14 de março de 2022

Coluna Versátil News

Pãozinho e macarrão começam a ficar mais caros nas próximas semanas

A Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi) confirmou, por meio de nota, que os preços dos produtos devem subir nas próximas semanas, sem previsão de data e de quanto que será o aumento. Em decorrência da guerra entre Rússia e Ucrânia, os embarques dos dois países, que respondem por 30% das exportações mundiais de trigo, estão suspensos.

“A disparada da cotação do trigo começa a ser sentida pelos fabricantes nas negociações com os fornecedores, porém existe a entrega de farinha compromissadas em contratos antigos. O que se pode afirmar é que haverá reajustes de preços nas próximas semanas, mas, com o horizonte indefinido, já que a cada notícia da guerra, o preço do trigo no mercado internacional oscila para cima ou para baixo com valores expressivos”, informa a entidade em nota distribuída à imprensa.

O Arsenal da Esperança recebeu  2 mil kg de farinha de trigo, doada para produção de cerca de 50 mil pães (Foto: Divulgação/Abitrigo)
Alta dos preços do trigo deve refletir no pão e no macarrão nas próximas semanas (Foto: Divulgação/Abitrigo)

Salvar

De acordo com a entidade, o Brasil produz menos da metade do trigo consumido e precisa importar grandes quantidades do grão de países do Mercosul, sobretudo da Argentina, do Canadá e dos Estados Unidos. “A elevação do preço do grão impacta diretamente os valores de produção para os fabricantes das categorias representadas pela Abimapi. Nas massas, em média, 70% do custo é de farinha. Nos biscoitos, o peso é de 30%, e nos pães e bolos industrializados, de 60%.”

A entidade avalia que o consumidor brasileiro deve começar a sentir os efeitos em breve, quando as indústrias comprarão as novas safras. “As indústrias estão com estoques relativamente curto, pois estão no início da entressafra de trigo, lembrando que o produto acabado também não tem estoques e que varia muito de empresa para empresa. De todo modo, este repasse tende a ser gradual, pois não há espaço para elevar os preços de uma só vez para o consumidor final.”

De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP), na sexta-feira o trigo era negociado na última a R$ 1.841 a tonelada no Rio Grande do Sul, uma alta de 17,48% no mês, enquanto no Paraná a alta foi de 8,90% no mês, negociado a R$ 1.875 a tonelada. De acordo com relatório da consultoria Safras & Mercado, na semana passada no Rio Grande do Sul foram reportados negócios entre R$ 2.070 e R$ 2.100 a tonelada.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima o consumo de trigo neste ano em 12,749 milhões de toneladas. A produção nacional deve atingir 7,879 milhões de toneladas e as importações 6,5 milhões de toneladas. No ano passado, o Brasil importou 6,225 milhões de toneladas de trigo, que representaram US$ 1,669 bilhão. O principal fornecedor foi a Argentina, responsável por 87% do volume importado, que somou  5,434 milhões de toneladas.

Fonte: Globo

Coluna Versátil News

G1:Paradas de ônibus da Cidade Alta têm mudanças de linhas a partir desta segunda-feira (14) em Natal


Parada de ônibus na Cidade Alta, em Natal — Foto: Divulgação

Parada de ônibus na Cidade Alta, em Natal — Foto: Divulgação

A Secretaria de Mobilidade Urbana de Natal (STTU) informou que realiza uma redistribuição de linhas nas paradas do bairro Cidade Alta, no centro da cidade, a partir desta segunda-feira (14).

As mudanças ocorrem nos pontos localizados na Avenida Rio Branco e na Rua Ulisses Caldas. Antes da alteração, equipes do departamento de educação de trânsito estiveram nas paradas orientando os usuários do transporte público, ao longo de dez dias, segundo a pasta.

Foram instaladas placas marcando a localização de cada parada e quais linhas param em cada uma. Além disso, foi adotado um nome e um código de identificação de cada parada, os quais não deverão se repetir em nenhum outro local da cidade, para facilitar a localização do ponto por parte dos passageiros.

Durante a primeira semana de mudança, a STTU disponibilizará Agentes de Mobilidade em cada parada para orientar os passageiros. Em caso de dúvidas, a secretaria também disponibilizou o telefone Alô STTU, no número 156.

