4 de abril de 2021

Coluna Versátil News

Governo do RN: Potigás tem lucro de R$ 10,3 mi em 2020

A Companhia Potiguar de Gás publicou, nesta quinta-feira, 1º, no Diário Oficial do Estado (DOE), as Demonstrações Financeiras de 2020. Mesmo em um ano marcado pela pandemia do novo coronavírus, que impactou diretamente os segmentos industrial, comercial e automotivo, em virtude do isolamento necessário para contenção da doença, a empresa registrou lucro de R$ 10,3 milhões.

O resultado positivo, ainda que 46,8% abaixo do ano anterior, foi possível depois de uma série de ações tomadas pela gestão para manter o equilíbrio financeiro da empresa. “Fizemos um contingenciamento de despesas e custos para readequar à nova realidade, negociamos os contratos com nossos fornecedores e aderimos às condições de pagamento diferenciadas oferecidas pelo supridor de gás, o que foi determinante para viabilizar as ações de apoio aos clientes, como parcelamento das faturas e de renegociação de dívidas”, explica a diretora presidente da Potigás, Larissa Dantas.

O volume de gás natural canalizado comercializado diminuiu 29% em relação ao ano anterior, totalizando 74,8 milhões de m³ em 2020. Dos quatro segmentos atendidos pela Potigás, o residencial foi o único que registrou crescimento no volume de vendas, no total de 17%, o que se deve ao fato de as pessoas passarem mais tempo dentro de suas residências.

Em contrapartida à redução do volume comercializado, a concessionária estadual de gás natural canalizado ampliou o número de clientes atendidos em mais de 3,5 mil unidades, chegando a 29.168 usuários. O crescimento se deve, inclusive, à manutenção dos investimentos em expansão de rede, com um acréscimo de quase 17 mil metros de gasodutos.

“2020 foi um ano difícil para todos os setores e para a Potigás não foi diferente. Com os esforços de todos, conseguimos manter a saúde financeira da empresa, atendendo às expectativas dos sócios, clientes, colaboradores e sociedade em geral”, afirma Larissa Dantas

Coluna Versátil News

Prefeitura de Parnamirim: EMPREGO: Parnamirim mantém resultados positivos em fevereiro, aponta Caged

Divulgação

Quando se trata de emprego e renda, Parnamirim ocupa um lugar de destaque no estado há um bom tempo, ajudando sempre a alavancar os números do Rio Grande do Norte. No último mês de fevereiro não foi diferente, é o que mostra o relatório do Novo Caged, Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados, divulgado mensalmente pelo Ministério da Economia. 

De acordo com o documento, o estado do Rio Grande do Norte teve o melhor mês de fevereiro em 10 anos, com saldo positivo de 1899 postos de trabalho (admissões – demissões). Parnamirim teve grande contribuição nesse resultado: a cidade ficou em segundo lugar no estado, com saldo positivo de 709 empregos, ficando atrás apenas de Natal (2212).

Mesmo em meio a uma pandemia, com uma grande carência por serviços de saúde, diversas outras necessidades básicas da população precisam ser atendidas, e uma delas certamente é o emprego. Nesse ínterim, Parnamirim vem mostrando ser um terreno fértil: em 2017 a cidade registrou um saldo positivo de 619 postos de trabalho; no ano seguinte, foram 712 empregos; 2019 confirmou as tendências de crescimento com 525 admissões a mais do que demissões; e o resultado de 2020 – saldo de 1359 empregos – consolidou de vez Parnamirim como cidade em pleno desenvolvimento econômico e referência em crescimento e geração de postos de trabalho. São quatro anos consecutivos que Parnamirim contratou mais do que demitiu.

Os dados de 2021 seguem a mesma métrica: de acordo com o Caged, Parnamirim conquistou um saldo positivo de 646 empregos (1658 admissões contra 1012 desligamentos) em janeiro e 709 em fevereiro. Entre os responsáveis por esse resultado positivo estão algumas políticas do poder executivo municipal, que proporcionam segurança e, principalmente, confiança por parte do empresariado. Sobre essa temática, o prefeito Rosano Taveira se mostra muito satisfeito. “Parnamirim mais uma vez se destaca na geração de empregos. A segurança jurídica que a administração oferece aos empresários faz com que eles venham investir no nosso município, consequentemente geram emprego e renda” disse.

Coluna Versátil News

Ministro do STF libera cerimônias religiosas presenciais na Páscoa

De acordo com decisão de Nunes Marques, público deve ser restrito

Tomaz Silva

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Nunes Marques ordenou hoje (3) que os estados, o Distrito Federal e os municípios permitam a realização de celebrações religiosas presenciais, ainda que com, no máximo, 25% da capacidade. A porcentagem foi inspirada em julgamento de caso similar pela Suprema Corte dos Estados Unidos.

A decisão ocorre na véspera do domingo de Páscoa, uma das principais datas do calendário cristão, quando se celebra a ressurreição de Jesus Cristo. A ocasião foi mencionada por Nunes Marques. Ele destacou que mais de 80% dos brasileiros se declaram cristãos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O ministro atendeu a um pedido de liminar (decisão provisória) feito pela Associação Nacional de Juristas Evangélicos (Anajure). Para a entidade, o direito fundamental à liberdade religiosa estava sendo violado por diversos decretos estaduais e municipais que proibiram os cultos de forma genérica. A Anajure argumentou que tais normas tratavam a religião como atividade não essencial, o que seria inconstitucional.

Todos os atos questionados foram editados com a justificativa de evitar aglomerações que favoreçam a contaminação pela covid-19.

Nunes Marques baseou sua decisão também em parecer do procurador-geral da República, Augusto Aras, que defendeu a assistência espiritual como sendo algo essencial na pandemia. Em manifestação sobre o tema, a Advocacia-Geral da União (AGU) também defendeu a permissão para a realização de cultos presenciais.

Decisão

Nunes Marques deu razão à Anajure. “A proibição categórica de cultos não ocorre sequer em estados de defesa (CF, art. 136, § 1º, I) ou estado de sítio (CF, art. 139). Como poderia ocorrer por atos administrativos locais?”, indagou o ministro.

“Reconheço que o momento é de cautela, ante o contexto pandêmico que vivenciamos. Ainda assim, e justamente por vivermos em momentos tão difíceis, mais se faz necessário reconhecer a essencialidade da atividade religiosa, responsável, entre outras funções, por conferir acolhimento e conforto espiritual”, acrescentou ele.

Outras medidas impostas por Nunes Marques foram: distanciamento social, com espaçamento entre assentos; uso obrigatório de máscaras; disponibilização de álcool em gel na entrada dos templos; e aferição de temperatura.

A liminar de Nunes Marques é válida ao menos até que o plenário do STF discuta a questão. O ministro é relator de três ações de descumprimento de preceito fundamental sobre o assunto. As outras foram abertas pelo Conselho Nacional de Pastores do Brasil e pelo PSD.

Fonte: agência Brasil

Rolar para cima