26 de março de 2022

Coluna Versátil News

Nascidos a partir de 1984 podem sacar hoje valor esquecido em bancos

Nascidos a partir de 1984 podem sacar hoje valor esquecido em bancos

É necessário fazer login prata ou ouro no Portal Gov.br para retirada

As pessoas nascidas de a partir de 1984 ou empresas abertas a partir desse ano que perderam o prazo para pedirem o saque de valores esquecidos em instituições financeiras terão uma nova chance neste sábado (26). Das 4h às 24h, eles poderão participar de uma repescagem no site para agendarem a retirada.

O processo deve ser feito no site Valores a Receber, criado pelo Banco Central (BC) para a consulta e o agendamento da retirada de saldos residuais. Somente quem perdeu o horário agendado pelo sistema, de segunda (21) a sexta-feira (25), poderá agendar a retirada.

Quem perder a repescagem só poderá agendar a retirada a partir do próximo dia 28. A consulta foi aberta na noite de 13 de fevereiro. Na ocasião, o próprio sistema informou a data e o horário em que usuários com recursos a sacar devem retornar ao site para fazer o agendamento.

Após o pedido de saque, a instituição financeira terá até 12 dias úteis para fazer a transferência. A expectativa é que pagamentos realizados por meio do Pix ocorram mais rápido.

Agendamento

Para agendar o saque, o usuário deverá ter conta nível prata ou ouro no Portal Gov.br. Identificação segura para acessar serviços públicos digitais, a conta Gov.br está disponível a todos os cidadãos brasileiros. O login tem três níveis de segurança: bronze, para serviços menos sensíveis; prata, que permite o acesso a muitos serviços digitais; e ouro, que permite o acesso a todos os serviços digitais.

Segundo o BC, cerca de 114 milhões de pessoas e 2,7 milhões de empresas acessaram o sistema de consultas criado para o resgate do dinheiro. Desse total, 25,9 milhões de pessoas físicas e 253 mil empresas descobriram que têm recursos a receber. A maior parte dos recursos esquecidos, no entanto, é de pequeno valor. De acordo com levantamento do BC, saldos de até R$ 1 correspondem a 42,8% dos casos  e montantes de até R$ 10 concentram 69,7% do total.

Passo a passo

Passo 1

Acessar o site valoresareceber.bcb.gov.br na data e no período de saque informado na primeira consulta. Quem esqueceu a data pode repetir o processo, sem esperar o dia 7 de março.

Passo 2

Fazer login com a conta Gov.br (nível prata ou ouro). Se o cidadão ainda não tiver conta nesse nível, deve fazer logo o cadastro ou aumentar o nível de segurança (no caso de contas tipo bronze) no site ou no aplicativo Gov.br. O BC aconselha ao correntista não deixar para criar a conta e ajustar o nível no dia de agendar o resgate. Confira aqui como aumentar o nível do login Gov.br.

Passo 3

Ler e aceitar o termo de responsabilidade

Passo 4

Verificar o valor a receber, a instituição que deve devolver o valor e a origem (tipo) do valor a receber. O sistema poderá fornecer informações adicionais, se for o caso. A primeira etapa da consulta só informava a existência de valores a receber, sem dar detalhes.

Passo 5

Clicar na opção indicada pelo sistema:

“Solicitar por aqui”: para devolução do valor via Pix em até 12 dias úteis. O usuário deverá escolher uma das chaves Pix e informar os dados pessoais e guardar o número de protocolo, caso precise entrar em contato com a instituição.

“Solicitar via instituição”: a instituição financeira não oferece a devolução por Pix. O usuário deverá entrar em contato pelo telefone ou e-mail informado para combinar com a instituição a forma de retirada: Transferência Eletrônica Disponível (TED) ou Documento de Crédito (DOC).

Importante: na tela de informações dos valores a receber, o cidadão deve clicar no nome da instituição para consultar os canais de atendimento.

Calendário

Para evitar excesso de procuras no site, o Banco Central escalonou o pedido de saque conforme a idade do correntista ou a data de fundação da empresa. A cada semana, um público diferente será atendido.

O prazo de agendamento para pessoas nascidas antes de 1968 ou empresas fundadas antes desse ano estendeu-se entre os dias 7 e 11, com repescagem no sábado seguinte (12). Para quem nasceu entre 1968 e 1983 ou abriu empresa nesse período, o prazo decorreu de 14 a 18 de março, com repescagem em 19 de março. As repescagens aos sábados ocorrem das 4h às 24h.

Quem perder o sábado de repescagem poderá pedir o resgate a partir de 28 de março, independentemente da data de nascimento ou de criação da empresa. O BC esclarece que o cidadão ou empresa que perderem os prazos não precisam se preocupar. O direito a receber os recursos são definitivos e continuarão guardados pelas instituições financeiras até o correntista pedir o saque.