Com as alterações, as linhas irão parar da seguinte forma:

  • Parada João Pessoa (L140), localizada na Av. Rio Branco, em frente a C&A: O-19 (Cidade da Esperança/Ribeira, via KM-06), O-22 (Felipe Camarão/Rocas, via Petrópolis), L-37 (Rocas/Cidade Satélite, via Praça), O-38 (Planalto/Praia do Meio, via Av. 06), L-46 (Rocas/Ponta Negra, via Praça), L-51 (Rocas/Pirangi, via Praça), L-52 (Rocas/Pirangi, via Alecrim), L-54 (Rocas/Ponta Negra, via Alecrim), L-56 (Rocas/Ponta Negra, via Via Costeira) e O-59 (Guarapes/Praia do Meio, via Bom Pastor). Também irão parar as linhas intermunicipais destinadas à Nova Parnamirim e a Eucaliptos.
  • Parada Ulisses Caldas (L139), localizada na Av. Rio Branco, em frente as Lojas Cattan: N-05 (Vale Dourado/Ribeira, via Petrópolis), N-15 (Pajuçara/Ribeira, via Petrópolis), N-17 (Gramoré/Petrópolis, via Ribeira), N-25 (Redinha/Bairro Nordeste, via Alecrim), N-35 (Soledade/Candelária, via Av. Prudente de Morais), N-43 (Nova Natal/Morro Branco, via Alecrim), N-64 (Nova Natal/Ribeira, via Petrópolis), N-70 (Parque dos Coqueiros/Ribeira, via Petrópolis) e N-75 (Parque das Dunas/Alecrim, via Petrópolis).
  • Parada Winston Churchill (L138), localizada na Av. Rio Branco, em frente às Lojas Americanas: O-19 (Cidade da Esperança/Ribeira, via KM-06), L-37 (Rocas/Cidade Satélite, via Praça), O-38 (Planalto/Praia do Meio, via Av. 06), L-46 (Rocas/Ponta Negra, via Praça), L-51 (Rocas/Pirangi, via Praça), L-52 (Rocas/Pirangi, via Alecrim), L-54 (Rocas/Ponta Negra, via Alecrim), L-56 (Rocas/Ponta Negra, via Via Costeira) e O-59 (Guarapes/Praia do Meio, via Bom Pastor). Também irão parar as linhas intermunicipais destinadas à Nova Parnamirim e Eucaliptos.
  • Parada 07 de Setembro (L142), localizado na Rua Ulisses Caldas, em frente à Prefeitura: O-33A (Planalto/Praia do Meio, via Av. Hermes da Fonseca), L-37 (Rocas/Cidade Satélite, via Praça), O-39 (Cidade Nova/Ribeira, via Tirol), L-46 (Rocas/Ponta Negra, via Praça), L-51 (Rocas/Pirangi, via Praça), L-56 (Rocas/Ponta Negra, via Via Costeira) e N-84 (Soledade/Petrópolis). Também irão parar as linhas intermunicipais destinadas à Nova Parnamirim e Eucaliptos.
  • Parada Vaz Gondim (L141), localizada na Rua Ulisses Caldas, em frente a Ótica Diniz: O-24 (Planalto/Ribeira, via Av. Prudente de Morais), N-35 (Soledade/Candelária, via Av. Prudente de Morais), O-41 (Cidade Nova/Ribeira, via Av. Prudente de Morais) e O-41A (Leningrado/Ribeira, via Av. Prudente de Morais.

Coluna Versátil News

Fecomércio: Veja as economias mais afetadas pela guerra da Ucrânia, e Brasil está nessa

Veja as economias mais afetadas pela guerra da Ucrânia, e Brasil está nessa

O conflito provocado pela invasão do território ucraniano pela Rússia já prejudica a economia global, com o encarecimento de alimentos e do petróleo reforçando a inflação em todo o mundo. Mas o impacto econômico dessa guerra ameaça de forma mais direta dois grupos de países, dizem especialistas -na Europa, por causa da dependência de algumas nações do gás natural russo, e, na África, onde parte relevante da oferta de alimentos depende da produção do leste europeu hoje sob ataques.

Além das inestimáveis perdas provocadas pelas mortes e vítimas na Ucrânia e na Rússia -os dois países mais diretamente impactados pelo conflito-, as economias de alguns países na Europa e na África devem ser sofrer porque dependem de produtos comprados de russos e ucranianos, dizem especialistas em relações internacionais ouvidos pelo UOL. O Brasil também não escapa, por causa do petróleo e de fertilizantes, principalmente.

“Os países que vão sentir mais impacto com essa crise são, primeiramente, os mais vulneráveis, aqueles que já sofrem por causa dos alimentos. Depois, os países que dependem muito de fontes de energia da Rússia”, disse Rogério Studart, Senior Fellow do Núcleo de Economia Política do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri).

Ligações econômicas viraram arma

Segundo Studart, ex-diretor do Banco Mundial e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o que caracteriza essa guerra é que, pela primeira vez, está sendo usada como arma a interdependência econômica.

De um lado, os países do Ocidente estão evitando fazer sanções que signifiquem um tiro no próprio pé, não estendendo as medidas de retaliação econômica a produtos que sejam importantes para a Europa, por exemplo.

