3 de maio de 2022

Coluna Versátil News

Natal oferece atendimento de excelência à população de rua

Centro Pop - Semtas-PMN
Centro Pop – Semtas-PMN
Centro Pop - Semtas-PMN
Centro Pop – Semtas-PMN

A Prefeitura de Natal tem oferecido melhor qualidade de vida à população em situação de rua com diversos serviços de inclusão e acolhimento, voltados para esse público, acompanhados pela a Secretaria Municipal do Trabalho e Assistência Social (Semtas), por meio do Centro Especializado para População em Situação de Rua – Centro Pop.  Diariamente, homens e mulheres recebem acompanhamento social, psicossocial e de saúde, além de terem garantida alimentação, higiene pessoal e repouso, em atendimentos individual e coletivo.

 

No espaço também são realizadas oficinas terapêuticas, atividades de convívio e socialização. A saúde dos moradores de rua é uma das preocupações da equipe multidisciplinar que acompanha o Centro Pop, e na quinta-feira (28), mais de 100 assistidos receberam o consultório de rua, que levou atendimento médico clínico aos usuários.  A ação acontece mensalmente. 

 

De acordo com a secretária da Semtas,  Ana Valda Galvão, essas atividades  fazem parte do planejamento anual da unidade. “O nosso papel é cuidar e acolher essas pessoas realizando encaminhamentos e acompanhamento que possibilitem o processo de saída da rua destes usuários. O município oferece diversos serviços para esse público. Essas parcerias, atendimentos e acesso à saúde são ações continuadas que desenvolvemos, além disso oferecemos cursos profissionalizante para encaminhá-los para o mundo do trabalho”, afirmou.

 

As atividades são possíveis por meio da  rede de proteção socioassistencial, através do Serviço Especializado de Abordagem Social (Seas), que nos dois turnos, atuam nos territórios da cidade todos os dias. O Seas trabalha com o método de abordagem e busca ativa, identificando a incidência de situação de rua, trabalho infantil e exploração sexual de crianças e adolescentes, entre outras situações de vulnerabilidade.

 

A proposta do Seas é construir o processo de saída das ruas e possibilitar as condições de acesso à rede de serviços e benefícios assistenciais; identificar famílias e indivíduos com direitos violados, a natureza das violações, as condições em que vivem, as estratégias de sobrevivência, procedências, aspirações, desejos e relações estabelecidas com as instituições e promover ações para a reinserção familiar e comunitária. 

 

Consultório de Rua 

 

Pertencente ao Sistema Único de Saúde (SUS), o Consultório na Rua é um serviço que cuida da população em situação de rua. Atualmente o serviço possui uma equipe multidisciplinar, ou seja, formada por profissionais de diversas áreas como enfermeiros, médicos, psicólogos, agentes de saúde e dentistas.   

 

Para a coordenadora do consultório de rua, Fabiana de Morais, “trabalhamos com a ampliação do cuidado para as pessoas em situação de rua, buscando efetivar a equidade, a garantia de direitos e o acesso aos serviços de saúde. Somos um elo entre a atenção primária de saúde, usuário (pop rua) e a rede de serviços”, comentou.

 

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Copom inicia reunião para discutir taxa básica de juros

Copom inicia reunião para discutir taxa básica de juros

Selic deve aumentar pela 11ª vez consecutiva

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) começou hoje (3) mais uma reunião em que definirá o patamar para a Selic. A nova taxa básica de juros deve ser divulgada amanhã (4).

Na ata do encontro anterior, o BC sinalizou que deve voltar a aumentar, pela 11a vez consecutiva, a Selic. O atual ciclo de alta teve início em março de 2021. A taxa atual é de 11,75% ao ano e deve subir 1 ponto percentual, nesta reunião, segundo previsão do mercado financeiro.

No último boletim Focus, em que o BC mede a expectativa do mercado financeiro, a projeção é de que  a taxa básica encerre 2022 em 13,25% ao ano.

As estimativas do mercado para a inflação, entretanto, vêm crescendo há pelo menos 16 semanas.

No mês passado, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, indicou que o futuro das taxas de juros no Brasil dependerá da extensão dos efeitos da guerra entre Rússia e Ucrânia e de outros eventuais choques sobre a inflação.

A expectativa de alta acompanha o aumento nos preços. Em março, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, foi de 1,62%, maior taxa para o mês desde o início do Plano Real, em 1994. Em 12 meses, o acumulado chegou a 11,30%, quase o dobro do teto da meta do Banco Central, que é de encerrar o ano com inflação de 3,5%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

A taxa Selic (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia) serve como parâmetro de quanto o governo paga para tomar dinheiro emprestado por meio da emissão de títulos públicos.

A política monetária tem também efeito sobre o câmbio. Em tese, altas na taxa Selic tendem a atrair o investimento externo em títulos públicos brasileiros, cuja rentabilidade aumenta, o que acaba pressionando o dólar para baixo diante do real.

