8 de abril de 2021

Coluna Versátil News

Governo do RN: Sine RN tem 14 vagas de emprego para Natal e região

A Subsecretaria do Trabalho da Sethas-RN, através do SINE-RN, oferece hoje, dia 08 de março, 14 vagas de emprego para Natal e Grande Natal.

Para concorrer às vagas, o(a) candidato(a) deve se cadastrar via Internet no Portal Emprega Brasil do Ministério do Trabalho e Emprego, através do endereço empregabrasil.mte.gov.br ou nos aplicativos Sine Fácil e Carteira de Trabalho Digital, disponíveis para Android e IOS.

Quer tirar alguma dúvida ou agendar um atendimento? Ligue: (84) 3190-0783, 3190-0788, 98106-6367 e 98107-4226. O atendimento é de segunda a sexta, das 8h às 12h. Siga o Sine-RN no Instagram: @sine.rn

 
VEJA AS OFERTAS DE VAGAS DE EMPREGO POR OCUPAÇÃO:
 
 
NATAL e GRANDE NATAL – (Vagas Permanentes)
Auxiliar administrativo      01

Auxiliar de produção – na confecção de roupas    01

Cortador de roupas    01

Encarregado de manutenção    01

Marceneiro   02

Mecânico de automóvel     02

Mecânico de automóvel     01

Mecânico de motocicletas  02

Mecânico de motocicletas  01

Mecânico de motor a gasolina  01

Representante comercial autônomo       01
 
TOTAL    14

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A epidemia e a fome | Artigo

close em mãos de homem segurando garfo, apoiadas em mesa com prato vazio. epidemia causou a fome de milhares de brasileiros

Além de milhares de mortes e do colapso dos sistemas de saúde, o descontrole da epidemia trouxe a fome à parte significativa da população brasileira.

Deu no que deu: mais de 300 mil brasileiros mortos e colapso do sistema de saúde.

Desde que surgiram os primeiros casos no Brasil, infectologistas, epidemiologistas e muitos especialistas ligados à Academia advertiram a sociedade de que o caminho seguido pelo governo federal nos levaria ao colapso do sistema de saúde e causaria uma tragédia sem precedentes.

Infelizmente, nossas previsões mais pessimistas se confirmaram: o número de mortes bate recordes mundiais e as UTIs estão superlotadas. Pela primeira vez, começamos uma campanha de vacinação sem vacinas em número suficiente.

Não há perspectiva de melhora a curto prazo, o mês de abril ainda nos reserva muitas tristezas. Colapso do sistema de saúde significa viver num país sem hospitais para ricos ou pobres (claro que pior para estes), tenham covid ou outra doença.

O Brasil estava fadado a ser um dos principais epicentros da pandemia. Um vírus que se transmite pelas gotículas que expelimos ao falar, cantar, tossir ou espirrar, exige afastamento social para ser contido. Mesmo que tivéssemos agido de acordo com as melhores recomendações da Organização Mundial da Saúde e os exemplos dos países que conseguiram controlar a epidemia, seria muito difícil manter em casa os 50 milhões de brasileiros pobres que vivem nas periferias das nossas cidades, cerca de 10 milhões dos quais preenchem os critérios para a classificação de pobreza extrema.

Num dos países mais desiguais do mundo, essas pessoas dependem do trabalho informal diário para alimentar a família. Com a debacle econômica dos últimos anos agravada pela pandemia, a única possibilidade de sobrevivência foi o auxílio emergencial. A ajuda de R$ 600 por mês garantiu pelo menos a alimentação básica de milhões de pessoas.

É fundamental que a sociedade distribua cestas básicas e ajuda financeira aos mais necessitados.

O fim do auxílio em dezembro passado e a atual retomada na faixa de R$ 200 provocaram o retorno da fome epidêmica em nosso país, flagelo do qual custamos a nos libertar nas últimas décadas do século 20. Os mais velhos devem se lembrar das campanhas contra a fome lideradas por Betinho, nos anos 1980.

