26 de abril de 2021

Coluna Versátil News

Fecomércio: Satisfação de compra do brasileiro aumenta, mas alta dos preços preocupa

A satisfação dos brasileiros em relação às compras no e-commerce cresceram na pandemia da covid-19 , é o que aponta a sexta edição do estudo Como a pandemia está impactando os consumidores , da empresa global de ciência de dados do consumidor Dunnhumby.

Na média geral, o nível de satisfação do consumidor passou de 30% em março de 2020 para 36% em fevereiro deste ano . Mas, atingiu o pico de 41% na época da Black Friday. As varejistas se preparam para atender bem na Black Friday e colhem melhores resultados. Se isto fosse feito ao longo do ano, a percepção do cliente melhoraria , diz Rogerio Aversa, diretor de preços e promoções da Dunnhumby. Segundo o executivo, a satisfação está atrelada à sete pilares de percepção como preço, oferta personalizada e sortimento.

É importante perceber também que as pessoas continuam indo às lojas, o que não garante um crescimento contínuo das lojas virtuais após o fim do distanciamento social. O estudo mostra que o consumidor vai ao menos 8 vezes ao supermercado ou outro varejo por semana. Ele pode fazer compras online, mas continua saindo de casa para comprar os itens que não encontra ou que prefere selecionar pessoalmente.

Confiança e poder de compra
O estudo da Dunnhumby foi realizado em 22 países, com 400 pessoas por local. Deste modo, é possível comparar a situação do consumidor daqui em relação aos outros mercados. O brasileiro foi, por exemplo, o que mais percebeu a alta dos preços no supermercado, ponto observado por 67% dos entrevistados. O país é seguido da Malásia (55%) e Irlanda (50%). Nesta lista o último país é a Dinamarca (16%).

O Brasil é também o segundo país com [43% da] população mais preocupada com a pandemia e alta dos preços. O primeiro lugar fica para a Coreia, com 44%, e a China por último, com 6%, e empatada com a Noruega.

Entre os entrevistados brasileiros, a uma queda brusca na percepção de que o governo está fazendo um bom trabalho no combate a covid-19. Enquanto 39% concordaram com a afirmação em abril do ano passado, na recente pesquisa o índice chega a 17%. A percepção sobre as lojas se mantém em aproximadamente 50%.

O consumidor está pesquisando mais, atento a promoções e varejistas que buscam um bom serviço. A pandemia gera muitas dúvidas sobre o futuro e isto é refletido no consumo , diz Aversa

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Governo do RN: Emparn difunde tecnologia por meio de lives técnicas

Com o tema “Avaliação do potencial farmacológico da palma forrageira”, a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do  Norte- EMPARN realiza, nesta terça-feira (27), a segunda edição de 2021 do SemiTech Virtual. O evento será transmitido às 09h no canal da Emparn no  Youtube.

A pesquisa está em andamento e entre as propostas em análise segundo a autora Elaine Souza da Silva, é “caracterizar o perfil fitoquímico do extrato da palma e avaliar as atividades gastroprotetora, anti-inflamatória e cicatrizante do extrato em modelos animais”, comentou.

O Semitech Virtual é um formato online de difusão de pesquisas e tecnologias adotado pela EMPARN no ano passado, durante a 58º Festa do Boi. Na última semana que cada mês, um pesquisador apresenta um conteúdo atualizado relacionado a pesquisa agropecuária e após as apresentações e debates, são respondidas ao vivo as perguntas lançadas no chat.

“Buscamos dar continuidade a divulgação de nossas pesquisas nos adequando a situação atual de pandemia, migrando para a transmissão digital. Com isso garantimos a difusão do conhecimento junto aos produtores rurais, pesquisadores e estudantes”, disse o Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento, Marcone César Mendonça Chagas.

A abertura 2021 do SemiTech, ocorrida no final de março, contou com a apresentação do tema ‘Análise de Solos: Coleta de amostras, determinações e interpretação de resultados’, com o pesquisador José Araújo Dantas, coordenador dos Seminários, que fez uma ampla abordagem sobre a análise de solos, com a utilização vídeos e imagens. “Os conteúdos ficam salvos no canal para que possa ser acessado a qualquer tempo pelos interessados pelo assunto”, disse Dantas

Para o mês de maio, o SemiTech contará com a apresentação do Diretor Presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte (Fapern), Gilton Sampaio de Souza que vai tratar sobre o andamento de pesquisas no estado.

SOBRE A PESQUISADORA

Elaine Cristine Souza da Silva é graduada em Ciênicas Agrárias e Farmácia, bolsista da EMPARN desde 2015 e atualmente é mestranda em Farmácia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)

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Saiba como prevenir a hipertensão arterial, fator de risco para covid

Neste Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão, cardiologista explica como doença afeta e prejudica o organismo

26 de abril é o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão

26 de abril é o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão

Dados do Ministério da Saúde mostram que há cerca de 38 milhões de pessoas que sofrem de hipertensão no Brasil, um fator de risco para que a covid-19 se desenvolva de forma grave. Afora a infecção causada pelo coronavírus, pessoas que convivem com a pressão arterial elevada também têm mais chances de sofrerem de infarto, problemas renais e AVC (acidente vascular cerebral).

