18 de abril de 2022

Coluna Versátil News

Cientistas brasileiros desenvolvem método de castração sem cirurgi

 

 

A castração é uma medida de saúde pública, considerada uma das principais formas de controle populacional de cães e gatos. A medida reduz os índices de reprodução, abandono e a transmissão de doenças entre os animais.

 

Com o objetivo de reduzir o número de animais nas ruas e promover o acesso às ações de castração, cientistas da Universidade de Brasília (UnB) desenvolveram um método de castração rápido e não cirúrgico para cães e gatos.

 

Os estudos foram conduzidos pelas pesquisadoras Vanessa Nicolau de Lima, doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Biologia Animal, e Juliana Lis Mendes de Brito, pós-doutoranda pelo mesmo programa, com o apoio da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior).

 

No procedimento, exclusivo para machos, o animal é sedado e recebe uma injeção de partículas minúsculas de óxido de ferro nos testículos. A seguir, a esterilização pode ser feita pela aplicação de um campo magnético (magnetohipertermia) ou de uma luz de LED (fotohipertermia). Nos dois procedimentos, a temperatura chega ao cerca de 45 graus e não causa queimaduras nos animais.

 

No caso da magnetohipertermia, o campo magnético externo é aplicado na região dos testículos e as nanopartículas injetadas geram calor apenas no local da aplicação. O procedimento de fotohipertermia, por sua vez, consiste na utilização de um LED infravermelho para que as nanopartículas transformem a luz em calor e promovam a esterilização.

 

Segundo Juliana, o procedimento dura 20 minutos e faz com que o testículo atrofie. “Acompanhamos 13 animais e chegamos ao final do experimento com um animal que tinha resquícios de um tecido, que a gente julga que seria testículo, mas ele já não era nada funcional”, explica Juliana em comunicado.

 

CNN Brasil/Jeane Oliveira, CEO da FiberTech

Fonte : Jeane Oliveira

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“QUEEN EXPERIENCE IN CONCERT” TEM APRESENTAÇÃO NA SEXTA-FEIRA (22) EM NATAL

“QUEEN EXPERIENCE IN CONCERT” TEM APRESENTAÇÃO NA SEXTA-FEIRA (22) EM NATAL

O “Queen Experience in Concert” tem apresentação nesta sexta-feira (22), às 21h, no Teatro Riachuelo, em Natal.

O espetáculo já passou por mais de 180 cidades brasileiras e da América Latina. O espetáculo é considerado o maior espetáculo Queen das Américas e conta com orquestra, maestro no palco, banda ao vivo e é encenado por mais de 25 integrantes.

O show aconteceria em 13 de fevereiro, mas foi adiado por conta dos altos índices da pandemia da Covid naquela altura. Os ingressos adquiridos para aquele dia são válido para esta sexta.

Os ingressos estão à venda na bilheteria do teatro e no site uhuu.com

Fonte: Hilneth Correia

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Governo prorroga prazo para renovação de contratos do Fies

Estudantes terão até 30 de abril para realizar transferências e solicitar ampliação do prazo de utilização do financiamento

O novo prazo para a renovação vai até dia 30 de abril

O novo prazo para a renovação vai até dia 30 de abril

MARCELLO CASAL JR/AGÊNCIA BRASIL

O governo federal prorrogou até 30 de abril o prazo para que estudantes com contratos do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil), firmados até dezembro de 2017, façam o aditamento dos financiamentos no primeiro semestre de 2021.

O novo prazo vale para a realização de transferência integral de curso ou de instituição de ensino, e para a solicitação de ampliação do prazo de utilização do financiamento. Os contratos do Novo Fies, concedidos a partir de 2018, têm cronograma definido pela Caixa Econômica Federal.

Os aditamentos de renovação semestral devem ser feitos por meio do SisFies (Sistema Informatizado do Fies), disponível na página eletrônica do Ministério da Educação. No caso de aditamento não simplificado, quando há alteração nas cláusulas do contrato, como mudança de fiador por exemplo, o estudante precisa levar a documentação comprobatória ao banco para finalizar a renovação. Já nos aditamentos simplificados, a renovação é formalizada a partir da validação do estudante no sistema.

Os contratos do Fies devem ser renovados semestralmente. O pedido de aditamento é feito inicialmente pelas instituições de ensino e, em seguida, os estudantes devem validar as informações inseridas pelas faculdades no SisFies.

Fonte: R7

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  Ministério da Saúde explica o fim da Covid-19 como emergência em saúde pública no Brasil


Marcelo Queiroga, ministro da Saúde, em coletiva nesta segunda-feira (18) — Foto: Reprodução

Marcelo Queiroga, ministro da Saúde, em coletiva nesta segunda-feira (18) — Foto: Reprodução

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta segunda-feira (18) que a decisão de decretar o fim da emergência de saúde pública relacionada à Covid-19 no Brasil foi baseada em três pontos:

  • a queda expressiva dos casos e dos óbitos por causa da Covid nos últimos 15 dias;
  • a ampla cobertura vacinal da população: mais de 70% já completou o esquema vacinal com duas doses e mais de 77 milhões de pessoas já receberam a dose de reforço (equivalente a cerca de 39% da população);
  • a capacidade do SUS de atender não só os casos de Covid-19, mas também as doenças prevalentes que foram negligenciadas durante os períodos de picos da Covid.

 

Em entrevista em Brasília, Queiroga também citou a capacidade de vigilância epidemiológica e genômica brasileiras como outro “fundamento sanitário” para decretar o fim da Covid como emergência em saúde pública nacional.

