11 de março de 2022

Coluna Versátil News

Após frear campanha, Rússia ataca novas cidades no Leste e Oeste da Ucrânia e dá sinais de que começará grande ofensiva contra Kiev

Satélites registram eqiipamentos de artilharia sendo dispostos em posição de ataque perto da capital, que teve duas semanas para preparar defesa e se tornar, segundo seu prefeito, ‘uma fortaleza’
Um membro das Forças Armadas da Ucrânia senta sobre um tanque perto de Kiev Foto: STRINGER / REUTERS
Um membro das Forças Armadas da Ucrânia senta sobre um tanque perto de Kiev Foto: STRINGER / REUTERS
Após mais de uma semana de desaceleração de sua campanha militar, a Rússia deu sinais de que voltará a intensificar a sua ofensiva na Ucrânia nesta sexta-feira. Aconteceram ataques em duas cidades médias do Oeste que ainda tinham sido poupadas, ataques de mísseis em Dnipro  e movimentações das tropas concentradas nos arredores de Kiev, o que levou a Inteligência britânica a avaliar que um amplo ataque à capital pode começar em poucos dias.

No Leste, aconteceram três ataques aéreos contra alvos em Dnipro, cidade de um milhão de habitantes e o quarto maior centro urbano do país, a 391 km a sudeste de Kiev. Segundo os serviços de emergência do estado, os ataques ocorreram perto de um jardim de infância e de um prédio de apartamentos. A cidade tinha sido praticamente poupada até agora, mas, no domingo, a Ucrânia já alertara que a Rússia reunia forças para sitiá-la.

Do outro lado do país, perto da fronteira com Romênia, Hungria e Moldávia, dois aeródromos militares foram atacados. As autoridades russas descreveram seus ataques como “de alta precisão e longo alcance”. Segundo o prefeito de Lutsk, Ihor Polishchuk, três mísseis atingiram o aeródromo de sua cidade. Ele disse que o sistema de alerta de mísseis da cidade “não funcionou” e “os militares vão trabalhar nessa questão”. O sistema de alerta também não disparou em Ivano-Frankivsk.

O administrador regional Yuriy Pohulyayko disse que os ataques em Lutsk mataram dois soldados e feriram mais seis. Lutsk e Ivano-Frankivsk estão longe das principais ofensivas da Rússia na Ucrânia. Presume-se que objetivo dos ataques foi destruir caças MiG-29 da Ucrânia e as pistas usadas para reabastecer outras partes da Ucrânia com armas.

 

 

 

A parlamentar ucraniana Inna Sovsun comentou o seguinte sobre os ataques: “É o que digo aos jornalistas que perguntam se estou em uma cidade segura. Não há cidade segura aqui”.

A maior das ofensivas, entretanto, ainda pode estar por começar. Imagens de satélite mostram que as forças russas concentradas a 35 km a noroeste de Kiev estão se reagrupando, o que, segundo a Inteligência britânica, pode indicar um grande ataque à cidade dentro de dias.

Kiev é o principal objetivo da missão russa, e, desde os primeiros dias de invasão, a principal força de ataque da Rússia no Norte da Ucrânia está parada em uma rodovia, enfrentando falhas de abastecimento e caminhões atolados. Até aqui, já houve bombardeios pesados em subúrbios como Irpin e Bucha, além de operações e conflitos para controlar rodovias. A escala desses ataques, no entanto, é menor do que a grande ofensiva terrestre que é esperada.

Imagens divulgadas pela empresa privada de satélites americana Maxar mostraram unidades blindadas manobrando dentro e através de cidades próximas ao aeroporto Antonov, em Hostomel, a noroeste de Kiev. O aeroporto tem sido palco de intensos combates desde que a Rússia desembarcou uma força de paraquedistas por lá nas primeiras horas da guerra.

