12 de maio de 2022

Coluna Versátil News

Estudo afirma que raça de cachorro não é bom indicador de seu comportamento.

 

Um novo estudo genético que levou em consideração mais de 2 mil cachorros apontou que a raça do cachorro, sozinha, não é um bom fator para indicar o comportamento canino.

A pesquisa foi conduzida por professores, estudantes e pesquisadores da Faculdade de Medicina Chan, da Universidade de Massachusetts, e deve ser publicada pela revista científica “Science”.

A descoberta do estudo vai contra as crenças populares de que a raça determina o quanto o bichinho será agressivo, obediente ou afetuoso. Segundo a pesquisa, esses estereótipos levam a legislações específicas para as raças como restrições e proibições de circulação de alguns cães, como pit bulls e pastores alemães.

Os autores do estudo, entre eles Kathleen Morril, escrevem que apesar das suposições aceitas, faltam pesquisas genéticas que mostrem essa ligação entre raça e comportamento.

Para desvendar tudo isso, os especialistas usaram a associação de todo o genoma para procurar variações genéticas comuns que poderiam prever características comportamentais específicas em 2155 cães de raça pura e mestiços.

Eles combinaram esses dados com 18.385 pesquisas feitas com tutores de animais de estimação do banco de dados chamado Darwin’s Ark, com informações sobre características e comportamentos relatados por esses donos.

Ao todo, foram incluídos dados de 78 raças. Os pesquisadores identificaram 11 locais nos cromossomos com genes fortemente associados ao comportamento. No entanto, nenhum deles era específico de uma raça.

De acordo com os pesquisadores, entre os comportamentos mais fortes previstos pela genética estava a capacidade de entrega dos cães, do quanto eles respondem às direções humanas.

Ainda segundo os resultados apresentados pelo estudo, a raça explica apenas 9% da variação comportamental em cães, sendo que a idade e o sexo foram melhores indicadores de comportamento.

Os pesquisadores explicam que as raças modernas surgiram há cerca de 200 anos. Segundo eles, antigamente, elas eram definidas por seus papéis funcionais, como caça, guarda ou pastoreio. Foi só em 1800 que os humanos passaram a selecioná-las de acordo com características físicas e estéticas.

“A maioria dos comportamentos que consideramos como características de raças específicas de cães modernos provavelmente surgiram de milhares de anos de evolução, do lobo canino selvagem ao cão domesticado, e, finalmente, até as raças modernas”, diz Elinor Karlsson, uma das autoras do estudo. “Essas características hereditárias são anteriores ao nosso conceito de raças modernas de cães.”

G1/Jeane Oliveira, CEO da FiberTec

Fonte : Jeane Oliveira

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Haroldo Azevedo segue firme na sua luta para ser governador

 

Fonte: Blog do Gustavo Negreiros

 

 

Quem não para é o empresário Haroldo Azevedo na sua luta para chegar ao governo do estado. Hoje, Haroldo visitou o ex-senador José Agripino, presidente do União Brasil no RN.

Conservador e direitista, Haroldão vem ganhando espaço na ala mais radical do Bolsonarismo no RN. Só sinto falta de um discurso mais contundente em relação a governadora Fátima Bezerra.

Fonte: Blog do Gustavo Negreiros

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RN completa 28 dias seguidos sem óbitos por Covid; novos casos são 141  

RN completa 28 dias seguidos sem óbitos por Covid; novos casos são 141

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta quinta-feira (12). São 504.102 casos totalizados. Foram registrados 141 novos casos nas últimas 24h.

Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 8.196. Nenhum óbito registrado nas últimas 24h, pelo 28º dia seguido. Óbitos em investigação são 1.406.

Recuperados são 495.312. Casos suspeitos somam 300 e descartados são 950.745. Estimativa de casos em acompanhamento: 594.