Nesta primeira fase, estão sendo liberados R$ 3,9 bilhões esquecidos em instituições financeiras. Em maio, haverá uma nova rodada de consultas, com mais R$ 4,1 bilhões disponíveis.

Além dos valores residuais em bancos, o cidadão pode ter outras fontes de dinheiro esquecido, como cotas de fundos públicos, revisão de benefícios da Previdência Social, restituições na malha fina do Imposto de Renda e até pequenos prêmios de loterias. A Agência Brasil preparou um guia para facilitar a busca por recursos adicionais

Fonte : Agência  Brasil

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Eventos na Árvore de Mirassol são cancelados por causa da chuva

Eventos na Árvore de Mirassol são cancelados por causa da chuva

Em virtudes das fortes chuvas que caíram em Natal na madrugada deste sábado, estão cancelados os eventos Feliz Idade e a Feira Negra, que ocorreriam no Espaço Cultural Marilene Dantas – Árvore de Mirassol.

As atividades culturais, de lazer, serviços e apresentações musicais programadas para o período das 15 às 20h, nos dias 26 e 27, ficaram inviáveis pela invasão da água na estrutura do lugar.

A organização dos eventos comunica que em breve informará sobre nova data e pede desculpas pelo imprevisto.

Fonte: Blog do BG

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Queda da cobertura vacinal infantil coloca Brasil sob ameaça de surtos de doenças do passado

Isabella Ballalai, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações alerta sobre risco do reaparecimento da poliomielite, que já foi erradicada no país

Baixa adesão à vacinação contra a poliomielite deixa país suscetível à volta da doença

Baixa adesão à vacinação contra a poliomielite deixa país suscetível à volta da doença

FLICKR/MINISTÉRIO DA SAÚDE

Desde 2015, o Brasil sofre com quedas constantes na cobertura vacinal de crianças, situação que ficou ainda pior nos últimos dois anos devido à pandemia de Covid-19. Dados do Sistema de Informação do PNI (Programa Nacional de Imunizações), de 2021, mostram que entre as 15 vacinas que fazem parte do calendário do Ministério da Saúde, pelo menos nove tiveram uma queda brusca nas aplicações.

Apenas dois imunizantes – a tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) e a pneumocócica (contra pneumonia, meningite e otite) – apresentaram adesão superior a 71%, que é menos do que os 80% desejados pelo PNI.

“O risco é acontecer com todas essas doenças, pólio, coqueluche, difteria, meningite, voltarem a causar doença e surtos entre nós. Foi o que aconteceu com o sarampo. Quando nossa cobertura começou a cair, a população de Roraima não vacinada gerou o surto de sarampo por lá e se espalhou pelo Brasil todo”, lamenta Isabella Ballalai, vice-presidente da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações).

Ela chama atenção para o sarampo, que havia sido erradicado no Brasil, mas voltou a aparecer em 2018, fazendo com que a Opas (Organização Pan-Americana de Saúde) cassasse o certificado de país livre da doença concedido em 2016.

“Infelizmente, ninguém fez nada, e o país está até hoje com surto de sarampo e não conseguiu ainda eliminar 100% esse surto.”

Brasil está suscetível à volta da poliomielite

Paralisia infantil pode voltar a ser um problema de saúde no Brasil, alerta especialista

Paralisia infantil pode voltar a ser um problema de saúde no Brasil, alerta especialista

GLEB GARANICH/REUTERS/ARQUIVO

Entre as vacinas que apresentaram maior queda está a da poliomielite, ou paralisia infantil. Em 1994, a doença foi considerada erradicada no Brasil e o último caso da doença foi em 1989. Porém, no ano passado, o índice de crianças vacinadas foi de apenas 67,58%, sendo que ele já chegou a 100%, em 2013.

Assim como a poliomielite, a varíola também foi erradicada no Brasil graças à vacinação.

No ano passado a Opas alertou para o risco de Brasil, Bolívia, Equador, Guatemala, Haiti, Paraguai, Suriname e Venezuela viveram a volta da doença.

A preocupação aumentou ainda mais após a confirmação de duas crianças infectadas em Jerusalém, Israel, na última terça-feira (16), e a presença do vírus no esgoto de outras cidades do país.

“Em Israel não foi o vírus selvagem que originou os casos. Foi o derivado da vacina. Isso sempre existiu, o vírus da vacina é atenuado, por ser uma vacina oral, ele é eliminado pelas fezes do vacinado. Essa eliminação ajudou na erradicação da pólio. No entanto, agora devido à baixa cobertura vacinal, esse vírus que foi para o ambiente e sofreu mutação e causa doença nos não vacinados”, alerta Isabella.

E acrescenta: “Os números que temos hoje de vacinados deixam o país suscetível à pólio, tanto a importada, por exemplo alguém que venha do Afeganistão ou Paquistão, onde o vírus selvagem circula, quanto o vírus vacinal que está entre nós pelos vacinados.”