De acordo com as imagens da Maxar, outras unidades russas reposicionaram-se perto do pequeno assentamento de Lubyanka, ao norte, com obuses de artilharia sendo dispostos em posições de tiro.

“A Rússia provavelmente está procurando redefinir e reposicionar suas forças para uma atividade ofensiva renovada nos próximos dias”, disse o Ministério da Defesa do Reino Unido, em uma atualização do seu boletim diário de  inteligência. “Isso provavelmente incluirá operações contra a capital Kiev.”

Os britânicos afirmaram que as forças terrestres russas ainda fazem progressos limitados,  com problemas logísticos que dificultam o seu avanço e uma forte resistência ucraniana.O Estado-Maior da Ucrânia também disse que as forças russas se reagruparam depois de sofrer grandes perdas.

As dificuldades russas de avançar significam que semanas preciosas foram concedidas à Ucrânia para preparar a cidade para se defender. Tão logo começou a ofensiva, trincheiras começaram a ser cavadas na capital. O prefeito da capital, o célebre ex-boxeador Vitali Klichkó, estimou que dois dos três milhões de habitantes de Kiev permanecem na cidade,  e afirmou que ela “se transformou em uma fortaleza”.

— Todas as ruas, todos os prédios, todos os postos de controle foram fortificados — disse ele.

Também nesta sexta-feira, separatistas apoiados pela Rússia capturaram a cidade ucraniana de Volnovakha, ao norte da cidade portuária de Mariupol, no Mar de Azov, segundo a agência de notícias RIA apurou com o Ministério da Defesa da Rússia. Volnovakha é estrategicamente importante por ser a porta de entrada do norte para Mariupol.

E pela segunda vez, em menos de uma semana, a Rússia atacou o Instituto Kharkiv de Física e Tecnologia, de acordo com um comunicado divulgado pelo governo ucraniano, no Telegram. O instituto abriga uma instalação nuclear para pesquisa científica e produção de isótopos médicos.

A extensão dos danos não ficou imediatamente clara. Depois que o prédio foi danificado por um ataque de míssil na semana passada, especialistas disseram que o risco de partículas radioativas serem liberadas parecia ser baixo, embora fosse difícil avaliar completamente o perigo.

A Ucrânia também acusou as forças russas de atacar um hospital psiquiátrico perto da cidade de Izyum, no Leste da Ucrânia, no que o governador regional chamou de “um ataque brutal a civis”. Os serviços de emergência disseram que ninguém ficou ferido, pois os pacientes já estavam abrigados no porão. Oleh Synegubov, governador da região de Kharkiv, disse que 330 pessoas estavam no hospital psiquiátrico quando houve o ataque. “Este é um crime de guerra contra civis, genocídio contra a nação ucraniana”, escreveu ele no aplicativo de mensagens Telegram.

Corredores humanitários

Ainda nesta sexta-feira, após tentativas fracassadas por sete dias consecutivos, a Rússia anunciou planos de um cessar-fogo para permitir a saída de civis da cidade portuária de Mariupol, no Sudeste do país. A Ucrânia disse que tentará mais uma vez realizar uma retirada de civis da cidade: “Esperamos que funcione hoje”, disse a vice-primeira-ministra Iryna Vereshchuk.

Os dois lados trocam acusações para o fracasso das tentativas anteriores de esvaziamento. A situação humanitária em Mariupol é a mais terrível em toda a guerra, com a população sem água, comida e energia elétrica. Pacientes de câncer e diabetes não encontram remédios de que precisam. Relatos apontam que houve saques em praticamente todas as lojas de comida e farmácias da cidade.

A vice-primeira-ministra Vereshchuk disse que a rota humanitária de Mariupol conectará a cidade à Zaporíjia, e que ajuda humanitária será entregue à cidade sitiada pela mesma rota. Segundo ela, outras 11 rotas estarão abertas hoje. Entre estas, três subúrbios a noroeste de Kiev terão rotas para a capital, e três subúrbios a oeste irão para Zhytomyr.