Os relatos que tenho ouvido de lideranças comunitárias insuspeitas são de assustar. Não será possível convivermos com a fome que se espalha nos cinturões periféricos das cidades, como fizemos em séculos anteriores com as crianças desnutridas e com os retirantes que morriam nas estradas do Nordeste para fugir das secas.

Dizer que o presidente da República foi o grande responsável pela disseminação da epidemia, promovendo aglomerações sem usar máscara, não resolverá a emergência atual. Deixemos que a Justiça Criminal se encarregue de julgá-lo. O momento é de agir.

É fundamental que a sociedade distribua cestas básicas e ajuda financeira aos mais necessitados. Num país de dimensões continentais, com tantos entraves burocráticos, não é tarefa corriqueira catalogá-los, mas, se houver organização e transparência na aplicação dos recursos, as empresas e a população brasileira não se furtarão a esse dever.

Fonte:

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Fecomércio: Alunos do Senac Barreira Roxa criam produtos gourmet à base de ginga como trabalho de conclusão de curso

Referência em escola do turismo potiguar, o Senac Barreira Roxa realiza, anualmente, uma média de 2 mil matrículas em cursos de formação profissional neste segmento. Com sua metodologia eficaz, que alia teoria e prática em contextos reais, a escola possibilita a empregabilidade de profissionais qualificados e que se destacam nos mais diversos espaços, como hotelaria e gastronomia.

Entre esses destaques, está a dupla formada pelos alunos Débora Nogueira e Edcarlos Claudino, concluintes do curso de Cozinheiro, em fevereiro deste ano. Para o projeto de conclusão do curso, a dupla desenvolveu uma linha de produtos gourmet à base de ginga – peixe que, junto com a tapioca, forma o prato típico da capital potiguar.

“Eu queria mostrar que o único patrimônio cultural gastronômico de Natal poderia ter diferentes formas de ser degustado e tive uma ideia que foi totalmente voltada para os turistas, pois pensei em algo que eles pudessem levar de Natal para as suas casas”, explicou Débora.

A linha foi nomeada como “Produto Artesanal Potiguar” e é composta por quatro itens: Aliche, Furikake de ginga, Sal de ginga e Conserva. Para o desenvolvimento do projeto, a dupla utilizou diferentes métodos de cocção, ensinados durante o curso.

“Criamos o sal de ginga, fazendo o processo da cura e o da desidratação no forno; no Furikake também utilizamos o mesmo processo e acrescentamos alguns temperos típicos do Nordeste. A ginga em conserva fizemos no azeite aromatizado com alho e tomilho; e o Aliche no azeite defumado com carvão. Ficamos muito felizes com o resultado e gratos aos instrutores por todos os ensinamentos e ao Senac por toda a estrutura disponibilizada. Agora pretendemos registrar a marca e comercializar os produtos”, disse a aluna.

Unidade curricular que acontece paralelamente aos demais módulos, o Projeto Integrador é desenvolvido ao longo do curso e tem como objetivo apresentar as competências adquiridas pelo aluno, por meio de um trabalho inovador. A instrutora Elizabeth Assunção foi a orientadora do trabalho apresentado e destaca a iniciativa dos alunos em empreender a partir da valorização de ingredientes típicos da cultura local.

“Fiquei muito feliz em poder orientar este trabalho, primeiro porque foi muito perceptível a evolução dos alunos em todo o processo de criação, depois pela iniciativa deles em investir e valorizar esse prato, tão típico da cultura potiguar. Precisamos documentar, valorizar e divulgar o que é nosso, e participar desse aprendizado nos deixa lisonjeados. O mérito é deles, mas é gratificante saber que contribuímos de alguma forma”, declarou a instrutora.

