9 de maio de 2022

Coluna Versátil News

Telegram ignora acordo para reverter bloqueio e não inibe fake news em canais mais populares

Telegram ignora acordo para reverter bloqueio e não inibe fake news em canais mais populares

Os ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes, do STF, também atuam no TSE no combate à desinformação

 

 

Alice Cravo

BRASÍLIA – O aplicativo de troca de mensagens Telegram conseguiu reverter, em 20 de março, uma ordem de bloqueio no Brasil ao se comprometer com uma série de medidas para evitar a propagação de fake news. Entre as promessas assumidas pela empresa estava o monitoramento dos cem canais mais populares no país. Uma análise feita pelo GLOBO, contudo, mostra que, mais de um mês depois, parte dessas contas que estão entre as mais acessadas no país continua a abrigar postagens com desinformações relacionadas às eleições, à vacina contra a Covid-19 e ao uso de máscara.

A suspensão do Telegram havia sido determinada dois dias antes pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido da Polícia Federal, após a empresa driblar uma série de ordens judiciais para a exclusão de conteúdos considerados irregulares. A plataforma, com sede em Dubai, nos Emirados Árabes, também vinha ignorando tentativas de contatos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que colaborasse com o programa de combate à desinformação nas eleições deste ano. Após a ordem de bloqueio, muita coisa mudou, mas não tudo.

A primeira providência da empresa foi escalar um escritório de advocacia de São Paulo para representá-la no Brasil. Assim, a Justiça brasileira agora tem um endereço para o qual envia ordens judiciais. Também assinou um documento com o TSE se comprometendo a adotar medidas para combater fake news eleitorais. Até hoje, porém, o acordo não foi concretizado, e a plataforma não apresentou à Corte o que de fato será feito.

Enquanto isso, a disputa eleitoral tem servido de combustível para impulsionar a disseminação de fake news na plataforma. No canal Direita Chanel, que reúne 66,7 mil inscritos e publicações favoráveis ao presidente Jair Bolsonaro, uma postagem da semana passada diz “Acabou! Lula admite derrota em discurso de 1º de maio”. Junto ao texto, um link redireciona para um vídeo no YouTube, no qual um apresentador diz estar “muito claro” que “Lula já entendeu que está derrotado e provavelmente não vai disputar as eleições”. Em seguida, é exibido um trecho da fala do petista durante um evento de centrais sindicais no qual ele afirmava ainda não ser candidato. O ex-presidente, no entanto, disse na ocasião que ainda não era candidato porque “só no dia 7 eu vou ser pré-candidato”, em referência à data do lançamento de sua pré-candidatura pelo PT, ocorrida no último sábado, em São Paulo.

 

Telegram ignora acordo com STF e não inibe desinformação em canais mais populares

 

 

VÍDEO E MONTAGEM

Em outro exemplo de desinformação, a deputa Carla Zambelli (PL-RJ) veiculou uma montagem comparando o indulto concedido pelo presidente Jair Bolsonaro ao deputado Daniel Silveira (PL-RJ) com o caso do italiano Cesare Battisti, cujo pedido de extradição foi negado pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2010. A primeira imagem do vídeo, também reproduzido pelo vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), mostra o presidente da República sentado à frente de uma folha de papel em que se lê: “Presidentes: outros soltaram bandidos, Bolsonaro soltou inocentes”. Aos olhos da Justiça, porém, Silveira não é inocente. Ele foi condenado pelo STF a oito anos e nove meses de prisão por estimular atos antidemocráticas e ameaçar ministros da Corte.

No canal da deputada bolsonarista é possível encontrar outras postagens com informações falsas. No dia seguinte a Moraes revogar a ordem de bloqueio contra o Telegram, por exemplo, a parlamentar compartilhou um vídeo com o título “Grave! PF não pediu bloqueio do Telegram”. Nele, o senador Marcos Rogério (PL-RO) põe em dúvida a informação — verdadeira — de que partiu da PF o pedido de punição ao aplicativo no Brasil.