A despeito de seu propósito humanitário, as rotas servem também a propósitos militares: a retirada de civis permite ataques com maior poder de fogo por parte do lado agressor, menos inibidos assim por restrições das leis da guerra ao uso da força, ao uso de armas e a matar civis, assim como menos preocupados com a condenação internacional.

O Ministério da Defesa da Ucrânia afirmou que “mais civis do que militares” morreram na guerra até aqui. As autoridades ucranianas calculam o número de crianças mortas em 78.

Fonte: Globo

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Hoje é o último dia para inscrição no Fies

Hoje é o último dia para inscrição no Fies

A lista dos pré-selecionados será divulgada no dia 15 de março

Terminam nesta sexta-feira(11) as inscrições para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do primeiro semestre de 2022 . Os interessados devem acessar o Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. O resultado dos pré-selecionados será divulgado no dia 15 de março.

Vagas

Desta vez foram oferecidas 66.555 mil vagas a estudantes que realizaram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a partir da edição de 2010. Os candidatos também precisam ter alcançado média mínima de 450 pontos no exame e nota superior a zero na redação.

Para se inscrever no Fies, os candidatos precisam fazer o cadastro no Portal Único. O acesso é feito por meio de login no portal Gov.br. Quem não tem conta no portal pode cadastrar uma, a partir daí, o acesso é imediato. No momento da inscrição, o concorrente pode escolher até três opções de cursos de graduação dentre aqueles disponíveis no grupo de preferência.

Cronograma

Pelo cronograma do Fies, a complementação das informações, dos pré-selecionados em chamada única, será realizada no período de 16 a 18 de março e a lista de espera vai de 16 de março a 28 de abril.

Fies

O Fies é um programa do Ministério da Educação (MEC) que concede financiamento a estudantes de cursos superiores oferecidos por instituições de educação superior privadas inscritas. Para integrar o programa essas instituições precisam ter avaliação positiva nos processos conduzidos pelo MEC.

Fonte: Agência Brasil

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Especialista defende continuidade do uso de máscaras no RN

Especialista defende continuidade do uso de máscaras no RN

Foto: Adriano Abreu

O epidemiologista e pesquisador da Escola de Saúde Pública do RN, Ion de Andrade, afirmou que ainda não é o momento para se desfazer da medida de proteção. “As pessoas devem continuar usando máscara até o momento em que o contágio tenha se tornado algo raro, excepcional. Não é o caso”, explica. Ele criticou a decisão e disse que é “uma atitude de difícil compreensão”.

Para o especialista, o fim do uso do item pode provocar o retorno do aumento de casos. Nna avaliação dele, os números, mesmo em queda, ainda podem ser considerados muito significativos, o que requer atenção das autoridades.

“O Rio Grande do Norte vem tendo uma variação com cerca de 500 casos por dia. Isso não é pouco, não é exceção. E essa é uma doença que continua matando, embora em menor número por causa da cobertura vacinal. Então, não é o momento de suspender o uso da máscara”, avalia.

O epidemiologista defende, no entanto, que o uso pode ser flexibilizado em locais abertos. A preocupação com a decisão do Município se dá, de acordo com Ion de Andrade, pelo fato de que o Estado se aproxima do período onde, nos últimos dois anos, houve picos da doença – entre os meses de maio e julho – indica. Ele também analisa que a decisão é ainda mais impactante porque as pessoas, em geral, já estão acostumadas com a proteção.

“Acho que tornar não obrigatório o uso da máscara no momento que antecede os picos sazonais potencialmente já conhecidos, é algo de uma irresponsabilidade muito grande, principalmente porque as pessoas estão propensas ao uso da máscara. Tanto é que o decreto veio e as pessoas continuam usando o item. É uma atitude de difícil compreensão”, pontua.