Fonte: Blog do BG

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HOMENAGEM AOS 120 ANOS DE ENCANTAMENTO DE AUGUSTO SEVERO OCORRE NO COMPLEXO CULTURAL RAMPA

Um dos maiores equipamentos culturais em desenvolvimento no país, o Complexo Cultural Rampa, localizado no bairro de Santos Reis, Natal, recebe nesta quinta-feira, dia 12 de maio, a partir das 15h, convidados, imprensa e autoridades para uma homenagem do Governo do Estado do RN aos 120 anos de encantamento de Augusto Severo.

A solenidade é parte relevante da homenagem ao grande político e inventor Augusto Severo, um nome que é especial para a curadoria do projeto de ocupação artística do espaço, o “Rampa – arte museu paisagem”, que vai projetar novos futuros para o Complexo, atraindo visibilidade internacional. Sob a responsabilidade da Casa da Ribeira, o projeto tem curadoria de Gustavo Wanderley e Rafael Bicudo. Na ocasião haverá o lançamento do livro “Augusto Severo: o homem que sonhou voar”. O projeto Rampa – arte museu paisagem é apoiador da publicação, já que a curadoria tem como um de seus conceitos geradores o verbo “voar” e, portanto, encontra em Augusto Severo importante inspiração.

O livro conta com o trabalho e os esforços de Ângela Almeida, jornalista, pesquisadora e artista plástica; Helton Rubiano, jornalista, escritor e editor de livros; Rafael Campos, designer e artista visual e Michele Holanda, publicitária, designer e fotógrafa. Tendo como editora a EDUFRN – Editora da UFRN, o livro possui mais de 90 páginas repletas de muita arte, memórias e história. Vendas no local.

Além do lançamento do livro no dia 12, os convidados poderão conferir o site da Rampa – arte museu paisagem (www.rampacultura.com.br), já com parte do acervo digital do projeto. A coordenação do Núcleo Museológico é de Marília Bonas, profissional com reconhecido trabalho na área de Museologia, hoje uma das diretoras do Conselho Internacional de Museus.

O acervo museológico será composto por referências patrimoniais em ambiente digital. “Estamos mapeando e documentando as ocupações do território não só por meio de arquivos históricos e publicações, mas, especialmente, pela voz das pessoas do entorno da Rampa, formando, assim, um dos principais núcleos de testemunhos de seu acervo museológico. Existem muitas camadas de memória nesse espaço. A mais conhecida está relacionada com a 2ª Guerra Mundial, mas há várias outras que nos levam a pensar o RN como um local de inventividade, inovação, conexão com a natureza, com a paisagem e com o território”, explica.

Augusto Severo

Filho de Amaro Barreto de Albuquerque Maranhão e Feliciana Pedroza de Albuquerque Maranhão, Augusto Severo nasceu no dia 11 de janeiro de 1864, em Macaíba, cidade localizada a 20 km da capital potiguar. Morreu em 12 de maio de 1902, em Paris. Tinha 13 irmãos e um grande sonho: voar. Seus estudos primários foram realizados em Natal e os secundários, na Bahia, onde foi amigo de Ruy Barbosa e Castro Alves. No Rio de Janeiro, iniciou o curso de Engenharia Civil.

Antes de concluir o curso, Augusto Severo volta ao RN, iniciando assim uma nova e marcante fase em sua vida: a das invenções. A criação da Pipa, em novo formato, era só o início da carreira do inventor. A continuidade desta incrível história o público vai poder conferir no livro.

Complexo Cultural Rampa

O Complexo Cultural Rampa é um equipamento do Estado do RN. O projeto de ocupação artística do espaço, Rampa – arte museu paisagem, da Casa da Ribeira, tem patrocínio da Brisanet. A Neoenergia Cosern é patrocinadora da Fase 1, dirigida exclusivamente para a Ação Memória e Educação, com benefícios da Lei Câmara Cascudo de Incentivo à Cultura, Fundação José Augusto e Governo do RN. A produção executiva é da House Cultura.

Com uma área de 11 mil m², o Complexo incluirá dois espaços de exposição, salas educativas, café e restaurante, recepção, bilheteria, área externa de eventos para três mil pessoas, estacionamento e a calçada Potengi, espaço com visão privilegiada do rio.