 

“Quero frisar que nenhuma política de saúde pública será interrompida”, afirmou o ministro.

 

“A Covid não acabou e não vai acabar, e nós precisamos conviver com essa doença e com esse vírus. Felizmente, parece que o vírus tem perdido a força, tem perdido a letalidade, e cada dia nós vislumbramos um período pós-pandêmico mais próximo de todo mundo”, disse.

 

Rosana Richtmann sobre fim da emergência de Covid: 'Tem cunho político por trás disso'

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O ministro acrescentou, ainda, que “não é função do Ministério da Saúde acabar com pandemia”. Ele comentou a preocupação da Organização Mundial de Saúde (OMS) com o relaxamento de medidas de combate à Covid-19 em vários países (veja detalhes mais abaixo).

“A Organização Mundial de Saúde analisa o contexto internacional e nós, aqui, analisamos o contexto nacional”, declarou Queiroga.

Em março, o Brasil registrou 10.417 mortes pela Covid-19, segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa – uma queda de mais de 50% em relação a fevereiro, quando o número havia chegado a mais de 22 mil óbitos.

O que muda com o fim do status?

 

O estado de “Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional” (Espin) entrou em vigor em fevereiro de 2020. A norma permitiu que o governo federal e os governos estaduais e municipais tomassem uma série de medidas, como o uso obrigatório de máscaras e a autorização emergencial para vacinas.

A medida sanitária foi criada para diminuir a burocracia para contratações temporárias de profissionais de saúde, aquisição de bens e contratação de serviços. Com ela, ficou prevista a dispensa de licitação e autorizou a importação de produtos sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Entre as normas que poderão ser afetadas com o fim do estado de “emergência sanitária nacional” estão, por exemplo, a do uso de máscaras, do teletrabalho, e da regulamentação da telemedicina.

A TV Globo apurou que, com uma nova portaria, o governo pode estabelecer um prazo, de 30 a 90 dias, para que os órgãos públicos se adaptem. Ou seja, as normas em vigor atualmente não perderiam a validade de imediato. E algumas poderiam ser prorrogadas.

Ministério da Saúde pediu à Anvisa, por exemplo, que autorize a manutenção, por até um ano, do uso emergencial de alguns produtos para combater a Covid-19, como a vacina CoronaVac.

OMS mantém status de emergência

Na semana passada, a Organização Mundial de Saúde (OMS) havia anunciado que ainda considerava a Covid uma emergência de saúde pública internacional.

A decisão, do diretor-geral da OMS Tedros Adhanom Ghebreyesus, seguiu o parecer do comitê de emergências da entidade. O comitê reconheceu que o Sars-CoV-2, causador da Covid, continua a ter uma evolução “imprevisível, agravada pela sua ampla circulação e intensa transmissão em humanos” e em outras espécies.

Os especialistas consideraram com preocupação o fato de que alguns países-membros relaxaram medidas de comportamento e saúde pública para diminuir a transmissão do vírus.

Fonte: Globo

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G1: Exportações do RN sobem 191% no primeiro trimestre de 2022 e alcançam maior valor em 12 anos


Campo de exploração de petróleo no RN  (Arquivo) — Foto: Getúlio Moura/Petrobras/Divulgação

Campo de exploração de petróleo no RN (Arquivo) — Foto: Getúlio Moura/Petrobras/Divulgação

As exportações do Rio Grande do Norte registraram um aumento superior a 191% no primeiro trimestre de 2022 na comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com dados do governo federal sobre comércio exterior.

Entre janeiro e março, o estado exportou o equivalente a US$ 214 milhões contra US$ 73,4 milhões no mesmo período do ano passado. O valor é o maior para o trimestre na série histórica iniciada em 2011.

As importações também tiveram aumento recorde e alcançaram o patamar de US$ 126 milhões nos três meses.

Exportações e Importações do Rio Grande do Norte no primeiro trimestre do ano
Dados de 2011 a 2022
Em milhões de US$ExportaçõesImportações201120122013201420152016201720182019202020212022050100150200250
Fonte: ComexVis

Os combustíveis foram os principais responsáveis pelo aumento das exportações no Rio Grande do Norte. A venda desse tipo de produto para o mercado externo representou 48% do total de exportações potiguares, com um valor de US$ 102,36 milhões nos três primeiros meses do ano.

O volume vendido no trimestre representam cerca de 55% do total de combustível exportado pelo estado ao longo de todo o ano de 2021.

Outros destaques foram as frutas, que já foram o produto mais exportado pelo estado. O agronegócio potiguar registrou um aumento de quase 30% nas vendas para o exterior, ao longo do primeiro trimestre de 2022, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Ao todo, foram exportados US$ 51 milhões contra US$ 39,9 milhões no primeiro trimestre de 2021. Ainda assim, a participação das frutas no total das exportações potiguares caiu de 32% no acumulado de 2021 para 24% no primeiro trimestre deste ano.

Já os principais produtos importados pelo estado estão ligados à área da indústria, como geradores de energia elétrica. Outro destaque fica por conta do trigo e centeio importados pelo estado.

Enquanto vende a maior parte de seus produtos para Singapura (48%), Estados Unidos (13%), Países Baixos (8%), Espanha (6,4%), Reino Unido (6,3%) e Gana (4,6%), o Rio Grande do Norte importa principalmente da China (63%), Argentina (11%) e Estados Unidos (9,3%).

Apesar do aumento dos negócios internacionais, o RN representou apenas 0,3% das exportações brasileiras no primeiro trimestre. Em 2021, o percentual era de 0,2%.

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