Em nota, o STF disse que as medidas tomadas pela empresa estão sob sigilo. Já o TSE afirmou, também por meio de nota, que até o momento o aplicativo “apenas aderiu ao Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação” e que os termos do documento que vai detalhar as providências a serem tomadas está em fase de negociação. Ressaltou, no entanto, que o “fato de o memorando de entendimento ainda não ter sido firmado não quer dizer que nenhuma ação esteja sendo tomada”.

O GLOBO procurou o Telegram, mas não obteve resposta.

Zambelli argumenta sobre a comparação entre os casos de Battisti e Silveira que há uma “diferença abissal” entre assassinos e detentores de imunidade parlamentar acusados de “crime de opinião”.

— Daniel Silveira pode ter sido condenado, mas foi injusto — diz.

A respeito da gravação feita por Rogério, ela diz que o senador deixa claro que a informação foi divulgada por um determinado jornalista e que, ainda assim, o parlamentar disse que solicitou uma análise da advocacia do Senado, na tentativa de confirmá-la. Ela não comenta, porém, o título do vídeo.

Carlos Bolsonaro e Marcos Rogério não responderam aos contatos.

O levantamento feito pelo GLOBO teve como base os cem canais mais populares do Brasil a partir da plataforma Telemetrio. Do dia 20 de março até a última sexta-feira, a reportagem identificou ao menos 16 postagens que podem ser classificadas como desinformação. Elas estão concentradas em seis dos 19 canais que publicam conteúdos políticos ou relacionados à saúde. A lista analisada pode ter diferença com os canais que estão efetivamente sendo monitorados pela plataforma, já a relação oficial está sob sigilo.

RESTRIÇÕES

O aplicativo de origem russa cresceu no Brasil catapultado por restrições impostas por outras redes sociais mais populares. No WhatsApp, por exemplo, grupos têm limite de 256 membros, enquanto o Telegram abriga grupos para até 200 mil pessoas e canais com capacidade ilimitada de inscritos, tornando-se um terreno fértil para a desinformação.

Com postagens marcadas como suspeitas e até excluídas de outras redes, Bolsonaro passou a incentivar seus apoiadores a aderirem ao Telegram. No Brasil, de acordo com o Telemetrio, o canal do presidente lidera o ranking, com 1,3 milhão. No levantamento, também aparecem os perfis dos filhos dele, Carlos Bolsonaro (102 mil), Eduardo Bolsonaro (65 mil) e Flávio Bolsonaro (115 mil), além de Carla Zambelli (145 mil) e do ex-presidente Lula (64 mil).

Na saúde, a página dos Médicos pela Vida, associação que se destacou pela defesa de medicamentos sem eficácia contra Covid-19, tem 122,6 mil seguidores. No Telegram, o grupo publicou o relato de um suposto médico que classifica o uso de máscara por algumas pessoas como “absurdo”, contrariando evidências científicas. “Que absurdo, que falta de conhecimento. Estão se baseando no que. Na ciência? Que ciência? A máscara já está deletada cientificamente há muito tempo”, diz o homem, identificado como doutor Rubens Amaral. Um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) comprovou a eficácia de diferentes tipos de máscaras para conter a transmissão do coronavírus.

A Associação Médicos pela Vida não respondeu à reportagem.

Francisco Cruz, diretor do InternetLab, afirma que parte das promessas do Telegram passa por questões complexas, que exigem tempo e investimento.

— O Telegram precisa mostrar o que foi feito. Não é para cobrar que tudo esteja pronto em um mês, mas, se quiserem deixar isso pronto para as eleições, o tempo é curto. O que efetivamente foi feito neste mês? — questiona.

Para Diogo Rais, professor de direito eleitoral digital da Mackenzie, o maior problema no caso do Telegram era a falta de resposta às autoridades brasileiras e não cumprimento de decisões judiciais. Essa página, porém, foi virada quando a plataforma atendeu aos chamados das autoridades e firmou acordos.

— O que poderia ruir essa mudança de postura é não cumprir o que foi acordado. O TSE esquematizou meios de atacar as desinformações. O Telegram era uma porta que ficou aberta em uma casa blindada. Agora precisa dar sinais de que isso evoluiu — diz.

