27 de março de 2022

Coluna Versátil News

Troca de gasolina por etanol pode não ser vantajosa para o consumidor

Troca de gasolina por etanol pode não ser vantajosa para o consumidor

Especialistas mostram quando a mudança vale a pena

Entre janeiro e fevereiro deste ano, as vendas do etanol hidratado subiram 26,20%. Os dados são da Associação Brasileira da Indústria da Cana de Açúcar (Unica). Na avaliação do diretor técnico da Unica, Antonio de Padua Rodrigues, isso “É um indicativo da recuperação do consumo do biocombustível”.

Com o recente reajuste no preço da gasolina de 18,57%, o etanol pode ser uma alternativa para o abastecimento. A troca, no entanto, pode não ser vantajosa. É o que afirma o professor de Engenharia de Transporte do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ), Márcio D’Agosto.

D’Agosto explica que a quantidade de energia existente em um litro de etanol é diferente da quantidade em um litro de gasolina. “Aí, tem a famosa relação dos 70%. Significa que um litro de etanol equivale a cerca de 70% do litro da gasolina em termos de conteúdo energético”. Portanto, o preço do etanol tem que ser menor ou igual a 70% do preço da gasolina. Caso contrário, o custo-benefício entre os combustíveis não será atrativo para os consumidores, explicou.

Para calcular, basta dividir o preço do álcool pelo valor da gasolina. Caso o resultado seja inferior a 0,7, o etanol será uma alternativa economicamente viável. Por exemplo: caso a gasolina esteja avaliada em R$ 7,40 e o etanol em R$ 5,20, o resultado é de 0,702. Neste cenário (5.2 dividido por 7.4), o etanol é vantajoso.

Preços

O levantamento de preços efetuado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) apurou, na semana compreendida entre os dias 13 e 19 deste mês, preços máximos de R$ 8,399 para o litro da gasolina comum e de R$ 7,989 para o litro do etanol hidratado nos postos. “Não vale a pena”, disse o professor da Coppe. “Não dá 70%”.

Márcio D’Agosto afirmou que não tem vantagem alguma para o motorista comprar etanol. “Porque ele vai rodar menos quilômetros com um litro de etanol, vai ter que abastecer com mais frequência e vai acabar gastando mais. O tanque dele vai acabar mais rápido”. Esse preço do etanol é totalmente não competitivo com a gasolina, afirmou.

Na semana analisada pela ANP, foram encontrados preços máximos para o litro da gasolina por estados. No Rio de Janeiro, o valor atingiu até R$ 8.399; no Maranhão, R$ 8.390; em São Paulo, R$ 8.299; no Piauí, de R$ 8.297.

O preço mínimo, que chegou a R$ 5.899, foi registrado em São Paulo.

Em relação ao litro de etanol hidratado, os preços máximos de R$ 7,989 e de R$ 7,899 foram achados no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul, respectivamente. Já o preço mínimo por litro do produto ocorreu no Mato Grosso e em São Paulo, de R$ 3,979 em ambas as unidades da Federação.

Amenizando gastos

O jornalista Romildo Guerrante usa gasolina no seu automóvel. Mas, diante do elevado preço do combustível, a saída que encontrou para amenizar os gastos no atual cenário foi viajar menos. “Eu costumava sair e dar uma volta até Petrópolis ou Nova Friburgo. Não vou. Não estou indo mais”. Guerrante disse que não usa etanol porque não vale a pena. “Não há vantagem”, argumentou.

O microempresário Rômulo Cipriani Costa também prefere a gasolina ao etanol em seus carros. Para diminuir os gastos, ele deixou de fazer algumas ações cotidianas, como levar os filhos para a escola de automóvel. “Estamos indo de bicicleta”. Ele também cortou praticamente todos os passeios. “Só [ficaram] os que dão para ir de bike”, relatou.

