários para vacinação foram divididos em fases.

Primeira fase: trabalhadores de saúde; pessoas de 75 anos ou mais; pessoas de 60 anos ou mais institucionalizadas; população indígena aldeado em terras demarcadas aldeada; povos e comunidades tradicionais ribeirinhas.

Segunda fase: Pessoas de 60 a 74 anos.

Terceira fase: pessoas com comorbidades.

Trabalhadores da educação; trabalhadores dos demais serviços essenciais (forças de segurança e salvamento, funcionários do sistema de privação de liberdade, trabalhadores do transporte coletivo, entre outros); populações quilombolas; população privada de liberdade e pessoas em situação de rua também entram nos grupos prioritários. Entretanto, o governo irá avaliar em qual fase esses grupos serão inseridos após aprovação das vacinas e disponibilidade de dose.

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Fuvest 2021: Saiba tudo sobre a prova da 1ª fase neste domingo

Luiz Cláudio Barbosa/Código19/Estadão Conteúdo
Luiz Cláudio Barbosa

No dia 10, acontece a primeira fase do vestibular que dá acesso à USP (Universidade de São Paulo), a faculdade mais bem avaliada do país.

São 130.525 inscritos, para um total de 8.242 vagas da Fuvest, fundação responsável pela prova.

Outras 2.905 vagas são destinadas a estudantes que ingressam pelo Sisu (Sistema de Seleção Unificada), com nota do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).

Como a Fuvest acontece antes do Enem 2021, que será nos dias 17 e 24 de janeiro, essa nota não interfere no exame.

A prova da Fuvest terá 90 questões objetivas e duração de cinco horas. O UOL e o Objetivo farão a correção online do exame.

Os cursos mais concorridos

Os três mais disputados são de medicina:

  • 154,5 candidatos/vaga no campus São Paulo
  • 129,1 candidatos/vaga no campus Ribeirão Preto
  • 78,4 candidatos/vaga no campus de Bauru.
  • Depois deles vêm psicologia (78,1) e relações internacionais (55,3).

Datas importantes

A primeira fase será realizada apenas no dia 10.

A lista de aprovados para a segunda fase e os locais de prova saem no dia 1º de fevereiro.

A segunda fase será feita em dois dias: 21 de fevereiro (domingo) e 22 (segunda-feira).

A divulgação da lista de aprovados para primeira chamada será feita no dia 19/3, pelo site da Fuvest.

Horários

Os portões dos locais de prova abrem às 12h e fecham às 13h (ambos no horário de Brasília).

Os candidatos poderão sair da sala de aula a partir das 16h.

O que é preciso levar

  • Documento de identificação
  • Caneta esferográfica de tinta azul (lápis, lapiseira, borracha, apontador e régua transparente podem ser usados para rascunho)
  • Uso de máscara será obrigatório durante o exame e no local de prova, por isso leve máscaras reservas, caso seja preciso trocar. A Fuvest fornecerá um envelope para guardar as máscaras após a troca
  • Álcool em gel (mas também será fornecido no local)

O que se pode comer e beber

O candidato deve levar sua própria garrafa de água e sucos, além de alimentos leves, como barras de cereais, frutas, sanduíches naturais e castanhas, por exemplo.

Devido à pandemia, no entanto, não será permitido se alimentar dentro da sala de aula. O candidato deverá solicitar ao fiscal para sair da sala, onde irá a um local demarcado pela coordenação da escola para alimentação.

Apenas bebidas poderão ser consumidas na sala de aplicação do exame. O tempo da prova não será reposto para quem sair para se alimentar.

O que é proibido levar

  • Relógio
  • Equipamentos eletrônicos, como calculadoras, celulares, tablets, smartwatches e semelhantes
  • Corretivo
  • Material impresso ou folhas para anotação
  • Canetas hidrográficas ou de outros tipos diferentes da esferográfica, marca-texto, lápis com tabuada
  • Gorro, boné e chapéu
  • Óculos de sol

Outras medidas sanitárias

A Fuvest pede que os candidatos se dirijam às salas de aula assim que chegarem aos locais de prova, para evitar aglomerações na entrada e nos corredores, e insiste no distanciamento de 1,5 metro entre candidatos também fora das salas de aula.

Cada candidato receberá um sachê de álcool 70% para higienizar a própria mesa antes da prova e disponibilizará álcool em gel nas salas.

A Fuvest lembra que candidatos que usem transporte público devem levar o próprio álcool em gel para o uso durante o trajeto.

O que fazer se tiver sintomas de covid?

A fundação pede que candidatos que tiveram diagnóstico confirmado a partir do dia 1º de janeiro, com contato próximo com casos confirmados a partir dessa data ou que estejam com suspeita de covid-19 não façam a prova.

