30 de maio de 2022

Coluna Versátil News

Louis Vuitton e Yayoi Kusama

Louis Vuitton e Yayoi Kusama

Louis Vuitton anuncia nova collab com artista Yayoi Kusama. Foto: Reprodução/ Instagram
Louis Vuitton anuncia nova collab com artista Yayoi Kusama. Foto: Reprodução/ Instagram

Louis Vuitton se une a Yayoi Kusama em mais uma coleção. A artista e a marca de moda se uniram pela última vez em 2012.

Em janeiro próximo, a Louis Vuitton lançará uma coleção de roupas e acessórios com as bolinhas icônicas da artista Yayoi Kusama.

Coluna Versátil News

Brasil investiga dois casos suspeitos da varíola do macaco

Ministério da Saúde recebeu uma notificação dos estados de Santa Catarina e do Ceará

Surto de varíola do macaco iniciou no começo de maio na Europa

Surto de varíola do macaco iniciou no começo de maio na Europa

CYNTHIA S. GOLDSMITH, RUSSELL REGNERY/CDC VIA REUTERS

O Ministério da Saúde confirmou neste segunda-feira (30) que investiga dois casos suspeitos de varíola do macaco. As notificações foram feitas pelos governos estaduais de Santa Catarina e do Ceará.

A pasta não divulgou maiores informações sobre as duas pessoas que podem estar infectadas.

Coluna Versátil News

G1: Névoa muda cenário e chama atenção de potiguares na manhã desta segunda (30)


Névoa cobre prédios na região metropolitana de Natal — Foto: Hudson Helder/Cedida

Névoa cobre prédios na região metropolitana de Natal — Foto: Hudson Helder/Cedida

Uma névoa chamou a atenção de potiguares, no início da manhã desta segunda-feira (30) em Natal e cidades da região metropolitana.

A neblina de cor cinza tomou o horizonte, cobrindo parcialmente a visão de prédios e outras construções da cidade.

“Vi o céu cinza e jurei que era chuva. Olhei melhor e vi que é uma névoa. Natal, é você?”, questionou uma moradora da capital nas redes sociais. “Amanhecer atípico em Natal. Muita névoa sobre toda a cidade”, comentou outro usuário.

De acordo com o meteorologista Gilmar Bristot, da Empresa de Pesquisas Agropecuárias do Rio Grande do Norte, a neblina é causada pela alta umidade alta, acima de 80%, aliada à condição de ventos fracos.

Névoa foi vista na manhã desta segunda-feira (30) em Natal — Foto: Hudson Helder/Cedida

Névoa foi vista na manhã desta segunda-feira (30) em Natal — Foto: Hudson Helder/Cedida

Como a umidade formada na superfícia da terra encontra uma temperatura mais fria na atmosfera, fica concentrada próximo da terra.

“A saturação dessa umidade, devido a diminuição da temperatura na madrugada/amanhecer dá origem a névoa úmida, tipo de nuvem baixa que não faz chuva”, explica Bristot.

 

A névoa se dissipa ao longo do dia, com o aumento da temperatura.

Coluna Versátil News

Fecomércio: Produção de petróleo em terra cresce 179% e RN retoma liderança nacional

Produção de petróleo em terra cresce 179% e RN retoma liderança nacional

Em 2015, a Petrobras aprovou o seu plano de desinvestimentos. Naquela época, a estatal dominava os campos de petróleo do Rio Grande do Norte e o Estado produzia cerca de 64 mil barris de óleo equivalente diariamente (boe/d), que considera petróleo e gás juntos. Após o começo dos desinvestimentos, a petroleira vivenciou uma queda vertiginosa na produção. No período áureo da extração de petróleo, em dezembro de 2012, o Estado era responsável por 70.602 barris de óleo equivalente ao dia. Ano a ano foi caindo, até chegar a 40.723 mil barris ao dia em dezembro de 2019. Neste mesmo mês, as empresas privadas começaram a atuar em solo potiguar. Agora, o RN vive com a retomada da exploração por essas empresas uma fase de expansão. A produção das operadoras independentes já cresceu 179,5% entre dezembro de 2019 e março de 2022. Passou de 7.305 boe/d para 20.424 boe/d. Os dados estão em boletins da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Impulsionado por essa curva de crescimento, o RN voltou a ser o maior produtor de petróleo em terra do Brasil, destaque que havia perdido quando a estatal iniciou a saída do Estado. Em abril, considerando independentes e a Petrobras, o RN registrou 29.178,91 barris/dia apenas de petróleo, de acordo com o Painel Dinâmico da ANP. Em seguida, aparecem Bahia e Amazonas. Já na produção nacional de óleo equivalente em terra, também considerando independentes e a Petrobras, o Estado é o segundo colocado, com 33.729,46 mil barris/dia. Hoje, as duas principais empresas independentes na Bacia Potiguar são a 3R Petroleum e a PetroReconcavo, que operam em campos maduros, aqueles que já produzem há muito tempo e estão num estado de maturidade produtiva.

“Com essa retomada dos campos, nós retomamos a produção. Para você ter uma ideia, Riacho da Forquilha, quando a Potiguar E&P assumiu o campo, produziu em torno de 3.500 barris por dia. Hoje, eles produzem quase 7 mil. Isso mostra que as duas empresas, E&P e 3R Petroleum, ampliaram a produção. A 3R ampliou em 70% e a Potiguar E&P, 78%. É esse crescimento de produção que fez a gente voltar a ser o maior produtor em terra”, analisa Gutemberg Dias, presidente da Redepetro.