O que causou a baixa adesão à vacinação?

Brasil era referência em imunização infantil no passado

Brasil era referência em imunização infantil no passado

ROLANDO ANDRADE/ESTADÃO CONTEÚDO – 1º.8.1974

Entre os motivos apontados para a baixa adesão é que os pais deixaram de conviver com as doenças evitáveis por vacinação e ter conhecimento da gravidade a que seus filhos estão expostos.

“O principal motivo é a perda da percepção de risco que há na população. Há um estudo que mostra que dos anos 1980 até 1994 tivemos várias campanhas de vacinação e a curva de cobertura vacinal aumentou muito rapidamente. Nos anos de 1995 até 2014, essa curva ficou estável, e de 2015 para cá essa curva cai.”

Para a vice-presidente da SBIm, as gerações de pais mais novos não têm a mesma percepção de risco que havia antigamente.

“Nos anos 1980, a população via essas doenças. Uma mãe, um pai tinham medo de que o filho pegasse pólio. 90% dos brasileiros acreditam na importância da vacina, mas eles precisam acreditar no risco da doença.”

As taxas de confiança nas campanhas de vacinação no Brasil chegam a quase 90%, de acordo com pesquisas da SBIm e nos momentos de surtos a população busca proteção.

“Quando a população vê a doença, ela procura a vacina”, diz a especialista ao lembrar do surto de febre amarela vivido no país em 2017 e 2018.

“Na época, tínhamos uma cobertura no país de 40% de vacinados, sendo que a vacina era recomendada de rotina na grande maioria do território e oferecida pelo SUS [Sistema Único de Saúde]. Quando tivemos a epidemia, até quem tinha contraindicação queria vacinar, foram filas, pedidos de laudos médicos para autorizar”, lembra Isabella Ballalai.

Pais não são únicos responsáveis pela falta de adesão

Outro motivo apontado pela SBIm é a falta de comunicação adequada para que tanto os pais quanto os médicos saibam das campanhas de vacinação, dos riscos das doenças e da importância de evitar a volta dessas enfermidades.

“A comunicação precisa fazer parte das ações do Ministério da Saúde, o que existia nos anos 1980 e 1990. Era uma festa vacinar. Agora a comunicação que a gente vê é, no máximo, chamar para vacinar. Mesmo assim, campanhas anuais que acontecem todos os anos têm adesão baixíssima, e muita gente nem fica sabendo que está acontecendo. A comunicação é apontada como principal ferramenta para o êxito da vacinação”, ressalta a médica.

Muitas vezes os pais são apontados como os responsáveis por levarem os filhos para vacinar, mas a médica diz acreditar que essa responsabilidade deve ser dividida com o poder público, já que a comunicação é falha.

“A responsabilidade maior é das autoridades públicas. Nem o nível federal, nem estadual, nem municipal têm feito qualquer comunicação sobre as outras vacinas e a situação de risco que o país vive hoje. Os pais são cobrados, porque os governos acham que explicam a importância da vacinação”, conclui Isabella Ballalai.

A SBIm disponibiliza no site quais são as vacinas indicadas para cada faixa etária, com indicação das que são oferecidas pelo SUS, de zero a 10 anos; de 10 a 19 anos; de 20 a 59 anos e acima dos 60 anos. As gestantes, os transplantados e os pacientes especiais também encontram as vacinas disponíveis e indicação para aplicação.

Fonte: R7

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GRUPO DE STAND UP COMEDY 4 AMIGOS SE APRESENTA EM MAIO NO TEATRO RIACHUELO  

 


GRUPO DE STAND UP COMEDY 4 AMIGOS SE APRESENTA EM MAIO NO TEATRO RIACHUELO

Amigos de longa data, os comediantes Dihh Lopes, Márcio Donato, Thiago Ventura e Afonso Padilha decidiram se juntar para realizar o show de stand up comedy. A ideia é bem simples: unir quatro amigos e fazer com que eles dividam o mesmo palco, criando um ambiente único e de muita descontração entre eles, que contagia a todos incluindo a plateia. Com milhões de visualizações nas redes sociais e sucesso garantido por ondem passam, o grupo é um dos nomes mais fortes atualmente dentro da comédia brasileira e chega a Natal no dia 21 de maio, para apresentação no Teatro Riachuelo.

Os quatro se revezam no palco por cerca de 20 minutos cada, contando suas melhores observações do cotidiano. Na Banca de Piadas, um dos momentos mais aguardados pelos espectadores, os quatro se reúnem em uma mesa e discutem um tópico em comum. Cada Banca de Piadas é única, não se repetindo em outras apresentações. Com estilos diferentes uns dos outros, cada um traz a sua particularidade ao espetáculo, que é motivo de gozação para os demais integrantes e um completo deleite para todo o público.