José Paulo Zymmerman é gerente de banco e tem automóvel movido a gasolina, mas só usa nos fins de semana. Nos dias úteis, anda de metrô. Para reduzir os gastos com combustíveis, procura “fazer uma direção mais calma, sem acelerar fundo, pois quando aceleramos muito, o gasto é maior. Mas se o percurso que tenho que fazer tiver metrô perto, eu sempre dou preferência ao metrô”.

O aposentado Gilson Munhoz Ribeiro também só usa gasolina. “O etanol aqui no Rio de Janeiro não compensa, mesmo em tempos normais”. Confessou que não está fazendo nada diferente para compensar o aumento da gasolina, a não ser evitar passeios desnecessários. “Mas o resto não mudou”, destacou.

Fonte: Agência Brasil

Coluna Versátil News

Soldado russo se rende e entrega tanque em troca de US$ 10 mil e cidadania ucraniana

Soldado russo se rende e entrega tanque em troca de US$ 10 mil e cidadania ucraniana

Foto: reprodução

Um soldado russo se rendeu e entregou um tanque às Forças Armadas da Ucrânia em troca de US$ 10 mil e a promessa de cidadania ucraniana, segundo o assessor do ministro de Assuntos Internos, Viktor Andrusiv. Identificado como Misha, o militar relatou que foi ameaçado por seu comandante de ser baleado e disse que foi deixado para trás por seus companheiros.

Andrusiv contou, em publicação nas redes sociais, que a polícia ucraniana havia identificado telefones usados pelos russos para os quais foram enviados mensagens de texto sugerindo a rendição e entrega de equipamentos. Misha então teria entrado em contato com as autoridades.

De acordo com o relato, o soldado russo combinou um lugar para se entregar e foi monitorado por um drone, para que os ucranianos se certificassem de que não era uma emboscada. No local marcado, ele entregou um tanque e foi detido sob promessa de ser recompensado quando a guerra terminar.

“Ele não via sentido em continuar lutando. Misha disse que quase não sobrou comida, a gestão militar está caótica e praticamente ausente. A desmoralização é colossal”, escreveu Andrusiv no Facebook.

O assessor afirmou que Misha receberá US$ 10 mil e a oportunidade de solicitar a cidadania ucraniana após o fim do conflito, que já dura mais de um mês. Disse ainda que, até lá, o militar viverá em “condições confortáveis, com TV, telefone, cozinha e chuveiro”.

Segundo levantamento do site Oryx, associado ao veículo investigativo Bellingcat, as Forças Armadas ucranianas teriam capturado pelo menos 117 tanques russos e perdido outros 74 desde o início da guerra. As informações foram reunidas pelo Oryx por meio de técnicas conhecidas como Inteligência de Fontes Abertas (OSINT), que trabalham apenas com dados encontrados na internet.

De acordo o Ministério da Defesa ucraniano, a Rússia teria perdido ao todo 509 tanques desde que o conflito começou há um mês. Já informações do governo russo, divulgadas no dia 8 de março, afirmam que 900 veículos armados ucranianos teriam sido destruídos.

Fonte: Blog do BG

Coluna Versátil News

PLATAFORMA DO NOVO ATLAS EÓLICO E SOLAR DO RN SERÁ LANÇADA NESTA SEGUNDA-FEIRA NA CASA DA INDÚSTRIA  

PLATAFORMA DO NOVO ATLAS EÓLICO E SOLAR DO RN SERÁ LANÇADA NESTA SEGUNDA-FEIRA NA CASA DA INDÚSTRIA

O Sistema FIERN, por meio do Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER), e o governo do Rio Grande do Norte apresentam nesta segunda-feira (28) a plataforma online do novo Atlas Eólico e Solar do RN, que vai disponibilizar dados inéditos e apontados por pesquisadores como chaves para análises e atração de investimentos em usinas em terra e também no offshore, no mar.