Não haverá uma data para a reposição da prova. O candidato que tenha se ausentado devido à doença pode entrar em contato com a Fuvest para reaver o valor da inscrição.

O que fazer na sala de prova

  1. Identifique-se mostrando o documento para o fiscal;
  2. Encontre sua carteira e sente-se para evitar confusão dentro da sala;
  3. Use o sachê de álcool em gel disponibilizado pela Fuvest para higienizar sua mesa e descarte-o no lixo;
  4. Durante a prova, haverá reconhecimento facial feito pelo fiscal, com um tablet. A Fuvest indica que o candidato deve retirar a máscara (sem tocar na parte da frente dela) quando o fiscal chegar à carteira do candidato e, concluído o reconhecimento, recolocar a máscara.

Fonte: UOL

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Fecomércio : Medo do desemprego é crescente entre os brasileiros, aponta CNI

O medo de perder o emprego é crescente entre os brasileiros. A preocupação é ainda mais intensa entre mulheres, jovens com idade entre 16 e 24 anos, profissionais com baixa escolaridade e moradores de periferias. É o que aponta a pesquisa Índice do Medo do Desemprego, divulgada hoje (6) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Segundo o estudo, o índice ficou em 57,1 pontos, na medição feita em dezembro de 2020 – número que se encontra acima da média histórica de 50,2 pontos. “No trimestre, o indicador subiu 2,1 pontos na comparação com setembro do ano passado e está um ponto acima do registrado em dezembro de 2019”, disse a CNI.

Quando o recorte abrange o público feminino, o indicador (que mede o medo de perder o emprego) fica ainda maior, chegando a 64,2 pontos. Entre os homens, o índice está em 49,4 pontos. Nos dois casos a CNI identificou aumento do medo do desemprego, na comparação com setembro.

Levando em conta o grau de instrução dos entrevistados, o perfil que apresentou nível maior de medo é o de pessoas com grau de instrução inferior ao ensino médio completo, ficando em 59,1 pontos entre os que estudaram até a 4ª série da educação fundamental, e em 59,2 pontos entre os com instrução entre a 5ª e a 8ª série.

“O temor também cresceu entre os entrevistados com educação superior”, afirma a CNI. Nesse caso, o índice passou de 50,1 pontos em setembro para 54,7 pontos em dezembro. “Ainda assim, esse grupo da população [é o que] apresenta o menor índice de medo do desemprego entre os estratos por grau de instrução”, explica a entidade.

Moradores das periferias também estão entre os que apresentaram maior crescimento no Índice do Medo do Desemprego, passando dos 55,9 pontos de setembro para 65,5 pontos em dezembro. Tendo como recorte os residentes nas capitais, o índice ficou em 57,5 pontos . Já os moradores das cidades do interior registraram um índice de 55,2 pontos.

Satisfação com a vida

O levantamento apresentado pela CNI mede também o Índice de Satisfação com a Vida (ISV). Este índice alcançou 70,2 pontos em dezembro de 2020, ficando acima da sua média histórica de 69,6 pontos. De acordo com a CNI, isso não ocorria desde 2014.

Para o gerente-executivo de Economia da CNI, Renato da Fonseca, essa melhora pode estar relacionada “tanto à percepção, no início de dezembro, de melhora da crise sanitária e econômica, como ao auxílio emergencial que proveu maior segurança econômica às famílias de baixa renda”.

Na avaliação da CNI, o aumento deste índice foi maior entre os entrevistados com renda familiar até dois salários mínimos. “Mas, mesmo assim, esse grupo apresenta o menor índice”, complementa a CNI, ressaltando que a satisfação “cresce na medida em que aumentam a renda familiar e o grau de instrução do entrevistado”.

A satisfação com a vida é maior entre os mais jovens. “O índice cai de 72,8 pontos, entre os entrevistados com 16 anos a 24 anos de idade, para 68,9 pontos entre os com 55 anos ou mais”.

Para fazer esse levantamento, a CNI entrevistou duas mil pessoas em 126 municípios, entre 5 e 8 de dezembro. As entrevistas foram feitas pelo Ibope Inteligência.

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Inadimplência cai no fim de 2020, apesar de alta no endividamento

Levantamento foi feito pela Confederação Nacional do Comércio

Marcello Casal

A inadimplência caiu em dezembro, apesar de os consumidores estarem mais endividados, revelou a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) de dezembro, o total de famílias com dívidas ou contas em atraso caiu de 25,7% em novembro para 25,2% em dezembro.

Essa foi a quarta redução seguida do indicador. Em relação a dezembro de 2019, a proporção de consumidores inadimplentes cresceu 0,7 ponto percentual.