A Rússia aposta na interdependência econômica apoiada no poder que tem sobre a oferta de gás e petróleo para a Europa, nos investimentos que bilionários russos fazem em alguns dos principais centros financeiros europeus e na relação comercial com a China.

Impacto econômico global indireto

Os impactos provocados pelo conflito no leste europeu sobre a economia global são mais indiretos que diretos, dizem especialistas ouvidos pelo UOL, porque a participação somada de Rússia e Ucrânia no PIB (Produto Interno Bruto) do mundo é relativamente pequena.

A Rússia detém 3% do PIB global, enquanto a Ucrânia responde por apenas 0,14%. Por isso, a guerra no leste europeu não tende a impactar diretamente a produção industrial, por exemplo, como aconteceu quando a pandemia chegou a tirar a China da cadeia de produção internacional por algum tempo.

O cientista político e coordenador da pós-graduação em relações institucionais e governamentais da Faculdade Presbiteriana Mackenzie, Márcio Coimbra, destaca que a Rússia tem uma economia do tamanho da espanhola.

“A Rússia é grande em extensão e em ogivas nucleares, mas na economia mundial é apenas 8% do PIB americano. A economia russa não é diversificada e muito dependente de gás e commodities. Por isso, o impacto direto desse conflito na economia mundial é limitado. Mas há impactos indiretos muito importantes por causa dos mercados de energia e alimentos”, Márcio Coimbra, Mackenzie.

Inflação de energia e alimentos prejudica economia global

Rússia e Ucrânia têm fatias relevantes em dois mercados que servem de base para muitas atividades econômicas -o de energia e o de alimentos.

A Rússia é o principal exportador e segundo maior produtor mundial de gás natural. É ainda o segundo maior exportador e terceiro maior produtor de petróleo no mundo, com 12% da oferta global.

A Ucrânia responde por 12% das exportações mundiais de trigo e 15% das de milho -insumos importantes tanto para a indústria de alimentos como para a cadeia de criação de aves e porcos.

Juntas, Rússia e Ucrânia detêm 30% de todo o comércio mundial de trigo, 17% da oferta de milho, 32% do mercado da cevada e 50% do de óleo, sementes e farelo de girassol.

O coordenador da graduação em relações internacionais da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Eduardo Mello, afirma que o conflito já provocou o encarecimento do petróleo, do gás natural e dos alimentos em todo o mundo, atingindo as economias mesmo em países que não compram esses insumos diretamente da Rússia ou da Ucrânia.

Impacto na inflação atinge Brasil

O encarecimento de combustíveis fósseis e de grãos tem efeito mais nocivo sobre economias que já estão sofrendo com a inflação, como a brasileira.

No caso do Brasil, há outro agravante, diz o professor da FGV: a dependência do petróleo para transportes. Cerca de 60% de tudo o que é transportado aqui depende de combustíveis fósseis. É por isso que o Brasil aparece entre as economias que mais devem sofrer os efeitos econômicos indiretos dessa guerra.

“Quanto mais petróleo usamos, mais estamos expostos aos impactos econômicos desse conflito”, Eduardo Mello, FGV.

Coluna Versátil News

Assembléia Legislativa: Déficit da Polícia Civil e convocação dos concursados pautam audiência pública na ALRN

Déficit da Polícia Civil e convocação dos concursados pautam audiência pública na ALRN

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte realizou nesta segunda-feira (14) uma audiência pública para discutir a definição do calendário para convocação dos classificados no último concurso público, edital nº 01 de 25 de novembro de 2020, para provimento de 301 vagas no quadro de pessoal da Polícia Civil. Atualmente 2.217 aprovados estão classificados nas etapas já realizadas. Conforme edital, o limite  para chamamento ao  final  de  todas  etapas é  de três  vezes  o  número de  vagas, mas que  pode  ser extrapolado a “critério da Administração Pública”. Propositor da audiência, o deputado Subtenente Eliabe (SDD) abriu os trabalhos destacando a imparcialidade do debate.

“Estamos aqui para cobrar providências do Governo do Estado mas sem revanchismo, sem cor partidária, de forma responsável, pois o que importa é o serviço prestado à população e a convocação dos policiais se reverte em uma segurança pública melhor e mais eficaz”, disse Eliabe ao abrir os trabalhos.

Ao fazer uso da palavra, a delegada e presidente da Associação dos Delegados de Polícia (Adepol), Taís Aires, destacou o déficit de pessoal na instituição. “O último concurso que tivemos foi há dez anos. Por isso a importância desse dia e de se debater essa temática. Os policiais civis que estão na ativa dão muito mais do que podem, mas estamos transferindo um problema que é do governo para a categoria, por isso a necessidade de se rever o quantitativo que hoje compõe os nossos quadros”, disse.