O trabalho integra o projeto do Atlas Eólico e Solar em desenvolvimento pelo ISI-ER por meio de Termo de Colaboração firmado entre o governo, através da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec), e a Federação das Indústrias do estado (FIERN), com execução do SENAI-RN, por meio do Instituto.

A plataforma do novo Atlas será lançada durante o Encontro em Defesa das Energias Renováveis, realizado de forma presencial a partir das 8h30 na Casa da Indústria. A apresentação também terá transmissão ao vivo, online, pelo canal do Sistema FIERN no YouTube: https://www.youtube.com/user/sistemafiern.

O evento terá abertura com a governadora Fátima Bezerra, com o presidente do Sistema FIERN, do Conselho Regional do SENAI-RN e da Comissão de Energias Renováveis (COERE) da Federação das Indústrias do estado, Amaro Sales de Araújo, o Secretário de Desenvolvimento Econômico do estado, Jaime Calado, o presidente da Frente Parlamentar em Defesa das Energias Renováveis, deputado Danilo Forte, e representantes da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) e da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR).

Política pública

A governadora Fátima Bezerra ressalta que o tema energias renováveis tem movido a atual gestão com ações dentro de um contexto de política pública que ajuda a fortalecer o Rio Grande do Norte como grande produtor desse tipo de energia, especialmente a energia eólica. O estado é líder nacional na geração eólica em terra e é apontado como uma das zonas mais promissoras também para investimentos no offshore, no mar.

“E, se hoje nosso esforço implica em geração de emprego e novas possibilidades ao setor produtivo, é certo que também estamos garantindo sobrevivência e menos impactos ao meio-ambiente”, diz a governadora destacando que o diálogo e a busca por investidores é permanente e chamando a atenção, ainda, para a importância das parcerias nesse processo.

“Temos um imenso potencial, e estamos, exatamente, cuidando para que seja aproveitado de maneira mais sustentável possível através da nossa Sedec, e das parcerias, sem as quais não poderíamos empreender esse conjunto de ações enquanto política pública. Temos parceiros importantes como o Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis e o Centro de Tecnologias do Gás e Energias Renováveis (CTGAS-ER), com quem trabalhamos para chegar à plataforma do Altas Eólico e Solar, além da Universidade Federal do Rio Grande do Norte”, acrescenta Fátima.

Segundo o presidente do Sistema FIERN, Amaro Sales, o Rio Grande do Norte precisava de um novo Atlas de energias há anos e o atual “chega em um bom momento, de mudanças, de investimentos aquecidos no setor e da necessidade da sociedade de receber essas informações”.

“Trata-se de um trabalho importantíssimo para atrair novos investimentos, que sai do papel graças à relação do governo do estado com a Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte. O RN tem com esse Atlas a oportunidade de trazer novos grandes players nacionais e internacionais para discussão e de aumentar essa base de sustentação fundamental para as energias”, frisa ele.

A Plataforma

A plataforma do novo Atlas Eólico e Solar do RN será apresentada pelo diretor do Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER), Rodrigo Mello, e pelo pesquisador do Instituto, Raniere Rodrigues.

A ferramenta trará a público informações do ISI-ER medidas em campo e simuladas sobre os ventos que sopram no estado, além do potencial de geração de energia solar. Os dados são colhidos por meio de estações solarimétricas instaladas em seis municípios e de uma torre anemométrica na região de Areia Branca, com informações, por exemplo, sobre velocidades do vento. As análises são feitas por pesquisadores, pesquisadoras e especialistas do Instituto, entre mestres, doutores e técnicos em áreas como meteorologia, ciências climáticas, geografia, engenharia, energia eólica e solar.

A plataforma também apresenta em um único endereço online informações de fontes como Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Esta é uma ferramenta de relacionamento com a sociedade, que permite aos usuários a construção de mapas com diferentes camadas de informações e o acesso a dados que possibilitam fazer relações dos recursos eólicos e solar disponíveis com informações socioambientais e de infraestrutura consideradas estratégicas para decisões de investimento e estudos voltados ao setor elétrico”, diz Rodrigo Mello.