A parcela das famílias que declararam não ter condições de quitar o atraso, permanecendo inadimplentes, caiu de 11,5% em novembro para 11,2% em dezembro. No mesmo mês de 2019, o indicador estava em 10%.

Mais dívidas

Depois de três meses seguidos de redução, o número de brasileiros com dívidas voltou a subir em dezembro. Segundo a Peic, 66,3% dos consumidores estavam endividados no mês passado, alta de 0,3 ponto percentual com relação a novembro. No comparativo anual, o indicador registrou aumento de 0,7 ponto percentual.

Em relação aos tipos de dívida, a proporção de brasileiros que utilizam o cartão de crédito aumentou de 77,8% em novembro para 79,4% das famílias em dezembro. Essa foi a maior taxa desde janeiro de 2020. O cartão manteve-se como a principal modalidade de endividamento. A participação do cheque especial também subiu, de 5,3% para 5,5%.

Recomendações

Na avaliação da CNC, a alta do endividamento reflete a recuperação do crédito, estimulado pelos juros baixos e por estímulos concedidos durante a pandemia de covid-19. A entidade, no entanto, aconselha que os bancos alonguem os prazos de pagamento das dívidas para reduzir o risco de inadimplência no sistema financeiro. Isso porque grande parte do crédito ofertado durante a pandemia foi concedido com carência nas parcelas e deve começar a vencer no início deste ano.

A CNC também recomenda que as famílias prestem mais atenção ao orçamento doméstico após o fim do auxílio emergencial. Para a entidade, o crédito pode voltar a funcionar como ferramenta de recomposição da renda, à medida que a recuperação do emprego enfrenta incertezas.

Fonte: agência Brasil

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Governo do RN: Junta Comercial consolida serviços online de registro empresarial no RN

Em 2020, mesmo com os desafios impostos pela pandemia, a Junta Comercial do Rio Grande do Norte manteve o atendimento ao público sem interrupções. E a tecnologia foi uma importante aliada para digitalizar serviços e atender a demanda crescente de todo o estado. Atualmente, desde o registro de empresas e demais alterações até a emissão de certidões de inteiro teor e a autenticação de livros contábeis são feitas de forma online.

Os serviços estão integrados no portal Redesim RN, que reúne os dados cadastrais da Receita Federal e demais órgãos estaduais e municipais que participam do processo de abertura, alteração e baixa de empresas, em um ambiente virtual interativo e de fácil acesso. Com o registro 100% digital, a Jucern conseguiu reduzir o tempo médio de abertura de empresa para até 1 hora e 35 minutos, contribuindo para um ambiente de negócios mais ágil e propício ao desenvolvimento econômico do estado.

Escritório do Empreendedor

Essencial para a modernização do ambiente de negócios do estado, o Escritório do Empreendedor conta com duas unidades em funcionamento, em Mossoró e em Natal, e uma média mensal de 2 mil atendimentos por mês. Quem busca os serviços do EE, encontra em um único espaço os órgãos presentes no processo de registro empresarial, sendo importante ferramenta de desburocratização.

Estão presentes no EE os seguintes órgãos: Jucern, Receita Federal, Subcoordenadoria de Vigilância Sanitária (Suvisa), Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema), Corpo de Bombeiros, Secretaria de Estado da Tributação (SET), Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária do RN (Idiarn), Instituto de Gestão das Águas do Estado (Igarn), Secretaria de Vigilância Sanitária Municipal, Secretaria de Tributação Municipal e Secretaria Executiva de Meio Ambiente e Urbanismo.

Jucern registra estabilidade no número de encerramento de empresasPela primeira vez em dez anos, a Junta Comercial do Estado do Rio Grande do Norte registrou estabilidade nos dados de encerramento de empresas. O índice que chegou a 4.968 solicitações no fim de 2019, foi de 4.965 em 2020. A última queda nesses dados havia sido registrada em 2011. Já a solicitação de abertura de empresas foi 10% menor neste ano. Ao todo, o Rio Grande do Norte ganhou 7.389 novos negócios em 2020.

“No Rio Grande do Norte, a predominância é de empresas de pequeno porte, cerca de 80% das nossas empresas têm esse perfil, sendo a maioria do setor de serviços e comércio, então, elas costumam puxar os dados de abertura e encerramento. Mas os números da Jucern mostram também que a tendência agora é de recuperação, no segundo semestre de 2020 foram quatro meses seguidos de ascensão no número de novos negócios”, destaca o presidente da Jucern, Carlos Augusto Maia.

Recentemente, a Jucern participou, juntamente com outras entidades do setor econômico e produtivo, da elaboração da Lei da Micro e Pequena Empresa, sancionada pela governadora Fátima Bezerra, que regulamenta o tratamento diferenciado, favorecido e simplificado para os pequenos negócios por meio de políticas de desenvolvimento e desburocratização.

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