Ingressos na bilheteria do teatro e no site: www.uhuu.com

Fonte: Hilneth Correia

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G1: Chuva causa transtornos em Natal, Mossoró e outras cidades do RN


Chuvas causaram transtornos nesta manhã em Natal — Foto: Vinícius Marinho/Inter TV Cabugi

Chuvas causaram transtornos nesta manhã em Natal — Foto: Vinícius Marinho/Inter TV Cabugi

As fortes chuvas que caíram durante a madrugada e a manhã deste sábado (26) em NatalMossoró e outras cidades do Rio Grande do Norte causaram transtornos.

A água invadiu casas e lojas, alagou ruas e fez vários pontos de alagamento. Em Natal, a Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU) alertou para pelo menos seis áreas alagadas nas ruas e que interferem no tráfego de veículos.

Veja os pontos de alagamento apontados pela STTU na manhã deste sábado:

  • Ponto de alagamento intransitável na Rua Manoel Miranda x Leão Veloso, Alecrim.
  • Ponto de alagamento transitável na rua Miramangue, próximo a Escola Municipal Emanoel Bezerra, Planalto.
  • Ponto de alagamento transitável na avenida Prudente de Morais, em frente ao Corpo de Bombeiros, sentido sul.
  • Ponto de alagamento transitável na Avenida Capitão Mor Gouveia x rua Adolfo Gordo, Cidade da Esperança.
  • Rua dos Caicós, em frente à sede do Alecrim, interditada no sentido Alecrim.
  • Ponto de alagamento transitável na avenida Coronel Estevam, próximo ao cruzamento com a av Antônio Basílio.

 

Rua Tenente Souza, no bairro Pajuçara, em Natal RN — Foto: Vinícius Marinho/Inter TV Cabugi

Rua Tenente Souza, no bairro Pajuçara, em Natal RN — Foto: Vinícius Marinho/Inter TV Cabugi

Alagamentos

 

Em Natal, alguns trechos também ficaram completamente alagados. Um desses pontos foi a Rua Mossoró. A água tomou conta de boa parte da rua e impediu a passagem de veículos. Moradores registraram o trecho nas primeiras horas da manhã deste sábado.

Rua Mossoró em Natal ficou completamente alagada  — Foto: Cedida

Rua Mossoró em Natal ficou completamente alagada — Foto: Cedida

Em Mossoró, as avenidas João da Escóssia e Felipe Camarão também sofreram com alagamentos. Na Felipe Camarão, num trecho próximo aos Correios, um carro chegou a ter a água quase o cobrindo por completo.

“Em chuvas torrenciais como a que aconteceu hoje, nós percebemos que alguns motoristas, tentaram enfrentar áreas de acúmulo de água nas ruas. Então, a Defesa Civil orienta que o motorista procure vias alternativas. Em caso de ruas alagadas, não estacione em baixo de árvores, porque chuvas com ventos podem ocasionar queda de galhos ou mesmo de árvores”, alertou o coordenador da Defesa Civil de Mossoró, Alcivan Gama.

Avenida Felipe Camarão em Mossoró registrou pontos de alagamento — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Avenida Felipe Camarão em Mossoró registrou pontos de alagamento — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Os bairros mais afetados em Mossoró foram o Aeroporto, Belo Horizonte e Dom Jaime Câmara. A chuva atingiu a cidade com muita intensidade em menos de uma hora.

“O grande problema da chuva de ontem em Mossoró foi a intensidade. Nós tivemos no bairro Aeroporto, no Centro, e no bairro Belo Horizonte praticamente 60 milímetros em 50 minutos”, disse o professor do departamento de meteorologia e climatologia da Universidade Federal Rural do Seridó (Ufersa), José Espínola.

“A chuva foi concentra num pequeno espaço de tempo e não dá tempo a superfície do asfalto, a pavimentação da cidade, dar escoamento a todo esse volume de água”.

Em Baía Formosa, no litoral Sul do Rio Grande do Norte, moradores também registraram ruas tomadas pela chuva. No município de Goianinha também houve registro de chuvas intensas, que alagaram a cidade.

Rua em Baía Formosa, no RN, tomada pela água da chuva — Foto: Redes Sociais

Rua em Baía Formosa, no RN, tomada pela água da chuva — Foto: Redes Sociais

Acumulado de chuvas

 

De acordo com o setor de meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária (Emparn), 84 pontos de coleta registraram chuva entre sexta e o início da manhã deste sábado (26) no estado.

As cidades, por região, que mais choveram até às 7h15 deste sábado, foram:

  • Agreste – Ielmo Marinho – 69mm
  • Oeste – Jucurutu – 57.2mm
  • Leste – Goianinha – 33.2mm
  • Central – Caicó – 24.7mm

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