Um grande diferencial, explica ele, é que o Atlas será aprimorado de forma contínua, a partir do lançamento da plataforma, e vai agregar novos produtos para a sociedade até o início do segundo semestre. “Nós temos seis estações meteorológicas disponibilizando dados online e vamos ter a maior torre anemométrica do Brasil, uma torre de 170 metros, equivalente a um prédio de 60 andares, que estamos somando à infraestrutura que já está em campo, disponibilizando também dados online”, acrescenta o diretor do ISI-ER.

“Vamos tratar de informações de energia solar, de energia eólica no onshore e no offshore, que permitem fazer análises do potencial do estado, fornecendo subsídios técnicos importantes, com segurança, com qualidade, para que o investidor possa tomar a melhor decisão, para trazer novos investimentos e expandir os que já existem. É o Atlas mais preciso que nós conhecemos entre os disponíveis no mercado nacional. A precisão e a qualidade dos dados são diferenciais que ajudarão a reduzir a incerteza na tomada de decisão sobre esses empreendimentos”, assegura ainda.

O projeto do Atlas envolve R$ 2,6 milhões em investimentos do governo do Rio Grande do Norte e, não só atualiza a primeira iniciativa de publicação do potencial eólico do RN – realizada em 2003 – como cria o primeiro atlas solar do estado. Agora, com informações reunidas em uma plataforma única.

Potencial

O secretário de Desenvolvimento Econômico do estado, Jaime Calado, destaca que “o Rio Grande do Norte é o maior produtor de energia eólica onshore, em terra, do Brasil, com 6,5 Gigawatts (GW), e tem potencial no offshore para produzir 140 GW, o equivalente a 10 Itaipus (segunda maior usina hidrelétrica do mundo)”, em referência a dados já medidos pelo ISI-ER, instituição pioneira em estudos sobre o potencial offshore na costa brasileira.

“Esse Encontro, onde a governadora vai lançar o Atlas Eólico e Solar onshore e offshore, e também o Programa de Hidrogênio Verde do RN e o local onde vai ser o novo porto do estado, será um dia importantíssimo para as energias renováveis do Brasil e vamos discutir a aprovação e assinatura de uma carta no mesmo dia em defesa das energias, com recomendações importantes do ponto de vista do desenvolvimento da atividade, inclusive com a preocupação das questões tributárias desse setor”, observa ainda o secretário.

A Carta aberta em defesa das energias renováveis para o Brasil deverá indicar pontos considerados essenciais, e providências necessárias, ao desenvolvimento das energias renováveis como instrumentos de uma economia descarbonizada e de desenvolvimento sustentável.

A programação contará com palestras e debates sobre o tema. Secretários de Desenvolvimento Econômico, Secretários de Tributação e representantes das Federações das Indústrias dos Estados do Nordeste, além de empresários da cadeia produtiva de energias renováveis e das instituições representativas do setor, também participam.

Fonte: Hilneth Correia

Coluna Versátil News

G1: Projeto universitário oferece atendimento jurídico gratuito a pessoas de baixa renda em Natal


Núcleo de Proteção Jurídica (NPJ) — Foto: Divulgação

Núcleo de Proteção Jurídica (NPJ) — Foto: Divulgação

Um projeto universitário vai oferecer atendimento jurídico gratuito a pessoas de baixa renda em Natal a partir desta segunda-feira (28).

O Núcleo de Prática Jurídica (NPJ), da Universidade Potiguar (UnP), atua nas áreas do Direito Cível, Direito de Sucessões, Direito do Consumidor, Direito de Família, entre outras.

Quem desejar receber o atendimento deve se inscrever, a partir de segunda-feira (28), na sede do NPJ, localizada na Unidade Roberto Freire, em Capim Macio, na Zona Sul da capital, ou fazer o agendamento por mensagem de texto de WhatsApp: (84) 99499-2012.