Fonte: Globo

 

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G1: Falta de estrutura na proteção de córrego preocupa moradores da Zona Oeste de Natal


Falta de estrutura no córrego do Rio das Quintas preocupa moradores — Foto: Pedro Trindade/Inter TV Cabugi

Falta de estrutura no córrego do Rio das Quintas preocupa moradores — Foto: Pedro Trindade/Inter TV Cabugi

A falta de estrutura na proteção do córrego do Rio das Quintas está preocupando moradores do bairro das Quintas, na Zona Oeste de Natal. As placas e muretas que protegem o trecho estão se deteriorando e oferecendo riscos a quem passa pelo local.

Recentemente, uma mulher de 52 anos de idade, que mora há 12 anos na Comunidade do Japão, se escorou em uma dessas placas e caiu no córrego. O acidente aconteceu no dia 24 de abril.

“Eu estava em casa, tinha uma festa lá em baixo, eu decidi dar uma olhadinha. Quando eu cheguei, foi só questão de minutos. Eu encostei, quando eu pensei que não, ela foi desabando comigo. Eu só senti o impacto lá embaixo. E infelizmente estou aqui nessa situação”, contou Luzineide Cruz, que precisou passar por uma cirurgia de emergência e ficou mais de uma semana internada.

Luzineide já retornou para casa, mas ainda não consegue movimentar as pernas após o acidente e por isso está de cadeira de rodas. Ela conta que no dia chegou a ser alertada por uma amiga sobre o perigo da mureta desabar.

“Uma amiga minha avisou pra mim que a mureta estava mole. aí eu fiz só dizer que não, eu achei que não tinha capacidade daquilo cair”, falou.

Problema recorrente

 

O problema é antigo, segundo moradores. Eles alegam que as muretas não passam por reformas há vários anos.

Moradora da comunidade desde que nasceu, Edila Dias, de 47 anos, conta que antes o rio era usado para as pessoas da região lavarem roupas.

Problema na estrutura de proteção tem oferecido risco aos moradores — Foto: Pedro Trindade/Inter TV Cabugi

Problema na estrutura de proteção tem oferecido risco aos moradores — Foto: Pedro Trindade/Inter TV Cabugi

“Quando eu era pequenininha, aqui era um rio, sem essas placas. Então a primeira reforma, eles colocaram uma lona e paralelepípedos, e uma tela por cima”, lembra.

“A segunda reforma já foi essa aqui, que colocaram essas placas, que hoje já estão caindo. Então faz 47 anos praticamente que não tem manutenção. A gente queria uma resposta da prefeitura, de algum órgão”, frisou.

Os moradores contam que uma moradora já chegou a desembolsar cerca de R$ 3 mil para reformar parte dessa área de proteção aos pedestres com medo que o trecho caísse.

Inter TV Cabugi tentou contato com a Secretaria de Obras Públicas e Infraestrutura (Semov), mas não teve resposta até a atualização mais recente desta reportagem.

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Câmara Municipal de Natal: Nota de pesar pelo falecimento de Paulo Emídio de Medeiros

Nota de pesar pelo falecimento de Paulo Emídio de Medeiros

A Câmara Municipal de Natal externa suas condolências aos familiares, amigos, admiradores e à população de São Gonçalo do Amarante/RN, pelo falecimento do seu prefeito Paulo Emídio de Medeiros, ocorrido nesta segunda-feira (9), aos 59 anos, em Natal, após lutar contra um linfoma não Hodgkin (LNH).

Paulinho, como era carinhosamente conhecido, nasceu em São Fernando, na região Seridó, casou com Terezinha Maia, com quem teve duas filhas, além de três netos. Ele deixa como legado um trabalho marcado pelo compromisso de atender às demandas da população em suas gestões como presidente da Associação dos Municípios do Seridó, vice-prefeito e prefeito por dois mandatos em São Fernando/RN e prefeito reeleito de São Gonçalo do Amarante, entre outras atuações na gestão pública do Estado e Município.