Ainda dentro dos motivos pelos quais o especialista defende que a decisão foi equivocada, está a possibilidade de que as pessoas estejam dividindo espaços fechados com doentes assintomáticos e também o fato de que ainda há aqueles que não foram infectados pela doença. A preocupação com os idosos também é algo a ficar em alerta, segundo o epidemiologista, já que são eles que, mesmo vacinados, estão ocupando os leitos de UTI do Estado.

“Ontem [na quarta-feira, dia 9], 11 pacientes confirmados deram entrada em serviços de saúde por covid no RN. A grande maioria era idosa. Repito: a liberação do uso da máscara deveria acontecer no momento em que a transmissão da doença tiver sido superada, o que não está acontecendo agora. Portanto, o cuidado ainda é muito necessário”, assegura.

Fonte : Blog do BG

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Mesmo com flexibilizações, entenda por que ainda não é o fim da pandemia no Brasil

Vacinação desigual, número de mortes elevado e possibilidade de mutação do vírus preocupam especialistas ouvidos pelo R7

Medidas não farmacológicas continuam importantes, já que o vírus causador da Covid está circulando

Medidas não farmacológicas continuam importantes, já que o vírus causador da Covid está circulando

FERNANDO FRAZÃO/AGÊNCIA BRASIL – 28/10/2021

Os anúncios de flexibilização de medidas não farmacológicas impostas pelos governos estaduais para conter a disseminação da Covid-19 pode passar a sensação de que a pandemia chegou ao fim no Brasil.

A média diária de mortes no país, no entanto, segue em torno de 500 pessoas. “Para termos uma ideia, comparada ao surto de influenza causado pela Darwin, que é bem contagiosa e forte, as pessoas foram internadas, a Ômicron continuou sendo algumas vezes mais letal do que a gripe com a nova variante”, explica Soraya Smaili, professora de farmacologia da Unifesp (Universidade Federal do Estado de São Paulo).

E acrescenta: “Ainda não chegamos nem próximo de uma gripe, sob o ponto de vista do número de mortes. O dia em que a letalidade da Covid chegar próximo ao nível [de letalidade] da gripe, poderemos falar que talvez tenhamos controlado a pandemia”.

Vacinação desigual no Brasil

Alguns estados, como São Paulo, Pauí, Rio Grande do Sul e Paraná, têm mais de 75% da população com duas doses de vacina. Mas essa não é a realidade do Brasil. “Uma cidade pode afetar muitas outras cidades. Nem todos estão na mesma época da cobertura vacinal. Cada estado tem uma situação, porque não houve uma política nacional, um alinhamento para ser feita uma centralização nos calendários de vacinação. Não houve um trabalho conjunto dos estados, para homogeneizar a vacinação. Tem estados que estão na casa dos 50% de vacinados”, alerta Soraya, que foi reitora da Unifesp de 2013 a 2021 e coordenadora do Centro SOU_Ciência.

A diretora da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações), Monica Levi, alerta também sobre a importância de manter as medidas não farmacológicas.

“A gente ainda não pode abrir mão de medidas não farmacológicas, permitir aglomeração e eliminar o uso de máscara, dizer às pessoas que voltem a ter uma vida normal, porque a pandemia ainda não acabou. A terceira dose é importante. Então o Brasil tem que continuar a vacinação dos grupos vulneráveis que ainda não completaram o ciclo vacinal, as crianças de 5 a 11 anos, é disso que a gente precisa hoje, ter um controle ainda maior da circulação do Sars-CoV-2.”

Falta de medicamentos disponíveis no Brasil

A circulação do vírus segue por aqui, portanto ainda existe a possibilidade de a pessoas serem contaminadas pelas formas mais graves da doença.

A falta de medicamentos antivirais disponíveis tanto no SUS (Sistema Único de Saúde) quanto na rede suplementar de saúde é mais um fator de preocupação. Faz com que não seja possível comparar a situação pandêmica do Brasil com a de outros países.