Haverá a instalação de obras de grande escala, a aquisição de obras e projetos a partir de edital público (www.rampacultura.com.br/editalestadodeluta), exposição de longa duração inédita e apresentação de obras de arte comissionadas feitas sob encomenda, além do acervo museológico digital. Ao todo, 23 artistas brasileiros estarão presentes no Complexo com obras inéditas sendo, pelo menos, nove artistas locais.

Fonte: Hilneth Correia

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Setor de serviços cresce 1,7% em março e atinge o maior nível desde 2015

Alta do volume de serviços prestados reverte as perdas recentes e coloca o segmento 7,2% acima do patamar pré-pandemia

 

O volume de serviços prestados no Brasil interrompeu a série de dois resultados negativos seguidos e avançou 1,7% em março, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Com a alta, o segmento, que representa cerca de 70% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro, se recupera da perda de 1,8% de janeiro, alcança o maior nível desde maio de 2015 e fica 7,2% acima do patamar pré-pandemia.

Com o resultado positivo, o volume de serviços acumula ganho de 2,1% nos últimos dois meses e fecha o primeiro trimestre de 2022 com alta de 9,4%, na comparação com o mesmo período do ano passado.

“O setor de outros serviços foi o primeiro a mostrar recuperação mais rápida dos efeitos da pandemia. Os outros quatro demoraram mais a se recuperar. Por isso ele tem uma base de comparação mais elevada”, analisa Rodrigo Lobo, gerente responsável pela pesquisa.

Na série sem ajustes, o volume de serviços cresceu 11,4%, ante o mesmo mês do ano passado, e assinalou a 13ª taxa positiva consecutiva na base de comparação. O movimento faz com que o setor registre alta de 13,6% nos últimos 12 meses, mantendo trajetória ascendente desde fevereiro de 2021 (-8,6%).

Atividades

O resultado positivo do setor de serviços no mês de março foi disseminado por todas as cinco atividades investigadas pela pesquisa, com destaque para os transportes (2,7%), que avançam pelo quinto mês consecutivo.

Lobo explica que a alta da atividade está associada com o segmento rodoviário de cargas, especialmente o vinculado ao comércio eletrônico e ao agronegócio. “É a principal modalidade de transporte de carga pelas cidades brasileiras, e seu uso ficou ainda mais acentuado após os meses mais cruciais da pandemia”, diz ele.

Outra influência que impulsionou o resultado dos serviços foi o transporte aéreo de passageiros, que gerou maiores receitas às companhias aéreas, ajudado pela queda do preço das passagens aéreas observada no mês de março. Com o avanço, os transportes como um todo estão 18% acima do patamar pré-pandemia e atingiram o maior nível da série histórica, iniciada em janeiro de 2011.

Com expansão de 1,7% em março, os serviços de informação e comunicação recuperaram parte da perda de 4,7% acumulada entre dezembro de 2021 e fevereiro deste ano. No mês, o setor exerceu a segunda maior influência sobre o índice geral. “Esse crescimento de março não elimina a perda dos três meses anteriores, mas o setor ainda opera 10,5% acima do patamar pré-pandemia”, destaca Lobo.

Os setores profissionais, administrativos e complementares (1,5%), prestados às famílias (2,4%) e outros serviços (1,6%) completam a lista dos que cresceram em março. Mesmo com o resultado positivo, os serviços prestados às famílias não superaram o patamar pré-pandemia.

‘Isso ocorre por causa da magnitude de impacto que esse setor sofreu com a necessidade de isolamento social, diminuição do deslocamento das pessoas e fechamento total ou parcial dos serviços considerados não essenciais”, afirma Lobo.

Entre as atividades que influenciaram o crescimento do setor estão restaurantes, hotéis e serviços de bufê. Mesmo com o avanço, os serviços prestados às famílias estão 12% abaixo do patamar de fevereiro de 2020.

Fonte: R7

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