Segundo o cardiologista Hélio Castello, membro-fundador da Sociedade Latino-Americana de Cardiologia Intervencionista, em 90% dos casos a hipertensão é hereditária e se manifesta a partir dos 40 anos.

No entanto, em casos de maior incidência da doença entre familiares, uma pessoa pode se tornar hipertensa ainda na juventude.

“A melhor forma de prevenir é primeiro conhecer a saúde da sua família e, uma vez que tenha muitos hipertensos, é importante que essa pessoa faça um controle mais rigoroso, que vá ao médico regularmente, meça a pressão com mais frequência para tentar detectar o problema precocemente. Por isso é importante ter a pressão mensurada em todas as consultas médicas, mesmo as crianças”, recomenda Castello.

O aumento de peso também pode contribuir para o aumento da pressão arterial, principalmente quando há excesso de sal e alimentos industrializados na alimentação.

“O ideal é que a pessoa faça atividade física, controle o estresse e outras doenças que ela possa ter, como diabetes e problemas renais. É importante passar no médico regularmente e, uma vez iniciado o tratamento, que a pessoa não abandone os remédios mesmo com a pressão controlada”, explica o cardiologista.

O que a hipertensão pode provocar no organismo?

De acordo com o especialista, a hipertensão arterial é uma doença sistêmica, capaz de afetar todo o corpo.

“Uma vez que a pessoa fica com a hipertensão descontrolada, o organismo vai se adaptando inicialmente, mas com o passar do tempo isso se torna prejudicial”, afirma Castello.

Nestes casos, os vasos sanguíneos e as artérias ficam trabalhando em um regime de pressão mais alto, tornando suas paredes mais espessas e menos elásticas, o que favorece a formação de placas de gordura.

“Isso aumenta o risco de infartos, AVC e obstruções arteriais em qualquer lugar do corpo. No coração a sobrecarga pode levar à dilatação cardíaca, podendo ocasionar insuficiência cardíaca e arritmias”, afirma Castello.

Além disso, as alterações vasculares também podem ocorrer na região dos olhos, levando à piora da visão e, em alguns casos, a sua perda total. Nos rins, a hipertensão pode alterar a circulação do órgão, o que prejudica a filtração, podendo causar insuficiência renal.

Hipertensão e covid-19

No caso da covid-19, a hipertensão arterial contribui para que a inflamação causada pelo coronavírus nos vasos sanguíneos seja maior, o que facilita quadros de trombose.

“O paciente que tem a hipertensão descompensada já tem um certo grau de inflamação crônica, principalmente na parte interior dos vasos, e a covid é uma infecção viral que também acomete os vasos”, explica Castello.

Nos casos mais graves de hipertensão, o paciente tem um comprometimento maior do coração, com quadros de dilatação e disfunção do funcionamento do órgão, o que contribui para que a covid-19 evolua de forma mais severa.

Para se proteger do coronavírus, a recomendação do médico é de que os hipertensos sigam as mesmas medidas não farmacológicas da população em geral, como manter o distanciamento social, fazer o uso de máscara, sempre higienizar as mãos com álcool em gel ou água e sabão.

“E sem dúvida alguma, tomar a vacina contra a covid-19 e a gripe. É importante que a pessoa que tem hipertensão não pare de tomar o seu remédio, mantenha o tratamento e retorne ao médico”, afirma o cardiologista.

Fonte: R7

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Fecomercio : Mercado financeiro eleva projeção da inflação para 5,01% em 2021

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano subiu de 4,92% para 5,01%. A estimativa está no boletim Focus de hoje (26), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Para 2022, a estimativa de inflação é de 3,6%. Tanto para 2023 como para 2024 a previsão para o indicador é de 3,25%.

O cálculo para 2021 está próximo do limite da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. O centro da meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%.

Taxa de juros
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, fixada atualmente em 2,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre 2021 em 5,5% ao ano. Para o fim de 2022, a estimativa é de que a taxa básica suba para 6,13% ao ano. E para o fim de 2023 e 2024, a previsão é de 6,5% ao ano.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Além disso, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

A taxa Selic mais alta dificulta a recuperação da economia. Ainda assim, ao elevar a Selic para 2,75% na última reunião, o Copom sinalizou que deve haver nova alta no indicador no encontro do próximo mês. Para o comitê, entretanto, os choques inflacionários devem ser temporários.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio
As instituições financeiras consultadas pelo BC elevaram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 3,04% para 3,09%. Para o próximo ano, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 2,34%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2,5%.

A expectativa para a cotação do dólar se mantém em R$ 5,40 ao final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão é de que a moeda americana continue nesse patamar.

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Prefeitura de Parnamirim: Com organização e agilidade, prefeitura vacina 381 pessoas em ação drive-thru

Ascom

Mais um dia em que semeamos doses de esperança em nosso município. O drive-thru realizado na manhã deste sábado (24) foi um sucesso. Ao todo 281 pessoas foram vacinadas.

Preparamos uma estrutura especial para receber o cidadão parnamirinense. Com organização e agilidade estamos avançando com o nosso Plano Municipal de Imunização. 

Fique atento ao nosso cronograma aqui no site e nas nossas redes sociais. 

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