Eventos em outros países, contudo, têm o poder de mitigar esse efeito. Nesta terça-feira (3), por exemplo, o Federal Reserve Bank (FED), o banco central dos Estados Unidos, também começa a discutir os juros para os títulos norte-americanos. Uma esperada nova alta por lá tem o potencial de atrair fluxo de capital que iria para outros países.

Fonte: Agência Brasil

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TRE-RN amplia horário de atendimento ao eleitor a partir desta terça-feira

TRE-RN amplia horário de atendimento ao eleitor a partir desta terça-feira

Foto: Reprodução

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) amplia, a partir desta terça-feira (3), o horário de atendimento dos Cartórios Eleitorais, boxes de atendimento ao eleitor e Postos de Atendimento de todo estado nesta reta final do fechamento do cadastro eleitoral.

O atendimento presencial em todo o estado passa a acontecer das 8h às 17h. No dia 4 de maio, data final para os eleitores regularizarem a situação junto à Justiça Eleitoral, o horário de atendimento será das 8h às 18h, com distribuição de fichas, a partir do início do expediente.

A ampliação do horário de atendimento acontece em razão da instabilidade no sistema ELO, verificada na segunda-feira (2), e da elevada demanda de atendimento presencial nos Cartórios Eleitorais.

Fonte: Blog do BG

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CONSUMIDOR PODERÁ CANCELAR SERVIÇOS DE EMPRESAS DE FORMA SIMPLES VIA WHATSAPP

CONSUMIDOR PODERÁ CANCELAR SERVIÇOS DE EMPRESAS DE FORMA SIMPLES VIA WHATSAPP

Um decreto editado pelo governo federal neste mês determina que empresas de serviços regulamentados pelo poder público deverão oferecer a opção de cancelamento de serviço nos mesmos canais onde oferecem a contratação. Ou seja, na prática, o cliente que contratou um serviço via WhatsApp poderá também usar a mesma via para cancelar, por exemplo.

A medida inclui estabelecimentos como bancos, companhias aéreas, empresas de telefonia e televisão, de planos de saúde e até de energia e água.

Carlos Augusto de Almeida, da Pedro Bottallo Advogados, avalia que o decreto facilita a vida do consumidor. “O consumidor sofrerá menos, vai esbarrar bem menos em dificuldades para cancelar um serviço. Na prática, as empresas terão que ser mais objetivas com o consumidor e oferecer esse cancelamento de forma simples, sem artifícios para que ele desista do cancelamento”, explica.

O decreto também regulamenta o atendimento via SAC por meios digitais, como sites ou aplicativos. Os serviços deverão ficar disponíveis 24 horas nos sete dias da semana. A via de contato telefônica, no entanto, continua a ser obrigatória por no mínimo oito horas diárias, garantindo o contato do consumidor com um atendente humano.

Fonte: Hilneth Correia

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Casos de dengue aumentam 113,7% nos quatro meses de 2022

Até abril, foram mais de 542 mil infecções. Goiás lidera incidência da doença, com 1.366 casos a cada 100 mil habitantes

Casos de dengue aumentam 113,7% nos quatro primeiros meses de 2022

Casos de dengue aumentam 113,7% nos quatro primeiros meses de 2022

Em meio a um surto de dengue, o Brasil registrou um aumento de 113,7% nos casos prováveis da doença até abril deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo boletim do Ministério da Saúde divulgado nesta segunda-feira (2), foram 542.038 casos prováveis, entre a 1ª e a 16ª semana epidemiológica, período compreendido entre 2 de janeiro e 23 de abril de 2022. Esse número já é praticamente o mesmo registrado em todo o ano de 2021, quando foram contabilizados 544 mil casos prováveis de dengue.

A doença, causada por um vírus, é transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti. Os principais sintomas são febre alta, erupções cutâneas e dores musculares e nas articulações. Nas formas mais graves, a dengue pode causar hemorragia interna em órgãos e tecidos, e levar à morte.

A região Centro-Oeste apresentou a maior taxa de incidência de dengue, com 920,4 casos por 100 mil habitantes, seguida das regiões Sul (427,2 casos/100 mil habitantes), Sudeste (188,3 casos/100 mil habitantes), Norte (154 casos/100 mil habitantes) e Nordeste (105 casos/100 mil habitantes). O estado de Goiás tem sido um dos mais afetados, liderando a incidência da doença no país, com 1.366 casos para cada 100 mil habitantes.

Os municípios que apresentaram os maiores registros de casos prováveis de dengue até 23 de abril foram Goiânia/GO, com 31.189 casos (2.004,9 casos/100 mil habitantes), Brasília, com 29.928 casos (967,2/100 mil habitantes), Palmas, com 9.080 casos (2.897,7 casos/100 mil habitantes), São José do Rio Preto (SP), com 7.466 casos (1.591,3 casos/100 mil habitantes) e Votuporanga (SP), com 6.836 casos (7.113/100 mil habitantes).