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Nota Vacinação Trabalhadores de Saúde

A Secretaria Municipal de Saúde de Natal, em cumprimento a decisão proferida no processo judicial nº 0801414-44.2021.8.20.5300, que determina adequações para continuidade da vacinação dos profissionais/trabalhadores de saúde, solicita que os estabelecimentos de saúde remetam à SMS/Natal lista com as informações sobre  profissionais/trabalhadores de saúde, contendo o nome do profissional, função e local de trabalho, devendo especificar o grau de exposição de acordo com o PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais), de modo a demonstrar o risco, ainda que intermitente, de contaminação pelo coronavírus.

A documentação (lista de profissionais/trabalhadores de saúde e cópia do PPRA) deve ser protocolada exclusivamente no Apoio ao Gabinete, localizado no 2º andar da SMS Natal, com endereço à Rua Fabrício Pedroza, 915, Areia Preta no horário das 8h às 16h, de segunda a quinta-feira e na sexta-feira, no horário das 8h às 12h.

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE NATAL

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Fecomércio: Coronavírus faz turismo perder mais de 35 mil estabelecimentos em 2020, aponta CNC

A crise provocada pelo novo coronavírus fez com que o turismo perdesse 35,5 mil estabelecimentos – com vínculos empregatícios – em 2020, de acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O saldo negativo corresponde à maior perda anual desde 2016, quando o Brasil ainda sofria os efeitos da recessão, e representa um recuo de 13,9% em relação ao total de unidades em operação no País, em 2019.

A pandemia de covid-19 afetou estabelecimentos de todos os portes, mas os que mais sofreram perdas foram os micro (-19,28 mil) e pequenos (-11,45 mil) negócios. Juntos, eles responderam por 87% do total de pontos perdidos no último ano. Regionalmente, todas as unidades da Federação apresentaram redução do número de unidades ofertantes de serviços turísticos, com maior incidência em São Paulo (-10,9 mil), Minas Gerais (-4,1 mil), Rio de Janeiro (-3,7 mil) e Paraná (-2,6 mil).

O presidente da CNC, José Roberto Tadros, reforça que o segmento de turismo foi o mais afetado pela queda do nível de atividade econômica ao longo do ano passado. “Esta grave crise econômico-sanitária provocou uma retração significativa na demanda por serviços não essenciais em 2020. Infelizmente, não há, no momento, expectativas de reversão para o setor no curto prazo”, afirma Tadros, ressaltando a urgência de acelerar a vacinação dos brasileiros.

Turistas estrangeiros gastam menos

Fabio Bentes, economista da CNC responsável pelo estudo, chama a atenção para o fato de que nem mesmo a desvalorização de 29% do real no ano passado, que, em situações normais, estimularia o turismo interno, evitou perdas expressivas para o setor. “Internamente, a recessão promoveu uma realocação de gastos em favor de bens e serviços essenciais. A demanda externa, por sua vez, esbarrou nos protocolos caracterizados por severas restrições ao fluxo turístico internacional”, destaca Bentes. O volume de gastos dos turistas estrangeiros no Brasil em 2020 (3 bilhões) representou a metade dos gastos totais em 2019 (R$ 6 bilhões) – o menor volume registrado desde 2003, segundo o Banco Central.

Todos os segmentos turísticos registraram saldos negativos, com destaque para os serviços de alimentação fora do domicílio, como bares e restaurantes (-28,61 mil); os de hospedagem em hotéis, pousadas e similares (-3,04 mil); e os de agências de viagem (-1,39 mil).

Diretor da CNC responsável pelo Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da entidade, Alexandre Sampaio compara as perdas do segmento com as de outros setores da economia. “O turismo terminou 2020 com o nível de faturamento 30% abaixo do patamar verificado antes da pandemia, enquanto a indústria, por exemplo, fechou o ano passado com nível de atividade 3% acima”, diz Sampaio, reforçando a necessidade de extensão das medidas emergenciais por parte do governo.

O contraste do turismo com as demais atividades econômicas também aparece na análise do nível de ocupação formal. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), 397 mil postos formais de trabalho foram eliminados no setor em 2020, representando um encolhimento de 12,8%. Na média de todos os setores da economia, porém, a variação relativa ao estoque de pessoas formalmente ocupadas avançou 0,4% no mesmo período.

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