G1: Concurso da Polícia Militar do RN tem provas para cargo de farmacêutico anuladas
Instituto Consulplan remarcou provas para o dia 22 de maio, após erro constatado neste domingo (1º).
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Hospital da Polícia Militar em Natal, RN — Foto: Geraldo Jerônimo/Inter TV Cabugi
A banca organizadora do concurso para oficiais da Saúde na Polícia Militar do Rio Grande do Norte anulou as provas para o cargo de farmacêutico, realizadas neste domingo (1º), em Natal.
Segundo os candidatos, a prova tinha todas as questões voltadas para o cargo de farmacêutico hospitalar, quando o edital previa vaga para farmacêutico de análises clínicas.
Em nota, o Instituto Consulplan afirmou estar “firme no propósito de assegurar a lisura, a legalidade e a isonomia de seus processos” e comunicou a anulação da prova, agendando uma nova aplicação para 22 de maio.
“O cronograma para execução das demais etapas deste cargo, bem como demais informações sobre a reaplicação serão divulgados oportunamente na página do Instituto Consulplan”, informou.
“Foi uma tristeza ir e na hora da prova descobrir um erro grande”, afirmou uma candidata, nas redes sociais.
Ainda nas redes sociais, outros candidatos reclamaram da nova data e questionaram se a banca ressarciria os custos das pessoas que se deslocaram de outros estados para fazer a prova.
“Isso é uma falta de respeito com os candidatos! Vocês vão me ressarcir? Pois vim de Goiás e já gastei dinheiro com duas passagem por causa de uma banca totalmente desorganizada”, reclamou uma candidata.
Ao todo, o concurso oferece 78 vagas para oficiais na área da saúde, com salários iniciais de R$ 9.392,35.
As vagas são para médicos, enfermeiros, dentistas, farmacêuticos, psicólogos, fonoaudiólogos, assistentes sociais, fisioterapeutas, nutricionistas, médicos-veterinários e biomédicos.
O concurso acontece 21 anos depois do último. Além da prova objetiva realizada neste domingo (1º), o edital prevê exame de condicionamento físico, prova de títulos, investigação social, inspeção de saúde, exame de avaliação psicológica e entrevista de heteroidentificação.
Procurada sobre o caso, a Polícia Militar apenas replicou a nota da banca organizadora.