“Eles têm acesso a medicamentos que não temos nesse momento, como o paxlovid e outros. São remédios que podem ajudar quem desenvolve a doença [de forma] grave. Esses medicamentos são importados e custam uma fortuna. Alguns hospitais importam [esses produtos], mas é a minoria que vai ter acesso a esses tratamentos”, explica Soraya Smaili.

Possibilidade de novas variantes

O fato de o Sars-CoV-2 manter ritmo alto de transmissão não só no Brasil como no mundo, e em alguns países de forma mais acentuada devido à falta de vacinas, sugere que o fim da pandemia ainda está longe – uma vez que é possível o surgimento de novas variantes do vírus.

Na última quarta-feira (9), a OMS (Organização Mundial de Saúde) alertou sobre as evidências de uma nova cepa chamada Deltacron, derivada da combinação entre a Delta, surgida na Índia e detectada pela primeira vez em outubro de 2020, e a Ômicron, que apareceu na África do Sul e foi reconhecida a primeira vez em novembro de 2021.

“Quando se acha que está controlando [a pandemia], [que ela está] diminuindo, fica todo mundo feliz, e vem uma nova onda, a gente já viu isso acontecer”, lembra Monica Levi.

A transmissão ativa e a volta de feriados prolongados, como o da última semana, pedem cautela. “Acabamos de sair de um feriadão. Pode não ter tido Carnaval em muitos lugares, mas em alguns lugares teve. Além do que, houve aglomerações, as pessoas transitaram e ainda não sabemos quais serão os efeitos disso. É a ciência que tem de responder”, finaliza Soraya.

Fonte: R7
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G1: RN fecha 2.430 vagas de trabalho e tem pior saldo entre estados brasileiros em janeiro, diz Caged


RN fechou mais de 2 mil vagas de trabalho em janeiro  — Foto: Reprodução/RPC

RN fechou mais de 2 mil vagas de trabalho em janeiro — Foto: Reprodução/RPC

O Rio Grande do Norte fechou 2.430 vagas de trabalho formal em janeiro de 2022, de acordo com dados do painel de informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia.

O saldo negativo é resultado da diferença entre o número de contratações (14.154) e de demissões (16.584).

Ainda de acordo com o painel o saldo potiguar foi o pior entre todos os estados e ficou na contramão dos saldos positivos registrados no Brasil (155 mil novas vagas) e na região Nordeste (5.388 ).

O resultado de fechamento de vagas no estado ocorreu logo após o fim de 2021, quando o estado registrou a marca positiva de 32,2 mil novas vagas criadas.

Em janeiro do ano passado, o saldo positivo tinha sido de 1.815 vagas. Em dezembro, o saldo foi negativo, com -1.018 demissões.

Saldo de empregos nos estados nordestinos em janeiro
Fonte: Caged

A maioria dos estados da região Nordeste teve saldo negativo em janeiro de 2022 e o resultado positivo da região foi possível graças a um saldo de mais de 11 mil novas vagas na Bahia. Pernambuco e Maranhão foram os outros estados com saldo positivo.

Situação por setor

 

O comércio, a indústria e a agricultura foram responsáveis pelo maior volume de demissões ao longo do mês no Rio Grande do Norte.

Os setores de construção e serviços foram os únicos que contrataram mais do que demitiram, mas o saldo deles não foi suficiente para compensar as perdas em outras áreas.

Saldo de empregos por setor no RN em janeiro

Setor Contratações Demissões Saldo Estoque de empregos Perda percentual
Indústria 1.746 3.274 -1.528 70.888 -2,11%
Agropecuária 362 1.685 -1.323 16.469 – 7,44%
Comércio 3.286 4.325 -1.039 116.443 -0,88%
Construção 2.257 1.981 276 28.518 0.98%
Serviços 6.503 5.319 1.184 204.909 0,58%
Total 14.154 16.584 -2.430 437.227 0,55%

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