O presidente da Câmara Municipal de Natal, vereador Paulinho Freire (União Brasil), manifesta seu mais profundo pesar e orações, em nome dos outros 28 vereadores, servidores e colaboradores neste momento de luto e dor.

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Fecomércio: Retorno de eventos após pandemia é celebrado pelo mercado turístico

Retorno de eventos após pandemia é celebrado pelo mercado turístico

O trade turístico ligado ao segmento de eventos corporativos tem celebrado o retorno dos eventos presencias no Rio Grande do Norte. Entidades e empresários do setor avaliam que o momento é de retomada, uma vez que o segmento esteve dois anos parados. Leandro Di Martins, que também é diretor da Data Show, empresa especializada em tecnologia para eventos, disse que a demanda está aquecida. “Voltamos à atividade de forma muito forte. Estamos tendo que nos desdobrar para atender a tanto trabalho. Isso é muito bom”, relata.

Di Martins ressalta que, no caso específico da Data Show, os dois anos de pandemia serviram de aprendizado para outros formatos de atuação, mas afirma que o momento de retomada é este. “Somos uma empresa de tecnologia, então, conseguimos migrar dos eventos presenciais para o formato on-line, mas não foi nem de perto o mesmo volume de eventos presenciais. Óbvio que essa fase foi importante, porque nós estamos com bagagem para os chamados eventos híbridos (on-line e presencial). O que acontece é uma retomada. Nosso termômetro é de um cenário positivo, que deve ser mantido se a pandemia continuar estabilizada”, aponta.

George Gosson, empresário do setor hoteleiro, analisa que o mercado deve ganhar ritmo até o final do ano. “Imaginamos que, no segundo semestre, nós tenhamos uma demanda com uma procura numa janela de reserva atípica, ou seja, as pessoas procurando serviços com uma antecedência menor em relação aos eventos”, afirma. “O que a gente observa é que o tamanho desses eventos ainda está com um número menor de participantes, mas a perspectiva é de que tenha uma normalização até o final do ano”, completa em seguida.

Gosson destaca a importância dos eventos corporativos para toda a cadeia produtiva do estado, uma vez que o segmento ajuda a reduzir os altos e baixos no mercado provocados pela sazonalidade do turismo de lazer. As companhias aéreas são um exemplo disso, segundo ele, porque conseguem manter uma regularidade de voos mais constantes ao longo dos anos.

De acordo com a Emprotur, a estimativa neste mês de maio é de um incremento de 6% na oferta de voos regulares para o RN, com previsão de 1.243 operações, entre chegadas e partidas. É a melhor previsão para o mês em três anos, superando a movimentação aérea para o mesmo período de 2019. A previsão também é de crescimento na oferta de assentos, passando dos 190 mil, um aumento de 3% na comparação com maio de 2019.

Além disso, a avaliação dos empresários ouvidos pela reportagem, é de que outros setores da cadeia produtiva ganham com os eventos. “Os hotéis conseguem manter um fluxo de caixa bom e se estabilizam com a manutenção do quadro de funcionários. Tem também os gastos com o evento. Um congresso, por exemplo, envolve o consumo com a produção – montagem de estandes, locação de equipamentos, transportes”, sublinha Gosson.

A Potiguar Turismo, empresa do segmento de transportes com uma frota diversificada (micro-ônibus, vans e ônibus climatizados) para atender aos visitantes, comemora o retorno dos eventos na capital. “O mercado está sedento pela retomada desse contato presencial e em busca de novidades que venham a contribuir com novos modelos de negócios e estratégias para capitação de clientes no panorama em que vivemos”, analisa Decca Bolonha, diretora da Potiguar Turismo.

As expectativas, segundo ela, são as melhores possíveis. “Os eventos demandam muito além de apenas transporte aeroporto/hospedagem/ Centro de Convenções. Esse público é um grande gerador de receitas tanto no que diz respeito ao evento, mas também das atrações turísticas, gastronômicas e culturais que fazem parte do desejo de cada um desses clientes. Raros são os casos que não conseguimos casar nas programações aquela paradinha em alguma praia famosa das proximidades e fazer aquele registro de imagens de dar inveja”, comenta Bolonha.