Os agendamentos começam sempre a partir das 8h e podem ser feitos de segunda a sexta-feira.

Os atendimentos jurídicos acontecem de quarta a sexta-feira, sendo os horários informados pela equipe após o agendamento.

O projeto foi criado em 1996 e busca conciliação entre as partes envolvidas, o que resulta em ajuizamento de processos, litigiosos ou consensuais.

O trabalho acontece sob a orientação de um professor e os alunos de Direito já obtiveram diversos êxitos, como uma sentença inédita favorável à mudança de nome social de uma pessoa trans.

“Junto à Justiça do RN, conseguimos, em 2014, uma retificação inédita de nome social. Pela primeira vez no Estado, uma pessoa trans teve seu nome retificado sem que antes tenha se submetido a cirurgia de readequação sexual. Vale ressaltar ainda que, no caso de crianças com microcefalia, o NPJ atuou para ajuizar demandas em auxílio das famílias”, lembrou a coordenadora do projeto, professora Marília Almeida.

Coluna Versátil News

Câmara Municipal de Natal: Situação dos carroceiros volta a ser debatida na Câmara de Natal

Situação dos carroceiros volta a ser debatida na Câmara de Natal

A Câmara de Natal voltou a debater alternativas para a substituição dos veículos de tração animal na capital. Uma audiência pública proposta pelo vereador Robson Carvalho (PDT), teve como objeto a avaliação do que mudou com a Lei Municipal nº 6.677/2017, que institui a Política Municipal de Retirada dos Veículos de Tração Animal – PMRVTA.

“Já temos a lei, mas estamos inertes, sem soluções efetivas para a questão do uso de animais e também do amparo aos trabalhadores que utilizam a coleta de lixo por este meio como fonte de renda. Se o Executivo não der prioridade, não adianta. Estamos instigando para que sejam tomadas soluções, buscando alternativas tanto para a causa animal quanto social”, destacou o propositor.

Atualmente, Natal tem cerca de 2.500 carroceiros e, segundo o presidente da associação que os representa, Adriano Brito, não foram apresentadas alternativas viáveis a estes trabalhadores. “Quase todos os cursos oferecidos foram descartados porque 90% é analfabeto. O que se ganha é pouco, um dia parado representa falta do que comer e a burocracia é grande pra receber ajuda. Precisamos de parcerias”, disse.

Já de acordo com a secretária adjunta da Secretaria Municipal de Assistência Social, Maria José de Medeiros, existe um cadastro dos carroceiros do ano de 2015 com a descrição do perfil socioeconômico de cada um. “Disponibilizamos cursos de qualificação, não houve interesse e continuamos com essas vagas em aberto. Temos feito nossa parte e entendemos que a resolução tem que ser intersetorial”, ponderou.

A Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), representada por Carlos Falcão, chefe do setor de apreensão de animais, explicou que quando são recebidas denúncias sobre maus-tratos, o órgão vai ao local com auxílio da Guarda Municipal e recolhe o animal para o devido tratamento. “Mas para resolver esse problema é preciso criar um programa socioassistencial com alternativas para que estes trabalhadores possam se manter”. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb), através da participação do supervisor geral de fiscalização ambiental, Leonardo Almeida, também esteve presente ao debate.

Durante a audiência, carroceiros e familiares, veterinários, representantes de Ongs e populares apontaram suas reivindicações e sugestões, como parcerias com entidades que trabalham com animais, programas de financiamento com bancos de fomento, formação de grupo de trabalho para a criação de um plano de ação. Os vereadores Eribaldo Medeiros (PSB), Milklei Leite (PV), Chagas Catarino (PSDB) e as vereadoras Divaneide Basílio (PT) e Margarete Régia (PROS) também participaram contribuindo com o debate.

Rolar para cima