Segundo Dias, “o desinvestimento da Petrobras na Bacia Potiguar tem a ver com o planejamento de sair das operações de terra, onde eles traçaram perspectiva de fazer todo o seu portfólio de investimento no pré-sal”, explica. “Quando a gente olha os números de produção de 2015 pra cá, tem uma queda bem acentuada que é exatamente quando a Petrobras deixa de fazer os investimentos maiores, que mantinha a produção em torno de 60 mil barris por dia”. A saída, porém, é criticada pelo diretor do Sindicato dos Petroleiros do Rio Grande do Norte (Sindpetro-RN) e dirigente da Frente Única dos Petroleiros (FUP), Pedro Lucio Gois: “dentro desse período, nós tivemos muita perda de empregos e de produção em decorrência da tomada de decisão da saída da Petrobras”.

“Quando a Petrobras iniciou esse processo de desinvestimento, ela começou gradualmente a avisar ao mercado que ia colocar à venda seus ativos”, diz o dirigente da RedePetro. “Isso demorou muito tempo até se consolidar efetivamente. A primeira venda desse novo projeto de desenvolvimento aconteceu aqui no Rio Grande do Norte com o Riacho da Forquilha em 2019”, afirma Dias.

A pioneira no Estado foi a Potiguar E&P, subsidiária da PetroReconcavo. Já a 3R chegou em junho de 2020, quando assumiu a operação do Polo Macau.

Independentes já respondem por 52% da produção total

Hoje, a maior parte da produção na Bacia Potiguar já vem da iniciativa privada. Segundo o Painel Dinâmico da Agência Nacional do Petróleo (ANP), as empresas independentes produziram juntas 19.649,30 boe/d na Bacia Potiguar, no mês de abril deste ano de 2022, o que representa cerca de 52% da produção total do Estado desse mês. Já a Petrobras foi responsável por 18.183,93 boe/d, o equivalente a 48%. No mesmo período do ano passado, elas operavam 39%, com 14.761,64 doe/d, enquanto a Petrobras respondia por 61%, extraindo 22.338,86 doe/d. Esse dado soma toda a produção: extração em terra, mar e pré-sal.

Apesar do crescimento das operações independentes, o RN vê uma queda na produção geral de óleo. Em dezembro de 2019, o Estado fazia 40.723 barris ao dia. Em março de 2022, no último boletim divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a produção foi de 40.691, perda que não chega a 1%.

Segundo o secretário-executivo da Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Petróleo e Gás (ABPIP), isso se dá porque a iniciativa privada ainda “não está em plena independência”. De acordo com Anabal Santos Júnior, “o Polo Potiguar está na fase mais difícil desses ativos”, que é a transição dos proprietários antigos para os novos e o obedecimento aos contratos da mudança. “É por isso que não tem um aumento na produção da bacia. Mas vai aumentar”, confia.

Panorama

PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL

Produção das operadoras independentes (boe/d):

 

Dezembro 2019: 7.305

Março 2022: 20.424

Aumento de 179,5%

 

Produção boe/d total*:

Rio de Janeiro: 3.085.930

São Paulo: 387.531

Espírito Santos: 173.483

Amazonas: 102.339

Bahia: 53.104

Rio Grande do Norte: 40.691

 

PAINEL DINÂMICO DA ANP:

RN é o 1º colocado na produção de petróleo em terra em abril [considerando Petrobras e independentes]

 

RN: 29.178,91

Bahia: 19.288,54

Amazonas: 14.136,51

Espírito Santo: 7.031,31

Sergipe: 6.245,16

 

*Inclui produção de petróelo e gás natural

 

Fonte: Tribuna do Norte | Valcidnei Soares

Coluna Versátil News

Prefeitura de Natal: Com reajuste para mais de 4.600 servidores, Prefeitura de Natal paga folha de maio 

Com reajuste para mais de 4.600 servidores, Prefeitura de Natal paga folha de maio


Crédito: Foto: Alex Régis/ Redação: Secom
Com reajuste para mais de 4.600 servidores, Prefeitura de Natal paga folha de maio 
Folha completa neste mês chega a R$ 71,5 milhões

Os salários de todas as categorias do funcionalismo público da Prefeitura de Natal (entre ativos, inativos e pensionistas) referentes ao mês de maio serão pagos nesta segunda-feira (30). Ao longo do dia, os arquivos com os créditos bancários estão sendo enviados pela Secretaria Municipal de Administração (Semad) à instituição financeira responsável pelo crédito nas contas e o dinheiro poderá ser movimentado pelos servidores na manhã desta terça-feira (31).

A folha completa do funcionalismo público municipal alcançou neste mês R$ 71,5 milhões com a implementação do reajuste na matriz salarial concedido pelo prefeito Álvaro Dias aos servidores do plano geral. Desta forma, pela primeira vez na história da cidade, não há nenhum funcionário público da Prefeitura recebendo abaixo do salário mínimo. A medida também acabou com o abono salarial no funcionalismo da Prefeitura.

“Temos o propósito de cumprir rigorosamente a nossa missão de pagar em dia os nossos servidores. Este mês, também implementamos o reajuste do plano geral, beneficiando mais de 4.600 servidores e corrigindo uma excrescência que era o fato de termos servidores recebendo um salário-base abaixo do mínimo. Isso agora é um fato passado. Nossa gestão tem o compromisso claro de valorizar o funcionalismo e assim será até o último dia em que estiver à frente do Poder Executivo da capital potiguar”, destaca o prefeito Álvaro Dias.

Rolar para cima