Congresso já trouxe 4 mil pessoas

O 40º Congresso Brasileiro de Pediatria (CBP), realizado esta semana em Natal, trouxe à capital mais de 4 mil visitantes para o evento que ocorreu no Centro de Convenções e é um reflexo do bom momento do setor.

“Esse é o primeiro congresso que nós fazemos de forma presencial após os dados de controle da pandemia. Foi uma boa opção, no sentido de que Natal é um lugar muito acolhedor, com uma orla bonita. E a estrutura do Centro de Convenções é bastante desenvolvida”, explicou o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria e um dos organizadores do congresso, o médico Edson Liberal.

Entre os participantes, os relatos eram de que, além do evento, a oportunidade serviu para conhecer as belezas do estado. Não conhecia Natal. Chegamos três dias antes do congresso e conseguimos aproveitar muita coisa. Fomos para Pipa, fizemos passeio de buggy, conhecemos a Via Costeira. Foi tudo muito bom. E o evento hoje está com uma boa estrutura e bem organizado”, contou Victor Falcone, residente de pediatria, que veio do Rio de Janeiro para Natal com os colegas.

A pediatra Mariana Vilela, de Anápolis-GO, também fez elogios à capital potiguar. “Cheguei a Natal um dia antes do evento e fiz um passeio pelo Litoral Sul. Eu já conhecia um pouquinho a cidade, que é muito boa, com uma estrutura muito legal. Depois do evento, vou ficar mais um dia, porque vim com meu esposo e quero aproveitar”, revelou.

“Esse tipo de turismo gera um consumo direto e indireto. O público, nesses casos, é bastante pulverizado e consegue consumir os mais diversos produtos e serviços”, esclarece Leandro Di Martins, do Natal Convention Bureau. É um turista que se encaixa na hora certa e que tem uma intenção de retorno ao destino muito grande”, complementa o empresário George Gosson.

Ângela Braga, do Centro de Convenções, diz que o trabalho conjunto com o Governo do Estado tem sido, dentre outros pontos, no sentido de priorizar a promoção do RN no segmento MICE. “Além disso, precisamos sempre posicionar outros destinos potiguares, consolidados no nicho sol e praia, como opções para receber grupos de incentivo e eventos. Em paralelo, trabalhamos para melhorar a estrutura física do CCN, com a realização de reformas e melhorias pontuais.

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Prefeitura de Parnamirim: Notícias  Prefeitura segue firme no combate ao Aedes Aegypti   

Notícias  Prefeitura segue firme no combate ao Aedes Aegypti

A equipe da Vigilância Ambiental da Prefeitura de Parnamirim realizou, neste sábado (7) ação de combate e prevenção ao mosquito Aedes Aegypti, causador de arboviroses como a Dengue, a Chikungunya e a Zika.

Na ocasião, os agentes de endemias realizaram trabalho casa a casa, com a utilização de UBV portátil, equipamento de pulverização com inseticida que mata o mosquito vivo. Este trabalho é norteado por meio de notificações e é realizado em um raio de até 150 metros ao redor do endereço notificado.

De acordo com Diego Dione Silva, coordenador de Vigilância Ambiental, Produto é biodegradável e não faz mal a saúde. A borrifação pode acontecer sem que seja a saída do morador da residência. Neste sábado, as equipes percorreram os bairros de Nova Esperança, Cohabinal, Nova Parnamirim e Santa Tereza.

“Nosso trabalho consiste na prevenção com o trabalho casa a casa que faz a pesquisa larvaria, eliminação e tratamento nas residências, a Educação em Saúde que vai às escolas, Ubs, empresas e nas residências das áreas de maior risco para a população. Nosso município tem clima favorável o ano todo para o mosquito se desenvolver por isso devemos olhar nossas residências todos os dias. Prevenindo salvamos Vidas!”, desatacou o coordenador.

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