Desde o início do ano, já foram confirmados 160 óbitos por dengue no país, 147 deles por critério laboratorial e os outros 13 por análise clínica. Os estados com mais registro de mortes pela doença até agora são: São Paulo (56), Goiás (19), Santa Catarina (19) e Bahia (16). Outros 228 óbitos ainda estão em investigação.

Até o dia 23 de abril, foram notificados 378 casos de dengue grave (DG) e 4.741 casos de dengue com sinais de alarme (DSA). Outros 368 casos de dengue grave e dengue com sinais de alarme seguem em investigação.

Chikungunya

Em relação à febre chikungunya, o Ministério da Saúde informou que, até o último dia 23 de abril, foram registrados 47.281 casos prováveis, uma taxa de incidência de 22,2 casos por 100 mil habitantes no país. Esses números correspondem a um aumento de 40% dos casos em relação ao mesmo período do ano passado.

A região Nordeste foi a que apresentou a maior incidência, com 65,9 casos por 100 mil habitantes, seguida das regiões Centro-Oeste (15,6 casos/100 mil habitantes) e Norte (8,4 casos/100 mil habitantes).

Os municípios que apresentaram os maiores registros de casos prováveis de chikungunya até abril foram: Juazeiro do Norte (CE), com 3.539 casos (1.271,8 casos/100 mil habitantes), Crato (CE), com 2.068 casos (1.544,3 casos/100 mil habitantes), Salgueiro (PE), com 1.883 casos (3.058,8 casos/100 mil habitantes), Brumado (BA), com 1.744 casos (2.584,9 casos/100 mil habitantes) e Fortaleza, com 1.563 casos (57,8 casos/100 mil habitantes).

Desde o início do ano, a chikungunya foi a causa de morte de oito pessoas no país, seis dos óbitos apenas no Ceará. Os dois outros registros foram no Maranhão e em Mato Grosso do Sul. No entanto, ao menos 12 óbitos seguem em investigação nos estados do Ceará, Bahia, São Paulo, Paraíba, Pernambuco, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás.

A chikungunya também é uma infecção viral, como a dengue, e pode ser transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, os mesmos insetos que transmitem a dengue e a febre amarela, respectivamente. Os sintomas podem incluir febre, dor nas articulações, dor muscular, dor de cabeça, dor nos olhos, dor na garganta e fadiga. Em mais de 50% dos casos, a dor nas articulações (artralgia) torna-se crônica, podendo persistir por anos.

Zika

O Ministério da Saúde também atualizou o balanço dos casos de zika no país, com 2.118 casos prováveis até o dia 14 de abril. A taxa de incidência ficou em 0,99 caso por 100 mil habitantes no país. Em relação a 2021, os dados representam um aumento de 53,9% no número de casos. Até a semana analisada, não foi notificado nenhum óbito causado por zika no Brasil.

Também transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti, o vírus da zika foi identificado pela primeira vez no Brasil em 2015 e tem essa denominação por ter sido descoberto na floresta Zika, em Uganda, na África. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 80% das pessoas infectadas pelo vírus da zika não desenvolvem manifestações clínicas.

Os principais sintomas são dor de cabeça, febre baixa, dores leves nas articulações, manchas vermelhas na pele, coceira e vermelhidão nos olhos. Outros sintomas menos frequentes são inchaço no corpo, dor de garganta, tosse e vômitos. Em geral, a evolução da doença é benigna e os sintomas desaparecem espontaneamente após três a sete dias.

Febre amarela

Entre julho de 2021 e meados de abril de 2022, o Ministério da Saúde registrou 1.093 epizootias suspeitas de febre amarela, dos quais 25 (2,3%) foram confirmadas por critério laboratorial. As epizootias são as mortes de animais não humanos em decorrência da doença e podem indicar a presença do vírus em determinada região e, com isso, o risco de contaminação de humanos. Os macacos, de diferentes espécies, são os principais hospedeiros do vírus da febre amarela. No mesmo período, foram notificados 485 casos humanos suspeitos de febre amarela, dos quais quatro (0,8%) foram confirmados.

A transmissão do vírus entre primatas não humanos foi registrada no Pará, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, sinalizando a circulação ativa do vírus nesses estados e o aumento do risco de transmissão às populações humanas durante o período sazonal, que vai de dezembro a maio. Os casos humanos confirmados tiveram local provável de infecção no Pará (municípios de Afuá e Oeiras do Pará) e no Tocantins (município de São Salvador do Tocantins).

A febre amarela é uma doença viral transmitida por diferentes espécies de mosquitos infectados. Os sintomas mais comuns são febre, dores musculares com dor lombar proeminente, dor de cabeça, perda de apetite, náusea ou vômito. Na maioria dos casos, os sintomas desaparecem depois de três ou quatro dias. De acordo com a Opas (Organização Panamericana de Saúde), de 15% a 25% dos pacientes entram em uma segunda fase mais grave, na qual o risco de morte é maior e as pessoas podem ficar com a pele e os olhos amarelados, ter sangramentos, urina escura (problemas renais), além de dores abdominais com vômitos.

Fonte: R7

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