Representando a Comissão de Aprovados no Concurso da Polícia Civil, Beatriz Pompeo, ressaltou a necessidade urgente do reforço do efetivo da categoria. “O quantitativo correto, ou pelo menos, próximo do necessário é imprescindível para que a Polícia Civil do Rio Grande do Norte preste um serviço de qualidade. Hoje os policiais estão dando 110% a mais do que se pode. São dados que precisam ser avaliados e ajustados para que a segurança pública chegue na ponta com resolutividade”.

Priscila Vieira, presidente da Associação dos Escrivães de Polícia do RN (Assesp), foi enfática ao destacar a necessidade urgente da convocação dos concursados para o andamento dos trabalhos nas delegacias da Polícia Civil. “Somos peça fundamental na Polícia Civil e no processo de investigação. O nosso estatuto prevê 800 vagas para escrivãs e, infelizmente, hoje somos apenas 175. Desses, 46 estão afastados por licença médica. O que mostra que a demanda de trabalho gigantesca. A vinda desses novos concursados é esperada com muita ansiedade por quem está na ativa”, enfatizou.

Um dos aprovados no concurso, Adson Felipe Rocha, questionou a demora e a falta de interesse em dar continuidade ao processo. “Uma oportunidade ímpar. Somos dois mil concursados aprovados. Sendo que temos mais de quatro mil cargos vagos. Isso significa dizer que tem orçamento aprovado, tem necessidade, tem a cobrança. Falta apenas o curso de formação e a nomeação para que possamos dar o nosso melhor a favor da segurança pública do nosso Estado”, cobrou.

A luta da categoria foi reforçada pela presidente do sindicato dos policiais civis do RN (Sinpol), Edilza Faustino, que revelou que a necessidade é tanta que se o Governo fosse apenas repor as vagas em aberto, seria necessária a convocação de 600 policiais civis. “Essa é uma luta constante do Sinpol pelo número correto do efetivo. Hoje temos apenas 1290 policiais na ativa, desses muitos estão afastados por motivos de saúde, ou seja, se formos analisar, a situação é mais crítica do que imaginamos”, lamentou.

O deputado Kelps Lima (SDD) participou da audiência de forma remota e ressaltou a oportunidade que está sendo dada a atual administração para mudar a realidade da Policia Civil do RN. “Fátima tem uma oportunidade gigantesca de atenuar esse problema e transformar a realidade da Polícia Civil do nosso Estado e, consequentemente, a segurança pública do RN”, disse.

Finalizando o debate, o deputado Subtenente Eliabe destacou os números. E informou que o déficit geral do contingente da Polícia Civil chega a 77%. “Das 350 vagas para delegado, apenas 144 estão ocupadas, o que representa um déficit de 59%. Das 800 vagas destinadas a escrivães, apenas 165 estão ocupadas, o que representa 79% do quadro e para agentes, o déficit é ainda maior. Das quatro mil vagas, hoje estão ocupadas apenas 917. Um déficit de 77% do efetivo policial”, descorreu.

Eliabe encerrou a audiência pública deliberando algumas ações que serão realizadas pelo seu mandato em busca da solução para o problema. “Por tudo isso a pauta é relevante, pertinente, urgente, porém realizável. Falta apenas zelo e prioridade com a segurança pública do Rio Grande do Norte. Iremos encaminhar expediente com os números e os assuntos tratados nesta audiência. Além disso, vamos tentar marcar uma reunião com o Governo do Estado e intermediar a solução para essa questão tão importante para a segurança pública do Estado”, finalizou.

Coluna Versátil News

Prefeitura de Parnamirim: Saúde capacita agentes de endemia para trabalho em campo 

Saúde capacita agentes de endemia para trabalho em campo

Os agentes de endemias de Parnamirim estão participando nesta segunda feira (14) de mais uma capacitação sobre Padronização do trabalho de campo. O Encontro é promovido pela Prefeitura, através da Secretaria de Saúde, e ocorreu no auditório do Centro Administrativo.

Na ocasião, os supervisores Manoel Messias e Luciano Gomes ministraram sobre direitos e deveres de agentes e supervisores; padronização do preenchimento de boletins, enquanto a agente de endemias Ângela Maria tratou sobre o assunto estatísticas.

O treinamento é destinado apenas aos profissionais que desenvolvem o trabalho de campo. Na semana passada, eles aprenderam sobre reconhecimento geográfico. De acordo com o coordenador de vigilância ambiental, Diego Dione, atualmente, o Departamento de Vigilância em Saúde, conta com vários novos agentes de endemias e a capacitação é fundamental tanto para prepará-los, como para renovar os conhecimentos dos agentes mais antigos.

Participaram aproximadamente 65 agentes de endemias que diariamente realizam vistoria de residências, depósitos, terrenos baldios e estabelecimentos comerciais para combater os focos endêmicos. Além da vistoria e eliminação dos depósitos, também realizam o trabalho educativo de orientação às famílias.

Rolar para cima